Postado por SECEC-RJ em 04/jul/2021 -

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa já autorizou este ano o patrocínio para 11 projetos culturais, no âmbito da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. As iniciativas totalizam cerca de R$ 12 milhões, sendo que os patrocinadores precisam depositar aproximadamente R$ 2,4 milhões para o Fundo Estadual de Cultura, como destinação obrigatória equivalente a um quinto do benefício fiscal. As atividades contempladas estão ajudando a estimular a cadeia produtiva do setor, gerando emprego e renda.
Um dos projetos contemplados é o “Orquestra de Campos”, que vai levar apresentações da Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino para os municípios de Campos dos Goytacazes, Conceição de Macabu, Itaperuna, Macaé e Quissamã. Outra ação aprovada é o festival gastronômico “Raízes”, que será realizado em Niterói no formato híbrido, com stands de expositores, aulas, shows e palestras.
A SECEC também aprovou dois projetos culturais ligados ao Flamengo. O “Invasão Cultural” trará ações culturais a cada jogo de basquete do Flamengo no NBB nas temporadas 2021/2022 no Maracanãzinho. O público que acompanhará as partidas do rubro-negro, tanto pela TV quanto pela internet, também assistirá a atividades culturais nas linguagens de música e dança. Estão previstos 12 shows de música e apresentações de dança na abertura dos jogos.
Através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, também será patrocinada criação do Museu Digital do Flamengo, voltado para resgatar e preservar a história centenária do Clube de Regatas do Flamengo. O projeto prevê a pesquisa e a preservação do acervo que comporão o objeto principal, o desenvolvimento e realização de uma plataforma digital dividida por eixos temáticos. O objetivo dessa iniciativa é valorizar a memória cultural e social, além de criar um elo permanente e tecnológico com o programa educativo do Museu do Flamengo, que atende a mais de 3 mil alunos da rede pública municipal e estadual.
A SECEC já tinha anunciado seu patrocínio a dois projetos vinculados ao clube Vasco da Gama. Serão realizadas em São Januário oficinas gratuitas para jovens em situação de vulnerabilidade social e em outra iniciativa haverá a reformulação da Sala de Troféus. Esse espaço ganhará estrutura expositiva multimídia e interativa com diversos ambientes que vão contar a História do clube e de suas diversas modalidades esportivas.
Postado por SECEC-RJ em 02/jul/2021 -

A Biblioteca Parque de Manguinhos, na Zona Norte do Rio de Janeiro, será reaberta ao público nesta segunda-feira (05), depois de mais de um ano fechada por conta da pandemia. Para o retorno dos frequentadores, o equipamento passou por melhorias e preparou uma programação de cursos e atividades culturais.
A reabertura da biblioteca atende a uma demanda dos moradores de Manguinhos e de bairros vizinhos, que utilizam o local para pesquisa, estudo, acesso à cultura e convivência. Durante o período em que ficou fechado, o equipamento passou por reparos e melhorias para seu funcionamento pleno. A principal novidade que o público vai encontrar é a reforma do Cineteatro Eduardo Coutinho.
O espaço receberá as principais atividades culturais programadas pela administração da biblioteca em parceria com a Associação Shalom. Serão oferecidos cursos gratuitos com temática voltada para a arte, música e atividades culturais em geral. A biblioteca também vai disponibilizar para os frequentadores aulas de balé, violino e flauta.
“A Biblioteca Parque de Manguinhos tem uma localização central para a região e sua retomada é importante para os moradores. Fizemos todo o esforço para que essa reabertura fosse também um presente para os frequentadores, que vão encontrar um espaço não só renovado como uma programação especial”, afirmou a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
A biblioteca também possui uma viodeoteca, em que os frequentadores podem assistir a filmes. O público pode consultar o acervo de mais de 9 mil livros nas duas salas de leitura do equipamento. O lugar também está equipado com ludoteca, sala de música e 18 computadores. Em Manguinhos, há projeto de aulas de percussão, capoeira, hip hop, ginástica funcional, jiu-jítsu e muay thay.








