Postado por SECEC-RJ em 17/jul/2020 -
Com o planejamento de fomentar a cultura em todo o estado, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) liberou o incentivo para mais cinco projetos via Lei Estadual de Incentivo à Cultura na edição do Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (17). Do total, três produções são do interior (Rio das Ostras Jazz e Blues Festival 2020, Caravana da Leitura e do Autor Fluminense e Festival de Inverno de Petrópolis e Nova Friburgo) e duas na capital (O Astronauta e Bem no Meio). Ainda no período de pandemia da Covid-19, a autorização injeta aproximadamente mais de R$ 2 milhões no setor cultural.
Apenas em 2020, através de renúncia fiscal, a Sececrj chegou a 22 projetos incentivados com valor total de R$ 23 milhões. Além de movimentar a cadeia produtiva da Cultura, com a fase de produção dos projetos, a liberação também contribui com o Fundo Estadual de Cultura (FEC). Seguindo a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, 1/5 do total é destinado ao FEC – atualmente R$ 3,8 milhões do montante.
– Com muito trabalho e planejamento, estamos conseguindo liberar essas autorizações para produções culturais em todo o estado do Rio num período de pandemia, que todos sabem como é difícil para o setor. Hoje, conseguimos fazer o que a Lei Estadual de Incentivo à Cultura determina, que é proporcionar fomento a todo o estado, levando oportunidade para profissionais e o público no geral – disse Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio.
Rio das Ostras Jazz e Blues Festival 2020 – É um festival de jazz e blues que está em sua 17ª edição na cidade de Rio das Ostras, na Região dos Lagos. O evento conta com com os melhores instrumentistas e intérpretes nacionais e internacionais da atualidade que tem como proposta de realização o mês de dezembro, caso seja liberado o isolamento social.
O Astronauta – É uma peça teatral que conta a história de um astronauta que é enviado para o espaço em uma missão quase suicida, levando este homem a uma longa jornada interior com reflexões sobre a existência humana, onde o elemento que ameaça a nossa humanidade não vem mas de fora, mas foi criado por nós, seja na figura de um desastre ambiental, de uma tecnologia que manda na sua vida ou de um regime autoritário que apoiamos, buscando assim, o diálogo entre ciência e arte, despertando o interesse da população sobre questões relacionadas à ciência e à tecnologia e promovendo ações que possam ser repensadas no que diz respeito às condições naturais do planeta terra, assim como à relação com o outro.
Bem no Meio – Espetáculo teatral que será realizado no Oi Futuro Flamengo, que canta e conta a jornada de Bem, uma menina que está exatamente entre seus dois pais no processo de separação do casal.
Festival de inverno de Petrópolis e Nova Friburgo – Realizações nas cidades de Petrópolis e Nova Friburgo de apresentações de concertos de música instrumental e erudita, grupos de dança e teatro, oficinas que contemplará a população com palestras e atividades culturais ligadas a música.
Caravana da Leitura e do autor Fluminense – É uma ação de circulação literária em municípios do estado do Rio de Janeiro. Tem como estratégia democratizar o acesso a leitura e o livro além de estimular o contato direto com autores fluminenses.
Postado por SECEC-RJ em 16/jul/2020 -
A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) assinou um convênio com a RioFilme e o Centro Técnico Audiovisual (CTAv) de apoio a produção de projetos de audiovisual. Neste primeiro momento, o auxílio técnico e de equipamentos será para duas produções selecionadas no RioMarket de 2019, durante o Festival do Rio: “Veias abertas” e “Mais Views”. Utilizando a estrutura já existente nos órgãos, a parceria inédita vai disponibilizar serviços que custariam aproximadamente R$ 500 mil.

A iniciativa é vista como um plano piloto para uma parceria maior para fomentar o audiovisual em todo o estado. A ideia é oferecer serviços fundamentais, desonerando as produções, e também para capacitar os profissionais da área e ocupação de aparelhos públicos. Neste primeiro acordo assinado, a Sececrj vai oferecer o estúdio para gravação de voz/instrumentos/trilhas, bem como o apoio através da Rio Office Film Commission para disponibilizar espaços de Estado que sirvam de locação para as gravações dos projetos selecionados.
