Postado por SECEC-RJ em 09/jul/2019 - Sem Comentários
É tempo de quentão, maçã do amor, canjica, roupa caipira, quadrilha – e o Museu da Imagem e do Som não podia ficar de fora dos festejos da estação. Por isso, no sábado, 13 de julho, de 13h às 19h, a sede da Praça XV abre suas portas para receber comidas típicas e muita música tradicional no Arraiá do MIS.
O autêntico trio pé de serra Forró Calça Arriada vai animar a festa com músicas de Luiz Gonzaga, Os 3 do Nordeste, Elba Ramalho, Alceu Valença, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Dominguinhos, Falamansa e muitos outros.
A feira gastronômica criada especialmente para o evento oferecerá caldos, doces, bolos, canjicas e vários outros quitutes irresistíveis enquanto o som da zabumba, da sanfona e do triângulo anima o público.
As vendas já começaram, mas os ingressos são limitados. Garanta já o seu!
Evento: Arraiá do MIS
Atrações: Forró Calça Arriada, danças tradicionais e comidas típicas
Data: 13 de julho de 2019
Horário: Das 13h às 19h
R$10,00 – Adultos
R$ 5,00 – Crianças
Local: Praça Luiz Souza Dantas, 01, Praça XV – Centro, RJ
Evento: https://www.facebook.com/events/302117327154453/
Pontos de venda: Sedes da Lapa e Praça XV
Início das vendas: 13 de junho
Informações: 2332-9499 / comunicacao@mis.rj.gov.br
(Em caso de chuva, o evento será adiado)
Postado por SECEC-RJ em 08/jul/2019 - Sem Comentários
Uma das obras de maior destaque da exposição “O Rio dos Navegantes”, em cartaz no MAR, Museu de Arte do Rio, é o painel de Carybé “Embarcações com índios”, composto por 12 peças a óleo sobre madeira. Devido à sua grandiosidade, o quadro figurou na capa do convite da mostra.

Na abertura de “Djanira: a memória do seu povo” (27/06), na Casa Roberto Marinho, a tela “Ciranda” chamou a atenção dos cariocas por retratar um tema caro à obra da pintora, os folguedos infantis.

Em comum, o Carybé e a Djanira têm entre si o fato de pertencerem ao acervo do Museu do Ingá, também conhecido como Museu de História e Arte do Estado do Rio de Janeiro – MHAERJ, equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa que ainda não tem reconhecimento público à altura da importância do seu acervo.
Localizado no antigo Palácio Nilo Peçanha, no bairro do Ingá, em Niterói, o Museu do Ingá possui nada menos do que 5.339 itens de acervo museológico, além de 5.539 documentos arquivísticos. Isso sem falar na Coleção Banerj, uma das maiores coleções públicas de arte no país, um riquíssimo patrimônio constituído por quadros, gravuras, desenhos e esculturas dos principais nomes do Modernismo, artistas como Portinari, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Cícero Dias, Emeric Marcier e Guignard, entre outros.

Essas obras de arte foram adquiridas pela galeria do Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj) desde a sua abertura, em 1965, até a privatização do banco, em 1996. Em 1998, a coleção passou a ser administrada pela Secretaria de Estado de Cultura, sob a guarda do Museu do Ingá.
Além dessa herança do Banerj, o acervo ainda conta com sete outras: a Coleção de Arte Popular, oriunda do antigo Museu de Artes e Tradições Populares; a Coleção Ernani do Amaral Peixoto, de itens do antigo governador do Estado do Rio; a Coleção Lucílio de Albuquerque, de obras desse artista plástico brasileiro; Coleção Corrêa Lima; Coleção Aroldo Barroso; Coleção de História e Artes; e Coleção Palácio Nilo Peçanha, com mobiliário porcelana, cristais, numismática, documentos, fotografias, esculturas e pinturas da época em que o palácio foi sede do governo fluminense.
Atualmente, o Museu do Ingá está com a exposição de longa duração “Terras Fluminenses” com acervo de três museus do Estado do Rio de Janeiro, entre eles o Museu Antônio Parreira, com 25 telas, o Museu da Marquesa de Santos, com 15, e o próprio Museu do Ingá, com 25.
Em maio, o Museu do Ingá inaugurou o primeiro espaço multissensorial dos museus do Estado do Rio de Janeiro. A sala “Experiências do Olhar” é dirigida, principalmente, para as pessoas com perda parcial ou total da visão. A tela escolhida para abrir a mostra foi uma obra do pintor Cícero Dias, “Visão Carioca”.
É possível sentir os cheiros, sons e sensações provocados pelo painel de oito metros de comprimento, experiência que vem encantando a todos que visitam esse belo prédio com história própria, sede do governo do Estado do Rio de Janeiro de 1904 a 1975.
Postado por SECEC-RJ em 08/jul/2019 - Sem Comentários
Caberá à ópera Fausto, ausente dos palcos cariocas há quase meio século, o papel de finalizar, dia 14 de julho, as comemorações pelos 110 anos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com uma apresentação às 17h sob a direção musical do maestro Ira Levin.
Nesse que será um domingo marcado por diversos espetáculos gratuitos, encenados pelos corpos artísticos do Municipal, o público assistirá à consagrada montagem da obra-prima de Charles Gounod criada pelo diretor artístico André Heller-Lopes, que colheu inúmeros elogios de público e crítica na abertura do XXI Festival Amazonas de Ópera, em 2018.