Teatro: às quintas-feiras, das 18h às 21h.
Ginástica Funcional: de segunda a sexta-feira, das 7h às 9h, e das 18h às 21h.
Capoeira: às segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h.
Jiu-Jítsu: às segundas, quartas e sextas-feiras, das 15h às 18h.
Hip-Hop: às terças e quintas-feiras, das 20h às 21h30.
Muay-Thai: às terças e quintas-feiras, das 19h às 20h.
Projeto Batucando: às terças e quintas-feiras, das 18h às 20h.
Local: Av. Dom Hélder Câmara, 1.184 – Benfica.
Horário de funcionamento: das 10h às 18h, de segunda a sexta-feira.
Postado por SECEC-RJ em 30/jun/2021 -

– Como o Setor de Documentação do MIS se organiza e está integrado com os demais?
– O Setor tem uma relação transversal com os demais setores do museu, permitindo um acesso mais amigável e organizado para os pesquisadores e profissionais da instituição. Somos responsáveis pela disponibilização do conteúdo no Banco de Dados. Conteúdo este, proveniente dos setores, onde os documentos são organizados e trabalhados, sob os cuidados e orientações da Gerência de Acervo. O Banco de Dados abrange 28 das 35 coleções do MIS. São quase 300 mil itens que estão disponíveis para consulta nos terminais de computador e no Centro de Pesquisa Ricardo Cravo Albin. A partir deles, é possível não só pesquisar por tema, autoria, título etc., em função dos seus diversos campos, como cruzar informações e produzir relatórios. Estamos envolvidos também com o trabalho de “limpeza”, digamos assim, desse conteúdo, trabalhando para o aprimoramento das listas, nomes e do vocabulário controlado. Tudo para facilitar a vida e a consulta do nosso público.
– O que falta para as outras sete coleções serem integradas no Banco de Dados?
– Algumas estão ainda em tratamento, outras foram adquiridas recentemente. A do Paulo Tapajós, por exemplo, foi iniciado no dia 23 o seu processo de arrolamento. É bem volumosa, com diversos suportes. A do José Wilker, composta majoritariamente por livros, é a mais recente coleção, está em comodato com o MIS, e já está disponível para consulta no SISGAM (Sistema de Gerenciamento de Acervos Museológico), que é a plataforma de gestão e registro de acervos dos Museus do Estado do Rio de Janeiro, vinculados à REDE WEB DE MUSEUS. Depois integrará o Banco de Dados do MIS, que está em processo de reformulação. É uma dinâmica normal dos museus.
– Como é o critério de classificação das peças?
– Como todo museu, o MIS tem seu Plano Museológico que vai nortear suas ações, inclusive para as doações. Esse plano vai nortear a averiguação do que está sendo oferecido e do que o MIS vai buscar. Então, não é de forma aleatória que avaliamos. Com a doação, começa o tratamento do bem cultural musealizado. Cada item vai passar por triagem, seleção, documentação, arrolamento e catalogação. Enfim, um trabalho muito técnico para que as peças sejam organizadas e disponibilizadas para o público. Pode ocorrer de recebermos peças que fogem do plano e nesses casos indicamos um destino mais apropriado. Mas não são decisões pontuais, porque é fundamental manter a integridade da coleção para se preservar o pensamento e a formação cultural e intelectual daquele que a construiu.
– Anteriormente o setor se chamava Banco de Dados e mudou para Setor de Documentação. Foi uma mera formalidade ou alterou a finalidade dele?
– A atual gestão tomou uma sábia decisão. De fato, há um lado formal, pois Banco de Dados dá uma ideia de TI, o que não é o caso, mas ao mesmo tempo o setor ganhou uma dinâmica nova com maior ênfase no trabalho de pesquisa. Estamos subsidiando mais os projetos da Casa. A Comunicação está trabalhando muito com conteúdos para as redes sociais, que procuramos fornecer. Também com a Gerência de Produção temos uma interação maior, além da Gerência de Acervo, que sempre foi constante. Toda informação produzida pelo MIS é embasada. Estamos produzindo muito para a Radio MIS RJ, uma criação da atual gestão do jornalista Cesar Miranda Ribeiro, e com as lives. Fazemos parcerias com outras instituições, produção de documentário e de exposição, por exemplo. Há um foco maior, de forma geral, na realização das pesquisas com o objetivo de divulgar melhor o acervo. Houve uma valorização da produção interna de conhecimento pelo próprio MIS. Assim, cumprimos melhor nossa missão pedagógica de formação cultural da sociedade.
– Qual é o retorno que estão tendo desse trabalho?
– O retorno é maravilhoso e surpreendente. Tivemos, por exemplo, a ideia de fazer uma postagem sobre a cantora Linda Batista, que dá nome a uma de nossas coleções, com mais de 2 mil itens. Acabou gerando a atenção dos fã-clubes das cantoras da época de ouro do rádio. Então o fã clube da Marlene compartilhou e marcou o da Linda Batista. Nisso, já surgiu a ideia de uma realizar uma live reunindo os fãs clubes das cantoras do rádio. Tem tudo a ver com o acervo do MIS, que salvaguarda a coleção da Rádio Nacional. Uma das coisas mais fascinantes foi a criação da Rádio MIS, que caiu como uma luva porque temos um acervo que mostra a história da radiodifusão no Brasil. Temos mais de oito mil programas de rádio, incluindo o roteiro, a sonora, as fotografias e até as cartas dos ouvintes. O Edgar de Alencar, um crítico musical, disse no dia do lançamento dos dois primeiros discos com o selo MIS – um de Noel Rosa e outro de Carmen Miranda – no final de 1965 o seguinte: “O MIS não pode ser um sarcófago de múmias, mas um museu que pretende ser dinâmico na proclamação dos valores de ontem e de hoje”. A rádio realiza esse preceito. Através dela, tivemos contato com um senhor, o professor Rosaldo Queiroz que, após ouvir os episódios sobre o Lamartine Babo, inaugurador do programa “Frequência MIS”, entrou em contato com o Museu e doou o LP “O Carnaval de Lamartine”, que pertencera a seu pai, e possui dedicatória de Lamartine para o radialista Heber de Bôscoli. Os dois junto à atriz Yara Salles protagonizaram o “Trem da Alegria”, um dos programas mais duradouros da história do rádio. A doação está registrada em depoimento do professor ao Pedro Dias, responsável pelo setor sonoro da instituição. Aliás, Pedro e Aline Soares (responsável pelos setores Educativo e Institucional) apresentam o “Frequência MIS”, onde eu apareço no último episódio revelando os dados e destaques do homenageado no acervo do MIS. Está sendo muito enriquecedor participar subsidiando esse projeto. Estamos preparando mais novidades.
Postado por SECEC-RJ em 29/jun/2021 -

