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Escola da Cultura abre inscrições para curso gratuito de fazedores de cultura

Postado por SECEC-RJ em 19/fev/2022 -

Criada para incentivar projetos com foco em inclusão social e capacitação em território fluminense, a Escola da Cultura RJ vai ofertar, em parceria com o Sebrae-RJ, 170 vagas para o curso de formação de fazedores de cultura. A iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Sececrj) é voltada exclusivamente para moradores das cidades que compõem a região do Médio Paraíba. As inscrições estão abertas e devem ser feitas pela internet.

O curso para fazedores de cultura tem como objetivo auxiliar no aprimoramento técnico de empreendedores do setor. O ciclo de aulas começa em março e vai trabalhar as áreas de elaboração de projetos, execução de projetos, prestação de contas e captação de recursos.

“O objetivo do curso é democratizar o acesso aos editais da própria secretaria e de outros órgãos públicos. Desta forma, estamos procurando qualificar os profissionais para uma melhor elaboração, execução e prestação de contas dos seus projetos em todo estado. Este é o objetivo da Escola da Cultura, atuar na formação e capacitação dos nossos fazedores de cultura em todo território fluminense”, explica Claudia Viana, subsecretária de Estado de Cultura e Diretora da Escola da Cultura RJ.

Todas as aulas são ministradas de forma online, através da plataforma Zoom, e tem previsão de início para o mês de março. Qualquer dúvida pode ser esclarecida através do e-mail escoladaculturarj@cultura.rj.gov.br.

Link para inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdBXFByGAELLk4KVzjjZg6owZbPwv0aEY4hjJ2svtfm58BzxQ/viewform

Fazedores de cultura – Distribuição de vagas por cidade:

Volta Redonda: 15
Barra Mansa: 25
Resende: 25
Barra do Piraí: 15
Valença: 15
Vassouras: 15
Piraí: 10
Itatiaia: 10
Pinheiral: 10
Rio Claro: 10
Porto Real: 10
Rio das Flores: 10

Governo vai realizar ação conjunta para vistoriar prédios históricos em Petrópolis

Postado por SECEC-RJ em 18/fev/2022 -

O Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e a Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (EMOP -RJ) vão realizar, a partir da próxima segunda-feira (21), ação conjunta para vistoriar prédios históricos e avaliar imóveis que pertencem ao Governo do Estado em Petrópolis. O trabalho ainda vai contar com apoio do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ).

“Petrópolis é o município com mais bens imóveis tombados pelo Inepac no estado do Rio de Janeiro. Desde as primeiras horas, assim que o temporal diminuiu, nosso Escritório Técnico na Região Serrana se mobilizou para começar o levantamento nas áreas mais afetadas. Já identificamos algumas perdas, locais inundados e outros, ainda com acesso interditado”, explicou Ana Cristina Carvalho, diretora do Inepac.

Palácio de Cristal após as chuvas que atingiram Petrópolis

Até o momento, o Inepac registrou ocorrência de três pontes danificadas. Durante as primeiras vistorias, muitos imóveis do andar térreo da Rua do Imperador estavam sendo lavados, incluindo o antigo Cine Petrópolis e o Colégio Santa Isabel. Alguns estavam trancados, como o Prédio do antigo Banco do Brasil e o Theatro Dom Pedro, não permitindo inspecionar o interior. Outros bens tombados estão com acesso interditado e vão ser vistoriados a partir da próxima semana.

O diretor-presidente da EMOP-RJ, André Braga, informou que a empresa está pronta para agir nos prédios públicos. “A EMOP-RJ se solidariza com todos os moradores de Petrópolis e se coloca à disposição para outras ações que são pertinentes às atribuições da empresa. Estamos junto à equipe do Sexto Departamento de Manutenção da EMOP-RJ, sediado em Petrópolis, para reforçar o atendimento à população. Estamos prontos para atuar nas edificações públicas, principalmente os de atendimento à população neste momento”, ressaltou André Braga.

O presidente informou que já foram colocados arquitetos da EMOP-RJ para a ação conjunta com o Inepac de vistorias nos prédios históricos, conforme solicitado pela diretora do Instituto, Ana Cristina Carvalho.

