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A SECEC está de casa nova

Postado por SECEC-RJ em 24/jul/2019 - Sem Comentários

Em novo endereço há pouco mais de duas semanas, desde o dia 5 de julho, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa está devidamente instalada no segundo andar da Biblioteca-Parque Estadual, na Avenida Presidente Vargas 1.261, bem ao lado do Campo de Santana.

A motivação do Secretário Ruan Lira em fazer a mudança se deveu a uma determinação de melhor utilizar os  recursos públicos, compromisso firmado pelo plano do Governo Wilson Witzel desde o início da sua gestão. Na nova casa, a economia mensal para o Governo do Estado será em torno de R$ 500 mil, somatório do que era pago, anteriormente, em aluguel, condomínio e IPTU.

Embora alguns pequenos ajustes operacionais e técnicos ainda estejam sendo feitos, em decorrência da mudança, todos os funcionários das assessorias e superintendências que fazem parte da estrutura da  SECEC estão trabalhando normalmente, de segunda a sexta-feira.

Nem mesmo o atendimento prestado pela Assessoria do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PEFIC) sofreu interrupções nessas primeiras duas semanas.

A convivência com os funcionários e com os visitantes da Biblioteca-Parque Estadual não poderia ser mais cordial: a BPE continua recebendo leitores, pesquisadores e estudantes para consultas a livros, participação em oficinas e demais atividades oferecidas pela instituição.

Mais informações no e-mail ascomcultura@gmail.com.

Exposição coletiva na BPE reúne obras em torno da palavra e da imagem

Postado por SECEC-RJ em 23/jul/2019 - Sem Comentários

De 2 de agosto a 6 de setembro, a Biblioteca-Parque Estadual recebe a exposição “Sala de Leitura”. Com obras de 20 artistas contemporâneos cariocas, o curador Osvaldo Carvalho propõe uma reflexão em torno da palavra, da imagem e da leitura: da mera decodificação de um texto à interpretação da obra de arte. Com coordenação de Lia do Rio, a mostra tem entrada franca.

A mostra reúne cerca de 50 obras, de técnicas variadas: pinturas, assemblages, colagens, videoarte, performance, desenho, esculturas e objetos. Além da mostra expositiva, o evento prevê outras atividades culturais.

Na abertura, durante a tarde de sexta-feira, um “flash mob” com artistas e convidados pretende surpreender os passantes pela Avenida Presidente Vargas. Outra atração do vernissage é a performance de Isabela Frade. Ao longo da exposição ocorrerão atividades extras como oficina de artes e bate-papo com os artistas e curador.

Artistas

  • Ana Herter
  • Angela Rolim
  • Cecilia Cipriano
  • Claudia Malaguti
  • Gilda Lima
  • Gilda Lima
  • Hudson Lima
  • Isabela Frade
  • Jo Iocken
  • João Moura
  • Júnia Azevedo
  • Ligia Calheiros
  • Luiz Badia
  • Marciah Rommes
  • Miro PS
  • Petrillo
  • Roberto Tavares
  • Rosi Baetas
  • Sandra Macedo
  • Teresa Stengel

Curadoria: Osvaldo Carvalho

Serviço

Exposição de arte
Título: Sala de Leitura
Coordenação: Lia do Rio
Abertura: 2 de agosto de 2019 (sexta-feira), às 16h
Visitação: até 6 de setembro
Local: Biblioteca-Parque do Estado
Endereço: Av. Presidente Vargas 1.261, Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca
Classificação etária: livre

O que você não sabia sobre o Corpo Artístico do Theatro Municipal

Postado por SECEC-RJ em 22/jul/2019 - Sem Comentários

Apesar do seu nome, o Theatro não pertence ao Município e sim, ao Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é um dos Equipamentos Culturais da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, e está sob a direção da Fundação Teatro Municipal.

O Theatro Municipal, atualmente com 2.226 lugares, é considerado a principal casa de espetáculo do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul. Ao longo de pouco mais de um século, a casa tem recebido em seus palcos grandes artistas internacionais e os principais nomes da cultura brasileira, representantes da dança, música, ópera e artes cênicas.

theatro municipal rj
Theatro Municipal, 2019

Corpo artístico próprio

Desde a décado de 30, o Theatro Municipal se preocupa em manter seu próprio corpo artístico. Hoje, é a única instituição cultural brasileira a manter, simultaneamente, um Coro, uma Orquestra Sinfônica e uma companhia de Ballet, responsáveis pela realização das temporadas artísticas oficiais.

