Postado por SECEC-RJ em 16/dez/2019 - Sem Comentários
O Governo do Estado do Rio de Janeiro inaugurou, nesta segunda-feira, dia 16, o Instituto Penal Santo Expedito (ISE), em Bangu, na Zona Oeste do Rio.
Além disso, o governador Wilson Witzel, o secretário de Educação, Pedro Fernandes e a secretária de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, acompanhados do secretário de Administração Penitenciária, Alexandre Azevedo conheceram as novas instalações do Colégio Estadual 1º Tenente PM Hailton dos Santos, que atenderá as internas do ISE.

O local será uma unidade de referência para mulheres apenadas. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa doou 1.500 livros do acervo da Biblioteca Parque Estadual para a inauguração de uma Sala de Leitura no instituto.

“A escolha dos livros do acervo foi feita com ajuda de um ex-detento, junto da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Superintendência de Leitura e Conhecimento. Queremos transformar pessoas em cidadãos mais leitores e criativos e acreditamos que a leitura é um dos meios de transformar a realidade social das internas.” – Danielle Barros, Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa
A iniciativa faz parte do programa de remição de pena, pilar do projeto #JuntosPelaLeitura, movimento de motivação e ação pela leitura.
Postado por SECEC-RJ em 16/dez/2019 - Sem Comentários
Na última semana, profissionais de toda a cadeia produtiva do audiovisual ministraram workshops e seminários, além de participarem de debates e rodadas de negócios no Rio Othon Palace, em Copacabana.
O RioMarket é a área de negócios do Festival do Rio, patrocinado via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da indústria audiovisual, promovendo a troca de conhecimento entre profissionais conceituados e novos produtores, proporcionando oportunidades de negócios e capacitação para todos os agentes do mercado.
Diretores, produtores, roteiristas, técnicos, advogados e outros profissionais da indústria audiovisual debateram temas como: tendências do mercado, lesgislação, ferramentas tecnológicas, modelos e oportunidades de negócios, cases de sucesso, financiamento, entre outros.

O CTAv (Centro Técnico Audiovisual), a Naymar, LinkDigital Filmes e SECEC receberam na sexta-feira, 13, em uma iniciativa inédita, projetos de longa e curta metragem, documentários e ficção, nacionais e internacionais a serem apoiados com diversos serviços na realização das obras.
Nesta parceria, o CTAv entra com equipamentos de captação, cópia DCP e cópia legendada; a Naymar com iluminação e maquinária cinematográfica; a Link Digital Filmes com a correção de cor profissional e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado disponibilizará o estúdio para gravação de voz/instrumentos/trilha, bem como o apoio através da Rio Office Film Commission para disponibilizar espaços que sirvam de locação para as gravações dos projetos selecionados.
Está a uma parceria única no Brasil. Na oportunidade foram recebidos 07 projetos cinematográficos e em breve serão anunciados os selecionados.
Postado por SECEC-RJ em 13/dez/2019 - Sem Comentários
Aproximar a classe artística da cultura urbana, reconhecer seus músicos, trocar conhecimentos e experiências. Esta é a proposta da palestra “Reconhecendo a Cultura Urbana e seus Músicos”, com o professor Jetro da Silva, da Berklee College of Music, de Boston, Massachusetts.
Brasileiro, nascido no Méier, zona norte carioca, Jetro da Silva foi criado no bairro da Pavuna e em 1991 foi estudar no exterior, onde recebeu sua educação acadêmica e desenvolveu sua experiência profissional. Concluiu o Bacharelado em música na Berklee College of Music, onde também ocupou a cadeira de professor titular por mais de 20 anos. É autor de dois livros, e pela primeira vez, está lançando seu projeto musical como “cantor intérprete”. Atualmente, Jetro da Silva reside em Angelica, no condado de Allegany, em Nova York.
O professor leciona, desde 2001, na Divisão de Redação Contemporânea e no Departamento de Conjunto Musical pela Universidade de Berklee. Tornou-se um dos grandes defensores dos DJs, MCs e Rappers, através de sua lista diversificada de cursos, sobre a qual inclui a cadeira de “Composição de Música Urbana Contemporânea”.
Jetro da Silva já trabalhou com artistas famosos como Earth, Wind & Fire, Chaka Khan, Bonnie Raitt, Celine Dion, Pattie Labelle, Stevie Wonder e muitos outros. E toda essa experiência é compartilhada com os seus alunos: “Eu ensino produção de Hip-hop lá. Falamos sobre produção, design de som e tentamos fazê-los utilizar isso em um ambiente ao vivo. O projeto final é fazer com que os alunos produzam um concerto inteiro. Conseguindo que os bateristas usem cliques, reconhecendo teclas, etc.”, explicou o professor Jetro, em entrevista ao blog da Roland.
O hip-hop é mais do que um gênero musical. É um movimento cultural que surgiu na década de 70, no Bronx, em Nova York. No Brasil, começou na década de 80, mas ganhou força nos anos 90 e 2000.
Serviço:
Palestra: “Reconhecendo a Cultura Urbana e seus Músicos”
Prof. Jetro da Silva (Berklee College of Music)
Dia 18 de Dezembro – quarta- feira – às 18h
Biblioteca Parque Estadual: Av. Presidente Vargas, 1261 – Centro (ao lado do Campo de Santana)
Entrada Franca
Postado por SECEC-RJ em 13/dez/2019 - Sem Comentários
A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro torna pública a chamada para o Edital de Estímulo à Exibição do Cinema do Estado do Rio de Janeiro 2019 – EEC-RJ 2019, que fundamenta-se no incentivo aos cinemas de pequeno porte.