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa aprovou o patrocínio, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a um evento que promete movimentar a cena da música do Estado do Rio de Janeiro. É o “Sounds & Talks”, do LabSonica do Oi Futuro, em parceria com uma rede de palcos cariocas. Os encontros vão durar seis meses para promover talentos e provocar debates sobre as tendências do setor.
O “Sounds & Talks” conta com o patrocínio da SECEC e da Oi. Serão seis encontros realizados ao longo de seis meses, com música ao vivo, palestras e dinâmicas de potencialização do trabalho de artistas do Estado do Rio. Os eventos serão gratuitos e realizados no Lab Oi Futuro, um laboratório de experimentação sonora e musical, e nos espaços da rede Palcos do Rio (Audio Rebel, Olho da Rua, Dumont Arte Bar, Solar de Botafogo e outros). Tudo será gravado e editado para uso nas mídias digitais, com previsão de realização entre agosto e setembro de 2021, obedecendo aos critérios de distanciamento social. O valor do patrocínio é de R$ 66 mil, com destinação de R$ 13.200 para o FEC.
Outro evento que será patrocinado pela Oi e a SECEC será o OI Kabum! ! LAB – Laboratórios de Cultura Digital. Esse projeto vai trabalhar com diversas linguagens em formato híbrido voltado para jovens de baixa renda. O resultado serão 440 horas de atividades de criação artística. Essa iniciativa vai receber R$ 300 mil, sendo que outros R$ 60 mil são contrapartida para o FEC.
A Secretaria também aprovou o patrocínio para a 2ª Bienal de Arte Digital 2021 – Condições de Existência. Trata-se de uma websérie e uma exposição internacional de arte digital com intercâmbios internacionais entre diversos artistas e instituições com foco em arte, ciência e tecnologia no Centro Cultural OI Futuro e no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) a partir de 01/09/2021, com 60 dias de ações para o público gratuitamente. Este evento receberá R$ 450 mil, o que resultará em mais R$ 83 mil para o FEC.
“Através do estímulo à inovação e à criatividade, estamos cumprindo nosso papel de fomentar a atividade cultural e estimular a cadeia produtiva da Cultura. Nosso estado tem toda a vocação para ser o maior polo da Economia Criativa no Brasil”, afirmou a secretária Danielle Barros.
Postado por SECEC-RJ em 28/jun/2021 -