Coro

coro theatro municipal

O Coro do Theatro Municipal foi criado em 1931, mas sua organização efetiva só ocorreu a partir de 1933, após a nomeação de Santiago Guerra, seu primeiro maestro titular, durante a ópera Andrea Chénier.

Muitos nomes influentes já passaram pela direção do Coro. No período em que o maestro Andrés Máspero foi nomeado titular, entre 1978 a 1982, o Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi considerado um dos melhores do mundo em seu gênero pela revista Ópera News.

O Coro do Theatro Municipal participa das óperas nas temporadas líricas, assim como de concertos sinfônicos e ballets. Desde sua criação já cantou em mais de uma centena de produções de óperas, desde Orfeo de Monteverdi até títulos de compositores brasileiros.

Em suas atuações cênicas, o Coro já foi dirigido por nomes como Franco Zefirelli, Lamberto Puggelli, Wolf Siegfried Wagner, Hugo de Anna, Gianni Rato, Adolfo Celli, Oscar Figueroa, Margarita Wallmann, Sonja Frissell, Werner Herzog, Sérgio Brito e Gerald Thomas.

Para as apresentações com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, ou com outras orquestras para as quais é constantemente convidado, possui um vasto repertório, que vai desde o Barroco até a produção contemporânea.

Orquestra Sinfônica

orquestra sinfônica theatro municipal

Em 1931, o mesmo decreto que criou o Coro, determinou também a criação da Orquestra do Theatro Municipal. Para isto, o então Prefeito do Distrito Federal, Adolfo Bergamini, organizou uma comissão formada por dois professores do Instituto Nacional de Música, os maestros Luciano Gallet e Francisco Braga, e dois italianos residentes na cidade, os maestros Silvio Piergili e Salvatore Ruberti, a quem encomendou o projeto para a criação da orquestra.

Com os músicos recrutados através de concurso, em 05 de setembro de 1931 a OSTM fazia seu primeiro concerto, tendo como solista o tenor Tito Schipa, sob a regência de Francisco Braga, que se tornou seu primeiro maestro titular. Em 1934, o prefeito Pedro Ernesto determinou um acréscimo no número de seus elementos de modo a proporcionar um maior rendimento artístico e a abordagem de repertórios mais complexos.

Ao longo de sua trajetória a OSTM não só se dedicou ao repertório lírico e de ballets, como também ao sinfônico, realizando concertos no Theatro Municipal, Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano e Museu de Arte Moderna, dentre outros espaços.

Desenvolve importante ação cultural apresentando-se para um público muito amplo e diversificado em inúmeras cidades do Estado do Rio de Janeiro, tendo participado também de eventos como os Festivais de Música da Guanabara, o Festival Villa-Lobos, a Bienal de Música Brasileira Contemporânea e o Projeto Aquarius. Realizou também inúmeras estreias de obras dos principais compositores brasileiros, muitas vezes sob a direção dos próprios autores.

Alguns dos maiores nomes da regência têm dirigido a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. Atualmente a Orquestra possui um quadro de 114 instrumentistas, sendo 76 músicos efetivos e os demais contratados de acordo com o repertório a ser apresentado.

Ballet

ballet theatro municipal rj

A história do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro começa em 1927, quando a bailarina Maria Olenewa fundou a primeira escola de dança do Brasil, sediada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Olenewa, integrante da Companhia de Bailados de Leonide Massine, que lecionou na Escola de Danças do Teatro Colón de Buenos Aires e dançou no Brasil em 1921, fixou residência no Rio de Janeiro. Animada com as aulas particulares de ballet que ministrava na cidade, tomou a iniciativa de propor a criação da Escola de Dança, dando início à formação de bailarinos para integrar um futuro Corpo de Baile.

Inicialmente, Corpo de Baile e Escola de Dança se fundiam numa única estrutura na apresentação de espetáculos, até que, em 1936, foi oficialmente criado o Corpo de Baile com a separação definitiva entre escola e companhia profissional.  A partir de então, o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro vem cultivando um extenso repertório, baseado nos grandes títulos clássicos de todos os tempos e a produção contemporânea. Ao longo de sua existência foi dirigido por grandes nomes da dança e contou com a colaboração de coreógrafos de prestígio internacional.