– É com diálogo e união que a cultura está se fortalecendo em todo o estado do Rio. O convênio inédito assinado com a RioFilme e o CTAv vai fomentar as produções de audiovisual, sem gastos extras por parte dos órgão públicos, pois a estrutura já existe. O estúdio de gravações da Secretaria de Cultura possui uma tecnologia moderna, oferecendo uma produção profissional – disse Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio.
No primeiro convênio, o CTAv vai disponibilizar câmeras de cinema de ponta com qualidade (Kit Alexa), cópia final em Digital Cinema Package (DCP) em versões com e sem legenda e oficina de capacitação em operação de câmera e áudio. Já a RioFilme fica responsável pelo know-how da Film Commission para locações, espaço físico dentro do órgão para base de produção de escritório das produções e parceria de distribuição.
“Veias abertas” de Fernando Mamari – Ficção (100 min.)
Conta história da Guerra do Paraguai na visão de um africano (escravo) que é obrigado a participar da guerra em troca de sua liberdade. Ele se junta a um português e um índio que juntos conduzem um pelotão de 10 homens para ir à guerra, vencem, e o africano ganha sua liberdade. A tríplice amizade perdura quando o africano sem saber o que fazer com a liberdade forma uma “Polícia Real” para resolver questões da realeza. O português precisa aniquilar um povoado quilombola onde, por coincidência, reside um irmão do africano. O africano atira no português quando este mirava com sua espingarda seu irmão para provocar sua morte. O irmão foge. O africano leva o português a uma curandeira que salva sua vida. Em gratidão, a amizade continua e eles voltam para a “Polícia Real” que é originária, implicitamente, da atual Polícia Militar do Rio de Janeiro.
“Mais Views” de Silvio Andrade da Verama Filmes – Suspense (80 min.)
Uma jovem introvertida fará de tudo para ser a mais nova estrela da Internet, mesmo que para isso ela precise sacrificar sua sanidade. Inspirado em fatos reais, a história narra a vida de um casal, Elisa e Roberto, que exibe sua rotina em um vlog on-line. Influenciada pelos seguidores, Elisa posta vídeos cada vez mais perigosos e controversos, o que vai contra a vontade de Roberto. Em uma crescente obsessão pela fama, ela começa a perder contato com a realidade, revelando um misterioso passado de abuso, que vai botar em risco sua vida e das pessoas a sua volta. Tudo por mais views.
Postado por SECEC-RJ em 15/jul/2020 -
Cenário conhecido em todo o mundo, o Parque Lage é, há décadas, um dos mais belos cartões postais do Rio de Janeiro. Aos pés do Morro do Corcovado, o equipamento – ligado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) – atrai cariocas e turistas para os seus 52 hectares que une a floresta fechada e o contexto urbano. Nesta quarta-feira (15), quando completa uma semana da reabertura na flexibilização do isolamento social da Covid-19, um fato especial: 55 anos do seu tombamento, o primeiro feito pelo estado Rio, que foi fundamental para a preservação da história do espaço.
O tombamento número 03/300.290/1965, Dec.”E”788, de 15.07.1965 garantiu a manutenção do Parque Lage com suas características originais e iniciou o processo para o mesmo em outros monumentos do estado. Na década de 1950, foi iniciada uma especulação imobiliária que cogitava lotear o terreno do Parque Lage. A intervenção estadual encerrou o movimento, mantendo intactos jardins, florestas, grutas, torreão, lagos, represas, ruínas de um mirante e o Palacete, que completa 100 anos de construção em 2020.
– O Parque Lage constitui um esplêndido conjunto arquitetônico representativo da arquitetura eclética de influência italiana do início do século XX. Mas por trás desse conjunto, o local em si reúne alguns dos mais significativos contextos da história do Rio de Janeiro. Chegar aos 55 anos do tombamento desse bem tão importante para o estado é realmente uma grande satisfação e cabe sempre lembrar que o Parque Lage foi o primeiro tombamento da Divisão do Patrimônio Histórico e Artístico da Guanabara, que é o órgão precursor do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) – conta Claudio Prado de Mello, diretor-geral do Inepac.
