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Imperator reabre ao público com comédia consagrada

Postado por SECEC-RJ em 04/jun/2021 -

O Imperator – Centro Cultura João Nogueira, no Méier, Zona Norte do Rio, vai reabrir suas portas ao púbico nesta quarta-feira (9), às 20h, para a apresentação da comédia “O Porteiro”. A produção, já consagrada pela crítica e público, terá apresentação única, a preços populares, no palco do equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. A retomada atende à demanda da comunidade próxima por alternativas de entretenimento e respeita normas de segurança e prevenção contra a Covid-19.


“O Imperator é uma referência para o Méier e toda a Zona Norte do Rio. Por isso, ficamos tão felizes com a retomada dos espetáculos presenciais da casa, mesmo que ainda com todas as limitações necessárias por conta da pandemia. A cultura cumpre o papel de levar alegria e reflexão para as pessoas num momento extremamente necessário”, afirma a secretária Danielle Barros.

Uma das comédias de maior sucesso no Brasil, vencedor do
prêmio FITA e indicado ao Prêmio do Humor idealizado por Fábio
Porchat, o espetáculo “O Porteiro”, com o ator Alexandre Lino, coincide com o Dia Nacional do Porteiro. Por isso, haverá gratuidade exclusiva para os porteiros que comprovarem que são profissionais da área.


Com direção de Paulo Fontenelle, que também assina o texto, a
montagem faz uma grande e divertida homenagem a todos os
porteiros do Brasil. A comédia já passou por diversos Estados entre
eles: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande
do Sul, Maranhão e o Distrito Federal. Com sessões lotadas e sucesso de crítica o espetáculo também cumpriu circuito de festivais. Visto por mais de 60 mil espectadores a peça, só no Rio de Janeiro, já cumpriu 7 temporadas com muitas sessões esgotadas. Baseada em histórias reais, o ator Alexandre Lino, todos os anos volta à cena especialmente nesta data para prestar
homenagem aos guardiões de nossas casas numa forma de
agradecer-lhes pelo reconhecimento que recebe da classe até hoje.


Com muito humor nordestino, o texto foi montado a partir de
depoimentos coletados em entrevistas a vários porteiros nordestinos que deixaram sua cidade natal em busca da realização de seus sonhos. O espetáculo, por essa razão, gerou uma grande empatia e uma relação de pertencimento do público e dos inúmeros porteiros que assistiram à peça em todo país.


Pode-se dizer que “O Porteiro” não é uma peça comum, é uma experiência interativa em que os espectadores são convidados a participar de um grande e divertido encontro de condôminos. A plateia são os moradores desse edifício. E em todas as apresentações a espontaneidade do público torna cada espetáculo totalmente diferente um do outro e uma grande festa acontece nessa reunião coordenada pelo Porteiro Waldisney.

Personagem “Porteiro” não é novidade para Lino, pois como migrante nordestino considera que esta é uma das possibilidades reais para aqueles que buscam uma chance na “cidade dos sonhos”. Mas se na vida real ele nunca exerceu esse ofício nas artes está se tornando um especialista. Além da peça “O Porteiro”, Lino integrou o elenco da série A Cara do pai, da rede Globo, dando vida ao porteiro Gilmar, viveu outros em publicidade e também no filme “Apaixonados”.


Segundo Lino, é uma relação de afeto com essas pessoas, tão necessárias nas nossas vidas, que o faz nunca os perceber da mesma forma quando vai interpretá-los. “No meio de nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos. Um grupo formado por pessoas que apesar de conviver conosco, até frequentar nossa casa e fazer parte de seu dia a dia, é como se não estivesse lá. O espetáculo “O Porteiro” inverte tudo isso, e são eles, os porteiros, os
protagonistas. Com sua irreverência e muito humor, deixam a invisibilidade para apresentar a realidade como um grande parque
de diversão. Afinal, invisível não são as pessoas, invisíveis são suas histórias. ” Conclui Lino

FICHA TÉCNICA:

Texto e Direção: Paulo Fontenelle
Com: Alexandre Lino
Iluminação: Renato Machado
Cenário e Figurino: Karlla de Luca
Assistente de Direção: Rodrigo Salvadoretti
Preparação Corporal e voz: Paula Feitosa
Direção de Arte e Produção: Alexandre Lino
Produção Executiva: George Azevedo
Programação Visual: Guilherme Lopes Moura
Fotos: Janderson Pires
Produtor executivo: George Azevedo

SERVIÇO:

O PORTEIRO – A Comédia

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Informações: (21) 2597-3897

Capacidade reduzida de acordo com os protocolos.
APRESENTAÇÃO: 09 de junho (QUARTA), às 20h

SESSÃO ÚNICA
Dias e horários: quarta-feira às 20h
Duração: 70 minutos
Classificação etária: 14 anos
Gênero: Comédia (adulto)
Ingressos: R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia)
Horário da bilheteria: terças e quartas, das 13h às 20h.
Quintas e sextas, das 13h às 21h30. Sábados e domingos a partir das 10h.