Outra medida será o envio de quatro engenheiros de Geotécnica da empresa, para atuar no levantamento técnico de áreas de riscos na cidade. Veículos da empresa também estão sendo enviados para auxiliarem nos trabalhos em Petrópolis.

Ponte de madeira danificada entre as Ruas Alfredo Pachá e Padre Siqueira

Serviço

Atualmente, a cidade de Petrópolis possui 544 patrimônios tombados. Caso alguém queira entrar em contato com o Inepac para solicitar vistorias ou informar qualquer problema, o número para atendimento é o (21) 2216-8500 – ramais 211 ou 238.

Cidade Integrada: exposições e festival de cinema em Manguinhos neste sábado

Postado por SECEC-RJ em 18/fev/2022 -

Moradores das comunidades de Manguinhos e Jacarezinho vão contar com mais um sábado de ações culturais e sociais. A partir das 9h, a Biblioteca Parque de Manguinhos (BPM) recebe uma programação recheada de atividades para todas as idades, com exposições, festival de cinema e contação de histórias. A iniciativa é uma realização da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através do projeto Parque de Ideias, do programa Cidade Integrada.

Neste sábado, a novidade será a apresentação do Festival Visões Periféricas. Os amantes da sétima arte terão acesso a filmes que trazem como temática a periferia do país e seus atores sociais. Em sua 15ª edição, o festival já exibiu cerca de 1200 filmes em todo o Brasil, entre curtas, médias e longas.

“O Governo do Estado, através do Cidade Integrada, está retomando a dignidade nos territórios. Então, nada melhor do que, dentro deste conjunto de ações culturais que estamos promovendo, proporcionar acesso ao Festival Visões Periféricas. São filmes feitos por quem vive e para quem vive este cotidiano. Tudo isso conversa diretamente com o nosso objetivo: utilizar a cultura como um motor de desenvolvimento social”, afirma a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Além do festival de cinema em Manguinhos, o público presente contará com diversas atividades realizadas através do principal parceiro do evento: o Sesc RJ. O foco está no último dia da mostra literária de Millôr Fernandes e Paulo Leminski na BPM., Com início às 9h e término às 16h, a exposição traz representações destes renomados artistas. Entre 11h e 15h, integrantes dos grupos Tapetes Contadores e Cia Solo vão realizar sessões de contação de histórias.

Contação de história do grupo Tapete Mágico no último sábado. / Foto: Leonardo Ferraz.

Também através do Sesc RJ, vão ser colocadas duas tendas de atendimento na BPM. A primeira, com foco na saúde da mulher, vai ofertar orientações, realização de exames de mamografia e preventivo (Papanicolaou). Já a outra, traz exposição com imagens ilustrativas sobre saúde bucal e atividades lúdicas para crianças.

Dando prosseguimento às ações sociais e culturais, a Feira da Economia Solidária vai ocupar o local com artesãos das comunidades de Manguinhos e Jacarezinho. A trilha sonora do evento ficará por conta da Orquestra da Biblioteca Parque de Manguinhos, com apoio da ONG Ação Social Pela Música.

A Biblioteca Parque de Manguinhos fica localizada na Avenida Dom Hélder Câmara, 1184 – Benfica. O evento acontece das 9h às 16h.

Feira da Economia Solidária na BPM. / Foto: Leonardo Ferraz.

Sobre o festival de cinema

O Festival Visões Periféricas é um projeto singular que amplia, por meio da exibição de filmes e laboratório de desenvolvimento de projetos, o espectro de visões sobre espaços periféricos brasileiros a partir do olhar de quem vive o seu cotidiano. Anualmente, o Festival assume a missão de: exibir um painel de filmes representativos das múltiplas periferias brasileiras; revelar uma geração de jovens realizadores que representem essa diversidade; desenvolver projetos de audiovisual orientados ao mercado; promover debates que estimulem uma reflexão a respeito da relação entre audiovisual, educação mercado e diversidade. O conceito de periferia no festival é abrangente e inclui desde filmes de realizadores de comunidades quilombolas, aldeias indígenas, favelas, negros e mulheres.