Considerando que houve saldo, do valor apresentado, decorrente da inabilitação de projetos, havendo a possibilidade de contemplar outros projetos não apresentados anteriormente, relançamos o presente edital para contemplarmos 3 outros cinemas, com 150 mil reais cada.
Considerando as características do mercado cinematográfico em que estão inseridos, os cinemas com sala de exibição única, que, em sua maioria, se encaixam em um perfil de cinema de rua, encontram dificuldades para se adaptar às novas tecnologias e para manter a tradição de estímulo ao cinema nacional. Desta forma, os recursos disponibilizados no EEC-RJ 2019 asseguram a esses núcleos a continuidade de suas ações em benefício da indústria cinematográfica do Estado do Rio de Janeiro.
O EEC-RJ 2019 tem como objetivo apoiar financeiramente empresas exibidoras nacionais com sede ou filial no Estado do Rio de Janeiro há mais de 1 (um) ano, conforme a atuação em número de dias de exibição de obras cinematográficas de longa-metragem brasileiras e a diversidade de títulos de obras brasileiras exibidas.
A chamada pública está aberta até dia 16 de dezembro, às 10h.

INSCREVA-SE AQUI (Inscrições encerradas) | CRONOGRAMA
Acesse, abaixo, os anexos obrigatórias para inscrição, conforme item 6 do presente edital:
Anexo III | Anexo IV | Anexo VI | Anexo VIII
Acesse, abaixo, os anexos complementares:
Anexo XIII | Anexo XIV | Anexo XV
Para acessar os demais anexos, que serão utilizados no decorrer do processo, clique aqui.
Obs.: Lembrando que, como consta no ANEXO I, o valor do edital destinado a cada empresa exibidora contemplada será de R$150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) distribuídos com as seguintes naturezas de despesas: 75% para capital e 25% para custeio.
Postado por SECEC-RJ em 11/dez/2019 - Sem Comentários
O resultado do programa pioneiro HiperMuseus, que foi patrocinado via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, foi apresentado com o lançamento do e-book HiperMuseus, no último dia 10 de dezembro.
O e-book apresenta sete projetos inéditos, desenvolvidos ao longo da jornada de mentorias, seminário internacional e laboratório, em que os participantes trabalharam de forma colaborativa em grupos mistos de museus, centros culturais, cultura maker, cultura digital, organizações sociais e designers, criando protótipos de soluções inovadoras para desafios atuais das instituições brasileiras.
Além dos projetos e suas possíveis aplicações em museus e centros culturais, a publicação traz textos de especialistas e as principais práticas, propostas e tendências geradas no programa.
O livro digital já está disponível gratuitamente no site do HiperMuseus. Baixe aqui!
Postado por SECEC-RJ em 09/dez/2019 - Sem Comentários

No dia 11 de dezembro (quarta-feira) chega ao Rio de Janeiro a terceira edição do evento itinerante de Natal mais amado do estado, a Vila Encantada de Natal – www.vilaencantadadenatal.com.br.
Apresentado pela Enel e pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a Vila Encantada de Natal vem conquistando mais e mais pessoas de todas as idades.
Este ano, o evento vai passar por dez municípios do estado com uma programação ainda maior, com oficinas de enfeites natalinos e brinquedos sustentáveis, oficinas de canto & coral, espetáculo teatral e cinema.
Em sua terceira edição no Rio de Janeiro, o evento produz muita magia para tocar os corações dos moradores dos 10 municípios que receberão a Vila Encantada de Natal.
A programação resgata a tradição natalina e os valores humanos mais essenciais, como o amor, a fraternidade, a esperança.
O projeto será apresentado nas cidades de Campos de Goytacases (11/12, 4af), Macaé (12/12, 5af), Cabo Frio (13/12, 6af), Rio Bonito (14/12, sáb), Maricá (15/12, dom), Silva Jardim (16/12, 2af), São Gonçalo (17/12, 3af), Petrópolis (18/12, 4af), Resende (20/12, 6af) e Duque de Caxias (21/12, sáb). A entrada é gratuita.
A Vila Encantada de Natal é um evento itinerante que promove diversas atividades desde a sua chegada em cada localidade.
E para compartilhar arte, cultura e tecnologia nas cidades visitadas, a programação na cidade começa a partir das 9 da manhã e conta com as oficinas de canto & coral, de enfeites natalinos e de brinquedos sustentáveis, produzidos com material reciclável.
Ano passado, foi recolhida meia tonelada de material pet, através do grupo Reciclação, do Morro dos Prazeres, que também comanda as oficinas.
Os participantes da oficina de canto & coral, ministrada por professoras da Escola de Música da Rocinha, serão convidados a subir ao palco no início da noite, para encantar a todos com um breve recital de Natal.
Para participar das oficinas de Natal nos municípios por onde a caravana vai passar, é só chegar cedo para garantir o seu lugar.
Na parte da tarde, a programação inicia com um Globo de Neve Gigante, a exibição do filme “Olaf – em uma aventura congelante” (curta-metragem, Disney) e a tão esperada encenação do espetáculo teatral “Vila Encantada de Natal – A magia que ilumina”, que emociona o público com os personagens: Papai Noel (Beto Vandesteen); Árvore de Natal (Paula Frascari); Duende (Luis Fernando Bruno); Estrela (Nady Oliveira); Boneco de Neve (Luiz Borges).
O espetáculo conta com efeitos especiais surpreendentes e cenário produzido com animações interativas, transformando a carreta palco em um grande acontecimento nas localidades onde se instala.