Vendas na bilheteria
www.imperator.art.br

Mais informações: www.cineteatroproducoes.com.br

Escola de Cultura RJ criará rede de formação em todo o Estado

Postado por SECEC-RJ em 02/jun/2021 -

Claudia Viana aposta em parcerias com entes públicos e privados para levar formação aos municípios fluminenses. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

Quais são as prioridades da Escola Estadual da Cultura do Rio de Janeiro nessa fase inicial?

– Nessa fase inicial, estamos estruturando a Escola. No entanto, já realizamos ações importantes, como uma parceria com o Sebrae-RJ para ampliar a participação de blocos e escolas de samba nos editais de carnaval da SECEC. Também conseguimos implementar ações de formação em alguns municípios. É o momento de fortalecer as articulações dentro da própria Secretaria e junto aos demais órgãos públicos e potenciais parceiros privados.

De que forma a Escola pode ajudar na democratização do acesso à cultura e aos financiamentos públicos do setor?

– Levando conhecimento, orientações e formações para os fazedores de cultura de todos os 92 municípios. Nossa meta é conseguir criar polos em todos eles. Essa rede é importante para que consigamos articular as ações em todo o território e para obtermos o efeito multiplicador que almejamos. A ideia é abranger todas as linguagens e formar cardápio de formações para o setor cultural de todas as regiões, com maior prioridade para o Norte e Noroeste, que têm maior dificuldade de acesso à capital e maiores obstáculos socioeconômicos. Nosso foco é democratizar ao máximo o acesso aos programas e projetos incentivados no âmbito da Secretaria e difundir conhecimento.

Que tipos de parcerias estão sendo buscadas para fortalecer a Escola e ampliar sua atuação?

– Todas as parcerias são bem-vindas para fortalecer nossa rede de atuação em prol da Cultura em todo os Estado do Rio. Vamos buscar parceiros tanto públicos e quanto privados para conduzir as formações. Temos que poupar recursos e atingir os objetivos da forma mais eficiente possível.

Como deve ser o diálogo com os demais componentes do Sistema Estadual de Cultura?

– Nossa proposta é de permanente diálogo e de promoção de ações conjuntas. Através do projeto Arte Para Todos, por exemplo, criamos espaços de formação em sete municípios. Eles já servirão para desenvolvermos o trabalho de articulação e multiplicação das formações. Não precisa ser uma estrutura tão complexa. Basta ter acesso à internet e uma pessoa responsável, que faria justamente essa ponte com a Secretaria, estabelecendo uma articulação local. Queremos espalhar esses polos por todo o estado e, mesmo que não tenha o espaço cedido pelos municípios, podemos buscar parceiros com estrutura para montar essa rede.

Como sua experiência na área educação pode contribuir para a formação e qualificação de profissionais da cultura e gestores públicos?

– Acredito que minha experiência vai ajudar muito nesse processo de planejamento e gestão das ações da Escola. Esse é um projeto que veio para ficar e precisamos garantir a continuidade. Tenho um grande prazer em fazer interlocuções e é o que a Escola mais precisa no momento. Estamos levantando as demandas de cada município para elaborar um cardápio de formação que atenda a todos.

Como será a atuação durante a pandemia e quais são os próximos passos da Escola?

– No momento, estamos adotando modelo híbrido, com atividades online e presenciais, seguindo todas as regras sanitárias de prevenção à Covid-19. Estamos trabalhando dessa forma por conta da pandemia, mas devemos continuar nesse formato mesmo depois da normalização pela questão da eficiência. Teremos sim polos em todos os 92 municípios, formando uma teia cultural para viabilizar o intercâmbio em todo o território fluminense.

Petrobras seleciona projetos socioambientais de até R$ 3 milhões

Postado por SECEC-RJ em 31/Maio/2021 -

Proponentes que tiveram projetos aprovados no âmbito da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro (Lei Estadual nº 8.266/2018) podem ser selecionados para compor a carteira do Programa Petrobras Socioambiental. As inscrições para a Seleção Pública da companhia vão até 13 de junho e os critérios adotados seguem as linhas de ação da norma fluminense de fomento.


As propostas precisam ser estipuladas entre R$ 1,5 milhão e R$ 3 milhões, com duração de 24 meses, e se adequar ao escopo dessa divisão da estatal. O Programa Socioambiental da Petrobras procura gerar benefícios sociais, ambientes, territoriais e culturais para comunidades e populações locais. A previsão é de um investimento de até R$ 13,8 milhões no total.