Ao longo das edições, nomes consagrados do audiovisual, como Aly Muritiba, André Novaes, Vincent Carelli, Chico Diaz e Regina Casé, passaram pelo Visões, além de ter homenageado os diretores Silvio Tendler, Adelia Sampaio (primeira diretora negra a dirigir um longa no Brasil) e Eduardo Coutinho.

Sobre a mostra literária

A mostra sobre o jornalista, escritor, chargista e poeta Millôr Fernandes é composta por hai-kais (pequenos poemas) e ilustrações do próprio autor, que utiliza sátira e ironia como condutores de suas obras. Já os poemas de Paulo Leminski serão retratados pelo ilustrador, artista plástico e músico Fábio Dudas. O trabalho em pintura é baseado na figuração da realidade e ficção, nas memórias de infância, interpretação do cotidiano e imaginação.

Cultura do Estado divulga resultado preliminar de dois editais inéditos

Postado por SECEC-RJ em 17/fev/2022 -

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) publicou em Diário Oficial, nesta quinta-feira (17), o resultado preliminar de dois editais inéditos em território fluminense: o “Povos Tradicionais Presentes RJ” e o “Cultura Inclusiva nas Redes”. As duas chamadas públicas, juntas, somam o investimento de R$ 6,5 mil milhões divididos em mais de 400 projetos. O resultado pode ser conferido na Plataforma Desenvolve Cultura. Os proponentes inabilitados poderão apresentar recurso entre os dias 18 e 22 deste mês.

“O nosso Pacto Cultural RJ agora entra na fase da seleção dos projetos e pagamento dos artistas. Estes editais vêm para celebrar a cultura rica e plural do nosso estado. Nunca antes na história do Rio de Janeiro foram realizadas chamadas específicas para os povos tradicionais e para as pessoas com deficiência. Este momento é fruto do trabalho que temos realizado de escuta e identificação das demandas da população”, ressalta a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.

Celebração durante o lançamento do “Povos Tradicionais”. / Foto: Leonardo Ferraz.

O “Povos Tradicionais” vai premiar 123 projetos, com investimento total de R$ 5 milhões. O objetivo principal do edital é preservar a memória, a ancestralidade e o patrimônio cultural fluminense.

Já o “Cultura Inclusiva” vai investir R$ 1.5 milhão em 300 projetos em todo o território fluminense. Serão selecionadas produções culturais nas áreas de música, dança, teatro, circo, audiovisual, leitura e literatura, museu e memória, patrimônio cultural, artes plásticas e visuais, moda e gastronomia.

Conheça os editais inéditos

As 123 premiações do “Povos Tradicionais” ficarão divididas entre 35 projetos de pessoas jurídicas, no valor de R$ 80 mil cada; e 88 propostas de pessoas físicas, no valor de R$ 25 mil cada uma. Serão aceitas manifestações culturais nas áreas de música, dança, teatro, circo, audiovisual, leitura e literatura, museu e memória, patrimônio cultural, artes plásticas e visuais, moda e gastronomia.

São considerados povos tradicionais para o edital: povos indígenas; comunidades quilombolas; povos e comunidades de terreiro e comunidades de matriz africana; povos ciganos; pescadores artesanais; extrativistas; extrativistas costeiros e marinhos; caiçaras; faxinalenses; benzedeiros; ilhéus; raizeiros; geraizeiros; caatingueiros; vazanteiros; veredeiros; apanhadores de flores sempre vivas; pantaneiros; morroquianos; povo pomerano; catadores de mangaba; quebradeiras de coco babaçu; retireiros do Araguaia; comunidades de fundos e fechos de pasto; ribeirinhos; cipozeiros; andirobeiros e caboclos.

No “Cultura Inclusiva”, a premiação terá valor igual de R$ 5 mil para as 300 produções. O edital é voltado para pessoas físicas e é necessário ter mais de 18 anos para participar, ser residente do Estado do Rio de Janeiro e ter ao menos um ano de atuação na área de cultura. Proponentes contemplados no “Cultura Presente nas Redes 2” não poderão fazer parte desta chamada.