O filme “Olaf – em uma aventura congelante” e o espetáculo teatral “Vila Encantada de Natal – A magia que Ilumina”, contarão com tradução em Libras e Audiodescrição.
O projeto Vila Encantada de Natal chega ao seu quinto ano de existência e já passou pelo Ceará, Goiás e aterrissou no Rio de Janeiro no ano de 2017.
Idealizado e produzido pela Universus, conta com o patrocínio da Enel e do Governo do Estado do RJ, Secretaria de Cultura e Economia Criativa através da Lei Estadual de incentivo à Cultura. Conta também com o apoio cultural da Inter TV e das Prefeituras das cidades.
Postado por SECEC-RJ em 09/dez/2019 - Sem Comentários
O Festival do Rio chega este ano em dezembro, graças ao apoio de muitos colaboradores, apoiadores, produtores e ao patrocínio da Ampla Energia e Serviços S.A e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa que através da Lei de Incentivo investiu R$700.000,00 do total de R$6.179.302,38.
O Festival vai exibir, de 09 a 19 de dezembro, filmes de longa, curta, documentários e ficção, nacionais e internacionais, além de espaço para debates e reflexões sobre tendências e o futuro da cinematografia brasileira.
A programação segue a sua tradição e garante à cidade e ao seu público fiel uma seleção compacta de cerca de 100 filmes estrangeiros, com os grandes highlights do ano e os filmes mais esperados da próxima temporada. E ainda uma enorme janela das produções brasileiras na Première Brasil. A expectativa é reunir um público estimado de 120 mil pessoas.
Arturo Ripstein, Ken Loach, Terrence Mallick, Serge Losnitza, Lav Diaz, Clint Eastwood, Celine Schiamma, Jim Jarmusch, Christoph Honoré, Abel Ferrara, Ira Sachs, Marco Bellocchio, os irmãos Dardenne, Pedro Costa, Xavier Dolan, Werner Herzog, Marielle Heller, Robert Eggers, Alain Cavalier, e muitos outros têm encontro marcado com os visitantes do festival ao longo de 11 dias em 15 cinemas da cidade.

O público vai ter a oportunidade de conferir os filmes premiados, os mais comentados, descobrir raridades, votar no melhor da Première Brasil, participar de debates, sessões especiais, palestras e oficinas no RioMarket, área de mercado audiovisual do Festival do Rio que vai promover a troca de conhecimento entre profissionais renomados, novos produtores e empresas conceituadas da área, proporcionando oportunidades para o setor.
O Festival do Rio abre sua 21ª edição com o aguardado Mulheres Adoráveis (Litte Women), de Greta Gerwig dia 9, no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro. Forte candidado ao Oscar, a história acompanha a vida das irmãs March enquanto caminham para a vida adulta sem a presença do pai, que luta na Guerra Civil Americana.
Nos grandes destaques, com sessões únicas, o elogiado O Escândalo (Bombshell) de Jay Roach, com Charlize Theron, Nicole Kidman, sobre as acusações de abuso sexual movidas contra Roger Ailes, da Fox News. E a comédia vencedora do Festival de Toronto, Jojo Rabbit, de Taika Waititi, com Scarlett Johansson, sobre o garotinho que tem Hitler como amigo imaginário.
Serão exibidas as mais recentes produções de diretores consagrados e premiados como Você Não Estava Aqui (Sorry We Missed You), de Ken Loach, Uma Vida Oculta (A Hidden Life), de Terrence Malick, O Caso Richard Jewell (Richard Jewell), de Clint Eastwood, Os Mortos Não Morrem (The Dead Don’t Die), de Jim Jarmusch, Tommaso, de Abel Ferrara, Quarto 212 (On a Magical Night), de Christopher Honoré, Frankie de Ira Sachs, com Isabelle Huppert, Judy, de Rupert Goold, com Renée Zellweger, A Interrupção (The Halt), de Lav Diaz, Matthias & Maxime, de Xavier Dolan, Um Lindo Dia na Vizinhança (A Beautiful Day in the Neighborhood), de Marielle Heller, com Tom Hanks, O Traidor, de Marco Bellocchio, Family Romance, de Werner Herzog, Vitalina Varela e No Quarto de Vanda, de Pedro Costa, O Jovem Ahmed, de Jean-Pierre e Luc Dardenne, entre outros.
Os fãs de Star Wars não ficam de fora e o Festival do Rio exibirá os dois últimos episódios da saga espacial, dos Star Wars: O despertar da força e Star Wars: Os últimos Jedi, em colaboração com os inúmeros fãs do Conselho Jedi). E vai junto com a estreia de Star Wars: A ascensão Skywalker.
O clássico Aviso aos Navegantes, de Watson Macedo, primeiro filme restaurado pelo CPCB – Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro tem uma sessão única na Cinemateca do MAM, que conta com painel sobre restauração após a exibição.
O encontro do público com diretores, atores e produtores da Première Brasil acontecem no Odeon NET Claro – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, Estação NET Rio, e na Cinemateca do MAM. O Rio Othon Palace será a sede oficial do RioMarket, área de seminários e negócios do Festival.
Os cinemas Odeon NET Claro – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, Estação NET Gávea, Estação NET Ipanema, Estação NET Botafogo, Estação NET Rio, Roxy, Kinoplex São Luiz, Kinoplex Tijuca, Cinemateca do MAM, IMS – Instituto Moreira Salles e Reserva Cultural em Niterói integram o Circuito do Festival do Rio.
Informações e inscrições para o RioMarket: www.riomarket.com.br
A programação de filmes, debates e outros eventos, breve será anunciada no site do Festival.