Iniciativas que resultem em avanços socioambientais relevantes para o negócio e para a sociedade também podem ser contemplados. O setor é voltado para se atender aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Alguns temas transversais recebem ênfase do programa, como ações voltadas à primeira infância, inovação e direitos humanos.


Serão também considerados como critérios a adoção de ações afirmativas voltadas para públicos prioritários, como povos indígenas, comunidades tradicionais, pescadores, mulheres, negros e crianças de 0 a 6 anos, e pessoas com deficiência.

Os projetos precisam obrigatoriamente abranger pelo menos um dos seguintes municípios: Angra dos Reis, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Araruama, Cabo Frio, Cachoeiras de Macacu, Campos dos Goytacazes, Carapebus, Casimiro de Abreu, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Macaé, Magé, Mangaratiba, Maricá, Niterói, Nova Iguaçu, Paraty, Quissamã, Rio das Ostras, Rio de Janeiro, São João da Barra, São Francisco de Itabapoana, São Gonçalo, Saquarema, Seropédica e Volta Redonda.

Outras informações sobre a seleção podem ser obtidas no link.

Theatro Municipal abriga ponto de vacinação

Postado por SECEC-RJ em 27/Maio/2021 -

A vacinação será ao som de música de concerto
Primeiro dia de vacinação no Thetro Municipal. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

O dia começou agitado, nesta quinta-feira (27), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O novo ponto de vacinação (PV) contra a Covid-19, uma parceria entre a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e a Secretaria Municipal de Saúde, foi aberto para funcionamento às 8h, com entrada pela lateral do prédio, atendendo a população conforme calendário de vacinação. Seguindo todos os protocolos sanitários de segurança, o grupo Camerata Vila, formado há três anos por jovens moradores do Morro dos Macacos que integram o projeto Ação Social pela Música do Brasil (ASMB), apresentou um repertório erudito e popular, emocionando quem esteve por lá.

A Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, elogiou a iniciativa. “Temos que dar todo o incentivo à vacinação, pois é o único caminho viável que temos para vencermos a pandemia. O setor cultural sofreu muito com esse problema e está dando sua contribuição para voltarmos a ter plateias lotadas novamente”, declarou a secretária.

O novo Posto de Vacinação abre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. E o mais agradável de tudo. A pessoa será vacinada ouvindo música de concerto que o Theatro disponibiliza durante o horário de funcionamento.

Alunos da Maria Olenewa retomam aulas presenciais no palco do Municipal

Postado por SECEC-RJ em 26/Maio/2021 -

O diretor Hélio Bejani passa seus conhecimentos aos alunos da Maria Elenewa, no Municipal do Rio. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

A Escola Estadual de Dança Maria Olenewa está retomando suas aulas presenciais para os alunos do curso técnico de dança clássica. A instituição, que pertence ao Theatro Municipal, vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, vem proporcionando aos aprendizes a experiência de pisar num dos palcos mais famosos do mundo. Além da disciplina e da técnica, os participantes estão tendo que seguir rigoroso protocolo contra a Covid-19 para viabilizar essa retomada com segurança.


Os rapazes, que são minoria na Escola, estão já todos participando de aulas práticas. Para Romilton Santana, 22 anos, a emoção de realizar essa preparação no palco do Municipal é fantástica. “Muito emocionante estar nesse templo sagrado, que chamamos de nossa casa. Pretendo me formar na Escola e buscar outros caminhos. Viver da minha dança e da minha arte”, conta o aluno, que nasceu em Araruama e hoje mora em Santa Teresa, na região central do Rio.

Romilton Santana espera se formar e atuar como bailarino. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

Durante o ano passado, por conta da pandemia, os alunos da Maria Olenewa, cujo nome é uma homenagem à famosa bailarina, coreógrafa e professora russa que viveu no Brasil, tiveram que se limitar às aulas online. No ano letivo de 2020, os estudantes acompanharam através do ensino remoto matérias complementares mais teóricas e conversas de apoio psicológico, além de atividades voltadas para manutenção e reforço da musculatura.


Mas a técnica de dança propriamente dita acabou praticamente inviabilizada, pois nem todos dispõem de espaço apropriado em casa para o treinamento. Por isso, essa retomada é vista com tanta euforia pelos novatos.


“Em casa nos viam pela tela do computador ou do celular. Mas é muito difícil o professor corrigir sem estar perto. Por isso precisamos desse apoio, desse espaço, com todos esses materiais para fazer uma boa aula”, explica Melanie Matos, 17 anos, moradora de Niterói, que vem atravessando a Baía de Guanabara quase diariamente para se formar em bailarina.