Inicialmente um engenho de açúcar, ao longo do tempo, a área do Parque Lage foi de propriedade de diferentes famílias tradicionais do Rio de Janeiro. Entre o final do século XIX e início do XX, o amor de um casal abrilhantou a história da região. Herdeiro da chácara da Cabeça, o empresário Henrique Lage construiu o famoso Palacete para a sua mulher, a cantora lírica italiana Gabriella Bezanzoni.
O imóvel virou um espaço de eventos da sociedade carioca. Após a morte de Lage em 1941, como não tinha filhos, seguindo as leis da época, a União incorporou o terreno, deixando a viúva, uma estrangeira, sem a sua herança. De volta à Itália, Gabriella trabalhou como professora de canto, realidade bem distante da vivida no Rio.
– O estado teve uma participação muito importante na preservação da história do Parque Lage com esse tombamento. Uma história muito rica, digna de roteiro de filme, com idas e vindas. Até hoje, o Parque Lage mantém seus jardins, o Palacete e a temática cultural, assim como sonhava o casal Henrique Lage e Gabriella Bezanzoni – disse o arquiteto Manoel Vieira.
Há uma semana, o Parque Lage reabriu as suas portas após quase quatro meses fechado como medida preventiva de combate ao contágio do novo coronavírus. Até esta terça-feira (14), o espaço recebeu 2.188 visitantes seguindo todas as recomendações das autoridades de saúde.
O funcionamento é de 10h às 16h, de segunda-feira à domingo. Os cuidados começam logo na entrada principal, a única que está funcionando. Os visitantes só podem entrar com máscaras e têm a temperatura aferida. Há um limite de 200 pessoas acessando o parque por hora. O Palacete também reabriu limitando-se a entrada de 100 pessoas por vez.
– O Parque Lage possui uma história muito rica, que está sendo preservada por décadas. Por isso, segue sendo um dos pontos turísticos mais visitados do Rio, além de abrigar a Escola de Artes Visuais, mantendo viva também a essência cultural do espaço – disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, Danielle Barros.

Postado por SECEC-RJ em 14/jul/2020 -
O governador Wilson Witzel visitou a Biblioteca Parque Estadual (BPE) nesta terça-feira (14). Acompanhado da secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, ele esteve nas instalações do espaço e também participou da apresentação do balanço de seis meses dela à frente da pasta. Um dos destaques foi a criação da campanha Cultura Solidária que, com parcerias, montou um gabinete humanitário para auxílio a profissionais do setor em todo o estado do Rio.
Desde de março, quando começou o período de isolamento social por causa da pandemia da Covid-19, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) já ajudou mais de 7 mil famílias, com cestas básicas, kits de limpeza, higiene, livros, água e máscaras, atendendo fazedores de cultura de 25 cidades. O volume de doações foi tão grande que o gabinete utilizou equipamentos como a BPE, o Imperator e a Casa França-Brasil para apoiar todos os fazedores de cultura do estado.
Seguindo a mesma linha de levar ações para todas as regiões do Rio, o governador também elogiou o Cultura Presente nas Redes, edital emergencial lançado graças a operacionalização do Fundo Estadual de Cultura, que estava parado há 22 anos. Com mais de 6 mil inscritos, 1,5 mil projetos foram selecionados. A maior parte dos projetos já recebeu o cachê de R$ 2,5 mil cada, totalizando um investimento de R$ 3,750 milhões do estado. As produções, em plataformas digitais, começam agora em julho e somam mais de 50 mil horas de programação.
– Tenho a alegria de ver uma secretária que está melhorando o seu desempenho, que já era bom, mas com a visão de alguém que conhece de perto a necessidade da população e a vontade de artistas e de toda a ordem. E este é o nosso propósito, popularizar a Cultura, a Cultura Presente – disse o governador Wilson Witzel.
A secretária Danielle Barros também apresentou os números de outros dois projetos criados durante a pandemia do novo coronavírus: Histórias por Telefone e Rota da Leitura. O primeiro, com 1653 voluntários e 5607 ouvintes inscritos, leva histórias para quem está em isolamento social, muitas vezes sozinho em casa. Já o Rota, em pouco mais de um mês, já recebeu a doação de 5 mil livros, que serão utilizados em ações de libertação de leitura.
– Foi um momento de prestação de contas do trabalho que estamos desenvolvendo para a população e apoiando o artista do nosso estado, descentralizando recursos para os mais variados municípios e destravando o Fundo Estadual da Cultura, após duas décadas – disse a secretária Danielle Barros.