PANORAMA
O Escândalo (Bombshell), de Jay Roach
Você não estava aqui (Sorry We Missed You), de Ken Loach
Jojo Rabbit (Jojo Rabbit), de Taika Waititi
Judy (Judy), de Rupert Goold
Uma mulher extraordinária (Nur eine Frau), de Sherry Hormann
Frankie (Frankie), de Ira Sachs
Diego Maradona (Diego Maradona), de Asif Kapadia
O jovem Ahmed (Le jeune Ahmed), de Jean-Pierre Dardenne, Luc Dardenne
Wasp Network (Wasp Network), de Olivier Assayas
Uma vida oculta (A Hidden Life), de Terrence Malick
O caso Richard Jewell (Richard Jewell), de Clint Eastwood
Luta por justiça (Just Mercy), de Destin Daniel Cretton
Nômade: seguindo os passos de Bruce Chatwin (Nomad: In the Footsteps of Bruce Chatwin), de Werner Herzog
Family Romance, LTDA (Family Romance, LLC), de Werner Herzog
State Funeral (State Funeral), de Sergei Loznitsa
A interrupção (Ang hupa), de Lav Diaz
Tommaso (Tommaso), de Abel Ferrara
Matthias & Maxime (Matthias et Maxime), de Xavier Dolan
Um lindo dia na vizinhança (A Beautiful Day in the Neighborhood), de Marielle Heller
Late Night (Late Night), de Nisha Ganatra
Honey Boy (Honey Boy), de Alma Har’el
O farol (The Lighthouse), de Robert Eggers
O paraíso deve ser aqui (It Must Be Heaven), de Elia Suleiman
Quarto 212 (Chambre 212), de Christophe Honoré
Retrato de uma jovem em chamas (Portrait de la jeune fille en feu), de Céline Sciamma
Os miseráveis (Les misérables), de Ladj Ly
Synonymes (Synonymes), de Nadav Lapid
Technoboss (Technoboss), de João Nicolau
Vivendo e sabendo que se está vivo (Être vivant et le savoir), de Alain Cavalier
Sibyl (Sibyl), de Justine Triet
Martin Eden (Martin Eden), de Pietro Marcello
Zombi Child (Zombi Child), de Bertrand Bonello
Vitalina Varela (Vitalina Varela), de Pedro Costa
Antologia da cidade fantasma (Répertoire des villes disparues), de Denis Côté
Little Joe (Little Joe), de Jessica Hausner
Doidos de Pedra, de Luiz Eduardo Ozório
Família de Axé, de Tetê Moraes
A virgem de agosto (La virgen de agosto), de Jonás Trueba
A batalha das correntes (The Current War), de Alfonso Gomez-Rejon
Doce entardecer na Toscana (Dolce Fine Giornata), de Jacek Borcuch
Deus existe e seu nome é Petúnia (Gospod postoi, imeto i’ e Petrunija), de Teona Strugar Mitevska
Mentira nada inocente (White Lie), de Yonah Lewis, Calvin Thomas
O último amor de Casanova (Dernier amour), de Benoît Jacquot
O chão sob meus pés (Der Boden unter den Füßen), de Marie Kreutzer
Persona non grata, de Roschdy Zem
A garota da pulseira (La fille au bracelet), de Stéphane Demoustier
Os olhos de Cabul (Les hirondelles de Kaboul), de Zabou Breitman, Eléa Gobbé-Mévellec
Madre (Madre), de Rodrigo Sorogoyen
Testemunha invisível (Il testimone invisibile), de Stefano Mordini
Aspromonte – terra dos esquecidos (Aspromonte – La terra degli ultimi), de Mimmo Calopresti
Skin (Skin), de Guy Nattiv
Amundsen, o explorador (Amundsen) de Espen Sandberg
No quarto de Vanda (In Vanda’s Room), de Pedro Costa
Hienas (Hyenes), de Djibril Diop Mambéty
Touki Bouki, de Djibril Diop Mambety
Star Wars – A ascensão Skywalker Star Wars: The Rise of Skywalker, de J.J. Abrams
Star Wars: O despertar da força, de J.J. Abrams
Star Wars, Os Últimos Jedi, de Rian Johnson
Uma mulher alta (Dylda), de Kantemir Balagov
E então nós dançamos (And Then We Danced), de Levan Akin
O primeiro adeus (Di yi ci de li bie), de Lina Wang
O verão de Adam (Adam), de Rhys Ernst
Cem quilos de estrelas (100 kilos d’étoiles), de Marie-Sophie Chambon
The Climb (The Climb), de Michael Covino
O que arde (O que arde), de Oliver Laxe
Viver para cantar (Huo zhe chang zhe), de Johnny Ma
A vida de Alice (Alice), de Josephine Mackerras
Espírito vivente (Vif-argent) de Stéphane Batut
Campo (Campo), de Tiago Hespanha
Nós duas (Deux), de Filippo Meneghetti
Cicatrizes (Savovi), de Miroslav Terzic
Son-Mother (Pesar-Madar), de Mahnaz Mohammadi
System Crasher (Systemsprenger), de Nora Fingscheidt
Pequenas mentiras francesas (On ment toujours à ceux qu’on aime), de Sandrine Dumas
Alva (Alva), de Ico Costa
Os tradutores (Les traducteurs), de Régis Roinsard
Em boas mãos (Pupille), de Jeanne Herry
Baikonur, Terra, (Bajkonur, Terra), de Andrea Sorini
O que vão dizer (Hva vil folk si), de Iram Haq
Uma janela para o mar (Una ventana al mar), de Miguel Ángel Jiménez
Aqueles que ficaram (Akik maradtak), de Barnabás Tóth
O diabo entre as pernas (El Diablo entre las Piernas), de Arturo Ripstein
Litigante (Litigante), de Franco Lolli
Vida de doleiro (Así Habló el Cambista), de Federico Veiroj