Além da distância, ela precisa enfrentar o rígido protocolo da Escola contra a Covid-19, que exige a higienização constante das mãos e o uso de máscara, mesmo durante os exercícios mais pesados. Só pode tirá-la para beber água.
Somado ao privilégio de ter aulas nesse palco tradicional, onde um dia talvez possam vir a se apresentar, os alunos têm ainda a vantagem de fazer os exercícios ao som do piano. Toda a ambientação já prepara os estudantes para a realização máxima, que é a participação em um balé clássico.

Melanie Matos mora em Niterói e enfrenta distância para estudar balé. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

O esforço dos alunos para se formarem não é à toa e já começa pela concorrida seleção para o ingresso na Escola, que reúne centenas de candidatos. A tradição e a qualidade da Maria Olenewa é um passaporte para companhias renomadas, inclusive do exterior. Com 94 anos de existência, a instituição do Municipal é considerada a mais antiga do Brasil do gênero. Pela Escola, se formaram muitos bailarinos do próprio Theatro como Cícero Gomes, Aurea Hammerli, Nora Esteves, Claudia Mota e Márcia Jaqueline.

Hélio Bejani, atual diretor da Escola, em apresentação no Municipal, em 1994.


O diretor da Escola, Hélio Bejani, explica que a evolução dos alunos vai sendo avaliada aos poucos, sem que eles tenham que ser submetidos a aulas intensivas demais para compensar o tempo perdido, o que poderia causar danos físicos. O compromisso da instituição, que tem 280 alunos, é dar continuidade à sua formação de qualidade. Depois de ter encantado plateias com sua dança, sua missão vem sendo formar novos bailarinos para atuar no Brasil e no mundo.


“Minha função atual não substitui o palco até porque eu me realizei na minha carreira. Dancei tudo o que eu gostaria de dançar, todos os primeiros papéis da companhia. Dancei por 18 anos aqui dentro. Meu prazer hoje é abrir a cortina e saber que estou ajudando essa galera no futuro deles”, declara o diretor, que acompanha pessoalmente as aulas.

Últimos dias dos Editais de Carnaval do Estado

Postado por SECEC-RJ em 24/Maio/2021 -

Blocos precisam ser filiados a entidades representativas para concorrer a premiação. Crédito: Fred Pontes/SECECRJ

Termina no próximo dia 25 (terça-feira), às 18h, o prazo para as inscrições nos dois editais de carnaval da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. A SECEC orienta os proponentes a não deixarem para a última hora seu registro de candidatura no sistema Desenvolve Cultura, disponível no site (www.cultura.rj.gov.br). Ao todo, serão destinados R$ 4,3 milhões para blocos e escolas de samba.


Para participar é necessário que comprove experiência cultural há dois anos e que tenha desfilado no ano de 2020. No caso dos blocos, eles precisam ser filiados a entidades representativas tanto da Capital quanto do Interior, com no mínimo 2 blocos, dependendo da categoria. O objetivo da premiação é atender a uma demanda dos grupos carnavalescos e foliões, prejudicados pelo cancelamento dos desfiles deste ano, medida tomada por conta da pandemia.


A SECEC procura, com isso, manter viva essa importante atividade cultural e fomentar a cadeia produtiva do carnaval. Como forma de gerar renda, é necessário que os projetos beneficiados destinem pelo menos 25% da verba para o pagamento dos profissionais.


“O carnaval é fundamental para o Estado. E toda sua indústria criativa movimenta o turismo, a cultura e gera emprego e renda para as pessoas. Estamos nos últimos dias do prazo de cadastramento das propostas e é fundamental que as escolas e blocos fiquem atentos aos prazos. O Estado tem feito todo esforço para prestar auxílio e apoio aos fazedores de cultura”, afirmou a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.


Os projetos precisam também prever pelo menos três ações virtuais, sendo obrigatória uma apresentação musical. Entidades devem se enquadrar nas categorias disponíveis e pelas regras de distribuição das vagas do edital, 60% dos prêmios vão para organizações do Interior e 40% para a Capital.


A SECEC informa que entidades que já receberam verba da Secretaria nos últimos 12 meses, incluindo os editais da Lei Aldir Blanc, não poderão concorrer. Dúvidas podem ser esclarecidas através dos e-mails: bloconasredesrj@cultura.rj.gov.brnaodeixaosambamorrer@cultura.rj.gov.br.

