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Escola da Cultura RJ já investe na formação de profissionais do estado

Postado por SECEC-RJ em 21/jul/2021 -

Aula do Ciep Carlos Chagas, em Gramacho, Duque de Caxias, foi uma das primeiras ações da Escola da Cultura RJ

A professora de geografia Maria Angélica Gomes Mesquita, do Ciep Carlos Chagas, de Duque de Caxias, descobriu uma forma nova de ensinar o conteúdo de sua disciplina: a pintura em madeira MDF. Vem utilizando a técnica também para outros tipos de trabalho, até decorativos, e já pensa em ter uma renda extra com a produção. Esse aperfeiçoamento foi conquistado após a oficina da qual participou através da Escola da Cultura RJ, uma iniciativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.


“O curso contemplou profissionais da educação, pais e alunos e proporcionou, além de uma tarde agradável, uma oportunidade de aprendizado e integração entre os participantes da atividade artesanal. Parabenizo o Governo do Estado, a Secretaria e a Direção da escola pela iniciativa”, afirmou Maria Angélica.

A professora Maria Angelica Gomes Mesquita aplica a técnica que aprendeu no ensino da Geografia e em peças decorativas


A atividade da qual ela participou faz parte de uma das primeiras ações da Escola da Cultura RJ, projeto lançado em maio. Trata-se do “Arte Para Todos”, que já percorreu nove municípios do estado. Ele foi construído graças a uma parceria com o Grupo Caçula e buscar esse tipo de colaboração com a iniciativa privada e órgãos da esfera pública será a tônica da Escola.

A professora Adriana Rosária Reis, de Mendes, também está apostando na sua criatividade e participou da oficina de “Pintura em Tecido”, realizada no seu município. Como ainda não conseguiu emprego na área educacional, ela enxerga nessa atividade uma forma “terapia” e até de fonte de renda em breve.

“Por enquanto, estou pintando apenas para uso pessoal, mas algumas colegas já até expuseram seus produtos numa feira realizada na cidade. É uma forma de formar amizades, espairecer e quem sabe pode ser rentável também”, conta Adriana.

Além de ter se voltado para o ensino de técnicas artísticas e artesanais, a Escola da Cultura RJ também nasce com o compromisso de difundir conhecimento sobre a participação dos fazedores de cultura em editais e chamadas públicas, principalmente lançados pela SECEC. A primeira experiência nesse sentido foi realizada por conta do apoio dado aos grupos carnavalescos.

Através de uma parceria com o Sebrae/RJ, a Escola ofereceu palestra de orientação para participação na Chamada Pública #CarnavalNasRedesRJ. A consultora Sandra Helena Gonzaga Pedroso ministrou o ensinamento e já prepara outras iniciativas parecidas. Ela é contadora de formação, doutoranda em Ciências Empresariais e Sociais pela Universidad de Ciencias Empresariales Y Sociales, da Argentina, com mestrado em Sistema de Gestão de Projetos pela UFF.

“A dificuldade mais comum das pessoas que atuam no meio cultural é de ter mais objetividade na elaboração dos projetos. É preciso entender bem os termos do edital e responder exatamente ao que foi pedido. É importante também saber desenvolver um storytelling correto do seu grupo ou companhia que mostre o histórico e experiência”, explica a consultora.

A consultora Sandra Helena Gonzaga Pedroso coloca sua experiência a serviço da Escola de Cultura RJ através de parceria com o Sebrae/RJ

Através da parceria com o Sebrae/RJ, estão sendo desenvolvidas oficinas de elaboração de projetos, gestão de projetos, captação de recursos e prestação de contas. Outra ação realizada foi a palestra de orientação para comprovação de execução dos projetos. A consultora credenciada do Sebrae Simone Klein conduziu a ação, abordando a prestação de contas de alguns editais da SECEC.

A diretora da Escola da Cultura RJ, a professora e subsecretária adjunta da SECEC Cláudia Viana, ressalta que o objetivo da iniciativa é de democratizar o acesso aos fazedores de cultura às políticas públicas implementadas pela Secretaria. Muitas parcerias estão sendo costuradas para isso. Só com o Sebrae, já está prevista a oferta de 52 turmas ainda este ano. A Escola já foi responsável também pelo lançamento do projeto Passaporte Cultural RJ, do projeto “Educação Também Faz Arte” (em parceria com a Secretaria de Educação de Duque de Caxias), da campanha “Literatura Acessível contra a Fome”, entre outras.

“O que precisamos é atuar em rede para fortalecer a atuação dos fazedores de cultura em todo o Estado do Rio. Por enquanto, a Escola funciona na sede da SECEC, mas deve ter representações ou polos em todos os municípios e realizar parcerias para potencializar ao máximo sua capacidade de entrega para quem atua no setor cultural e da economia criativa”, destaca a diretora.

A secretária Danielle Barros comemora os primeiros resultados da Escola: “Temos que percorrer esse caminho da democratização do acesso à Cultura por parte de toda a população fluminense e a Escola da Cultura RJ tem esse papel de atuar levando formação aos profissionais das mais variadas atividades que envolvem o setor cultural. Vamos contribuir com a criação de empregos e geração de renda para a retomada da economia do estado”.