Calendário das próximas etapas

Os proponentes inabilitados nos dois editais poderão ingressar com recurso exclusivamente na plataforma Desenvolve Cultura a partir desta sexta-feira (18), das 9h até às 18h do dia 22 deste mês. (http://cultura.rj.gov.br/desenvolve-cultura/inscricao/).

A publicação do resultado dos recursos e listagem final dos habilitados no “Cultura Inclusiva” será divulgada no dia 25 deste mês. Já em relação aos “Povos Tradicionais”, o resultado será publicado em Diário Oficial no dia 11 de março.

Link do resultado em Diário Oficial: http://cultura.rj.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Clipping-Doerj-17.02.22.pdf

Fazedores de cultura recebem selo “Amigo da Leitura”

Postado por SECEC-RJ em 16/fev/2022 -

“Nunca recebi apoio da minha família para praticar esportes, já quase morri em um acidente de moto, mas nunca desisti dos meus sonhos. Hoje estou aqui tendo o meu trabalho reconhecido”. O relato é de Carlos Eduardo Santos, que é conhecido por Manguinhos e região como “Tio Mek”, professor de jiu-jitsu e um dos 13 homenageados durante a segunda cerimônia de entrega do selo “Amigo da Leitura”. A solenidade aconteceu nesta quarta-feira (16), na Biblioteca Parque de Manguinhos (BPM).

“Desde pequeno, sempre gostei de praticar esportes, mas nunca recebi apoio. Tentei praticar atletismo e boxe, até que sofri um acidente de moto aos 24 anos e tive várias fraturas. Pensei que nunca mais fosse voltar a ser atleta, demorei muito a me recuperar, mas três anos depois conheci o jiu-jitsu. Já estou há 15 anos nessa estrada e hoje posso transmitir aos meus alunos a minha história de vida”, revela Carlos Eduardo, 41 anos, que ministra aulas de jiu-jitsu, gratuitamente, para cerca de 40 alunos na BPM.

“Tio Mek” recebendo o selo “Amigo da Leitura. / Foto: Gui Maia.

Idealizado pela Superintendência de Leitura e Conhecimento (SLC), o selo de reconhecimento “Amigo da Leitura” tem como objetivo prestigiar pessoas, coletivos e instituições que contribuem para o fomento da cadeia produtiva do livro e da leitura em território fluminense.

“Resolvemos começar o ano fortalecendo os vínculos e expressando a nossa gratidão pelas pessoas que ajudam a construir políticas públicas dentro das comunidades do Rio de Janeiro. O talento, dedicação e entusiasmo destes homenageados contribuem para a inclusão social no estado. Esta é a cultura fluminense: plural e inspiradora”, destacou a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Secretária Danielle Barros apresentando o evento. / Foto: Gui Maia.

Para o Superintendente de Leitura e Conhecimento, Yke Leon, o certificado de reconhecimento “Amigo da Leitura” foi criado justamente para que a SLC possa, de maneira mais direta, se conectar com pessoas, coletivos e instituições que atuam de forma a impactar suas comunidades e o seu entorno.

“É muito significativo que estes homenageados sejam professores que atuam em nossas bibliotecas localizadas em território popular. Nosso interesse é seguir adiante, contemplando e premiando a cadeia produtiva do livro e da leitura, assim como todos os seus atores. Esse é só o começo do que a gente idealiza e sonha”, afirmou.

Antes do início da cerimônia, a artista Creuza Barbosa presenteou o público presente com o seu show de humor “Loucuras da Comunidade”. Assim como ocorreu na primeira solenidade, na Biblioteca Parque da Rocinha (BPR) na última semana, o selo de reconhecimento foi destinado a professores e entidades que atuam de forma voluntária e mantêm projetos na BPM.

O evento contou com apoio da empresa Capim Santo.

Serviço

As aulas de jiu-jitsu são gratuitas e podem ser realizadas por pessoas de qualquer idade. Para realizar a inscrição, a pessoa interessada deve se dirigir à Biblioteca Parque de Manguinhos, na Avenida Dom Hélder Câmara, 1184, Manguinhos – Benfica, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h.