Game XP em tamanho superlativo: duas vezes mais atrações e espaço 60% maior

Postado por SECEC-RJ em 19/jul/2019 - Sem Comentários

Não será este ano que a Game XP, em sua segunda edição, perderá o título de maior evento gamer do Brasil e maior gamepark do mundo. O que já era grandioso, extrapolou as medidas: a área utilizada do Parque Olímpico da Barra foi aumentada em 60% (160 mil m²) e o número de atrações duplicou.

Além disso, o tempo de permanência diária no parque também foi estendido, das 10h às 21h – com certeza, um dia apenas não será suficiente para aproveitar tudo o que a Game XP oferece, de 25 a 28 de julho.

Criado pelos mesmos realizadores do Rock in Rio e da CCXP, mais o Grupo Globo, a Game XP 2019, um projeto de cerca de R$ 24 milhões, conta com o patrocínio de R$ 4,75 milhões  via Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Desse montante, a Oi investiu R$ 4 milhões e a Ambev, R$ 750 mil.

A expectativa deste ano é de receber 100 mil pessoas nos quatro dias do evento, uma experiência de entretenimento direcionada à toda a família, num ambiente com conforto, seguro e descontraído.

Para quem vai só pelos games, eles irão ocupar as três arenas olímpicas do Parque. Uma delas, a Oi Game Arena (arena 1) concentrará os eSports – até 4 mil pessoas poderão assistir simultaneamente a campeonatos profissionais e oficiais e batalhas épicas dos principais jogos da atualidade. As finais do Brasileirão de Rainbow Six e a liga feminina Game XP de CS:GO estão confirmadas.

Mulheres competem em um jogo de CSGO | Game XP 2018 – Divulgação

Atrações inéditas

Há muitas atrações inéditas no país no parque de diversões, como a montanha-russa da empresa alemã VR Coaster, que irá misturar as sensações reais com uma corrida virtual de naves especiais, em diferentes cenários, como portais do tempo. A DinoMundi Experience permitirá que o público mergulhe, em VR e 4D, numa volta ao mundo jurássico, com direito a cheiros, sons e texturas.

Outras diversões são a pista de kart elétrico; o teleférico, que vai cruzar todo o Game XP pelos ares; a parede de escalada, com diferentes alturas e níveis de dificuldades; o drop, com uma queda de 40m de altura; o labirinto gigante; o laser tag e a roda gigante da Oi.

Fazem parte também da Game XP o palco Gênesis, com curadoria de Zé Ricardo (Palco Sunset e Palco Favela do Rock in Rio) e Claudio da Rocha Miranda Filho (New Dance Order do Rock in Rio), que apresentará Cat Dealers e Anavitória (25/07), IZA (26/07), Projota, Zeeba (27/07), Mano Brown (28/07) e Game XP Sinfônica (diariamente); o Beer Garden, um grande ponto de encontro; a Art Street, com artistas vendendo seus trabalhos em prints, sketchbooks e artes originais; e a Inova Arena, espaço dedicado à tecnologia e inovação com palestras sobre tecnologia na educação, tecnologia na saúde, cidades inteligentes e gadgets of the future (robôs, dispositivos de comando de voz, roupas inteligentes etc).  

O Game XP tem tudo para divertir moradores e atrair mais turistas para o Rio de Janeiro, com atrações para diferentes gostos e idades e, principalmente, pela oportunidade de trazer para o mundo real a experiência e a adrelina dos videogames.

Serviço: Game XP 2019

Quando: de 25 a 28 de julho, das 10h às 21h.

Local: Parque Olímpico da Barra – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401.

Mais informações no site https://www.gamexp.com.br/

MIS da Praça XV recebe a Semana do Livro Nacional

Postado por SECEC-RJ em 19/jul/2019 - Sem Comentários

Neste sábado (20/07), o Museu da Imagem e do Som da Praça XV realiza na sua sede e nos jardins a Feira do Livro Nacional, uma tarde com debates, palestras, workshops e lançamentos de novos títulos.

A temática do encontro é abrangente e isenta de preconceitos, abraçando escritores mais tradicionais, adeptos do livro impresso, e outros que formaram seu público exclusivamente no mundo virtual.