Série Depoimentos do MIS-RJ é retomada no formato online

Postado por SECEC-RJ em 20/Maio/2021 -

Equipe do MIS-RJ e da SECEC no estúdio da Biblioteca Parque Estadual com o locutor Dirceu Rabelo. Crédito: MIS-RJ

O Museu da Imagem e do Som (MIS-RJ) retomou a série “Depoimentos para a Posteridade” com inovações. Criada em 1966, a gravação dos testemunhos históricos contou pela primeira vez com a participação virtual de entrevistadores para deixar registradas a vida e obra do locutor Dirceu Rabelo, conhecido como “A Voz da TV Globo”. A contribuição de um profissional dessa atividade também é inédita no extenso acervo, que já contém falas de importantes artistas.

Aos 76 anos, Rabelo é a voz-padrão dos intervalos da programação da TV Globo e foi não só uma testemunha viva das mudanças pelas quais passou esse tipo de narração no país como imprimiu um estilo próprio ao seu trabalho na emissora. Sua qualidade técnica, com entonação e colocação de voz perfeitas, se comprovam pela longevidade e pelo registro emocional de cada brasileiro ao reconhecer seu timbre em slogans como ““Globo e você tudo a ver” e no inesquecível “Vem aí mais um campeão de audiência”.

A gravação ocorreu na última segunda-feira (17), no estúdio da Biblioteca Parque Estadual, no Centro, sede da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. A participação virtual no Depoimento foi do apresentador do SBT Celso Portiolli, diretamente de São Paulo e, de casa, no Rio, o diretor da Divisão de Promoções da TV Globo, Francisco Wanderley. A mediação foi realizada pela jornalista Márcia Benazzi.

Rabelo conta que enfrentou muitos desafios, principalmente por sua colocação de voz bastante natural que contrastava com os estilos caricatos dos locutores da época do início de sua carreira, nos anos 1960.

“Não sou muito de dar entrevista. Aliás, tenho até trauma disso por ter sido confundido uma vez com um homônimo numa reportagem. Também sou um pouco tímido. Mas ali me senti à vontade. Fiquei muito feliz com o convite para dar o depoimento ao MIS. Quis deixar registrada minha história para ajudar outros profissionais e dar minha contribuição”, conta Rabelo, que está criando um espaço cultural na Taquara, onde pretende dar aulas, e escreve um livro.

Presidente do MIS, Cesar Miranda Ribeiro exaltou a inovação tecnológica como aliada do museu para retomada do programa.

“O formato online foi necessário por questões de segurança contra a Covid-19, mas acredito que possa ser usado com frequência para facilitar a participação de entrevistadores e depoentes. Procuraremos também diversificar e democratizar o perfil das personalidades daqui para frente”, disse.

Dirceu Rabelo foi o primeiro locutor a gravar depoimento para o MIS-RJ. Crédito: MIS-RJ

“A retomada da gravação da série Depoimentos Para a Posteridade é uma conquista para o MIS, que soube se reformular durante essa pandemia. Esperamos depoimentos de profissionais das mais diferentes áreas da Cultura para que fique um legado da diversidade que temos no estado e no país na música, TV, cinema, rádio, teatro e todas as expressões artísticas”, declara a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Perfil de Dirceu Rabelo

Em seu depoimento, Rabelo conta sua história e seu início na profissão, que segundo ele deveria ter mais mulheres. Casado pela segunda vez, depois de ter ficado viúvo, o locutor revela sua admiração pela voz feminina. Sua versatilidade, no entanto, o empurra para o MMA, que acompanha com paixão e, quem sabe, pode vir um dia a narrar. Rabelo começou como locutor de rádios do comércio de rua, transmitidas por alto-falantes, e não pretende parar tão cedo. Com a pandemia, passou a gravar dentro de casa, no closet, onde garante que a acústica é perfeita. Sua voz nunca sairá da memória dos brasileiros e agora está eternizada no acervo do MIS.

Com ele, não tiveram vez mais os “erres” trepidantes nitidamente regionalistas nem narrações com voz empolada dos que procuravam aparecer mais do que os textos. Seu segredo, conta ele, vem da capacidade de interpretação, adquirida no teatro e que potencializa a imaginação dos espectadores.

O ritmo e entonação dependem da mensagem e tipo de programa e esse perfeccionismo é encontrado até hoje. Ficaram marcantes nas chamadas do jornalístico Fantástico, no tom mais suave dos anúncios da Sessão da Tarde e até no atual No Limite, com jeito de aventura.