Um dos grupos mais afetados pela paralisação das atividades em virtude da pandemia, os músicos das rodas de samba terão apoio solidário de grandes nomes do segmento. A Live solidária “Nós Pelo Samba”, que acontece na próxima terça-feira (29), às 19h, será realizada no Centro Cultural João Nogueira – Imperator e terá transmissão pelas redes sociais da Casa e pelo canal da Fita Amarela no YouTube.
O evento, realizado pela Rede Carioca de Rodas de Samba, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, da FecomércioRJ, através do Sesc, RioSolidario, Detran, Ação e Cidadania, Mesa Brasil, CUFA e Antartica, terá a participação de nomes do samba como
Xande de Pilares, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Toninho Geraes, Marquinho Sathan e Wanderley Monteiro.
“Desde de março de 2020 as Rodas de Samba deixaram de ser realizadas e seus profissionais ficaram impedidos de levar o seu sustento para casa. Apoiamos vários segmentos culturais com atuação direta da Secretaria de Cultura e também com nossos editais. Abrir as portas do Imperator é mais um apoio do Governo do Estado para quem tanto alegrou nossas vidas”, disse Danielle Barros, Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
A live solidária vai ajudar mais de 600 profissionais da cadeia produtiva das Rodas de Samba tratando da segurança alimentar de músicos, técnicos, seguranças, garçons e expositores. Serão doadas cestas básicas, além de doações por QRCODE durante a transmissão. O projeto recebeu já uma importante contribuição da FecomércioRJ, através do Sesc, que doou três toneladas de hortifrutigranjeiros, como desdobramento do programa Mesa Brasil.
Live Solidária Nós Pelo Samba
Local – Centro Cultural João Nogueira – Imperator
Horário: 19h
Transmissão: YouTube Fita Amarela – https://youtube.com/c/Fitamarela
Redes sociais Imperator
Postado por SECEC-RJ em 24/jun/2021 -