O espetáculo chega ao Rio de Janeiro antes de seguir carreira internacional: em novembro, encerra a temporada do prestigioso Theatro Municipal de Santiago, a ópera nacional do Chile, numa rara parceria entre teatros do Brasil e América Latina.
O enredo do cientista que vende a alma ao diabo em troca da juventude, imortalidade e de prazeres mundanos terá, nessa versão carioca, uma coreografia inédita para o balé de “A noite de Walpurgis”, uma das cenas mais marcantes da ópera, quando Mefistófeles (O Diabo) leva Fausto para um culto à sensualidade, entre faunos e bacantes. O balé é assinado pelo premiado coreógrafo paulista Luiz Fernando Bongiovanni. Renato Theobaldo assina a cenografia de toda a ópera, Sofia di Nunzio, os figurinos, e Fábio Retti, a iluminação.
No elenco, teremos dois tenores se revezando no papel-título: Atalla Ayan, brasileiro de carreira estrelar no Metropolitan Opera House, no La Scala, no Covent Garden e na Ópera de Paris, e Giovanni Tristacci. O demônio Mefistófeles será interpretado pelo baixo-barítono chileno Homero Pérez-Miranda, que cantou o papel no Festival Amazonas. Os sopranos Gabriela Pace e Flávia Fernandes interpretam Marguerite; Homero Velho, Valentin; Lara Cavalcanti, Siebel; Andressa Inácio, Marta; e Ciro d’Araújo, Wagner.
Baseada na obra homônima do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe, a ópera Fausto tem libreto de Jules Barbier e Michel Carré. Estreou no Théâtre Lyrique de Paris, em 19 de março de 1859, e estabeleceu a reputação mundial do compositor francês Charles Gounod ao inaugurar o Metropolitan Opera House, em Nova Iorque, em 1883.

O Theatro Municipal é considerado a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul.
Domingo: dias 14, 21 e 28 às 17h
Quarta-feira: dias 17 e 24 às 19h
Sexta-feira: dias 19 e 26 às 19h
Entrada gratuita na apresentação do dia 14/07, às 17h.
Nos demais dias:
Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 360
Camarotes (5 lugares) – R$ 300
Plateia e balcão nobre – R$ 60
Balcão superior – R$ 40
Balcão superior lateral – R$ 20
Galeria – R$ 20
Galeria lateral – R$10
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
Lotação – 2.226 lugares
Duração total – 3 horasIngressos na bilheteria ou no ingressorapido.com
Postado por SECEC-RJ em 08/jul/2019 - Sem Comentários
Nesta edição, o Parquinho Lage propõe uma programação de férias com experiências artísticas em meio à Escola de Artes Visuais do Parque Lage, expandindo a escola para a floresta.
Investigaremos com as crianças vivências que experimentam cultura e natureza de maneira integrada. Vamos perguntar à floresta: o que existe em cima da terra? o que existe embaixo da terra?
As atividades acontecem de segunda à sexta-feira, em dois horários:
1ª atividade: 13:00 – 15:00
lanche: 15:00 – 15:30
2ª atividade: 15:30 – 17:30