A oferta de cursos e oficinas em Manguinhos atende diversos segmentos e contempla, também, aulas de funcional, capoeira, zumba, além de viola, flauta doce, percussão, hip-hop e canto. Além das oficinas, a BPM conta com um acervo de mais de 9 mil livros, garantindo um espaço confortável para ser utilizado como fonte de leitura, estudos e conhecimento.

Theatro Municipal promove debate sobre o tema “A ópera no tempo”

Postado por SECEC-RJ em 16/fev/2022 -

Uma parceria inédita entre a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, o Theatro Municipal RJ e o FIL Festival traz um importante debate para a cultura brasileira. Com o tema “A Ópera no tempo: novos públicos, formatos e criações”, o encontro de saberes acontece nesta quinta-feira (17), na Sala Mário Tavares – Theatro Municipal.

A mesa de debates terá a participação de profissionais experientes dentro do segmento: Eric Herrero, diretor artístico do TMRJ será o mediador do bate-papo; completam a mesa os maestros Roberto Duarte e Silvio Viegas, a diretora, autora e dramaturga, Karen Acioly, a professora de canto e ópera do Instituto Villa Lobos na UNIRIO, Carol MacDavit, e o professor e compositor de música de concerto e ópera, Mário Ferraro.

O debate será na Sala Mário Tavares, que fica no anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, das 17 às 19h, com transmissão direta pelas redes oficiais do TMRJ. A abertura contará com a presença da Secretária de Cultura do Estado, Danielle Barros, e da Presidente do Theatro Municipal, Clara Paulino. Ao final do encontro, haverá a estreia on-line das sessões contemplativas da ópera infantil Bem no meio, de Karen Acioly, no canal do YouTube do FIL Festival.

Serviço:

A Ópera no tempo: novos públicos, formatos e criações

Parceria institucional: Theatro Municipal e FIL Festival

Abertura: Danielle Barros, Secretária de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro e Clara Paulino, Presidente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Mediação: Eric Herrero, Diretor Artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Data: 17/02/22 – Quinta-feira

Horário – 17h às 19h

Local: Sala Mário Tavares – 1º pavimento, Av. Alm. Barroso, 14/16 – Centro, anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Entrada franca a partir de 16h30 (ingressos limitados)

Classificação: Livre

Transmissão pelas redes oficiais do Theatro Municipal

Site
http://theatromunicipal.rj.gov.br/

Canal do YouTube
https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro

Facebook
https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

Instagram
https://www.instagram.com/theatromunicipalrj/?hl=pt-br

Cidade Integrada promove dia com ações sociais e culturais em Manguinhos

Postado por SECEC-RJ em 15/fev/2022 -

Ações sociais e culturais marcaram o sábado (12) dos moradores das comunidades de Manguinhos e Jacarezinho. A Biblioteca Parque de Manguinhos (BPM) recebeu programação com mostra literária, apresentações musicais, orientações sobre saúde bucal e da mulher, feira de artesanato e espaço para crianças. A iniciativa foi realizada pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através do projeto Parque de Ideias, do programa Cidade Integrada.

“O Governo do Estado, através do Cidade Integrada, está retomando a dignidade nos territórios. E a Secretaria de Estado de Cultura está presente neste programa com seus parceiros, promovendo a arte, oficinas e com uma série de ações para os moradores. Entendemos que a cultura é um motor de desenvolvimento social e que precisa estar cada vez mais presente na vida de todos”, afirmou a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Abrindo o dia, às 9h, o público pôde visitar a mostra literária com representações do trabalho dos renomados artistas Millôr Fernandes e Paulo Leminski. A exposição é fruto de uma parceria com o Sesc RJ. Entre 11h e 15h, integrantes dos grupos Tapetes Contadores e Cia Solo realizaram sessões de contação de histórias.

Também através do Sesc RJ, foram colocadas duas tendas de atendimento na BPM. A primeira, com foco na saúde da mulher, ofertou orientações, realização de exames de mamografia e preventivo (Papanicolaou). Já a outra, trouxe exposição com imagens ilustrativas sobre saúde bucal e atividades lúdicas para crianças.

Dando prosseguimento às ações sociais e culturais, a Feira da Economia Solidária ocupou o local com artesãos das comunidades de Manguinhos e Jacarezinho. Para dar o tom do evento, a Orquestra da Biblioteca Parque de Manguinhos trouxe muita música para os visitantes durante o dia.