O governador também ficou entusiasmado com o projeto “Cinema da Cidade”, realizado em parceria pela Sececrj e pela Ancine. O estado vai construir ou reformar cinco salas de cinema em municípios do interior onde não há esse tipo de serviço num raio de 100km. São eles: Cordeiro, São Pedro da Aldeia, São Fidélis, Miracema e Bom Jardim. Após a construção, as salas passarão por processo de concessão à iniciativa privada. Cada complexo exibidor terá duas salas com capacidade total para 168 lugares. Apenas em Bom Jardim já existe um antigo cinema, com capacidade para 300 pessoas, que está passando por grande reforma.
Postado por SECEC-RJ em 14/jul/2020 -
O eMuseu do Esporte – museu virtual que reúne as memórias do esporte brasileiro – lança quatro galerias virtuais em 3D nesta quarta-feira (15). As novas exposições do site serão da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) e Enel Distribuição Rio.
Lançado em abril, o eMuseu tem o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, que oferece apoio técnico ao eMuseu, através da Superintendência de Museus e também do Sistema Estadual de Museus.
O lançamento será feito em um evento virtual nesta quarta, das 11h às 11h45. Patrocinadores, apoiadores, realizadores, idealizadores, presidentes de Confederações e atletas vão debater a importância de valorizar a memória esportiva do país. Além disso, será exibido em primeira mão o tour pelas galerias. O público poderá assistir através do Facebook e do canal no YouTube.
Ídolo das quadras e reconhecido no mundo inteiro como um dos maiores nomes do basquete, Oscar Schmidt elogiou a iniciativa do eMuseu do Esporte, criado para eternizar a memória do esporte e valorizar seus atletas. O Mão Santa tem lugar de destaque na galeria da Confederação Brasileira de Basketball (CBB).

– Muitas vezes a gente nem sabe que existem certos atletas. O eMuseu do Esporte permite que as pessoas conheçam essas histórias incríveis. Vale a pena fazer a visita – sugeriu Oscar, que tem entre suas conquistas um Mundial, um Pan-Americano, quatro Sul-Americanos e três Brasileiros.
No dia 19 de abril foi realizado o lançamento oficial do eMuseu, com estreia da exposição temporária virtual Ciência x Mitos: na Copa de 1970 de futebol, de curadoria e acervo do Prof. Dr. Lamartine da Costa.
O eMuseu do Esporte é uma realização da empresa Gama Assessoria juntamente com a UERJ através da Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Sociais e Cooperativas Sociais (ITECS) com Patrocínio da Enel Distribuição Ri e em conjunto com a Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude do Rio de Janeiro, por meio da Lei de Incentivo, do Governo Estadual.
Postado por SECEC-RJ em 14/jul/2020 -
Considerado a casa de espetáculos mais tradicional do Brasil e com grande relevância na América Latina, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro completa 111 anos nesta terça-feira (14). Ao longo das décadas, desde a sua inauguração, em 14 de julho de 1909, o espaço se tornou a principal referência histórica da cultura do país com apresentações de grandes estrelas e astros brasileiros e internacionais. Mas, com as portas fechadas pelo isolamento social da pandemia da Covid-19, a comemoração será diferente em 2020: uma programação virtual está movimentando as redes sociais. O Theatro é um equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio.
– O Theatro Municipal é a joia da coroa da cultura do Rio e do Brasil. Muitos nomes marcaram a história desse espaço com apresentações brilhantes. Todos os cariocas têm um carinho muito especial pelo Theatro Municipal, que também é um dos principais pontos turísticos da cidade. Em março, levamos o Coro do Municipal para a Central para uma apresentação belíssima e emocionante, dentro da programação do Palco Cultura Presente. Momentos que sonhamos retornar com o fim da pandemia – disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, Danielle Barros.
Nesta terça, a programação virtual terá três lives que vão abordar o destino da cultura pós-pandemia e a história do Theatro. A primeira às 11h, outra às 15h e para fechar, a de encerramento, às 18h. A celebração, com patrocínio Ouro Vale e Petrobras, começou no início do mês nas redes e no site do Municipal com homenagens de personalidades importantes da cultura carioca e de grandes nomes das artes no país. Até o fim de julho serão publicados 111 depoimentos, com vídeos de parabéns ao Theatro gravados em casa, como de Gilberto Gil, Glória Pires, do maestro Isaac Karabitchevsky e de outras personalidades.
