Postado por SECEC-RJ em 09/jul/2020 -
Um dos principais espaços ao ar livre da cidade do Rio de Janeiro, o Parque Lage reabriu as suas portas nesta quinta-feira (9), após quase quatro meses fechado como medida preventiva de combate ao contágio do novo coronavírus, voltando a ser uma opção de lazer para cariocas e turistas. A reabertura está sendo gradual, respeitando as regras da flexibilização dos decretos do município e do Governo do Estado, publicados no mês passado e também das autoridades de saúde. Ainda há diversos pontos de restrições, como a Escola de Artes Visuais, que segue com aulas somente on-line.
Após diversas reuniões, o Parque Lage – um equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) – passou a contar com um plano de reabertura, respeitando todas as medidas de saúde. O funcionamento é de 10h às 16h, de segunda-feira à domingo. Os cuidados começam logo na entrada principal, a única que está funcionando. Os visitantes só podem entrar com máscaras e têm a temperatura aferida. Há um limite de 200 pessoas acessando o parque por hora.
– Os espaços estão reabrindo com base em diversos estudos de segurança para garantir o bem-estar de todos, dos funcionários aos visitantes. Para isso, sempre estamos dialogando com todos os setores para fomentar uma cultura segura nesse período em que ainda enfrentamos a pandemia do novo coronavírus – conta Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio.
Os funcionários estão utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para manter todos os ambientes higienizados. Há também pontos para que visitantes utilizem álcool em gel. O Quiosque Plage também voltou a funcionar, mas deve seguir regras, como distanciamento entre consumidores e materiais descartáveis para o consumo, além de outras medidas de saúde.
_ Queremos deixar de recado para os visitantes é que eles são muito bem-vindos, nos queremos que eles venham e participem do Parque Lage. Cada cidadão tem o seu papel nessa preservação, usando seus equipamentos de proteção individual e não criando aglomeração, sendo um cidadão para si e para o outro – disse Yole Mendonça, presidente da escola de Artes Visuais do Parque Lage.
Um dos principais pontos procurados pelos turistas, o Palacete será reaberto nesta sexta-feira (10), a partir de 10h. A entrada de visitantes será monitorada por funcionários dotados de contadores, limitando-se a entrada de 100 pessoas por vez. Não será permitida a permanência de visitantes nas rampas da entrada e os espaços de espera dentro do pátio para fotos na piscina será delimitado. O restaurante e as lojas seguem as mesmas recomendações.
Outros pontos turísticos dentro do Parque Lage não vão reabrir neste momento para evitar aglomeração. O acesso à Capelinha, Grutas, Aquário, Parque Infantil, Cavalariças e áreas de piquenique estão lacrados com o uso de fitas. Também está proibido a realização de confraternizações, eventos e piqueniques em áreas abertas da unidade, assim como o trânsito de veículos motorizados – exceto prestadores de serviços, entrega de materiais e funcionários.
Postado por SECEC-RJ em 08/jul/2020 -
Com as portas fechadas desde o início da pandemia do novo coronavírus em março, a rede de museus do Rio de Janeiro faz planos para quando voltar a receber visitantes. Em um período de flexibilização de diversos setores, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj), através da Superintendência de Museus, criou um documento com recomendações para auxiliar na elaboração de protocolos para os museus em tempo de pandemia da Covid-19. Confira o documento neste link.
O texto entrou na lista de protocolos de reaberturas nacionais e internacionais do International Council of Museums (Icom Brasil), organização não-governamental que mantém relações formais com a Unesco, executando parte de seu programa para museus. O documento levou em consideração algumas referências, como da própria Icom e do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). Todos seguem as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
– Nossa equipe elaborou esse documento com base em protocolos e legislações existentes. Com este estudo, trouxemos as normas para a nossa realidade no estado do Rio para que qualquer museu do território fluminense consiga adaptar aos seus espaços. É um documento para servir de referência para os profissionais do setor neste momento de pandemia – explica a superintende de Museus da Sececrj, Lucienne Figueiredo.
No protocolo da Superintendência de Museus, algumas ações refletem o momento atual, quando os espaços seguem fechados para o público, mas que há atividades internas. Existem orientações para a segurança dos funcionários, orientações para uso de EPIs e liberação para home office quando for necessário. O documento também aborda medidas para as próximas etapas da flexibilização, de uma possível abertura para os visitantes.