CineCarioca Méier, no Imperator, reabre as portas ao público

Postado por SECEC-RJ em 15/jul/2021 -

Secretária Danielle Barros participa da reinauguração. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

Os moradores do Méier e dos bairros da região poderão matar a saudade de ver um bom filme no telão do CineCarioca, instalado no Centro Cultural João Nogueira – Imperator. As três salas do complexo exibidor foram reinauguradas nesta quarta-feira pela secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros. A retomada das sessões está sendo acompanhada de medidas de prevenção contra a Covid-19. No evento, foi lançada a edição da Revista Traços no estado.

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa manteve a parceria com a RioFilme e a rede Kinoplex, que será responsável pela programação e gestão do cinema. As salas funcionarão das 14h às 23h, aproximadamente, todos os dias da semana. A Sala 1 tem maior capacidade total e conta com 179 lugares. As duas demais estão equipadas com 107 cadeiras, cada uma. No entanto, a venda de ingressos está sendo limitada a 40% da capacidade, por conta da pandemia.

Na abertura, foi exibido o filme “Viúva Negra” para os convidados. Para que o público possa assistir aos filmes com segurança contra a Covid-19, a rede Kinoplex está adotando protocolos rígidos. Antes da abertura das sessões e nos intervalos, haverá higienização das superfícies em que as pessoas têm contato. Os funcionários que fazem esse serviço ficam protegidos com EPIs. Os corredores de entrada das salas contam com dispensers de álcool em gel e nos demais espaços de circulação. Não será permitida a entrada de pessoas sem máscara.


“Estamos empenhados na realização desse processo de retomada da Cultura. A Sala de Espetáculos do Imperator já está funcionando e agora o público recebe de volta o seu cinema. Todos os cuidados estão sendo tomados para que possamos ter as atividades culturais presenciais sendo oferecidas com segurança”, afirmou a secretária Danielle Barros.

Revista Traços vai ajudar no processo de reinserção social de pessoas em situação de rua. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

Lançamento da Revista Traços

Durante o evento, também houve o lançamento da primeira edição da Revista Traços voltada para o Rio de Janeiro. A publicação, cuja primeira reportagem de capa traz a cantora Teresa Cristina, será vendida por pessoas em situação de rua ou em extrema vulnerabilidade, que procuram reinserção social. A Traços RJ é uma realização da Blém! Estúdio de Criação, da Associação Traços de Comunicação e Cultura e Fora da Caixa. Com patrocínio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por meio da Lei Estadual de Incentivo e pela BAT Brasil.


A Revista Traços é uma das 125 publicações de rua do mundo. A partir da venda da revista em locais de grande circulação de pessoas (como bares, restaurantes, pontos turísticos e espaços culturais da cidade), os vendedores – chamados Porta-Vozes da Cultura (pessoas em situação de rua ou em extrema vulnerabilidade) – conseguem superar a situação de extrema pobreza e custear gastos básicos como moradia, alimentação e saúde. No Rio de Janeiro, a Traços começa sua circulação com 100 Porta-Vozes em mais de 60 pontos de vendas, distribuídos, inicialmente, pela região da Zona Sul e Centro da capital e na cidade de Niterói.

Primeiros porta-vozes venderão exemplares no Rio e em Niterói. Crédito: Gui Maia/SECECRJ


“Acreditamos muito no sucesso da Revista Traços e tenho certeza que no Rio o resultado vai superar as expectativas e garantir a continuidade”, afirmou a secretária Danielle Barros.

Resguardando a história de 112 anos do Theatro Municipal

Postado por SECEC-RJ em 14/jul/2021 -

Laura Ghelman, do Centro de Documentação do Theatro Municipal, destaca itens que remontam à época da construção. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

O Theatro Municipal está completando 112. Como seu setor está envolvido nas comemorações do aniversário?

– Terei a honra de participar de uma live nesta quinta-feira, dia 15, junto com a arquiteta Marisa Assumpção (chefe do Serviço de Arquitetura e Conservação) e a educadora do Theatro, Diana Magalhães. Cada uma vai falar sobre sua área específica e pretendo contribuir passando informações sobre o acervo museológico e documental, que compõem a base do Centro de Documentação. Vamos contar a história desses 112 anos, a partir do acervo do Theatro. Será transmitida pelo Facebook a partir das 19h.

O que é mais surpreendente no acervo do Cedoc?

– É um acervo muito variado, que mostra a evolução do Theatro, com muitos documentos originais da Casa. O que ele mostra que talvez seja mais surpreendente ou pouco comentado seja a mudança de uma programação mais dramática para uma mais voltada para o repertório clássico, com balés, óperas e apresentações de orquestra. Essa mudança ocorreu na década de 1970 e está muito bem documentada. A programação até hoje continua totalmente aberta, com a realização de shows, premiações, etc., mas é interessante ver que nesse período houve realmente essa mudança. Nas décadas de 1970 e 80, houve muitas parcerias com outros teatros, como o Colón, de Buenos Aires, o que deve ter impulsionado essa tendência para o clássico.