Funcionários do Theatro também entraram na festa. Desde os primeiros bailarinos Ana Botafogo e Cícero Gomes, até a camareira mais antiga, há 23 anos no Theatro, Leila Melo e a bailarina Irene Orazem, que começou na escola aos oito anos e hoje, aos 80 anos, é chefe de figurino. É a funcionária na ativa mais antiga, está há 72 anos no Theatro. Irene fez parte do Corpo de Baile na temporada do Lago dos Cisnes no Municipal, em 1959.
Na série gravações históricas, uma edição especial com gravações de cantores que participaram da primeira temporada lírica do Theatro Municipal, em 1910.O setor educativo do Theatro preparou um quiz para crianças que será lançado nesta terça e disponibilizado gratuitamente ao público através das redes sociais e do site. O “Advinha quem é?” consiste em mostrar a imagem de um camafeu com a de grandes figuras do mundo das artes, (escritores, dramaturgos e compositores) e ver se a criança descobre quem é.
Também será lançada a Copa de fotografia 2020, evento que reúne fotógrafos de todo o estado, entre profissionais e amadores. É um concurso com tema específico que existe desde 2018 e o Theatro Municipal foi parte da Copa de Fotografia nos anos anteriores. A edição 2020 terá duas categorias: 1. Os participantes dos anos anteriores podem inscrever uma foto antiga, que não tenha participado dos outros concursos. 2. A categoria Lembrança do Municipal. Nessa o público enviará uma foto do acervo pessoal de um registro no Municipal do Rio de Janeiro, que tenha sido feito em uma visita guiada ou em um espetáculo e que seja publicada nas redes sociais com a #111anostheatromunicipal. As melhores fotos serão expostas nas nossas redes e concorrerão a prêmios de 1º, 2º e 3° lugares.
Serão lançados vídeos feitos especialmente para o aniversário. À Margem é uma produção dos bailarinos do Corpo de Baile. São seis episódios exibidos na íntegra no dia 14, em comemoração aos 111 anos. Inspirada no ballet “O Lago dos Cisnes”, a série é dirigida pela coreógrafa Patrícia Miranda.
Músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e convidada vão apresentar mais uma obra adaptada para um ritmo brasileiro muito carioca: o samba! Primeiro movimento do concerto para dois violinos em Ré Menor de Bach com a ilustre apresentação de Tamara Barquette, William Doyle, Rafael Belo, Nayara Tamarozi e Sérgio Naidin. Haverá ainda outro vídeo feito especialmente para a data. É do coral “Jesus, alegria dos homens”, última parte da Cantata BWV147, de Bach.
A Escola Estadual de Dança Maria Olenewa com 93 anos de existência, que faz parte do Theatro, também vai participar da festa dos 111 anos.
O Centro de Documentação disponibilizará também uma exposição sobre Antônio Francisco Braga, o primeiro maestro da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal.
Postado por SECEC-RJ em 13/jul/2020 -
Para fortalecer a cultura em todo o estado durante a pandemia do novo coronavírus, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) aprovou – via Lei Estadual de Incentivo à Cultura – mais três projetos: LivMundi 2020, Gambiarras Perigosas e O Corcunda. Os novos projetos foram publicados no Diário Oficial desta sexta-feira (10), que juntos somam um investimento aproximado de R$ 1,2 milhão.
Somente em 2020, via renúncia fiscal, a Sececrj já incentivou 17 projetos com investimento aproximado de R$ 21 milhões. Além de movimentar a cadeia produtiva da Cultura, com a fase de produção dos projetos, a liberação também contribui com o Fundo Estadual de Cultura (FEC). Seguindo a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, 1/5 do total é destinado ao FEC.
– Estamos dando continuidade em todas as ações da Secretaria, fomentando a arte, garantindo diversas opções culturais para logo depois que passar a pandemia. Aceleramos o processo de autorização para os proponentes, isso garante o emprego e a renda de fazedores de cultura no nosso Estado – disse Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa.