– A Cultura possui diversos segmentos, por isso todos devem receber as suas orientações específicas para o início da flexibilização. Mas tendo a certeza que o período da pandemia da Covid-19 ainda não passou, os cuidados devem receber a mesma atenção. O protocolo dos Museus leva em consideração as características para servir de referência para todo o estado do Rio – disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj), Danielle Barros.
Com as mudanças das bandeiras de flexibilização do estado e das cidades, o documento pode ser alterado, sendo atualizado com novas orientações com base nos protocolos das autoridades de saúde pública.
No período de pandemia da Covid-19, a Superintendência de Museus da Sececrj disponibilizou o #MuseuPresente, um canal de consultoria e assessoria online aos profissionais de museus de todo o estado do Rio de Janeiro. Quem tiver dúvidas pode entrar em contato pelo email museupresenterj@gmail.com ou pelo telefone (21)99001-3600.
Postado por SECEC-RJ em 07/jul/2020 -
Com as restrições provocadas pelo isolamento social do novo coronavírus, a Cultura Solidária segue realizando ações de assistência à profissionais da área das artes que estão passando por dificuldades neste período. Contando com parcerias, a campanha da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), já ajudou mais de 7 mil famílias, com cestas básicas, kits de limpeza, higiene, livros, água e máscaras, atendendo fazedores de cultura de 25 cidades.
– Abrimos a Biblioteca Parque Estadual, o Imperator e a Casa França-Brasil para apoiar todos os fazedores de cultura do estado do Rio que estão vivenciando um período de fragilidade em virtude do coronavírus. Isso foi possível através de parcerias que fizemos, atendendo cerca de sete mil famílias. Nós continuamos trabalhando em editais para fomentar a arte, garantir o apoio emergencial, mas também na ponta, com a doação de mantimentos diversos. – disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Novo parceiro da Sececrj, o Instituto GPA também está apoiando o gabinete humanitário. Com a sua experiência nesse tipo de ação, a organização privada sem fins lucrativos vai reforçar o Cultura Solidária em novas ações.
Na primeira semana de doações, foram recolhidos quase 300 quilos de alimentos com supermercados, além de material de limpeza. Nesta terça-feira (7), a Sececrj fez a doação de 100 cestas básicas, 100 kits de higiene, livros e camisas para artistas de rua e staff de eventos em Rio das Ostras.
A campanha começou em meados de março, com auxílio a profissionais do circo, na capital e interior. Depois disso, foi estendida a outros grupos, como o Retiro dos Artistas, coletivos culturais e ONGs da Economia Criativa. Na a campanha Cultura Solidária, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa contou com a parceria da Fecomércio RJ, Instituto Souza Cruz, RioSolidário, Unilever, Oh a Água, Audaz Filmes, Rio Filme e Prefeitura do Rio.
Postado por SECEC-RJ em 06/jul/2020 -
A Lei Aldir Blanc foi tema de uma reunião virtual da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro com gestores municipais dos 92 municípios, além da participação de deputados federais e estaduais, nesta segunda-feira (6). Na conversa, o início de um alinhamento para mapear os profissionais e espaços para as ações emergenciais para a cultura.
A reunião tratou das dúvidas dos municípios sobre a efetividade da lei, principalmente da forma como será feito o processo de cadastramento dos fazedores de cultura. Sancionada pelo Governo Federal no final de junho, a lei 14.017 tem objetivo de ajudar profissionais e organizações culturais que perderam renda em razão da crise do coronavírus.
Segundo a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, Danielle Barros, o desejo é que os estados e municípios tenham acesso aos dados do Governo Federal, criando um alinhamento de informações. Também participaram do encontro os deputados federais Aureo Ribeiro e Jandira Feghali e os deputados estaduais Dani Monteiro e Waldeck Carneiro.
– Estamos aguardando essa regulamentação para ver se essa sincronização é possível. Mas, caso isso não ocorra, já estamos estudando a possibilidade de criar um sistema de cadastro estadual. Lembrando que todo processo tem que ser transparente, respeitando todos os processos – explica Danielle Barros, que vai participar de uma reunião do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura com o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, nesta terça-feira (7).