– O Theatro foi construído numa época de remodelação da cidade e foi um ícone dessa transformação, que deu ao Rio um outro status. Até hoje ele cumpre um papel de valorização da cidade?

– Foi uma época em que queriam transformar o Rio de Janeiro numa capital com feições mais europeias e grandiosas. Um teatro de grande porte era algo que faltava à cidade. Éramos uma capital, mas os teatros eram muito menores. Ele teve, dessa forma, esse papel de tornar o Rio mais suntuoso como capital do país. Tanto que já nasceu com eletricidade. Tinha até uma usina própria de geração de energia. O Rio não tinha um teatro à altura das companhias internacionais de grande porte. Até hoje é uma joia da nossa cidade e do nosso estado. Ele continua desempenhando esse papel de palco para comemorações e atrações internacionais e contribuiu para projetar o Rio como metrópole.

Quais são os marcos principais na história do Theatro?

– Um dos marcos mais importantes foi a constituição da Orquestra própria, que ocorreu em 1931. Depois houve a criação dos outros dois corpos próprios, o de Baile e o Coro. É a única casa de espetáculos do Brasil com esses três corpos estáveis. As restaurações tanto da década de 1970 quanto a do centenário em 2009 também foram importantes na história do Municipal.

Que personalidades do mundo da ópera e da música clássica se apresentaram na Casa e marcaram sua história?

– Além da Maria Olenewa, algumas bailarinas brasileiras também como a Márcia Haydée, que foi várias vezes primeira bailarina convidada, e a Tatiana Leskova deixaram sua marca na história do Municipal. A Bidu Sayão foi outra figura importante que se apresentou muitas vezes aqui no Theatro, mesmo depois de ser uma grande cantora em Nova York.  Entre os tenores, não há como não citar o Luciano Pavarotti, se apresentou aqui algumas vezes. Mas também nomes da música popular internacional são orgulho para Casa, como Aretha Franklin e Ray Charles. Bailarinas que fazem parte da prata da Casa, como a Ana Botafogo e a Claudia Mota, também fizeram história no palco do Municipal.

Ocorreram muitas modificações no teatro ao longo do tempo?

– Não houve nenhuma mudança arquitetônica significativa. A restauração da década de 1970 foi focada nas depredações internas verificadas por causa dos bailes de carnaval, que ocorreram a partir da década de 1930. Eles ocorriam na Plateia, e para isso eram retiradas as cadeiras. Esses bailes foram realizados durante mais de 30 anos e resultaram em depredações, que foram observadas nessa obra. Já na restauração de 2009 devolveu-se o brilho externo do Theatro. Foi uma restauração muito fiel e fidedigna, que respeitou padrões conceituais de conservação e preservação de bens históricos e recuperou a beleza original desse monumento, dando a ele a importância que ele merece.

Como é composto o acervo do seu setor?

– Ele é composto por coleções variadas, sendo que uma das mais importantes é do pintor Eliseu Visconti. O acervo do Museu do Teatro também é muito importante, pois reúne coleções de vários teatros do Rio de Janeiro. Temos também as plantas do concurso para a construção, obras de arte e peças, como cristais e louças. Além disso, acervos de outros maestros e músicos e de artistas, como Rodolfo Bernardelli e Bidu Sayão. Documentação original e administrativa do teatro desde 1904 também enriquecem o setor. 

Que mudanças está implementando no setor?

– Vamos focar na conservação do acervo e na disponibilização online de mais peças. Também pretendemos inserir a catalogação online dos elementos arquitetônicos, que é o acervo integrado, ou seja, as pinturas, esculturas, etc, mais um recursos para que todos possam observar as obras sem necessariamente vir aqui ou participar da visita guiada. O acervo do Cedoc  já está em sua maioria catalogado. O banco de dados pode ser consultado através do Sisgam, Sistema de Gerenciamento de Acervos Museológicos do estado. A maior parte já está disponível para a consulta online, mas pretendemos ampliar esse conteúdo, para que todos possam consultar pelo computador. É uma forma de democratizar ao máximo o acesso. As consultas presenciais continuam sendo feitas através do agendamento, a partir do preenchimento do formulário no site do Theatro.

CineCarioca Méier reabre nesta quinta (15/07)

Postado por SECEC-RJ em 10/jul/2021 -

Projetores do CineCarioca Méier já estão prontos para voltar a exibir filmes. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

No dia 15 de julho, quinta-feira, o CineCarioca Méier, instalado no Centro Cultural João Nogueira – Imperator, será reaberto, depois de mais de um ano fechado em razão da pandemia. As três salas do complexo vão receber o público com a adoção de protocolos de segurança contra a Covid-19 e inicialmente funcionarão com 40% da capacidade para a prevenção contra a doença.

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa manteve a parceria com a RioFilme e a rede Kinoplex, que será responsável pela programação e gestão do cinema. As salas funcionarão das 14h às 23h, aproximadamente, todos os dias da semana. A Sala 1 tem maior capacidade e conta com 179 lugares. As duas demais estão equipadas com 107 cadeiras, cada uma.

Programação do cinema será oferecida pela rede Kinoplex. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

Já na reabertura, o público poderá assistir aos filmes “Viúva Negra”, “Velozes e Furiosos 9”, “Os Croods 2” e “Space Jam: Um Novo Legado”. Só será permitida a entrada de pessoas com máscara.