LivMundi 2020 – Será a 4ª edição do Festival, que trata de vida sustentável, integrando diversos aspectos sociais, econômicos e ambientais por meio de atividades e produtos culturais. O objetivo é ampliar as conversas e ações sobre sustentabilidade e meio ambiente. Em 2020, a capital e o interior devem receber ações do evento.
Gambiarras Perigosas – É uma série documental de suspense que conta histórias de pessoas que morreram de forma trágica e surpreendente em acidentes relacionados à energia elétrica. A cada episódio, a série traz a combinação perfeita de um programa investigativo, emotivo e cheio de entretenimento, relatando as tragédias através do depoimento de pessoas que estiveram envolvidas nestes casos, como familiares das vítimas, polícias, médicos. A fim de conscientizar a população e alertar para os riscos.
O Corcunda: Duelo para Ator e Catedral Gótica – É um projeto teatral que toma o clássico imortal “Corcunda de Notredame”, do escritor francês Victor Hugo, como base para a construção de um solo teatral na forma de uma grande maquete cenográfica como uma personagem viva, pulsante e tão vital para a cena como o próprio ator. Através da arte e da cultura as pessoas vão conseguir se transformar em cidadãos e vão conseguir emancipação e liberdade. Esse era o sonho dele como gestor e artista.
Esta semana foi realizada a quinta rodada da Comissão de Análise de Editais (CA), que apreciou mais 34 projetos inscritos no edital de 2019 da Lei de Incentivo à Cultura. As produções aprovadas não tem Declaração de Intenção de Patrocínio (DIP), mas estão aptas para captar patrocinador. Os projetos aprovados somam mais de R$ 11 milhões em ações culturais. Outros três ações foram rejeitadas.
Postado por SECEC-RJ em 13/jul/2020 -
Filha de família humilde, porém festeira, a menina nascida na Rua Ceará marcou a cultura nacional de tal jeito que para defini-la, nada menos que “Divina”. Ladeada por imortais como Pixinguinha e Jacob do Bandolim, Elizeth Cardoso – que completaria 100 anos no dia 16 de julho – foi unânime nas serestas, nos palcos e no rádio. Responsável por interpretações clássicas como “Canção do amor demais”, Elizeth será o tema da próxima live promovida pelo Museu da Imagem e do Som, que dessa vez convidou Haroldo Costa, responsável pela alcunha d’A Divina; Paulo Valdez Jr., neto da nossa homenageada; e Pedro Ernesto Marinho, presidente do Cordão da Bola Preta.
A transmissão nesta terça-feira (14), a partir das 18h, na página do Museu da Imagem e do Som no Facebook. Vale lembrar que o MIS guarda a Coleção Elizeth Cardoso, doada pela própria cantora e composta de fotografias, discos, fitas, textos, roteiros de programas, além de troféus, placas, medalhas e indumentária usada em suas apresentações, entre outros itens.
Também durante o mês de julho, o MIS volta a promover a série Depoimentos para a Posteridade, em novo formato. Atendendo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os próximos eventos serão fechados ao público e o material estará disponível no Acervo para futuras pesquisas. No último dia 8, foi a vez do arquiteto Adir ben Kauss, que foi entrevistado pelo também arquiteto Rodrigo Cunha Bertamé Ribeiro, dando continuidade a parceria com o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). Já no dia 22 de julho, o convidado será o historiador Luiz Antônio Simas, que será sabatinado pelo escritor Alberto Mussa. Acompanha nossas redes sociais para conferir trechos desses depoimentos!
Live “A Divina Elizeth Cardoso”
Convidados: Haroldo Costa, Paulo Valdez Jr. e Pedro Ernesto Marinho
Local: facebook.com/mis.rj
Data: 14 de julho, terça-feira
Horário: 18h

Postado por SECEC-RJ em 13/jul/2020 -
A vasta história ligada às artes de Jesus Chediak está imortalizada na Biblioteca Parque Estadual (BPE). A partir desta sexta-feira (10), seus amigos e colegas de trabalho terão um espaço de convivência que foi batizado com o nome do ex-curador da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj), que morreu no início de maio. Por causa da pandemia da Covid-19, a inauguração teve uma cerimônia discreta com a participação da sua mulher, Glória Chediak, da filha, Paloma Chediak, e da jornalista e membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Ana Helena Tavares, que está biografando a obra do artista.