Na reunião, a Sececrj também salientou outros assuntos importantes entre estado e municípios. Um deles é a criação do Fundo Municipal de Cultura, que apenas 25 cidades possuem até o momento. A existência facilita possíveis transferências de recursos, dos Governos Estadual e Federal. Ficou acertado duas novas reuniões: no dia 13 com a Mesa Diretora do Fórum Estadual de Secretários e Dirigentes de Cultura do Rio e com todos os secretários no dia 20.
– Temos o objetivo de fomentar cultura em todo o estado do Rio. Por isso, reuniões desse tipo são importantes para aproximar os secretários. Ouvir ideias, buscar soluções juntos, tendo a união como ferramenta essencial – completa Danielle Barros.
Postado por SECEC-RJ em 03/jul/2020 -
Mais de quatro mil livros doados em apenas um mês. Exemplares que serão ferramentas para a libertação de livros e montagem de salas de leitura em diversas ações pelo estado. Lançado no dia 4 de junho pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), o Rota da Leitura já percorreu bairros das Zonas Sul, Norte e Oeste, valorizando e divulgando a corrente solidária em prol do incentivo ao hábito da leitura. No total, foram 4.011 livros neste período.
Após o carro buscar os livros nas casas dos doadores, a Superintendência de Leitura e Conhecimento da Sececrj faz a triagem de todo o material na Biblioteca Parque Estadual, realizando a higienização e classificando por segmento. Na lista estão clássicos como “Mundo de Sofia”’ Memórias Póstumas de Brás Cubas” e “O Pequeno Príncipe” e o best seller “Uma Breve História da Humanidade”.
– Livros foram feitos para serem lidos, é com essa ideia que pessoas estão se voluntariando e doando livros, criando uma grande corrente literária – conta Pedro Gerolimich, superintendente de Leitura e Conhecimento da Sececrj.
Para se inscrever, os interessados em doar livros para o projeto podem entrar em contato pelo link. São aceitos no roteiro a ser traçado no mínimo 10 livros, que podem ser de qualquer estilo, tem que estar em bom estado de conservação e não pode apenas ser didático (caráter pedagógico utilizado nas escolas). O material, que será higienizado, vai ser utilizado em ações em locais com baixos índices de leitura e pouca oferta de equipamentos culturais. Os doadores vão ganhar um Diploma de Amigo da Leitura.

– Temos um carinho muito especial com esse projeto e ficamos felizes com a boa aceitação. São mais de quatro mil livros que serão importantes para incentivar a leitura em todo o estado. E reforçamos que as inscrições estão abertas e todos podem doar – disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
Postado por SECEC-RJ em 03/jul/2020 -
A secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), Danielle Barros, esteve em Bom Jardim e São Fidélis nesta semana para acompanhar o processo de instalação do complexo de exibição de filmes do programa “Cinema da Cidade”. Os dois municípios serão beneficiados ao lado de Miracema, São Pedro da Aldeia e Cordeiro. O projeto é idealizado pela Secerj e Ancine e terá investimento total de mais de R$ 18,750 milhões, dividido entre os Governos Federal e Estadual. A verba já estava liberada antes do início da pandemia do novo coronavírus.

Localizado no Norte Fluminense, São Fidélis tem 38.669 habitantes (segundo o IBGE) e voltará a ter cinema depois de décadas. O terreno fica na área central, com fácil acesso. Já Bom Jardim, na Região Serrana, tem 39.184 habitantes e já conta com um cinema histórico, para 300 pessoas, que será reformado. Nos dois casos, o processo de licitação será publicado no Diário Oficial do Estado nos próximos dias.
– Quando falamos que a cultura é para todos é pensando em cada município do estado. O Cinema na Cidade é um dos projetos que estamos executando pensando na democratização do acesso à cultura. Estive no terreno onde o projeto será executado em São Fidélis, no Norte Fluminense e vamos levar para a cidade um cinema depois de três décadas. Também visitei o local onde será realizado o projeto em Bom Jardim, que tem uma temática diferente, recuperando um cinema histórico do município. É a preservação da cultura local, transformando em um ambiente moderno com um complexo cinematográfico que gera emprego e fomenta arte – disse Danielle Barros.
Em junho, as obras em Cordeiro foram retomadas pela empresa responsável. Uma equipe da Sececrj vistoriou o serviço, que está com mais de 30% executado e segue todas as medidas de saúde necessárias no período de pandemia da Covid-19. Pelo andamento do trabalho, a previsão é esteja com 50% concluído nos próximos 60 dias.