Durante a programação de férias é possível realizar a diária ou todas as atividades da semana.
Apenas as crianças entre 4 e 5 anos poderão se inscrever em atividades avulsas destinadas a essa faixa etária.
Em todas as atividades, os preços incluem lanche e material.
R$ 150,00 Inclui duas atividades e um lanche (13:00 – 17:30).
R$ 650,00 Inclui todas as atividades da semana de segunda a sexta-feira (13:00 – 17:30), com um lanche diário.
R$ 75,00*
*Exclusiva para crianças entre 4 e 5 anos de idade. Inscrição em uma atividade voltada para esta faixa etária, inclui o lanche de 15:00 – 15:30.
Postado por SECEC-RJ em 05/jul/2019 - Sem Comentários
O Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) concedeu, na manhã desta sexta-feira (05/07), em sessão em Baku, capital do Azerbaijão, o título de Patrimônio Cultural e Natural Mundial a Paraty e Ilha Grande.
A região ao Sul do Estado do Rio de Janeiro será a 22ª da lista de patrimônios mundiais da humanidade brasileiros, dos quais sete são naturais e 14 culturais. Dos mais de mil patrimônios mundiais reconhecidos pela Unesco, apenas 39 lugares no planeta são considerados sítios mistos.
A região eleita abrange o centro histórico de Paraty, já tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 1958, e as reservas da Mata Atlântica da Baía da Ilha Grande, como a Serra da Bocaina e a própria Ilha Grande, uma área de 149 mil hectares que inclui trechos no Estado de São Paulo.

A biodiversidade no local é riquíssima, compreendendo 36 espécies vegetais raras como a caixeta, também chamada de pau-paraíba, de onde é retirada uma madeira bastante maleável. Em relação à fauna, há registros de 150 espécies de mamíferos, como a onça-pintada e o muriqui, maior primata do continente americano, 27 espécies de répteis e 125 de anuros (sapos, rãs e pererecas). Na América Latina, é o primeiro sítio misto onde se encontra uma cultura viva – os demais, como Machu Picchu, no Peru, são sítios arqueológicos envoltos numa paisagem natural.

A cidade de Paraty, com seu conjunto arquitetônico histórico e suas diversas e vibrantes manifestações culturais, forma com a Ilha Grande um local de enorme apelo turístico, de trilhas, mirantes, cachoeiras e vistas impressionantes da Serra da Bocaina, e ainda o litoral, com praias selvagens, tudo cercado pelo verde da Mata Atlântica.
A projeção mundial do título de patrimônio misto inspira expectativas de maior cuidado na conservação ecológica e da herança urbana. Segundo o Iphan, o título da Unesco cria um compromisso internacional de preservação do local. Uma conquista digna de grande comemoração, depois de dez anos na fila de espera da Unesco, após a primeira tentativa de reconhecimento, com foco no título apenas de patrimônio cultural, ter falhado em 2009.
1980 – A Cidade Histórica de Ouro Preto, Minas Gerais
1982 – O Centro Histórico de Olinda, Pernambuco
1983 – As Missões Jesuíticas Guarani, Ruínas de São Miguel das Missões, Rio Grande de Sul e Argentina
1985 – O Centro Histórico de Salvador, Bahia
1985 – O Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo, Minas Gerais
1987 – O Plano Piloto de Brasília, Distrito Federal
1991 – O Parque Nacional Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, Piauí
1997 – O Centro Histórico de São Luís do Maranhão
1999 – Centro Histórico da Cidade de Diamantina, Minas Gerais
2001 – Centro Histórico da Cidade de Goiás
2010 – Praça de São Francisco, na cidade de São Cristóvão, Sergipe
2012 – Rio de Janeiro, paisagens cariocas entre a montanha e o mar
2016 – Conjunto Moderno da Pampulha
2017 – Sítio Arqueológico Cais do Valongo
2019 – Paraty e Ilha Grande – primeiro sítio misto
1986 – Parque Nacional de Iguaçu, em Foz do Iguaçu, Paraná e Argentina
1999 – Mata Atlântica – Reservas do Sudeste, São Paulo e Paraná
1999 – Costa do Descobrimento – Reservas da Mata Atlântica, Bahia e Espírito Santo
2000 – Complexo de Áreas Protegidas da Amazônia Central
2000 – Complexo de Áreas Protegidas do Pantanal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
2001 – Áreas protegidas do Cerrado: Chapada dos Veadeiros e Parque Nacional das Emas, Goiás
2001 – Ilhas Atlânticas Brasileiras: Reservas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas
Postado por SECEC-RJ em 05/jul/2019 - Sem Comentários
O edital de apresentação de projetos culturais para o Plano Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PEFIC) – Lei de Incentivo à Cultura – foi publicado no Diário Oficial na terça-feira, dia 2 de julho.
Agora, produtores, diretores e artistas podem inscrever seus projetos até o dia 27 de dezembro, para serem analisados de acordo com os requisitos solicitados para a participação no plano.
Serão admitidas inscrições por pessoa física ou jurídica, que tenha como iniciativa à produção independente, com realização a partir de 20 de agosto de 2019.
Além disso, o trabalho precisa ter um conteúdo cultural com destinação pública e que se enquadre nos objetivos da política cultural definida. Para saber mais sobre a política cultural, leia o edital publicado, clicando no banner abaixo.
Os projetos culturais apresentados à SECEC no prazo e condições estabelecidos no edital serão avaliados em três etapas: habilitação, parecer técnico e avaliação pela Comissão de Aprovação de Projetos – CAP.
Para mais informações, clique nos banners para inscrição e avaliação de projetos e para a inscrição de patrocinadores.