Mão de obra (Mano de obra), de David Zonana
Canção sem nome (Canción Sin Nombre), de Melina León
La Arrancada (La Arrancada), de Aldemar Matias
Nona – se me molham eu os queimo (Nona. Si me mojan, yo los quemo), de Camila José Donoso
Alelí (Alelí), de Leticia Jorge Romero
Breve história do planeta verde (Breve historia del planeta verde), de Santiago Loza
Terra das cinzas (Ceniza Negra), de Sofía Quirós Ubeda
Poetas do Céu (Poetas del Cielo), de Emilio Maillé
Aos Olhos de Ernesto (Aos Olhos de Ernesto), de Ana Luiza Azevedo
Lemebel, um artista contra a ditadura chilena (Lemebel), de Joanna Reposi Garibaldi
Fotografando a Máfia (Shooting the Mafia), de Kim Longinotto
Os mortos não morrem (The Dead Don’t Die), de Jim Jarmusch
Primeiro amor (Hatsukoi), de Takashi Miike
O lago do ganso selvagem (Nan Fang Che Zhan De Ju Hui, de Diao Yinan
The Capote Tapes (The Capote Tapes), de Ebs Burnough
The Kingmaker (The Kingmaker), de Lauren Greenfield
Memory – as origens de Alien, o 8º passageiro (Memory: The Origins of Alien), de Alexandre O. Philippe
A jaqueta de couro de cervo (Le Daim), de Quentin Dupieux
The Lodge (The Lodge), de Veronika Franz, Severin Fiala
Aquarela (Aquarela), de Victor Kossakovsky
Pelican Blood (Pelikanblut), de Katrin Gebbe
A hora da sua morte (Countdown), de Justin Dec
O filme do Bruno Aleixo (O Filme do Bruno Aleixo), de João Moreira, Pedro Santo
Amazing Grace (Amazing Grace), de Alan Elliott, Sydney Pollack
O tempo com você (Tenki no ko), deMakoto Shinkai
Cidadão K (Citizen K), de Alex Gibney
O desaparecimento de minha mãe (Storia di B, a scomparsa di mia madre), de Beniamino Barrese
O que ela disse: as críticas de Pauline Kael (What She Said: The Art of Pauline Kael), de Rob Garver
XY Chelsea (XY Chelsea), de Tim Travers Hawkins
Toni Morrison: as muitas que eu sou (Toni Morrison: The Pieces I Am), de Timothy Greenfield-Sanders
Cunningham (Cunningham), de Alla Kovgan
Sean Scully e a arte de tudo (Unstoppable: Sean Scully and the Art of Everything), de Nick Willing
O capital no século XXI (Capital in the Twenty-First Century), de Justin Pemberton
FESTIVAL DO RIO de 9 a 19 de dezembro
O Festival do Rio considerado o maior da América Latina. Desde sua criação, foram exibidos 7 mil longas, incluindo filmes recém-premiados em festivais e mostras internacionais como Cannes, Berlim, Toronto, Veneza e outros. Formador de público mas também de mão de obra, o Festival do Rio capacitou mais de 7 mil profissionais para o mercado audiovisual e de eventos. Distribuídos em diferentes mostras, incluindo a Premiére Brasil, os filmes nacionais compõem parte importante do festival, que é a maior vitrine da cinematografia brasileira.
Para mais informações:
Cláudia Belém – claudia.belem@atomicalab.com.br
Gabriella Lopes – gabriella.lopes@atomicalab.com.br
Liliam Hargreaves – formigas@uol.com.br
Postado por SECEC-RJ em 05/dez/2019 - Sem Comentários
Este é o 4° ano consecutivo que acontece o Programa Estadual de Fomento ao Curta Universitário – ELIPSE – e ele já faz parte do calendário universitário do Rio de Janeiro.
A cada edição são selecionados 12 projetos de curtas-metragens de diferentes universidades do estado. A cada ano podemos perceber o aumento do número de projetos inscritos e o crescimento dos realizadores que se inserem no universo profissional do cinema ao ganharem prêmios e participarem dos maiores festivais nacionais e internacionais como Festival de Cannes, Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, Mostra de Cinema de Tiradentes, Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, entre outros passando pelos continentes da Ásia, da África e da Oceania.
Todo ano é realizada uma sessão especial de estreia na sala do Cine Odeon Net-Claro lotada, espaço emblemático para o cinema brasileiro. Um júri formado por profissionais de cinema premia os filmes que se destacam e o Canal Brasil, além de cobrir o evento, seleciona curtas para serem comprados e exibidos na TV!

Atualmente o Programa se mantém como o único mecanismo de incentivo à produção universitária no território nacional, fomentando a criatividade, a empregabilidade, a representatividade, a dignidade e a diversidade dos jovens produtores culturais do Estado do Rio de Janeiro.
Nos últimos anos através desta ação possibilitamos a produção de 47 curtas-metragens, onde trabalharam diretamente na equipe técnica cerca de mil jovens, envolvendo 11 universidades e com o investimento de R$ 617.500,00 reais no total destes projetos.