O Cinema da Cidade – que integra o Programa Cinema Perto de Você – vai levar complexos de exibição de filmes em municípios de pequeno e médio porte (entre 20 mil e 100 mil habitantes) que não contam com salas de cinema comerciais. Cada complexo exibidor terá duas salas com capacidade total para 168 lugares – em Bom Jardim, já existe uma sala para 300 pessoas. Com isso, o setor audiovisual também vai movimentar a economia local com previsão da geração de pelo menos 300 empregos diretos e indiretos, com uma plateia de 80 mil espectadores por ano.
Postado por SECEC-RJ em 29/jun/2020 -
Democratizar o conhecimento é o norte adotado pela série “Conhecendo Museus”, da TV Brasil, que dedicou seu último episódio à história do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. De forma descontraída, o programa desta semana, disponível futuramente também no YouTube, abordou aspectos e curiosidades das diversas tipologias do acervo, com mais de 310 mil itens, ajudando a contar de maneira didática e divertida um pouco da trajetória da instituição de quase 55 anos.
“Conhecendo Museus” também tem como missão aproximar o público – de todas as idades – à produção e ao trabalho dos principais museus do país. O projeto está em sua 5ª temporada e é fruto da parceria entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a Fundação José de Paiva Netto (FJPN) e o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Confira mais informações no site
O Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro foi inaugurado em 1965 e é considerado o primeiro museu audiovisual do Brasil. Atualmente, está dividido em dois prédios: Praça XV e Lapa. Atualmente, o MIS conta com um acervo de cerca de 1.100 depoimentos com, aproximadamente, quatro mil horas de gravação abrangendo os mais diversos segmentos da cultura.
São mais de 30 coleções que reúnem 304.845 documentos nos mais variados suportes. São 93 mil fotografias, incluindo 1700 negativos em vidro e 26 mil estereoscópicas, de grande valor histórico, algumas raras; uma discoteca de quase 60 mil discos entre, LPs, compactos e 78 RPM, das diversas coleções, incluindo cerca de 18 mil discos da Rádio Nacional, reunindo músicas, novelas e scripts de programas que marcaram época. A maioria das coleções chegou ao MIS por meio de doação, e algumas foram adquiridas no momento de sua fundação.
Além do acervo documental, o MIS possui uma reserva técnica, onde estão guardados os objetos tridimensionais das diferentes coleções, e uma Biblioteca com cerca de 9 mil títulos entre livros, catálogos, revistas e teses. Na reserva técnica encontramos preciosidades como o saxofone de Abel Ferreira, o piano de Ernesto Nazaré, indumentárias de Elizeth Cardoso, o bandolim do Jacob, entre outros.
Postado por SECEC-RJ em 29/jun/2020 -
Uma parceria para fomentar e fortalecer a educação e a cultura no Rio de Janeiro. Na manhã desta segunda-feira (29), a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) e a MultiRio – Empresa Municipal de Multimeios, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio – assinaram um termo de cooperação na área. O acordo tem a intenção de juntar forças na produção do programa “MultiRio Para Todos”, com uma ação integrada de conteúdos culturais entre os órgãos.
O termo de cooperação prevê um intercâmbio de experiências e utilização de equipamentos desenvolvendo projetos conjuntos envolvendo materiais e produção midiática nas áreas de Educação e Cultura. A secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, Danielle Barros, reforçou a importância de dar visibilidade aos programas que engrandecem os segmentos.

– Sou professora e sei da importância da educação na formação do cidadão. Nesta parceria, vamos democratizar o acesso cada vez mais em prol dos cidadãos e do bem público. Um dos nosso principais objetivos à frente da pasta é fomentar cultura para toda a população do estado do Rio e ter a possibilidade de fazer isso numa parceria com um canal de educação é importantíssimo. Com as redes sociais, pretendemos criar conteúdos não somente para a cidade do Rio, mas sim para o estado e para o país – disse Danielle Barros.
O presidente da MultiRio, professor Cláudio Elias, complementa dizendo o quão a cultura é um setor transformador e que tem muito a colaborar. “Com este acordo, tenho certeza, que o conteúdo oferecido aos alunos da rede será enriquecido, gerando maior interesse pelos temas do currículo. Estamos felizes em poder compartilhar nossas produções com a Secretaria de Estado Cultura do Estado”, enfatiza Cláudio, que contou também com a visita do deputado federal Aureo Ribeiro.