Teatro do Imperator de portas abertas

A Sala de Espetáculos do Imperator também já está funcionando, com as devidas limitações impostas pelos protocolos de segurança contra a Covid-19. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Centro Cultural sempre no dia das apresentações, a partir das 14h, ou antecipadamente através da plataforma online Eventim ou de outras utilizadas pelas produções. Confira a programação abaixo.

Serviço:

Centro Cultural João Nogueira – Imperator

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier – Rio de Janeiro

Programação:

PETER PAN
Data:
10 e 11/07
Horário: Sábado e domingo, 16h
Classificação: Livre
Ingressos: Inteira R$40 / Meia R$20

Vendas Online: https://www.eventim.com.br/artist/peterpan/

Sinopse: Peter Pan é um espetáculo engraçado e divertido para toda a família. A peça conta com um elenco especialmente escolhido para esse trabalho. Os atores além de atuar também cantam ao vivo e dançam deixando o universo cada vez mais mágico. As músicas são versões ou adaptações pensadas diretamente para essa montagem.

TRIBUTO AO LEGIÃO URBANA com a Banda MAIS DO MESMO
Data:
10/07
Horário: Sábado, 20h
Ingressos: Inteira R$60 / Meia R$30

Vendas Online: https://www.eventim.com.br/artist/banda-mais-do-mesmo/

Sinopse: Com 23 anos de estrada, a banda MAIS DO MESMO é considerada a maior banda cover da LEGIÃO URBANA em todo o Brasil, sendo recorde de público e sucesso por todos os lugares em que toca.   Pra esse show em celebração ao Dia Mundial do Rock, a banda trará o espetáculo: “1 Minuto de Silêncio.2 Horas de Show! – 25 Anos sem Renato Russo” em que desfilará pelos maiores sucessos da Legião, passando pelos tempos em que Renato Russo esteve no “Aborto Elétrico” e, depois, quando se apresentou como “Trovador Solitário.” Além disso, teremos versões exclusivas e algumas surpresas.

A VIDA CONTINUA: A MORTE É UMA PIADA 2
Data:
11/07 e 18/07
Horário: Domingos, 19h
Classificação: Livre
Ingressos: Inteira R$60 / Meia R$30

Vendas Online: https://www.eventim.com.br/artist/a-vida-continua/

Sinopse:  “Se a vida continua e se todos estamos aqui de passagem, “a morte” é uma piada!”.

Depois de muitos pedidos do público e da ótima temporada da peça “A Morte é uma piada”, vem aí sua continuação: A Morte é uma Piada 2.

Após o retorno das turnês do EUA, Uruguai, Argentina, Suíça, Alemanha e Itália, Renato Prieto decide que tem que fazer a vontade de seu público e montar uma nova versão da peça A Morte é uma piada.

Com um texto que se entrelaça no drama e comédia em narrativas do cotidiano, com uma forma bem humorada e sensível, dialoga com sua plateia sobre temas que merecem atenção, como vida, sonhos, morte e o relacionamento entre as pessoas no contexto humano.

A interpretação com um estilo de Stand up comedy, mas sem perder a teatralidade, aproxima e diverte mais o público do espetáculo, que é levado a reflexão com alguns dos textos e a alegria com os causos, piadas e tiras que ali são apresentadas pelos atores Renato Prieto, Rogério Faria e Victor Meirelles.

E para fechar o cenário simples, toma uma proporção imaginável e bela com o trabalho de mapeamento e videografismo.

Um espetáculo de humor, reflexão e espiritualidade, traz histórias de um tema onipresente e universal.

A espinha dorsal do espetáculo é tratar o tema de forma peculiar e humorada, levando o espectador a momentos de compreensão, reflexão e desmistificação do assunto vida/morte. Sejam elas engraçadas ou não e sem perder a sua função de entretenimento com um teatro de qualidade. Trazendo uma leveza para o público, levando ele a dar importância a vida.

O espetáculo “AVIDA CONTINUA: A MORTE É UMA PIADA 2” tem como principal objetivo oferecer um texto cativante com uma linguagem teatral, clara, e ao mesmo tempo divertida e acessível a qualquer público dando a oportunidade de reflexão e ensinamentos sobre um tema universal, que origina questionamentos inquietantes.

O processo criativo do espetáculo está estruturado em cima de ideias que o homem tem sobrea morte, que independente da escolha filosófica ou religiosa, acredita que avida continua, logo a “morte” é uma piada e todos terão que passar.

LIVE ALICE SOLIDÁRIA
Data:
13/07
Horário: Terça-feira, 20h.
Local: Canal Youtube: Fitamarela
Classificação: Livre
Ingressos: Online.

Gratuito.

Sinopse: Artistas adultos e mirins vão se reunir em uma live em prol de arrecadação de cestas básicas para serem distribuídas entre profissionais de arte que estão passando por dificuldades financeiras desde o começo da pandemia.