Sobre a série Depoimentos para a Posteridade

Em 1966, o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, inaugurou o projeto Depoimentos para a Posteridade, inédito programa de história oral criado para preservar a memória de diversos setores da cultura nacional, tais como a música, a literatura, o cinema e as artes plásticas. Atualmente conta com um acervo de mais de mil depoimentos, de figuras notáveis, como Pixinguinha, João da Baiana, Donga, Heitor dos Prazeres, Dorival Caymmi, Nelson Rodrigues, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Humberto Mauro, Pelé, Paulo Coelho, Fernanda Montenegro, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Nelson Motta, Zuenir Ventura, Nicete Bruno, Zeca Pagodinho,
Paulo César Pinheiro, Daniel Filho, entre outros. Vale lembrar que a gravação fica à disposição do público, nas salas de consulta do MIS, 48 horas depois do término da entrevista.

A História do Rio contada através das imagens

Postado por SECEC-RJ em 19/Maio/2021 -

Daiane Lopes fala dos cuidados com a preservação do acervo iconográfico do MIS. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

Como pode ser descrito o acervo do Setor Iconográfico do MIS?

– O Setor Iconográfico é muito rico e vasto. É formado por itens imagéticos, majoritariamente fotográficos, tanto em papel, quanto vidro ou negativo. Há também uma pequena parcela de cartazes de filmes, shows ou peças de teatro e desenhos. Temos aproximadamente 100 mil itens distribuídos pelas coleções. O que é mais interessante destacar é que esse acervo de imagens retrata a sociedade do início do século XX até hoje, em termos culturais, históricos, políticos e econômicos. O seu primeiro grande eixo temático é ligado à história da música e o segundo à história da Cidade do Rio de Janeiro, embora se tenha muitos outros.

Como essas coleções foram sendo reunidas no MIS?

– A maioria das coleções chega ao MIS por meio de doações, embora algumas tenham sido compradas para a inauguração do Museu em 1965, como, por exemplo, as coleções dos fotógrafos Guilherme Santos e Augusto Malta. É também do ano de inauguração do MIS a chegada da coleção Almirante. Henrique Foréis Domingues, o Almirante, foi um grande radialista, pesquisador, compositor, fez parte do Bando de Tangarás, e esteve à frente de importantes e inovadores programas da Rádio Nacional durante anos, tendo contato com diversos artistas, como Pixinguinha, Carmen Miranda, Noel Rosa, Braguinha, entre outros. Ele fez parte da constituição da Música Popular Brasileira. Assim como a coleção Almirante, é preciso destacar também as coleções de Augusto Malta e Guilherme Santos, fotógrafos que deixaram uma contribuição muito importante. Tanto um quanto outro retrataram a história da cidade, mas enquanto o primeiro tinha um cargo na Prefeitura o outro foi mais amador, no sentido de não tirar seu sustento do ofício de fotógrafo. Guilherme Santos, embora não tenha sido um fotógrafo oficial como Malta, ele possui igual importância, principalmente pelo registro da cidade durante décadas. Além de trabalhar com a técnica estereoscópica, que permitia a reprodução de imagens no formato tridimensional, o que equivaleria ao 3D de hoje.  Vários foram os momentos da vida da cidade e de seus moradores eternizados por esses fotógrafos, como as transformações urbanísticas e arquitetônicas, as práticas, os costumes e a sociabilidade das ruas. Há lindos registros do carnaval antigo, dos desfiles de corso, do lazer na praia, dos vestuários, da boemia carioca… enfim, o dia a dia da cidade era registrado pelas lentes deles. Já no cenário musical temos, por exemplo, o Diler, um grande fotógrafo dos artistas, que fez muitas e ótimas fotos nos anos de 1940 e 1950. Além também de termos outros importantes nomes de fotógrafos no Setor Iconográfico, esses já mais contemporâneos, como Thereza Eugênia, Wilton Montenegro, Walter Firmo, entre outros.

Quais são os desafios de se preservar todo esse acervo?

– Há muitos desafios, mas quando se ama o que se faz o cuidado acaba sendo redobrado, com atenção e consciência do que se está fazendo e a forma de como se faz para organizar, tratar, guardar, como guardar, tudo isso conta. Mesmo havendo limitações financeiras e apesar dessas dificuldades de recursos, conseguimos avançar. Grande parte dessas coleções já está catalogada, digitalizada e acondicionada, o que facilita a conservação dos itens originais. Disponibilizamos a partir desse trabalho de catalogação e digitalização terminais de consulta ao acervo com base de dados e imagens para os pesquisadores ou público em geral que queira acessar os itens, o que garante a maior preservação dos originais, pois assim se evita o constante manuseio dos mesmos e se previne quaisquer danos aos itens originais. Além disso, sempre colocamos vários exemplares nas mídias sociais da instituição para o conhecimento e divulgação do acervo junto ao público, o que facilita o acesso à informação do que temos e também democratiza esse importante acervo. Sem ter que manusear nenhuma peça, o pesquisador pode recorrer ao banco de dados disponível nos terminais de computador, que já apresentam uma mostra da imagem para consulta. Tudo isso ajuda a manutenção, conservação e preservação dos originais.