Postado por SECEC-RJ em 27/jun/2020 -
Para celebrar o Dia do Orgulho LGBT+, comemorado neste domingo (28), a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) preparou uma seleção de indicação de filmes e séries que debatem a temática. Uma diversão online em época de pandemia da Covid-19. Na lista que será divulgada nas redes sociais, há histórias que mostram os desafios de superação, luta de classes e políticas para a inclusão na sociedade. O YouTube da Sececrj também irá exibir curtas-metragens do edital Elipse, a partir das 16h.
O debate sobre o assunto é continuo na Sececrj. Em janeiro a Biblioteca Parque Estadual recebeu a Semana da Visibilidade Trans. Foram quatro dias de mesas de palestras e exposição de diversas obras que teve como objetivo abordar os desafios da população transexual e fomentar o debate sobre a diversidade.
– A Cultura tem um papel fundamental no debate sobre a diversidade sexual. Mas não somente nas datas de celebração, mas durante todo o ano numa busca por diálogo, sensibilidade e reflexão. Tudo para chegar a uma sociedade plural, sem espaço para preconceitos. Por causa da pandemia do novo coronavírus, esse ano vamos indicar filmes e séries para que todos possam refletir sobre o assunto em sua casas – disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
A seleção de filmes e séries foi definida pela Superintendência de Audiovisual da Sececrj. Entre eles, está o filme “Milk: A Voz da Igualdade”, que conta a história do ativista gay Harvey Milk, o primeiro homossexual declarado a ser eleito para um cargo público nos Estados Unidos, ainda no final dos anos 1970. “São histórias que mostram a luta por diretos iguais e que servem de exemplo para todo o mundo. Em época de pandemia, quando não é possível realizar atividades presenciais, o cinema é um braço da cultura para alimentar esse debate”, conta Vinicius Azevedo, superintendente de Audiovisual.
Revelação
‘Milk: A Voz da Igualdade’
‘Café da Manhã em Plutão’
Sense 8
Orange Is The New Black
Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
Flores Raras
A Garota Dinamarquesa
Adeus, Estrada de Tijolos Amarelos
Broto
Vó, A Senhora É Lésbica?
Tipo Sangue
Estranhas
Postado por SECEC-RJ em 24/jun/2020 -
Nos meses de junho e julho, o “Histórias por telefone” estará em clima de festa junina. Sem aglomerações por causa da pandemia do novo coronavírus, a temática está sendo indicada aos contadores para manter viva a tradição de uma das festividades mais populares do Brasil. Lançado em março pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), o projeto – de contação de histórias, via telefone, para pessoas que estão em isolamento social – tem 7.260 inscritos (1.653 voluntários e 5.607 ouvintes).
A Superintendência de Conhecimento e Leitura da Sececrj está indicando diversas referências da literatura de cordel, poesias e letras de músicas que valorizam a tradição das festas juninas. Entre as dicas, há trabalhos consagrados do cordelista Francisco Diniz, do cantor e compositor Luiz Gonzaga e dos poetas Manuel Bandeira , Faffi (Silvia Giovatto), Augusta Schimidt, Mário Osny Rosa e Alberto Caieiro.
– Nesses meses de junho e julho, vamos fazer uma homenagem às famosas festas juninas, a literatura de cordel e todo nosso folclore com histórias e poesias ligadas a essa narrativa. Então, quem ouvir histórias do projeto e quem estiver contando elas vão utilizar essa temática A gente acredita que através da leitura o seu dia pode ficar um pouquinho mais feliz – explica o superintendente de Leitura e Conhecimento da Sececrj, Pedro Gerolimich.
As inscrições para participar do Histórias por Telefone seguem abertas. Para isso, a pessoa deve fazer a inscrição no link informando alguns dados pessoais. O mesmo vale para quem quer ser voluntário. O projeto é principalmente voltado para os idosos, considerados grupo de risco na pandemia da Covid-19. “Ficamos muito felizes pela quantidade de inscrições que o projeto recebeu nos últimos meses. Isso mostra a importância de fomentar a cultura para as pessoas que estão em isolamento social, em muitos casos sozinha, precisando de atenção. Uma grande corrente positiva em um período difícil”, disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
Quem quiser se inscrever para ouvir histórias ou indicar amigos e familiares que precisam de ajuda basta clicar aqui.
Se você quer ser um contador de histórias, basta clicar aqui.