A ideia desse projeto partiu das próprias crianças que dividem o palco no espetáculo Alice – Uma Aventura Musical, dirigido por Udylê Procópio. O evento acontecerá no Teatro Imperator, no Méier, e terá transmissão ao vivo pelo canal do Youtube Fitamarela. A idealizadora do espetáculo, a jornalista Simone Frota, abraçou imediatamente a causa assim como já fazia com outros projetos sociais antes mesmo da pandemia.

O evento contará com a presença de grandes nomes do cenário artístico como o intérprete Ito Melodia e as cantoras Fernanda Lemos e Criss Massa, além dos atores e das próprias crianças do espetáculo Alice, que preparam uma bela homenagem para a atriz Mabel Calzollarii, falecida em 22 de junho de 2021.

A live acontecerá no dia 13 de julho, às 20h, e tem o apoio da Secretaria de Cultura e Economia do Estado do Rio de Janeiro, Teatro Imperator e o apadrinhamento da Dra. Amanda Fulgêncio, fundadora do projeto Fada do Dente.

Os interessados em ajudar podem se dirigir até o Teatro Imperator, no Méier, ou a Agência Santa Ajuda, no Recreio, que são os postos de arrecadação de alimentos não perecíveis que serão entregues aos beneficiários.

CHICOTEATRO
CLAUDIO LINS Canta Chico Buarque de Holanda
Data:
14/07
Horário: Quarta-feira, 17h
Classificação: Livre
Ingressos: Inteira R$60 / Meia R$30

Vendas Online: https://www.eventim.com.br/artist/claudio-lins/

Sinopse: O ator e cantor Claudio Lins homenageia Chico Buarque e sua vasta obra composta para especialmente para o teatro, apresentando canções emblemáticas como “Roda viva”, “Tatuagem”, “Não existe pecado ao sul do Equador”, “Gota d’água”, “A volta do malandro”, “Homenagem ao malandro”, e “Viver do amor”, entre outras, acompanhado pelo pianista Heberth Souza. Entre as canções, Lins conta histórias saborosas sobre a origem das composições e as montagens dos espetáculos, apresentando um rico panorama do casamento entre o teatro e a música brasileiros.

AQUARELAS: TRIBUTO A EMILIO SANTIAGO

Data: 16/07
Horário: Sexta-feira, 20h
Classificação: 18 anos
Ingressos: Inteira R$60 / Meia R$30

Vendas Online: https://www.eventim.com.br/artist/emilio-santiago/

Bilheteria Física: Dia do evento, a partir das 14h

Sinopse: O Show “AQUARELAS: TRIBUTO AO EMILIO SANTIAGO” com o cantor Valdeir Valença, é uma homenagem a um dos mais importantes intérpretes da música popular brasileira, que nos deixou precocemente, no dia 20 de março 2013, aos 66 anos.

O cantor Valdeir Valença apresenta canções que fazem o público recordar o talento desse grande intérprete, considerado por todos um dos maiores cantores brasileiros em todos os tempos.

No repertório, pérolas do repertório das “Aquarelas”, projeto criado e produzido por Roberto Menescal para Emílio Santiago, em 1988 que teve 07 volumes, até 1995.

Canções que fizeram muito sucesso, estão nesse show, como “Saigon” (um dos maiores sucessos de Emílio Santiago, de Claudio Cartier, Carlão e Paulo Cesar Feital), “Verdade Chinesa” (Gilson e Carlos Colla), “Lesões Corporais”, “Flamboyant” (Paulo César Feital e Jota Maranhão), “Dias de Lua”, “Logo Agora” (Jorge Aragão), “Espelho D’Agua”, “Essa Fase do Amor”, “Eu Sei Que Vou te Amar”, “As Rosas Não Falam”(Cartola), “Chega de Saudade”, “Wave”, “Minha Rainha”, “Retalhos de Cetim”(Benito de Paula), “Sufoco”, “Amigo é Pra Essas Coisas”, “Pelo Amor de Deus”(Paulo Debétio e Paulinho Rezende), “Nega”, “O que é o Que È” e Com a Perna no Mundo” (Gonzaguinha) além de alguns sambas enredos que fizeram muito sucesso na voz desse grande interprete.

ANDRÉ SANTI – CHEGUEI VIVO AOS 30

Data: 17/07
Horário: Sábado, 20h
Classificação: 14 anos
Ingressos: Inteira R$60 / Meia R$30

Vendas Online: https://www.eventim.com.br/event/andre-santi-cheguei-vivo-aos-30-teatro-imperator-13841428/

Sinopse: “Cheguei (Vivo) Aos 30” é o segundo show solo de stand up comedy do humorista André Santi.

Neste show André conta algumas experiências e observações de sua vida ao longo de 34 anos de vida. Como de costume, o show apresenta muita interação e improviso com a plateia.

O espetáculo teve sua estreia em 2018 em São Paulo onde teve uma temporada de sucesso com sessões esgotadas antecipadamente. Desde então, por onde passa, Cheguei Vivo Aos 30 é sucesso absoluto.