Entre os convidados, Thati Machado, que já conta com mais de um milhão de leitores na plataforma digital Wattpad, com histórias que falam de gordofobia, relacionamentos abusivos, empoderamento e transexualidade. Outro jovem escritor em alta é Juan Jullian, autor de narrativas que abordam a vivência LGBT+, racismo e referências do mundo pop.

O evento também terá a participação de Marlon Souza: ele publicou seu primeiro livro em 2015 e transita por diversos gêneros, incluindo a literatura fantástica, além de ser blogueiro, mediador de eventos literários e editor de um site de notícias. 

A programação é feita para quem quer entender os novos rumos da literatura e como o mercado editorial permanece bastante ativo para quem se arrisca em novas ferramentas de publicação e divulgação.

Programação

13h – Abertura – Diversidade na literatura: bate-papo com Thati Machado e Leonardo Antan

14h às 15h – Mesa 1 – As vozes coletivas das antologias: Bianca Landim, Clara Magalhães, Márcio Muniz, Danny Tavares, Vanessa Nunes e Vincento Hughes

15h – Lançamento da antologia “Sombras da Noite”, com os autores Fernanda Egger, Alexandre Tavares Sergio, Emersoon Lima, Gabriela Bilangieri e Marlon Souza

15h às 16h – Mesa 2 – As narrativas femininas e o mercado literário atual: Roxane Norris, Adriana Igrejas, Cátia Mourão, Janda Montenegro e Juliana Mendes

16h às 17h – Mesa 3 – Quais formas de publicação? – com Mari Monni, Liz Negrão, Adriana Vaitsman e Alessa Ablle

17h às 18h – Mesa 4 – Criando Best-sellers: os novos nomes da literatura brasileira, com Andressa Tabackzinski, Flávia Iriarte e Juan Julian

Serviço

Data: 20/07

Horário: 14h às 19h

Entrada Gratuita

Evento no Facebook

Local: Praça Luiz Souza Dantas, 01, Praça XV – Centro, RJ

Informações: 2332-9499 / comunicacao@mis.rj.gov.br

Sarau Multicultural estimula conexões Brasil – França

Postado por SECEC-RJ em 19/jul/2019 - Sem Comentários

O Sarau é uma iniciativa que acontecerá uma vez por mês, na quarta sexta-feira do mês, em locais diferentes pelo Rio de Janeiro. Começa dia 26/07 na BiblioMaison e continua dia 23/08 na Biblioteca – Parque Estadual.

A ideia é abrir um espaço para trocas entre as culturas francesa e brasileira, da forma mais democrática possível. Além de apresentações de artistas convidados, o sarau contará com um momento de microfone aberto para qualquer um poder participar e se expressar, através de qualquer forma artística e/ou cultural.

Todos são bem-vindos para se juntar, simplesmente assistir ou participar.

Programa

1° bloco

18h30 – 19h30

Conexões musicais Brasil-França – Lucas Félix e Jorge Carvalho de Mello
Poesias do livro “O encontro poético das sarauzeiras oníricas” (Ed. Malê)
Voz e violão – Ricardo Vilas

30 min – Palco aberto

2° bloco

20h – 21h

Show ‘Samba tem história’ – Haroldo César com Ana e Jujuba
Bate-papo ‘Samba na Rocinha’ – Amaury Cardoso
Performance “Em meu diário já vários girassois pintados” – Sandra Calaça – Texto de Antonin Artaud sobre Van Gogh.

Evento gratuito, em francês e português, sujeito à lotação.

Fechadura do quarto de Dona Maria I é recuperada pelo INEPAC

Postado por SECEC-RJ em 18/jul/2019 - Sem Comentários

Uma fechadura sem muitos ornamentos, de desenho tão austero quanto a arquitetura do imóvel a que pertencia, o Convento do Carmo, na Praça XV, foi recuperada nessa quarta-feira (17/07) pelo diretor-geral do INEPAC, Claudio Prado de Mello.

Para reavê-la, o funcionário da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa fez um trabalho de detetive, menos pelo valor material do objeto e mais por sua simbologia histórica: a fechadura guardava a porta dos aposentos de Dona Maria I, que preferia dormir na companhia das freiras do que no Paço Imperial, ao lado, na Praça XV, onde morava a família real. Havia na época, inclusive, um passadiço ligando os dois prédios.