Postado por SECEC-RJ em 04/jul/2019 - Sem Comentários
O Cineclube Rio de Telas exibirá na 5ª, 11/07, às 15h, na Biblioteca Parque Estadual (Avenida Presidente Vargas, 1.261), o filme “Deixa na Régua”, de Emílio Domingos. A entrada é franca.
O projeto, que exibe filmes nacionais para estimular o acesso ao cinema e formar público, é uma iniciativa da SECEC.
O evento é aberto ao público em geral – inclusive, a alunos das redes pública e privada. Após cada sessão haverá debate com personalidades relacionadas às obras ou ao tema levantado pelo filme.

“Deixa na Régua”(2016) faz parte da “Trilogia do corpo” do diretor carioca Emílio Domingos, junto aos filmes “Batalha do Passinho” e “Favela é Moda”. O filme apresenta a rotina movimentada das barbearias da Zona Norte do RJ, retratada com leveza a partir de depoimentos dos barbeiros e dos jovens que as frequentam.
Após a exibição do filme, o público poderá participar de um debate com o barbeiro Deivão, que está no documentário. Também haverá distribuição gratuita de pipoca e refresco para os participantes do evento.
Os salões de barbeiro das favelas e dos subúrbios são os lugares onde a nova estética da periferia nasce e se expande. Ponto de encontro dos jovens, os “barbeiros” se tornaram espaços de troca dessa juventude. “Deixa na Régua” entra nesse universo e, entre cortes, giletes e tesouradas, mostra o que se passa na cabeça dos barbeiros e de seus clientes.
Postado por SECEC-RJ em 03/jul/2019 - Sem Comentários
Nesta quinta-feira (04/07), das 10h às 17h, na Biblioteca Parque Estadual (Avenida Presidente Vargas, 1261, Centro) vai acontecer a “PEC – Cult, Proposta de Encontro Cultural”, com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.
Realizado pela ONG Afrotribo, com direção da colunista e escritora Paula Dias, o evento tem produção executiva do modelo Douglas Fernandes e parceria com o Projeto Acesso Cultural, coordenado pelo produtor Alberto Rodrigues.