A sessão de lançamento da 4ª edição do ELIPSE será no dia 05 de dezembro (quinta-feira), às 18h, no Cine Odeon Net-Claro, com a presença de todas as equipes proponentes, da Comissão de Seleção e do Júri. O evento terá cobertura do Canal Brasil e entrada gratuita, aberta ao público, com direito à pipoca e refrigerante.
Postado por SECEC-RJ em 05/dez/2019 - Sem Comentários

No período de janeiro de 2018 até hoje o Circuito Teatro do Oprimido, por meio do patrocínio da Petrobras e da Secretaria de Cultura e Economia do Rio de Janeiro, realizou centenas de atividades artísticas Brasil adentro, mundo afora – Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Chile, Uruguai, Peru, Estados Unidos, Suíça e Alemanha –, no intuito de discutir, por meio da metodologia do Teatro do Oprimido, questões como: raça, gênero, desigualdade, machismo, território, etc.
Para celebrar este ciclo, o Centro de Teatro do Oprimido – CTO promove, de 8 a 12 de dezembro, o FESTO – Festival Teatro do Oprimido.
FESTO é a festa oficial do Teatro do Oprimido no Rio de Janeiro. Um Festival que celebra a ampliação de redes articuladas, o incrível avanço do Teatro do Oprimido mesmo depois da morte de Augusto Boal, a formação de uma nova geração de intelectuais e multiplicadores do método e a ação integrada de dez grupos teatrais que estimulam a discussão dos mais variados temas.
O FESTO oferece uma programação de resistência artística que inclui apresentações teatrais, sessões de Teatro Fórum e de Teatro Legislativo, performances, exibição de filmes, exposições fotográficas, lançamentos de livros e rodas de conversas. O FESTO é uma pequena mostra de tudo que tem sido produzido no projeto Circuito Teatro do Oprimido. Toda a programação é gratuita!
O festival acontece nos dias 8, 9, 10, 11 e 12 de dezembro, semana dos Direitos Humanos, na sede do CTO, no Teatro Alcione Araújo e no Auditório Darcy Ribeiro, equipamentos da Biblioteca Parque Estadual, e também nas unidades de Manguinhos e da Rocinha da Biblioteca Parque.
No projeto Circuito Teatro do Oprimido, grupos populares coligados ao Centro de Teatro do Oprimido, pautados pela diversidade de abordagens que atravessam seus integrantes – “As Marias do Brasil” composto por trabalhadoras domésticas, “Pirei na Cena” por usuários e familiares da Saúde Mental, “Panteras” por LGBTs de favela, “Maremoto” por jovens do Complexo da Maré, “Cor do Brasil” por artistas negros, “Madalena Anastácia” por mulheres negras, “ETP – Escola de Teatro Popular” por integrantes de movimentos sociais variados, “Madalenas Rio” por mulheres ativistas e “Ponto Chic” por jovens moradores de Ponto Chic –, utilizam a Estética e o Teatro do Oprimido em ações sociais concretas e continuadas ocupando praças, ruas, escolas, teatros e eventos de diversos contextos sociais, com peças teatrais que provocam reflexões e revelando injustiças. Além das apresentações públicas, o projeto pedagógico Academia Livre de Estéticas Libertadoras vai oferecer qualificação de bases sólidas para a produção artística cujo programa contempla palestras e seminários públicos de temas de interesse da sociedade.
UM TEATRO QUE SE MANTÉM VIVO, NA PRÁTICA, NOS CORPOS E NA LITERATURA
Em 2009, após a morte do teatrólogo Augusto Boal, muitos colocaram em dúvida a continuidade do legado do criador do Teatro do Oprimido, naquele momento, movidos pelo querer manter esse patrimônio de Boal, os curingas do Centro de Teatro do Oprimido realizaram um grande evento, Viva Boal!, que soou como um grito de querer seguir em frente, de assumir pelas próprias mãos a responsabilidade da continuidade.
Nesses dez anos o grito ecoou, os projetos foram mantidos, especialmente a parceria com a Petrobras, e mais especialmente em relação a literatura – até então os livros do Boal eram a referência.
Na última década, foram publicadas muitas obras sobre a metodologia e a prática do Teatro do Oprimido. Livros assinados tanto por praticantes como por pesquisadores acadêmicos.
PROGRAMAÇÃO DO FESTO – FESTIVAL TEATRO DO OPRIMIDO
8/12/2019,Domingo
Centro de Teatro do Oprimido
Av. Mem de Sá, 31, Lapa
Apresentações Teatrais
15h – “Progresso”
Sinopse: Uma visão crítica sobre o “progresso” que inclui opressões naturalizadas que se perpetuam na vida de pessoas como D. Damiana, mulher negra que cria seus netos sozinha, assim como foi criada. Diante da ordem de remoção, pois a favela vai se transformar em um grande hotel de luxo, ela precisa resistir.
com a ETP – Escola de Teatro Popular
15h30 – “Não gostou? Me engole!”
Sinopse: Pensamentos futuristas na luta feminista contra o machismo e a opressão. Com o grupo ETP Baixada do pré-vestibular + Nós de Duque de Caxias.
16h – “A história que a história não conta”
Sinopse: Com o enfoque voltado para os problemas enfrentados em Duque De Caxias, as cenas perpassam pela história do município mesclando um episódio inusitado ocorrido há alguns anos e um fator social recorrente em todo o país. Com o grupo ETP Baixada do pré-vestibular + Nós de Duque de Caxias.
16h30 – “Tenho até amigos que são…”
Sinopse: Das opressões e vivências do corpo LGBT na favela: e aí Yasmin, qual vai ser? Com o grupo CPV Teatro do pré-vestibular CEASM da Maré.