O Governo do Rio de Janeiro aderiu à campanha Literatura Acessível Contra a Fome, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, a ONG RioSolidario e o Instituto Incluir. A iniciativa promove a troca de dois quilos de alimentos não perecíveis por uma publicação infantil. O lançamento da ação aconteceu nesta quinta-feira (24/06), no Palácio Guanabara, e contou com a presença da primeira-dama do Estado e presidente de honra do RioSolidario, Analine Castro, e da secretária Danielle Barros.
“É um grande prazer ter o RioSolidario como ponto de troca dessa campanha e destinar os alimentos para instituições parceiras, que precisam de apoio para manter seus projetos e ações de combate à fome. É preciso muita união e solidariedade para vencermos a pandemia e os desafios que momentos como esse apresentam, como a falta de comida para muitas famílias do nosso estado”, explicou a primeira-dama.
Viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, o projeto Coletânea Literatura Acessível tem como mote “uma criança com um livro na mão, e uma família com alimento no prato”. Destinadas ao público infanto-juvenil, as publicações trazem histórias sobre a vida de pessoas com deficiência, os obstáculos encontrados, processos de emancipação e transformação.
“Essa campanha é extremamente oportuna, porque atende a dois fortes anseios que temos. O primeiro é a necessidade de transformar, através da literatura, a relação que cada um tem com o outro, possibilitando uma maior empatia e entendimento das diferenças. O segundo é combater a fome, promovendo o desenvolvimento do nosso Estado do Rio, que tem tudo para ser um lugar mais justo, fraterno e acolhedor para todos”, disse a secretária de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, que garantiu apoio logístico para operacionalizar a campanha.

Nas obras, escritas pela psicóloga e empreendedora Carina Alves, presidente do Instituto Incluir, os protagonistas, fictícios, têm algum tipo de deficiência, e ensinam de forma lúdica a importância da inclusão. Os livros no formato e-book também podem ser acessados de forma gratuita pelo portal www.institutoincluir.com.br.
Postado por SECEC-RJ em 23/jun/2021 -

Personalidades brasileiras e americanas que lutaram durante a vida pelos direitos dos negros acabaram se reunido depois de mortos. Martin Luther King, Rosa Parks, Antonieta de Barros e a escrava Anastácia vão estar juntos num painel que está sendo composto pelo artista e grafiteiro Acme, no Porto Maravilha do Rio de Janeiro. A obra vai chamar a atenção para a busca pela igualdade racial, tão antiga e ao mesmo tempo extremamente atual, numa iniciativa do Consulado dos EUA na cidade, com o apoio do Núcleo de Ativação Urbana (NAU), da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.
Acme, um dos grafiteiros mais premiados do Rio, conta que se engajou no projeto por se identificar com a mensagem de igualdade racial e com a luta dos negros por seus direitos. Apesar de contar com cinco colaboradores, sua presença é fundamental debaixo de sol e subindo andaimes para a realização do projeto. O empenho vem também do desejo de fincar numa região também conhecida como Pequena África um chamamento à sociedade para essa reflexão através da arte.

“Essa não é uma luta só dos negros. É de todos. Temos que focar na mensagem muito mais do que no mensageiro”, afirma Acme.
O artista ressalta que o reverendo americano Luther King pregou a resistência pacífica, assim como as demais personalidades retratadas por ele no painel. O uso de cores fortes e contrastantes e imagens de protestos não significa apoio a nenhum ato de violência. Na sua composição, ganhou espaço também o negro George Floyd, assassinado em maio de 2020 por um policial em Minneapolis (EUA).
“São personalidades que se identificam com a luta do Martin Luther King, que pregava que o negro tinha que vencer através do talento, do argumento e não com a violência. A gente quer enaltecer essa mensagem de paz, que era também de Gandhi, Jesus Cristo, que é o enredo desse painel”, explica Acme.