– Jesus sempre pensava na cultura e tinha na sua visão que é através da arte e da cultura que vamos transformar todos em cidadãos. Conseguir a emancipação e a liberdade através da cultura era o sonho dele como gestor e artista, levando arte para todos – disse Glória Chediak.
Durante a cerimônia, Arlene Costa, servidora da Superintendência de Leitura e Conhecimento leu o poema Saudade, que fez em homenagem a Jesus. O texto será transformado em quadro e ficará no novo espaço de convivência, um refeitório reformado, com novas mesas, cadeiras e conforto para os servidores da Sececrj. Objetos pessoais do artista foram guardados e entregues à sua família, como DVDs, livros, uma pedra que recebeu de uma servidora e um item especial, sua lupa, que foi emoldurada.
– A memória do Jesus permanecerá viva. É um dia de muita emoção, mas que tem alegria por poder prestar uma pequena homenagem ao ícone da arte. Lembro de quando ficamos próximos, por causa do seu trabalho como secretário de Cultura de Duque de Caxias, a minha cidade natal. Ensinamentos que lembrarei para sempre – conta a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Jesus Chediak morreu aos 78 anos, no dia 8 de maio, no Rio de Janeiro. Ele tinha o cinema como uma das suas grandes paixões, sendo um profissional completo: cineasta, diretor, roteirista e ator. Experiência que compartilhou com os profissionais da Sececrj diariamente nos últimos anos no cargo de curador.
Além do cinema, ele era formado em Interpretação Teatral e ainda exercia a profissão de jornalista. No teatro, produziu dezenas de espetáculos em diversos estados e também ministrou muitas oficinas.
Jesus também se destacou como gestor, sendo diretor da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, do Teatro João Caetano e da Casa França-Brasil, além de ter ocupado o cargo de secretário municipal de Cultura de Duque de Caxias. No jornalismo, sua outra paixão, ocupou a direção cultural da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
Postado por SECEC-RJ em 10/jul/2020 -
Após um início animador na capital e na Região Metropolitana, o cinema e shows em drive-in estão chegando no interior do estado. Neste período de flexibilização do isolamento social contra o coronavírus, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) continua prestando apoio técnico para a emissão de laudos de segurança, além de dialogar com o setor e demais autoridades. Neste sábado (11), Barra do Piraí, no Sul Fluminense, recebe o primeiro show neste formato, do ex-Barão Vermelho Rodrigo Santos e de outras bandas de rock.
Por causa do fechamento dos cinemas, teatros e casas de shows, o drive-in voltou ao cenário carioca, depois do sucesso entre as décadas de 1960 e 80. Atualmente, há dois estabelecimentos desse tipo em funcionamento – Barra da Tijuca e Niterói – e um terceiro que inaugura nesta sexta-feira (10), também na Barra. Na próxima semana, será a vez da Lagoa. Além de Barra do Piraí, há projetos prontos para aprovação de protocolos e liberação em Nova Iguaçu e Duque de Caxias. Petrópolis e Angra dos Reis estão dependendo da aprovação das prefeituras locais.
– Apoiamos institucionalmente a promoção de eventos neste formato drive-in, passando pela liberação de protocolos junto aos órgãos de saúde, prefeituras e Corpo de Bombeiros e até mesmo curadoria na programação destes espaços – disse Rodrigo de Castro, subsecretário de Eventos e Relações Institucionais da Sececrj.
As medidas para o início da retomada das atividades culturais em todo o estado do Rio de Janeiro foram incluídas no decreto de reabertura gradual da economia publicado em junho. O texto autorizou a realização das produções em formato de drive-in, com os clientes dentro de veículos, sem aglomeração e respeitando todos os protocolos sanitários.
– Todos os setores da cultura foram atingidos pela pandemia da Covid-19. Por isso, começamos a dialogar desde o início com os fazedores de cultura de todo o estado para tratar do assunto. Desde junho, está autorizado esse tipo de evento em drive-in e acompanhamos para saber se as medidas de segurança estão sendo tomadas – disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, Danielle Barros.
Informações sobre o evento em Barra do Piraí podem ser obtidas pelos telefones (whatsapp) (24) 981167205 ou (24) 992381144.