Há necessidade de restauração para as peças?

– Se faz o monitoramento frequente do acervo, que já está acondicionado em material apropriado para cada tipo de suporte. Por exemplo, fotografias em papel a gente utiliza o poliéster com cartão de alta gramatura que não seja ácido, para prolongar ao máximo a vida útil dos itens. O acondicionamento é muito importante porque ele também auxilia nessa condição de estender a vida útil dos itens e estamos aqui para preservar essa memória o mais possível. Todo item tem um invólucro próprio, alguns em caixas em formato cruz e entrefolhados, outros em caixas que permitem a aeração, dependendo sempre da especificidade e necessidade de cada suporte e suas características. Mesmo faltando um controle ideal de temperatura e umidade, temos fotos com mais de cem anos, em muito bom estado de conservação.

Qual é o perfil dos pesquisadores e frequentadores?

– Nós recebemos um público muito vasto e de formação também bastante variada. Recebemos estudantes, professores, pesquisadores de pós-graduação, e pesquisadores internacionais, de países como Portugal, Inglaterra, França, Alemanha que vêm ao MIS para pesquisar. São também arquitetos interessados nas fachadas do Rio Antigo e no urbanismo, jornalistas, músicos, historiadores, produtores culturais, entre outras áreas. Como o MIS possui um amplo acervo de imagens e som ligado a temas como música, história do rádio, história da cidade, etc., há um imenso número de publicações nas quais o MIS aparece sempre nas referências dessas obras.

Que exigências são feitas para a pesquisa e uso das imagens?

– Por conta da pandemia, é preciso fazer o agendamento para o acesso à Sala de Pesquisa, na sede da Lapa, onde são seguidos todos os protocolos de segurança contra a Covid-19. Dependendo do uso que será feito da imagem, há uma tabela de preço a ser pago. Há também a necessidade de preenchimento de uma documentação padrão para aquisição das cópias do acervo. O pesquisador interessado em obter essas cópias entra em contato pelo e-mail institucional de atendimento à pesquisa e faz a solicitação, a partir desse momento ele recebe o passo a passo do pagamento e do preenchimento do termo de responsabilidade de uso. Orientamos a obter a autorização dos detentores dos direitos, pois o MIS não detém o direito autoral, mas sim a guarda dos itens. Mas, de forma geral, as pessoas detentoras dos direitos autorais liberam o uso porque também entendem que é a preservação da memória e da história que está em questão.

SECEC concede incentivos de quase R$ 3 milhões para projetos culturais

Postado por SECEC-RJ em 17/Maio/2021 -

A Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino, de Campos, está entre os contemplados

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa autorizou a concessão de benefício fiscal para quatro projetos culturais através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Ao todo, as ações receberão R$ 2.466.396,86 para a realização de suas produções, sendo que obrigatoriamente as empresas patrocinadoras terão que destinar R$ 493.279,37 para o Fundo Estadual de Cultura.


Foram contemplados com parecer favorável publicado hoje no Diário Oficial a série documental “Gambiarras Perigosas”, o festival gastronômico “Raízes”, o projeto “Orquestra de Campos” e o “Ciclo de oficinas culturais Vasco da Gama”.


“A utilização da nossa Lei de Incentivo à Cultura no ano passado foi fundamental para ajudar na democratização do acesso aos recursos da pasta. Tivemos em 2020 um aumento de 40% nos projetos do interior e este ano nossa meta é ampliar e democratizar ainda mais, pensando na retomada cultural em todo território fluminense”, afirmou a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Projetos contemplados

A liberação da verba permitirá a finalização da série de suspense “Gambiarras Perigosas”, que conta histórias de pessoas que morreram de forma trágica e surpreendente em acidentes relacionados à energia elétrica. A cada episódio, a série traz a combinação perfeita de um programa investigativo, emotivo e cheio de entretenimento, relatando as tragédias através do depoimento de pessoas que estiveram envolvidas nestes casos, através de entrevistas com familiares das vítimas, policiais, médicos, testemunhas e outros envolvidos nestas Gambiarras Perigosas e fatais. O valor incentivado para essa produção, que conta, além da SECEC, com o patrocínio da Enel, ficou em R$ 318.417,86.


Outro projeto beneficiado foi o festival gastronômico “Raízes”, que se concretizará na cidade de Niterói no formato híbrido, com stands de expositores, aulas, shows e palestras. O evento conta com dois dias de realização e entrada gratuita para todos os públicos. O valor do incentivo para essa iniciativa ficou em R$ 349.580,00, patrocinado pela SECEC e a Enel.