9/12/2019, Segunda-feira
Biblioteca Parque de Manguinhos
Cine-Teatro Eduardo Coutinho
Av. Dom Elder Câmara, 1.184 (antiga Av. Suburbana), Benfica
14h – Apresentação e sessão de Teatro Fórum
“Cota pra vazá”
Sinopse: Como se manter na Universidade? A obra traz à tona a atual situação de jovens favelados, maioria negra, em relação ao acesso e à permanência no ensino superior. Para jovens do Complexo de Favelas da Maré acessar e conseguir permanecer na universidade ainda representa um privilégio.
Com o grupo MaréMoTO
16h – Apresentação e sessão de Teatro Fórum
“Todo mundo tá feliz!”
Sinopse: Como organizar trabalhadores precarizados, que não têm tradição sindical, sem carteira assinada e com atuações intermitentes e individualizadas? Histórias de animadores de festa que se repetem entre atores, músicos e muitos outros trabalhadores de áreas distintas. Mas todo mundo tá feliz? Com a ETP – Escola de Teatro Popular.
10/12/2019, terça-feira
Praça Vital Brazil, Niterói
Rua Maestro José Botelho (Ao lado da Policlínica Sérgio Arouca)
14h – Apresentação de Teatro-Fórum
“Doidinho para trabalhar”
A peça aborda a temática do mercado de trabalho para o usuário de saúde mental, através da história do protagonista Serverino que, após receber alta de um hospital psiquiátrico tenta retomar seu trabalho, segue em busca por emprego. Consegue. Porém, em sua nova função como empregado doméstico, é lhe dado “licença médica” por seus patrões quando estes descobrem que Serverino faz tratamento psiquiátrico. A peça é uma pergunta que busca respostas com a plateia. Com o Grupo Pirei na Cenna.
10/12/2019
Biblioteca Parque da Rocinha
Estrada da Gávea, 454, Rocinha.
19h – Apresentação e sessão de Teatro Fórum
“Julga meu cabelo afro”
Sinopse: A peça apresenta as agruras que uma jovem negra enfrenta no ambiente de trabalho por querer expressar sua existência com seu cabelo natural. O cabelo afro é o fio condutor da história da jovem que é pressionada a alisar o cabelo e também toda a sua vida para se encaixar no padrão do patrão. Com o grupo Ponto Chic.
11/12/2019, quarta-feira
Biblioteca Parque Estadual
Av. Presidente Vargas, 1261, Centro
14h – Abertura das Exposições Fotográficas no Foyer
“Teatro das Oprimidas uma década de luta” de Noélia Albuquerque
Registro de momentos de atuação da Rede Ma(g)dalena Internacional.
“Toda forma de Amar” de Matheus Affonso
Uma perspectiva afetiva sobre a vida na favela da Maré.
“Circuito Teatro do Oprimido” Acervo do CTO
Uma mostra da diversidade de intervenções do projeto no Brasil e no Exterior.
14h15 – Lançamento de Documentário no Auditório Darcy Ribeiro
“Circuito Teatro do Oprimido”
Uma produção do CTO sobre projeto desenvolvido desde janeiro de 2018.
14h45 – Roda de Conversa e Lançamento de livro no Auditório Darcy Ribeiro
“Feminismos e Negritude em Movimento” – As mulheres negras e o enfrentamento articulado ao racismo e ao machismo.
com Edmeire Exaltação (Casa das Pretas), D. Maria Soares (ativista histórica do movimento negro), Mônica Cunha (Movimento Moleque e Coordenadora-CDDH-Alerj) e Bárbara Santos (Rede Ma(g)dalena Internacional).
“Teatro das Oprimidas: estéticas feministas para poéticas políticas”
Livro sobre metodologia teatral focada na superação do patriarcado.
Com a autora Bárbara Santos
16h30 – Apresentação e sessão de Teatro Legislativo no Teatro Alcione Araújo
“Qual é o seu lugar?”
Sinopse: A peça é um questionamento sobre que corpos podem acessar espaços sociais de prestígio na sociedade racista e sexista e quais espaços estariam disponíveis / destinados para as mulheres negras e a que custo. Entre valores ancestrais e capitalistas, as mulheres negras também se questionam. Com o Coletivo Madalena Anastácia e convidadas
12/12/2019, quinta-feira
Biblioteca Parque Estadual
Av. Presidente Vargas, 1261, Centro
10h – Performances no Foyer
“Vida de escravidão”
Sinopse: Cria um paralelo entre o trabalho escravo, desde o sequestro das mulheres negras da África, e o trabalho doméstico na atualidade, com todas as conquistas da categoria, com o fim do Ministério do Trabalho, as trabalhadoras domésticas estão sendo levadas ao mercado informal, um tipo de escravidão moderna. Com o grupo Marias do Brasil.
“Suspeito”
Sinopse: Aborda o genocídio do povo negro com foco no homem negro como alvo móvel que pode ser alvejado a qualquer momento por qualquer motivo. O homem negro, como suspeito eleito por um princípio racista de segurança, deve se cuidar. Qualquer objeto em suas mãos pode ser confundido com arma de fogo. Com o elenco masculino do grupo Cor do Brasil.
“Julga meu cabelo afro”
Sinopse: Músicas originais, criadas por integrantes do grupo, são a base da performance que aborda o racismo expresso contra a estética negra de uma jovem que busca o primeiro emprego. Com o grupo Ponto Chic.
10h30 – Exibição de Documentários no Auditório Darcy Ribeiro
“Presente do Futuro”
Produção do Laboratório de Comunicação Dialógica da UERJ sobre a atuação do grupo Ponto Chic na Baixada Fluminense e no Rio de Janeiro.