Dona Maria I, mãe de Dom João VI, apelidada em Portugal de “A Piedosa” e no Brasil de “A Louca”, foi Rainha de Portugal e Algarves e Rainha do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves de 1815 até 1816, quando morreu, oito anos depois de chegar ao Rio de Janeiro. Com problemas mentais desde 1792, foi obrigada a passar a regência para o filho João em 1799.

Fechadura do quarto de Dona Maria I é apresentada ao Secretário Ruan Lira
Divulgação Gui Maia / SECEC

O Convento do Carmo (das freiras carmelitas) teve muitos usos depois do retorno da família real a Portugal. O quarto onde a rainha viveu permaneceu, no entanto, razoavelmente preservado até que a Faculdade Candido Mendes, na década de 1970, resolveu restaurar o prédio, iniciando um processo de desocupação turbulento.

Temendo que a fechadura do cômodo fosse furtada, como infelizmente acontece no Brasil com muita regularidade em relação às fechaduras e maçanetas históricas, o restaurador e jurista Francisco Ramalho levou a peça consigo, não sem antes avisar aos profissionais da área que devolveria o item assim que o prédio estivesse em segurança.

Apenas em 2008, no entanto, o Convento foi tombado pelo INEPAC e, em 2018, começou a atual obra de restauração, com recursos da Procuradoria-Geral do Estado e prevista para durar até 2022. Em setembro do ano passado, no entanto, Francisco Ramalho morreu e seus familiares repartiram seus bens. Com a ajuda de um amigo em comum, o restaurador José Marconi Andrade, Claudio Prado de Mello conseguiu os contatos dos parentes de Ramalho e recuperou a fechadura nessa quarta-feira, na Glória, na casa da irmã do restaurador falecido.

Fechadura do quarto de Dona Maria I é recuperada por funcionário da SECEC
Divulgação Gui Maia / SECEC

O item já está sendo inventariado pelos técnicos do Departamento de Bens Móveis e Integrados do INEPAC e depois será entregue à equipe que atualmente faz a restauração do Convento do Carmo, na Praça XV.

Rio Cidade Junina: o maior arraiá do estado do Rio

Postado por SECEC-RJ em 18/jul/2019 - Sem Comentários

O Rio Cidade Junina acontecerá no Estádio Célio de Barros, no complexo esportivo do Maracanã, entre os dias 26 de julho e 25 de agosto. O evento promete ser o maior arraiá do estado do Rio de Janeiro, com expectativa de receber aproximadamente 12 mil pessoas, com ingressos a partir de R$10.

No local haverá parque de diversões, 24 barracas com comidas típicas, 12 food-trucks, gincanas, exposição cultural e apresentação das dez melhores quadrilhas do Rio, que disputarão R$ 10 mil em premiações. Além disso, apresentações com DJs de música eletrônica e black music e shows com artistas de pagode, sertanejo e MPB.

arraiá rio cidade junina
Crédito: Michel Monteiro

Atrações

Grupo Revelação, Arlindinho, Novos Baianos, Lexa, Pique Novo, Swing Simpatia e Nosso Sentimento são nomes confirmados para animar ainda mais esse arraiá.

Área Vip

Dentro do Rio Cidade Junina teremos, também, uma área vip (#Love Rio), ao som de black e eletronic music e com capacidade para 700 pessoas. Esse setor funcionará entre 21h e 6h, com sistema de open bar e open food premium.

Aproximadamente 100 agentes de segurança privada estarão na parte interna do evento, enquanto homens da Polícia Militar e da Guarda Municipal vão estar posicionados nos arredores do estádio.

Horário: 17h às 2h.

Theatro Municipal: Um acervo histórico que você precisa conhecer

Postado por SECEC-RJ em 18/jul/2019 - Sem Comentários

Apesar do seu nome, o Theatro não pertence ao Município e sim, ao Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, e está sob a direção da Fundação Teatro Municipal.

O Theatro Municipal, atualmente com 2.226 lugares, é considerado a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul.

Ao longo de pouco mais de um século, a casa tem recebido em seus palcos grandes artistas internacionais e os principais nomes da cultura brasileira, representantes da dança, música, ópera e artes cênicas.