O painel tem 360 metros quadrados e está ocupando uma das fachadas de um galpão na Avenida Professor Pereira Reis, no Santo Cristo. Na região de grande confluência de pessoas de todo o Grande Rio, quem passar poderá acessar a história da obra através de um QR code. Acme pretende gastar 250 latas de spray e 40 litros de tinta esmalte à base de água para compor o painel.
“O apoio institucional da SECEC para essa iniciativa nos orgulha muito porque infelizmente ainda temos que lutar contra o preconceito e a violência. A mensagem de igualdade de direitos tem que ressoar bastante e não havia lugar melhor para a instalação desse painel”, disse a secretária Danielle Barros.
Postado por Gabriel Saboia em 21/jun/2021 -
Vai ter carnaval em 2021! A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa divulgou hoje no Diário Oficial e no sistema Desenvolve Cultura o resultado final dos editais #CarnavalNasRedesRJ. Foram inscritos 120 projetos na premiação, dos quais 85 foram aprovados. Com isso, serão transferidos para as agremiações e entidades representativas R$ 3,8 milhões para apoiar a economia criativa do carnaval.
Os editais de carnaval são fruto de uma demanda mais do que reconhecida dos fazedores de cultura que atuam no setor. Por conta do cancelamento dos desfiles deste ano, toda uma cadeia produtiva foi prejudicada e nos sentimos no dever de ajudar a recuperar essa atividade que nos traz tantas alegrias como movimenta a economia do Estado do Rio. Assim também ajudamos a concretizar o carnaval de 2022, que marcará a retomada.
afirma a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
Os recursos que serão destinados às escolas de samba e às associações de blocos de rua são oriundos do Fundo Estadual de Cultura (FEC). Para assegurar que os profissionais que atuam na linha de frente do carnaval sejam beneficiados, as agremiações precisam utilizar pelo menos 25% deles no pagamento de pessoal.

Na chamada #NãoDeixaOSambaMorrer, foram incluídas as escolas de samba. Entre as integrantes do Grupo Especial, oito vão receber R$ 150 mil cada para a realização da escolha do samba-enredo de forma virtual. As demais já tinham sido contempladas pela Lei Aldir Blanc com o mesmo valor. Foram também habilitados nove projetos de escolas vinculadas à Lierj, que receberão R$ 40 mil cada uma. Outras 55 agremiações ligadas à Liesb também tiveram suas propostas aprovadas e vão ser contempladas com R$ 20 mil cada uma.
Para concorrer, os blocos precisavam ser filiados a instituições representativas, que se inscreveram de acordo com o número de associados na chamada pública #BlocoNasRedesRJ. Foram habilitadas no total 13 entidades representativas, sendo que dessas 6 são da capital e 7 do interior, somando R$ 1,2 milhão para realizarem atividades carnavalescas virtuais.
Todos os habilitados receberão uma comunicação oficial da SECEC por e-mail, que lhes permitirá a abertura de conta para o recebimento dos recursos. O passo seguinte será a abertura de contas e em seguida deve ser feito o envio de documentos previstos nos anexos 5 e 6 dos editais, que devem ser inseridos no sistema Desenvolve Cultura. O prazo para a realização de todo procedimento é de 20 dias corridos a contar a partir desta terça-feira (22).
Postado por SECEC-RJ em 18/jun/2021 -

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa reuniu nesta sexta-feira (18) mais de 80 gestores municipais no Centro Cultural João Nogueira – Imperator, no Méier. O encontro serviu para a apresentação das políticas públicas voltadas para o setor que estão sendo implementadas pelo órgão e para a prestação de contas dos investimentos que estão sendo feitos pela secretaria. O evento contou com a participação da secretária Danielle Barros e foi agraciado com apresentações artísticas.
No encontro, os secretários de cultura de quase todos os municípios fluminenses puderam conhecer melhor como funciona o sistema estadual de fomento e a aplicação de recursos oriundos do Fundo Estadual de Cultura (FEC), habilitado pela atual gestão. A SECEC pretende patrocinar este ano projetos culturais, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, que somam mais de R$ 90 milhões. Além disso, nove editais, dois dos quais já lançados, vão destinar cerca de R$ 30 milhões para a atividade em 2021.
“Este é um encontro importantíssimo. É fundamental que os municípios entendam, participem e conheçam as políticas públicas que estão sendo planejadas pelo estado. Todos nós, que estamos na ponta, podemos replicar essa diretriz para que elas possam alcançar a todos os fazedores de cultura do estado”, declarou Manoel Vieira, Secretário Municipal de Cultura de Saquarema.
O Secretário Municipal de Cultura de Japeri, Jorge Braga, também elogiou a realização do encontro. “Em Japeri estamos em parceria com a Cultura do Estado para a recuperação do Casarão Historio da Estação de Japeri, nosso patrimônio. Estamos debatendo sua revitalização e ocupação cultural. Essa integração em conjunto vai garantir também a formação de público para as ações culturais”, disse.