A ação é uma realização da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, em parceria com o Sesc RJ, ONG Ação Social pela Música, Feira da Economia Solidária e Missão Beneficente Bom Samaritano.

A Biblioteca Parque de Manguinhos fica localizada na Avenida Dom Hélder Câmara, 1184 – Benfica. O evento acontece das 9h às 16h.

Mostra literária

Além da exposição neste sábado (12), a mostra literária de Millôr Fernandes e Paulo Leminski vai acontecer no sábado seguinte (19).

A mostra sobre o jornalista, escritor, chargista e poeta Millôr Fernandes é composta por hai-kais (pequenos poemas) e ilustrações do próprio autor, que utiliza sátira e ironia como condutores de suas obras. Já os poemas de Paulo Leminski serão retratados pelo ilustrador, artista plástico e músico Fábio Dudas. O trabalho em pintura é baseado na figuração da realidade e ficção, nas memórias de infância, interpretação do cotidiano e imaginação.

Nos dias 12 e 19, além das mostras, o público poderá assistir a sessões de contação de histórias conduzidas por integrantes dos grupos Tapetes Contadores e Cia Solo, às 11h e às 15.

Orquestra de Manguinhos

Estão abertas as inscrições para participar da Orquestra da Biblioteca Parque de Manguinhos. Os alunos poderão escolher o seu instrumento e terão aulas práticas e de teoria musical, permitindo que os jovens tenham formação completa dentro do segmento.

O projeto é voltado para crianças e jovens a partir de dez anos, com perspectiva de atender até 150 alunos. Para se inscrever, o interessado deve levar identidade, CPF e comprovante de residência (serão aceitos comprovantes de pais ou responsáveis) na própria Biblioteca Parque de Manguinhos, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h.

Professores da rede pública vão assistir espetáculo “A Cor Púrpura” gratuitamente

Postado por SECEC-RJ em 12/fev/2022 -

Ferramenta essencial na formação e desenvolvimento das crianças e jovens, os professores são importantes fontes de aprendizado e condutor de cultura para os alunos. Por este motivo, o programa Passaporte Cultural vai começar a atender a classe docente através de capacitação e oferta de serviços. Neste domingo (13), 160 profissionais da rede pública de ensino vão ser levados para assistir, gratuitamente, o espetáculo musical “A Cor Púrpura”, no Teatro Riachuelo – Centro.

Criado em junho de 2021, o programa, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), atendeu mais de 18 mil pessoas no último ano. A democratização da cultura norteou as ações, contemplando pessoas de municípios de todas as regiões do estado, em sua maioria crianças de escolas da rede pública de ensino. Agora, a oferta de serviços vai ser dividida com quem forma estes alunos: o professor.

“O Passaporte Cultural permite que as pessoas conheçam, gratuitamente, museus, casas de espetáculo, cinemas e bibliotecas. O programa atende escolas, entidades beneficentes, associações de moradores e organizações culturais comunitárias. Neste ano, vamos abrir para também atender os professores da rede pública de ensino”, explica Cláudia Viana, Subsecretária da Escola da Cultura, setor da Sececrj que administra o Passaporte.

Para assistir ao espetáculo, os 160 professores contemplados serão divididos em três grupos. As apresentações acontecem nos dias 13, 17 e 19 deste mês, no Teatro Riachuelo – Centro.

O Passaporte Cultural trabalha em parceria com equipamentos como o Theatro Municipal, Museu da Imagem e do Som (MIS), AquaRio, Planetário, Biblioteca Parque, Centro Cultural João Nogueira – Imperator, Casa França-Brasil e Parque Lage.

Sinopse – A Cor Púrpura

Alice Walker foi a primeira escritora negra a ganhar o Pulitzer pelo seu livro A Cor Púrpura, lançado em 1982, que continua contemporâneo ao retratar relações humanas de amor, poder e ódio, em um mundo pontuado por estruturais diferenças econômicas, sociais, étnicas e de gênero. Com direção de Steven Spielberg, a obra foi adaptada para o cinema em 1985, recebendo 11 indicações ao Oscar.