UM MUSICAL CONGELANTE II – A JORNADA

Data: 17 e 18/07
Horário: Sábado e domingo, 16h.
Classificação: Livre
Ingressos: Inteira R$40 / Meia R$20

Vendas Online: https://www.eventim.com.br/event/um-musical-congelante-ii-a-jornada-teatro-imperator-13844910/

Sinopse: Um Musical Congelante II – A Jornada

A Rainha de Arendelle sente um chamado, e recordando uma lembrança de sua infância que seu pai contava, descobre uma história do próprio pai, de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajudará a Rainha a compreendera origem de seus poderes sobre o gelo. Mistério e números musicais contagiantes.

Governo do Estado do Rio lança pedra fundamental da construção do cinema de São Pedro da Aldeia

Postado por SECEC-RJ em 09/jul/2021 -

Projeto prevê construção de duas salas de cinema durante 10 meses, gerando 40 empregos. Crédito: Leonardo Ferraz/SECECRJ

O Governo do Estado do Rio de Janeiro lançou hoje a pedra fundamental da obra de construção de um complexo exibidor audiovisual em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. O município não possui sala para esse entretenimento e é o mais novo beneficiado pelo programa “Cinema da Cidade”, que está sendo executado em parceria com a Agência Nacional do Cinema (Ancine). O início dos trabalhos foi saudado pelo governador Cláudio Castro e pela secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, que estiveram na cidade, junto com o prefeito Carlos Fabio da Silva, o Fábio do Pastel.


“Fazer a Cultura acontecer no Interior do Rio de Janeiro faz parte do nosso trabalho. Além de proporcionar entretenimento para a população, a chegada deste projeto garante a criação de postos de trabalho para o município desde o começo. São vagas nas obras que depois se tornarão empregos diretos no equipamento”, declarou o governador Cláudio Castro.


O complexo, fica no bairro de Nova São Pedro, terá duas salas de exibição com capacidade total de 168 lugares, sendo que uma delas será equipada para passar filmes no formato 3D. O investimento previsto nas obras é de cerca de R$ 3 milhões, mas outros R$ 1,8 milhão devem ser gastos na compra dos equipamentos. A construção deve durar dez meses e gerar 40 empregos.

“O lançamento da obra do cinema de São Pedro da Aldeia é uma importante sinalização do Governo do Estado do Rio de Janeiro para garantir o acesso à Cultura de todas as regiões. Temos a expectativa de termos esse cinema inaugurado ainda no primeiro semestre de 2022 e será um grande presente para a população da cidade e de toda a Região dos Lagos”, declarou a secretária.

Governador Cláudio Castro e a secretária Danielle Barros aprovaram o projeto. Crédito: Leonardo Ferraz/SECECRJ

O programa “Cinema da Cidade” tem orçamento total de R$ 23 milhões no Estado do Rio. A previsão é de construção de cinco cinemas, em parceria com a Ancine. A unidade de Cordeiro é a mais adiantada, com mais de 60% das obras realizadas. As demais ficarão em São Fidélis, Bom Jardim e Miracema.

Museus fluminenses cada vez mais no Século XXI

Postado por SECEC-RJ em 07/jul/2021 -

Museu Casa do Colono, de Petrópolis, participa do Hub+

Dez museus fluminenses estão encarando o desafio de se transformar para serem mais inclusivos, cumprirem seu papel educacional, aprimorarem as técnicas de preservação de acervo e tirarem o máximo de proveito das ferramentas tecnológicas digitais. Em edital do projeto Hub+, patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e pela Oi, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, as instituições aprovadas passam por reformulação no período de pandemia para atender as demandas do público.


A Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros, destacou a importância do edital em parceria com a HUB+, através da Lei de Incentivo à Cultura, para modernização dos museus em diferentes áreas do estado. 

“A pandemia mostrou a importância da cultura na vida de todos nós. Especialmente quando falamos no uso da tecnologia para poder mostrar o acervo e os itens que presencialmente ainda estamos impedidos ou podendo acompanhar de forma limitada em virtude da pandemia. Esta é uma forma de valorizar iniciativas de preservação de nossos acervos museológicos e ao mesmo tempo representa a retomada de uma iniciativa importantíssima de consolidação para as instituições museológicas do estado”, disse. 

À frente da iniciativa está a empresa Coeficiente Artístico, que selecionou o grupo entre mais de 60 candidatas, abrangendo as diversas regiões do estado. Um deles é o Museu de Favela, que já surgiu como uma proposta inovadora da comunidade do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho, na Zona Sul carioca.

Apesar de parte de suas atividades terem sido suspensas durante o período de isolamento social, a instituição pretende dar uma guinada na fase pós-pandemia, com a retomada das visitas guiadas pelas ruas do território. A diretora Alini Rangel ressalta que o MUF sempre recebeu contribuições do meio acadêmico, mas tem que avançar em termos de acessibilidade e recursos tecnológicos.

“Acredito que esse aprendizado será muito útil. Inevitavelmente, precisaremos de recursos para o aprimoramento tecnológico. Vai requerer infraestrutura. Mas é um processo que acontecerá por etapas”, diz a diretora.