A PEC-Cult vem propor uma nova rota de propagação dos criativos anônimos, não importando seu campo de atuação e, sim, sua contribuição para fortalecer a discussão, diálogo e comunicação a fim de chegarmos a uma resolução coletiva e autossustentável.
Nossa intenção é que nossa rede de contatos, através de um networking inclusivo a todos, resulte na erradicação da marginalização dos criativos não midiáticos, contribuindo para o resgate de toda expressão artística e ampliando uma maior compreensão sobre a cultura do nosso país, através de várias linguagens.
O objetivo principal é diminuir essa distância entre os coletivos socioculturais e seus idealizadores, minimizar ruídos de comunicação entre os mesmos, identificarmos nossas similaridades e necessidades referente ao nosso campo de atuação e, assim, criarmos um mapa geocultural, mesmo que no primeiro momento de forma surpeficial, facilitando o agregar ideias e ações. Precisamos nos conhecer de forma proativa e produzirmos juntos!
Músicos vão animar todo o decorrer do evento com pockets show, como o Saxofonista da cantora Ludmilla, Leandro Alves e presença especial da atriz Ruth de Souza.
A programação contará com exposições de artistas plásticos, feira de empreendedores criativos e bazar com vários ateliês e marcas. Serão oferecidos vários workshops e oficinas, uma delas ministradas pela atriz Íris Nascimento.
Também teremos uma mostra de teatro – onde uma das leituras será com o ator Deo Garcez, que apresentará um trecho da peça “Luiz Gama” – mostra de dança e mostra de curtas. Músicos vão animar todo o decorrer do evento com pocket shows como o do saxofonista da cantora Ludmilla, Leandro Alves, e presença especial da atriz Ruth de Souza.
Não faltarão atividades para as crianças. Haverá narração de história, musicais e muito mais. Vários coletivos socioculturais estão se mobilizando para atuar em mais essa frente pela oportunização e democratização cultural.
Postado por SECEC-RJ em 03/jul/2019 - Sem Comentários
Sob a curadoria de Herik Wooleefer e Ju Yao, a mostra vai retratar as marcantes cores e os costumes da África, dando visibilidade e protagonismo à obra de arte negra, ainda com um histórico escasso de exposições no nosso país, exibindo a sua variedade artística e cultural através da fotografia, pintura, desenho e escultura. A entrada é gratuita.
A mostra é uma construção de obras de arte com a simplicidade dos povos isolados do Leste, a garra dos canibais, a diversidade das comunidades tradicionais e todo luxo da metrópole africana, de corpo, alma e movimento.

No espaço, o público poderá apreciar as obras dos seguintes artistas: Junior Costas, Gih Rosa, Sisley Brandão, Noemia Conceição de Souza, Bruna Ashby, Alan Porfirio, Carla Alves, Matheus Steinmetz, Robson Sales, Bob Selassie, Matheus Dalvi, Thiago Nunes, Allan Sampaio, Blínia Messias, Bru Hermenegildo, além do artista escultor convidado, Thiago Mathias. Destaque também para o artista africano convidado, Noir Africain Thezis e brasileiro William Júnior.
Data: De 02 a 30 de Julho de 2019
Horário: De segunda a sexta, das 10h às 18h.
Local: Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro – Av. Presidente Vargas 1.261, Centro, Rio de Janeiro – RJ
Entrada: Gratuita
Postado por SECEC-RJ em 01/jul/2019 - Sem Comentários
O Sistema Estadual de Museus e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa Rio de Janeiro, em parceria com as Prefeituras e Secretarias Municipais, dando continuidade à programação das Oficinas previstas para este ano de 2019, irão realizar a Oficina “Institucionalizando Museus” no município de Porto Real, nos dias 02 e 03 de julho – das 9h às 17h, no Auditório do Horto Florestal, sendo ministrada por Gabriela Alevato.

Gabriela Alevato – Museóloga -Atualmente Coordenadora de Planejamento da Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
Atuou como museóloga no Cadastro Nacional de Museus – IPHAN, na Secretaria de Estado de Cultura de São Paulo, Casa de Santos Dumont – Petrópolis, Ecomuseu Ilha Grande, Gerente de Convênios da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Coordenação de Museologia do Museu de Arte do Rio – MAR, Supervisora de Museologia da empresa Carvalho Hosken e Produtora Executiva do Programa Educativo Oi Futuro. Experiência em gestão de Museus, atuando nos seguintes temas: planejamento, coleções, preservação, relações socioambientais, captação de recursos e parecerista de editais de cultura.
Endereço: Auditório do Horto Florestal – Avenida Dom Pedro II, 2505, Porto Real, Rio de Janeiro – RJ.
•Apresentação da Lei do Estatuto de Museus, que norteia a criação de museus
•Processos de criação: Decretos, Portarias, Atas e etc
•Modelos de gestão: Pública, Privada, Comunitária
•Regimento Interno: A importância de elaborar este documento
•Plano Museológico: mencionar rapidamente a importância deste documento para as Instituições.