Escrito há mais de 35 anos e vencedor dos Prêmios Pulitzer, Grammy e Tony, A Cor Púrpura é um musical baseado em uma história passada na primeira metade do século XX, na zona rural do Sul dos Estados Unidos, com personagens típicos dessa região.

O espetáculo apresenta a trajetória e luta de Celie (Letícia Soares) contra as adversidades impostas pela vida a uma mulher negra, na Geórgia, no decorrer da primeira metade do século XX. Na adolescência, a personagem tem dois filhos de seu suposto pai (Jorge Maya), que a oferece a um fazendeiro local para criar seus herdeiros (entre eles, Harpho – Alan Rocha), lavar, passar e trabalhar sem remuneração. Ela é tirada à força do convívio de sua irmã caçula Nettie (Ester Freitas) e passa a morar com o marido Mister (Wladimir Pinheiro).

Enquanto Celie resigna-se ao sofrimento, Sofia (Erika Affonso) e Shug (Flávia Santana) entram em cena, mostrando que há possibilidade de mudanças e novas perspectivas, esperança e até prazer. A saga de Celie é permeada por questões sociais de extrema relevância até os dias atuais como a desigualdade, abuso de poder, racismo, machismo, sexismo e a violência contra a mulher. Completam o elenco: Analu Pimenta (Squeak); Suzana Santana (Jarene); Hannah Lima (Doris); Cláudia Noemi (Darlene); Caio Giovani (Grady Ensemble); Leandro Vieira (Chefe da Tribo Olinka Ensemble); Gabriel Vicente (Bobby Ensemble); Thór Junior (Pastor Ensemble); Renato Caetano (Soldado Ensemble); Nadjane Pierre (Solista da Igreja Ensemble).

Duração: 180 minutos

Terreiro de candomblé se torna primeiro patrimônio tombado pelo Inepac em 2022

Postado por SECEC-RJ em 11/fev/2022 -

O terreiro de candomblé Egbe Ile Iya Omidaye Asé Obalayo, em Sacramento – São Gonçalo, pertencente aos povos tradicionais de matrizes africanas, é o primeiro patrimônio tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) neste ano. O local possui grande relevância cultural e social para os municípios do leste da Região Metropolitana do Estado.

Liderado por Mãe Márcia de Oxum há cerca de 27 anos, o terreiro está em funcionamento há mais de 50 anos e acolhe psicologicamente, religiosamente e socialmente centenas de pessoas por mês. O espaço ainda aborda temas atuais durante os encontros, como direitos humanos, direito da mulher e igualdade social e racial.

“Este é um centro de referência para muitos terreiros de São Gonçalo e dos municípios vizinhos. Então, este marco é uma celebração para toda a comunidade candomblecista. É a certeza que contamos com o governo para nos ajudar em qualquer eventualidade e dividir conosco essa responsabilidade de proteção do patrimônio”, ressalta Mãe Márcia.

De acordo com a diretora do Inepac, Ana Cristina Carvalho, a comunidade Egbe Ile Iya Omidaye Asé Obalayo se mostrou comprometida com a preservação das edificações, árvores e objetos que fazem parte do espaço tombado, que agora é patrimônio cultural fluminense.

“Quando o proprietário ou possuidor do bem tombado anseia pelo tombamento e se compromete com a sua preservação e conservação, como no caso do terreiro de candomblé Egbe Ile Iya Omidaye Asé Obalayo, a proteção legal conferida ao patrimônio pelo ato de tombamento fica, sem sombra de dúvida, muito mais fortalecida”, completa Ana Cristina. 

O Egbe Ile Iya Omidaye Asé Obalayo é o terceiro terreiro tombado pelo Inepac, somando-se assim ao Ilê Axé Opô Afonjá, localizado em São João de Meriti e tombado em 2016, e ao Manso Bantuqueno Ngomessa Kat’espero Gomeia da Nação Kongo/Angola – o Terreiro da Gomeia, localizado em Duque de Caxias e tombado em 2021.

O terreiro fica localizado na Rua Dalmir da Silva, lote 8, bairro Sacramento, São Gonçalo.