Primeiro portal de entrada ao Museu de Favela (MUF) restaurado com recursos da Lei Aldir Blanc

Capacitação e modernização dos museus do estado

A capacitação dos museus ajuda na elaboração de projetos que podem criar oportunidades de aporte financeiro através de editais públicos e privados ou de programas nas três esferas do poder público. Para a diretora do Museu de Arte Religiosa e Tradicional (Mart) de Cabo Frio, Carla Renata Gomes, o conhecimento que será adquirido por ela e pela equipe nos próximos meses dará o embasamento para as decisões mais apropriadas em termos de investimento.


“As oficinas e mentorias do projeto Hub+ vão nos auxiliar e trazer o aporte técnico necessário para nossa equipe elaborar projetos adequados à nossa realidade. Algumas ações poderemos realizar através do nosso pessoal interno. E se tivermos que realizar contratações, esse conhecimento nos ajudará muito também. Foi uma alegria muito grande termos sido escolhidos para participar desse projeto”, conta a diretora.


Outra instituição de pequeno porte que participa do Hub+ é o Museu Casa do Colono, de Petrópolis. Além do aprimoramento das condições de acessibilidade a pessoas com deficiência e busca de inovações tecnológicas, o lugar procura fortalecer e ampliar suas conexões com outros museus do estado.


“Por ser um museu de pequeno porte e do interior do estado, esse ambiente de troca e aprendizagem em rede, com formação e experimentação através do processo de mentorias e laboratório de inovação, trará uma rica diversidade de experiências, diálogos e parcerias com os outros museus participantes e de diferentes municípios do estado, além de trazer maior visibilidade institucional e fortalecimento da sua atuação e compromisso social no território que atua”, diz a museóloga Ana Carolina Maciel.

Fachada do antigo Convento de N. S. dos Anjos, sede do Museu de Arte Religiosa e Tradicional (Mart), em Cabo Frio

Museus modernizam acervo e promovem integração

As inúmeras possibilidades de parcerias e sinergias entre os participantes foram até uma surpresa inicial para Rafaela Zanete, gestora cultural e sócia da Coeficiente Artístico. Segundo ela, a atuação em rede vai ajudar a fortalecer as instituições participantes, que já viram na pandemia uma oportunidade de reformulação e de maior diálogo com o público através das plataformas digitais.


“Todos os museus participantes têm em comum o fato de terem voltado mais seus olhares para o mundo das plataformas digitais depois da pandemia. Há uma mística de que essas soluções são caras, mas isso nem sempre é verdade. Tendo o conhecimento dos diversos recursos disponíveis, cada instituição terá condições de escolher a melhor alternativa, partindo até de recursos gratuitos, a fim de ampliar e atender melhor seu público e garantir acessibilidade aos que precisam desse conhecimento”, explica Rafaela.


A gestora ressalta que, apesar de alguns conteúdos serem necessários a todos os participantes, o processo de mentoria do Hub+ prevê um diagnóstico e um acompanhamento personalizado para cada um dos dez participantes. Além dos cursos e oficinas com especialistas, os museus selecionados terão pelo menos um encontro presencial no Museu das Comunicações e Humanidades (MUSEHUM), do Oi Futuro, no Flamengo. Essa instituição também funcionará como um laboratório de práticas museológicas para os integrantes do Hub+.


“Os museus participantes estão de parabéns pelo esforço que fizeram para serem selecionados pelo Hub+. Também é notória a superação que essas instituições realizaram durante esse período de pandemia em que tiveram que mergulhar nesse universo do digital para continuarem a prestar esse serviço fundamental para a população. A Secretaria tem enorme orgulho de apoiar esse projeto”, disse a secretária Danielle Barros.


Além das instituições citadas, participam do projeto o Espaço Cultural Luciano Bastos (Bom Jesus de Itabapoana), o Museu da Cultura Finlandesa Eva Hilden (Penedo), o Museu Histórico Antônio Ventura Coimbra Lopes (Miracema), Museu e Biblioteca Corina Peixoto de Araújo (São Fidelis), o Museu Bispo do Rosário (Curicica), o Museu da Geodiversidade (MGeo) na Cidade Universitária e o Museu da Patologia da Fundação Oswaldo Cruz (Bonsucesso).

SECEC autoriza o patrocínio a 11 projetos através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura

Postado por SECEC-RJ em 04/jul/2021 -

Projeto incentivado levará a Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino para os municípios do Norte e Noroeste do estado

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa já autorizou este ano o patrocínio para 11 projetos culturais, no âmbito da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. As iniciativas totalizam cerca de R$ 12 milhões, sendo que os patrocinadores precisam depositar aproximadamente R$ 2,4 milhões para o Fundo Estadual de Cultura, como destinação obrigatória equivalente a um quinto do benefício fiscal. As atividades contempladas estão ajudando a estimular a cadeia produtiva do setor, gerando emprego e renda.