O projeto “Orquestra de Campos”, patrocinado também pela SECEC e a Enel, propõe a itinerância em cidades da região do Norte Fluminense do Estado do Rio com a Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino, um dos grupos orquestrais do projeto de inclusão social através da música “Orquestrando a Vida”, que possui a sua sede em Campos de Goytacazes. A iniciativa inclui concertos gratuitos para comunidades de forma a atrair novas plateias para a música de concerto, em regiões carentes de projetos e atividades culturais com apresentações em cinco municípios do estado: Campos dos Goytacazes, Conceição de Macabu, Itaperuna, Macaé e Quissamã e valor destinado de R$ 300.000,00.


Foi autorizado também o incentivo ao projeto “Ciclo de oficinas culturais | Vasco da Gama”, que realizará um programa de oficinas culturais de alta qualidade na sede do clube, em São Januário, com foco no audiovisual, música e dança, com patrocínio da SECEC e da Tim. Serão implantados quatro containers, que atenderão as atividades da seguinte forma: dois contarão com mesas e cadeiras com computadores para oficinas de audiovisual; dois terão finalidade multiuso e isolamento termoacústico: contarão com paredes espelhadas e mobiliário desmontável, que servirão para oficinas de dança e música. Também será construído um anfiteatro para apresentação dos alunos e para dias de oficinas em espaço aberto.


O público-alvo são jovens de 12 a 24 anos moradores das redondezas, estando em sua maioria em situação de vulnerabilidade social, além de mulheres a partir de 18 anos para uma capacitação em arte, tecnologia e empoderamento digital com o total de 280 alunos atendidos em todo projeto. Toda a ação foi contemplada com R$ 1.498.399,00.

Trabalho para a Cultura ajuda na ressocialização de apenados

Postado por SECEC-RJ em 13/Maio/2021 -

Cerimônia celebrou a assinatura do acordo que permitirá o trabalho de apenados na SECEC. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio firmou nesta quinta-feira (13) parceria com a Fundação Santa Cabrini, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Trabalho e Renda, que vai permitir que pessoas que cumprem pena no sistema prisional possam trabalhar em seus equipamentos. A princípio serão 13 participantes, que atenderam os pré-requisitos para inserção no mundo do trabalho e estão nos seguintes regimes: Prisão Albergue Domiciliar e Liberdade Condicional. Eles atuarão na sede do órgão, na Biblioteca Parque Estadual, no Centro. Mas o objetivo é que demais bibliotecas e espaços culturais sejam atendidos pela iniciativa.
Na BPE, os participantes vão exercer as funções de Serviços Gerais, Copeira e Eletricista. Um dos colaboradores fará a supervisão dos trabalhos e todo o serviço será monitorado pela Fundação Santa Cabrini, por meio de seu fiscal.
Os participantes serão remunerados com um salário mínimo mensal e o trabalho contribui para a redução da pena. Apenados de diversos regimes podem participar desse tipo de programa, mas a SECEC priorizou pessoas que estão em prisão domiciliar e que não tenham cometido delitos violentos. O principal ganho da iniciativa é a contribuição para o processo de ressocialização. A assinatura do documento realizada pela secretária Danielle Barros e o presidente da fundação, Helton Yomura, na BPE, na sede da SECEC.
“É com muito prazer que estamos assinando esse acordo, principalmente porque vai contribuir com a ressocialização. A Cultura tem um papel muito importante nesse processo. E sabemos da necessidade do trabalho que vai ser exercido, pois a Biblioteca recebe muitos visitantes e a chegada dos novos colaboradores será fundamental”, declarou a secretária Danielle Barros.
O presidente da Fundação também saldou a concretização da parceria. “Nossa missão é reinserir na sociedade pessoas que querem voltar ao trabalho, aprender a fazer um novo ofício. E nada melhor que isso seja feito com o gerenciamento de uma instituição de quatro décadas, com qualidade e acompanhamento profissional e num ambiente maravilhoso, que é a Secretaria de Cultura. É um lugar despido de preconceitos e estigmas, pois a Cultura tem a missão de promover a diversidade e a arte. Tenho certeza de que eles serão bem acolhidos”, afirmou Yomura.
A cerimônia contou com a participação do deputado federal Aureo Ribeiro, que comemorou o acordo. “Hoje a secretaria dá um passo muito importante. Essa é a pauta de oportunidade. O estado deve acreditar na tarefa de gerar oportunidade para todo cidadão carioca e fluminense. Parabéns pelo convênio, pela economia que está sendo feita, por gerar oportunidades e pelo trabalho da equipe da Secretaria, um time bem entrosado para entregar resultado positivo para o Rio”, ressaltou o parlamentar.