“A democratização dos recursos da Cultura só é possível com a participação dos municípios e nós estamos fazendo todo esse esforço de dialogar com todos eles, ampliar a participação das cidades nos projetos, usando editais mais democráticos, em respeito à Lei 7.035. Também levando eventos da nossa Lei de Incentivo para os municípios e por isso essa parceria é fundamental e pretendemos realizar outros encontros como este”, afirmou a secretária Danielle Barros.
Durante o evento, houve a apresentação da cantora Flávia Saolli, que cantou repertório que imortalizou o cantor João Nogueira. Nascida e criada no subúrbio carioca, ela é portelense de coração e vem se destacando com uma das revelações do samba.
Os participantes também puderam assistir à exibição do curta metragem “Camilla Amado”. Após a fala da secretária e do subsecretário de Planejamento e Gestão, Vitor Corrêa, os convidados foram brindados com outra apresentação musical, desta vez da Camerata de Violões Arealense, mostrando a riqueza cultura do Interior, e que foi contemplada no edital da SECEC “Cultura Presente nas Redes”.

Presente ao evento estava o assessor da Secretaria de Cultura e Turismo de Cantagalo Vinicius Stael, que apresentou seu stand-up no palco do Imperator, outro premiado pelo “Cultura Presente nas Redes”. O evento foi encerrado ao som da bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.
Postado por SECEC-RJ em 18/jun/2021 -

O Governo do Estado vai patrocinar dois projetos culturais no Vasco da Gama. Via Lei de Incentivo à Cultura, serão destinados R$ 3 milhões para a realização de oficinas para jovens em situação de vulnerabilidade social e para a reformulação e reforma da Sala de Troféus. O anúncio foi feito pela Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, durante visita ao clube, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio.
Um dos projetos incentivados é o “Gigante Memória – Espaço Experiência”, que prevê a reformulação da Sala de Troféus. O equipamento vai se transformar em espaço cultural de cunho museológico e com recursos tecnológicos avançados. O local vai contar com estrutura expositiva multimídia e interativa com diversos ambientes que vão contar a História do Vasco da Gama e suas modalidades esportivas. O objetivo é possibilitar o acesso do público a todo o acervo cultural do clube e ampliar o conteúdo exposto, na sede de São Januário. O projeto inclui a instalação de recursos tecnológicos para o público vivenciar a História dos mais de 100 anos do clube através de projeções, textos, imagens, memorabilia e fotos.
O segundo projeto é de qualificação para moradores da Barreira do Vasco e bairros vizinhos. O “Ciclo de oficinas culturais | Vasco da Gama”, realizará um programa de oficinas culturais na sede do clube, com foco no audiovisual, música e dança. Serão implantados quatro containers, que atenderão as atividades da seguinte forma: dois contarão com mesas e cadeiras com computadores para oficinas de audiovisual; dois terão finalidade multiuso e isolamento termoacústico: contarão com paredes espelhadas e mobiliário desmontável, que servirão para oficinas de dança e música. Também será construído um anfiteatro para apresentação dos alunos e para dias de oficinas em espaço aberto.
O público-alvo são jovens de 12 a 24 anos, estando em sua maioria em situação de vulnerabilidade social, além de mulheres a partir de 18 anos para uma capacitação em arte, tecnologia e empoderamento digital com o total de 280 alunos atendidos em todo projeto. Toda a ação foi contemplada com R$ 1.498.399,00. Os dois projetos são realizados pelo Instituto Para o Desenvolvimento do Esporte e Cultura (IDEC), com patrocínio da TIM.
“O Vasco tem uma rica história que é admirada não só no Estado do Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, por onde tem seus torcedores espalhados. Esses projetos ampliarão o acesso à cultura e à educação de toda essa região da Leopoldina, que precisa de mais opções de cultura, lazer e de formação profissional”, afirmou a secretária Danielle Barros.