Governo lança Centro de Referência do Artesanato da Baixada

Postado por SECEC-RJ em 11/fev/2022 -

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) lançou, nesta quinta-feira (10), o programa Centro de Referência do Artesanato da Baixada. A apresentação do projeto aconteceu na Biblioteca Parque Estadual, no Centro, e contou com a participação dos secretários de cultura dos municípios que compõem a Baixada Fluminense. A inauguração do espaço ocorre neste sábado (12), no Shopping ELA, em Duque de Caxias.

O Centro de Referência vai funcionar como a casa do artesão na Baixada, oferecendo capacitação em diversas técnicas de artesanato, gratuitamente, e contribuindo para a geração de renda familiar para a população daquela região.

“Percebemos a necessidade de colocar o artesanato no lugar que ele merece. Esse projeto vai trazer melhores condições de trabalho e financeira, possibilitando que os alunos aprendam o empreendedorismo para estarem envolvidos na sociedade. O artesanato não é só renda. Ele é hobby, é arte, ele cura as pessoas”, destaca Cláudia Viana, Subsecretária da Escola da Cultura, setor da Sececrj que contribui para a execução do Centro de Referência. 

Apresentação do Centro de Referência do Artesanato da Baixada / Foto: Gui Maia

A princípio, o projeto acontecerá durante 10 meses, realizando aulas técnicas de segunda a sexta-feira, nos horários da manhã e à tarde. Aos sábados, o foco será para atender crianças de 8 a 13 anos, com aulas pela manhã. As oficinas abordam segmentos como pintura em tecido, modelagem de biscuit, tricô, crochê e reciclagem.

“A Baixada Fluminense é um grande celeiro do artesanato no estado, então, implementar o Centro de Referência vai atender essa demanda. A perspectiva é de fazer 5 mil atendimentos neste projeto, em 10 meses”, explica Roberto Santos, diretor de marketing da empresa Caçula, uma das patrocinadoras do projeto.

Imagem de uma das salas onde serão realizadas as oficinas / Divulgação

De acordo com a Secretária de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros, cada região manifesta o artesanato de forma diferente. Por este motivo, a intenção é usar o Centro de Referência em Duque de Caxias como projeto piloto e, aos poucos, seguir expandindo para outras regiões do estado.

“O artesanato é muito rico no Rio de Janeiro, é diverso, plural. É um mercado que oferece muitas oportunidades, mas exige capacitação. Então, estamos aqui, enquanto Estado, para incentivar projetos como este, que abram portas e garantam a geração de renda para o povo fluminense”, ressalta Danielle Barros.

Representante do legislativo federal, o deputado Áureo Ribeiro esteve presente ao evento e comemorou a criação do Centro de Referência do Artesanato da Baixada.

“Estamos vivendo um momento em que o Brasil precisa de união. E podemos ver no artesanato do Rio de Janeiro a possibilidade de alavancar, gerar renda e oportunidades para as pessoas. É mais do que artesanato, é dignidade, é a possibilidade de poder prover o seu sustento. Temos muito a avançar ainda, mas acredito que hoje demos um grande passo”, completa Áureo Ribeiro.

O Centro de Referência vai atender os 13 municípios da Baixada Fluminense: Duque de Caxias, Belford Roxo, Nova Iguaçu, Itaguaí, Japeri, Magé, Guapimirim, Mesquita, Nilópolis, Paracambi, São João de Meriti, Queimados e Seropédica.

Foto com todos os presentes na reunião / Foto: Gui Maia

O projeto é apresentado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, realização da Sagre, patrocínio da Caçula, parceria da Associação de Artesãos do Rio de Todos e apoio do Shopping ELA.

Serviço – Centro de Referência do Artesanato da Baixada

As inscrições para participar das oficinas estão abertas até o dia 5 de março e podem ser realizadas pela internet. As aulas começam na próxima segunda-feira (14).

Período de inscrição: 10/02 a 05/03
Idade: a partir de 8 anos
Exigência: ser morador de um dos municípios da Baixada Fluminense
Site para inscrição: www.artesanatonabaixada.com.br
Endereço: Shopping ELA – Avenida Presidente Kennedy, 1777, Centro, Duque de Caxias