“Teatro das Oprimidas”
Produção do Cinema Nosso sobre a perspectiva feminista da práxis Curinga.
“Circuito de Teatro do Oprimido”
Produção do CTO sobre projeto desenvolvido a partir de janeiro de 2018.
14h – Roda de Conversa no Auditório Darcy Ribeiro
“Direitos humanos e território” – Como existir em diversidade e dignidade em um território da necropolítica?
com Gilmara Cunha (Conexão G), Luiz Lourenço (CEASM) e Monica Verdan (Acopc)
16h – Performance na Porta principal
“Nosotras”
Sinopse: Mulheres caminham pelo espaço formando um aparente coletivo, mas estão ilhadas em si mesmas. Tanto que não percebem o avanço da violência. Tentam não enxergar a realidade achando que o silêncio as protegerá. Até que esbarram em corpos caídos e se dão conta que são seus próprios corpos. Com Rede Ma(g)dalena Internacional.
16h30 – Livros em destaque no Auditório Darcy Ribeiro
“Cultura de classe e resistências artísticas” (Kênia Miranda – Org.)
“A Estética do Oprimido” (Augusto Boal)
“Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas” (Augusto Boal)
“Teatro do Oprimido e Universidade: experimentos, ensaios e investigações” (Cachalote Mattos – Org)
18:30 – Apresentação e sessão de Teatro Fórum no Teatro Alcione Araújo
“Suspeito”
Sinopse: A peça aborda o racismo institucional e difuso, que, apesar de estar presente na vida cotidiana de negros e negras e de produzir consequências concretas para a desigualdade racial no país, ainda parece imperceptível por estar camuflado em um misto de camaradagem e meritocracia. Com o grupo Cor do Brasil.
Postado por SECEC-RJ em 05/dez/2019 - Sem Comentários
Giselle, um clássico do ballet romântico estreado em 1841 na Ópera de Paris, retorna ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no próximo dia 14, às 19h, com patrocínio ouro Petrobras. A temporada contará com 8 récitas até o dia 22 de dezembro, com a participação do Ballet do Theatro Municipal e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob a regência do seu maestro titular Ira Levin.
Com música de Adolphe Adam, este famoso ballet em dois atos é marcado por um clima misterioso e sobrenatural. No libreto imaginado pelo grande poeta do romantismo francês Théoplile Gautier, a jovem camponesa Giselle é traída e morre de amor, voltando pra vingar-se do amante traidor na forma de uma Willi – espíritos de virgens que morreram antes de se casarem. Vingativas, elas fazem dançar até a morte os homens que encontram na estrada, às altas horas da noite.
Uma das curiosidades de Giselle é ser um dos poucos ballets dançados ainda em tutu romântico – ou seja, saias das bailarinas na altura da panturrilha que remontam as crinolinas da segunda metade do século XIX. Giselle exige técnica e emoção de seus intérpretes, cuja expressão facial conta muito na apresentação da obra. O papel de Giselle é um dos mais ambicionados do repertório, já que exige tanto perfeição técnica, quanto graça e lirismo. Várias das mais habilidosas dançarinas do mundo representaram esse papel ao longo dos tempos: as célebres Margot Fonteyn, Yvette Chauviré, Natalia Makarova e Carlotta Grisi (para quem Gautier criou o papel); no Brasil, duas de suas grandes intérpretes foram as primeiras bailarinas do TMRJ Aurea Hämmerli e Ana Botafogo.

Depois de anos apresentado a tradicional produção de Sir Peter Wright, o BTM apresenta-se em uma nova montagem, com concepção e coreografia do regente interino no ballet do TMRJ, Hélio Bejani em parceria com o mâitre de ballet Jorge Texeira. A versão baseia-se na coreografia original de Jean Coralli e Jules Perrot. A iluminação é assinada por Paulo Ornellas, a cenografia é de José Galdino dos Reis (Pará) e o figurino de Tânia Agra com acervo do TMRJ.
O diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro André Heller-Lopes, fala sobre a escolha do título para encerramento da temporada: “Se olharmos Giselle em seu tempo, nos daremos conta que é uma história que mistura romantismo e terror, não muito distante do que hoje são filmes repletos de efeitos especiais. Mais interessante, dentro da nossa temporada 2019 que teve como foco os heróis (e anti-heróis), é observar como a heroína é vítima da ação dos homens ao seu redor: Albrecht e Hilarion: a eterna guerra entre o masculino e o feminino”.
Elenco:
Giselle – Claudia Mota e Juliana Valadão
Albrecht – Filipe Moreira, Alef Albert e Alyson Trindade
Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Regência – Ira Levin
Cenografia – José Galdino dos Reis (Pará)
Figurino – Tânia Agra e acervo TMRJ
Iluminação – Paulo Ornellas
Serviço:
Datas e horários:
Dias: 15 e 22 de dezembro às 17h
Dias: 14, 17, 18, 19, 20 e 21 de dezembro às 19h
Preços dos ingressos:
Frisas e Camarotes (unitário) – R$ 600
Plateia e balcão nobre – R$ 100
Balcão superior – R$ 70
Balcão superior lateral – R$ 40
Galeria – R$ 40
Galeria lateral – R$ 20
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
Lotação – 2.226 lugares
Duração total do espetáculo – 02 horas e 30 minutos
Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com
Patrocínio Ouro Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM, Ingresso Rápido.
Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial de Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal.
“O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro”.
Homepage: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/
Instagram: @theatromunipalrj
Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/