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Theatro Municipal, 2019

Acervo Histórico

O Theatro Municipal possui o Centro de Documentação da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro (CEDOC/FTMRJ) que reúne volumosa documentação sobre a história do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e seus espetáculos.

Ao acervo inicial do Museu dos Teatros do Rio de Janeiro se somaram outras milhares de peças, doadas por artistas e pessoas comuns, o que favoreceu não só a ampliação do acervo mas sua relevância como um dos principais centros de documentação das artes cênicas, atraindo pesquisadores de diversas partes do país e do mundo.

O acervo documental reúne peças relacionadas à história do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e aos espetáculos apresentados, como programas, libretos, fotografias, partituras, manuscritos, cartões postais, cartazes e folhetos.

acervo theatro municipal rj
CEDOC: Itens em cristal e porcelana do acervo

O acervo museológico abrange mais de 600 peças e é composto por cristais, porcelanas, pinturas, desenhos, esculturas, indumentária, mobiliário, objetos pessoais e de cena.

A exposição virtual do “Acervo Histórico” está disponível online, no site oficial do Theatro Municipal, e pode ser acessada clicando aqui.

A arquitetura clássica do Theatro Municipal como você nunca viu

Postado por SECEC-RJ em 17/jul/2019 - Sem Comentários

Apesar do seu nome, o Theatro não pertence ao Município e sim, ao Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é um dos Equipamentos Culturais da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, e está sob a direção da Fundação Teatro Municipal.

O Theatro Municipal, atualmente com 2.252 lugares, é considerado a principal casa de espetáculo do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul.

Ao longo de pouco mais de um século, a casa tem recebido em seus palcos grandes artistas internacionais e os principais nomes da cultura brasileira, representantes da dança, música, ópera e artes cênicas.

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Theatro Municipal, 2019

Estrutura Clássica

Localizado na Praça Marechal Floriano, na Cinelância, o Theatro teve o início de suas obras durante a prefeitura de Pereira Passos, como parte do conjunto arquitetônico das obras de reforma urbana do Rio de Janeiro e abertura da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco).

Sua construção se deu a partir da abertura de uma concorrência pública para a escolha do projeto arquitetônico. Cujo os primeiros colocados ficaram empatados: o projeto Aquilla, em que o suposto autor seria o engenheiro Francisco de Oliveira Passos, filho do então prefeito, e o projeto Isadora, do arquiteto francês Albert Guilbert, vice-presidente da Associação dos Arquitetos Franceses.

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Projeto concorrente para o Theatro Municipal – fachada: Aquilla (c. 1904.).
Crédito: PASSOS, F. O.
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Projeto concorrente para o Theatro Municipal – fachada: Isadora (c. 1904.). Crédito: GUILBERT, Albert.

O resultado do concurso foi motivo de uma forte polêmica na Câmara Municipal, acompanhada pelos principais jornais da época, em torno da verdadeira autoria do projeto Aquilla, suspeito de ter sido elaborado pela seção de arquitetura da Prefeitura. Entretanto, o projeto final foi o resultado da fusão dos dois premiados, uma vez que os dois eram inspirados na Ópera de Paris.

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Projeto final para o Theatro Municipal – fachada (c. 1904.) Crédito:
PREFEITURA do Distrito Federal (RJ)

O prédio começou a ser erguido em janeiro de 1905, e contou com a participação dos mais importantes pintores e escultores da época: Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli. Além de artesãos europeus, que executaram vitrais e mosaicos, e um grupo de 280 operários, que por muito tempo se revezou em 2 turnos de trabalho.

Finalmente, em 14 de julho de 1909, após 4 anos e meio de construção, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado pelo presidente da República da época, Nilo Peçanha, com capacidade para 1.739 espectadores.

estrutura theatro municipal
Theatro Municipal (Século XX). Crédito:
MALTA, Augusto.

Desde a sua inauguração, o Theatro Municipal teve 4 grandes reformas: 1934, para aumento da capacidade da sala para 2.205 lugares; 1975, para realização das obras de restauração e modernização e criação da Central Técnica de Produção; 1996, iniciou-se a construção do edifício Anexo com salas de ensaios para o Coro, Orquestra Sinfônica e Ballet; e 2008, cuja as obras foram concentradas para restaurar e modernizar as instalações.