Um dos projetos contemplados é o “Orquestra de Campos”, que vai levar apresentações da Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino para os municípios de Campos dos Goytacazes, Conceição de Macabu, Itaperuna, Macaé e Quissamã. Outra ação aprovada é o festival gastronômico “Raízes”, que será realizado em Niterói no formato híbrido, com stands de expositores, aulas, shows e palestras.
A SECEC também aprovou dois projetos culturais ligados ao Flamengo. O “Invasão Cultural” trará ações culturais a cada jogo de basquete do Flamengo no NBB nas temporadas 2021/2022 no Maracanãzinho. O público que acompanhará as partidas do rubro-negro, tanto pela TV quanto pela internet, também assistirá a atividades culturais nas linguagens de música e dança. Estão previstos 12 shows de música e apresentações de dança na abertura dos jogos.
Através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, também será patrocinada criação do Museu Digital do Flamengo, voltado para resgatar e preservar a história centenária do Clube de Regatas do Flamengo. O projeto prevê a pesquisa e a preservação do acervo que comporão o objeto principal, o desenvolvimento e realização de uma plataforma digital dividida por eixos temáticos. O objetivo dessa iniciativa é valorizar a memória cultural e social, além de criar um elo permanente e tecnológico com o programa educativo do Museu do Flamengo, que atende a mais de 3 mil alunos da rede pública municipal e estadual.
A SECEC já tinha anunciado seu patrocínio a dois projetos vinculados ao clube Vasco da Gama. Serão realizadas em São Januário oficinas gratuitas para jovens em situação de vulnerabilidade social e em outra iniciativa haverá a reformulação da Sala de Troféus. Esse espaço ganhará estrutura expositiva multimídia e interativa com diversos ambientes que vão contar a História do clube e de suas diversas modalidades esportivas.

Biblioteca Parque de Manguinhos reabre ao público na segunda-feira

Postado por SECEC-RJ em 02/jul/2021 -

Cineteatro da Biblioteca Parque de Manguinhos foi reformado para a reabertura. Crédito: Leonardo Ferraz/SECECRJ

A Biblioteca Parque de Manguinhos, na Zona Norte do Rio de Janeiro, será reaberta ao público nesta segunda-feira (05), depois de mais de um ano fechada por conta da pandemia. Para o retorno dos frequentadores, o equipamento passou por melhorias e preparou uma programação de cursos e atividades culturais.


A reabertura da biblioteca atende a uma demanda dos moradores de Manguinhos e de bairros vizinhos, que utilizam o local para pesquisa, estudo, acesso à cultura e convivência. Durante o período em que ficou fechado, o equipamento passou por reparos e melhorias para seu funcionamento pleno. A principal novidade que o público vai encontrar é a reforma do Cineteatro Eduardo Coutinho.


O espaço receberá as principais atividades culturais programadas pela administração da biblioteca em parceria com a Associação Shalom. Serão oferecidos cursos gratuitos com temática voltada para a arte, música e atividades culturais em geral. A biblioteca também vai disponibilizar para os frequentadores aulas de balé, violino e flauta.


“A Biblioteca Parque de Manguinhos tem uma localização central para a região e sua retomada é importante para os moradores. Fizemos todo o esforço para que essa reabertura fosse também um presente para os frequentadores, que vão encontrar um espaço não só renovado como uma programação especial”, afirmou a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Oficinas abertas ao público

A biblioteca também possui uma viodeoteca, em que os frequentadores podem assistir a filmes. O público pode consultar o acervo de mais de 9 mil livros nas duas salas de leitura do equipamento. O lugar também está equipado com ludoteca, sala de música e 18 computadores. Em Manguinhos, há projeto de aulas de percussão, capoeira, hip hop, ginástica funcional, jiu-jítsu e muay thay.

Programação:

Teatro: às quintas-feiras, das 18h às 21h.

Ginástica Funcional: de segunda a sexta-feira, das 7h às 9h, e das 18h às 21h.

Capoeira: às segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h.

Jiu-Jítsu: às segundas, quartas e sextas-feiras, das 15h às 18h.

Hip-Hop: às terças e quintas-feiras, das 20h às 21h30.

Muay-Thai: às terças e quintas-feiras, das 19h às 20h.

Projeto Batucando: às terças e quintas-feiras, das 18h às 20h.

Serviço:

Local: Av. Dom Hélder Câmara, 1.184 – Benfica.
Horário de funcionamento: das 10h às 18h, de segunda a sexta-feira.

Poupando trabalho para os pesquisadores

Postado por SECEC-RJ em 30/jun/2021 -

Mariana Pontim, do Setor de Documentação do MIS-RJ, na sede do museu, na Lapa. Crédito: Gui Maia/SECECRJ

Como o Setor de Documentação do MIS se organiza e está integrado com os demais?

– O Setor tem uma relação transversal com os demais setores do museu, permitindo um acesso mais amigável e organizado para os pesquisadores e profissionais da instituição. Somos responsáveis pela disponibilização do conteúdo no Banco de Dados. Conteúdo este, proveniente dos setores, onde os documentos são organizados e trabalhados, sob os cuidados e orientações da Gerência de Acervo. O Banco de Dados abrange 28 das 35 coleções do MIS. São quase 300 mil itens que estão disponíveis para consulta nos terminais de computador e no Centro de Pesquisa Ricardo Cravo Albin. A partir deles, é possível não só pesquisar por tema, autoria, título etc.,  em função dos seus diversos campos, como cruzar informações e produzir relatórios. Estamos envolvidos também com o trabalho de “limpeza”, digamos assim, desse conteúdo, trabalhando para o aprimoramento das listas, nomes e do vocabulário controlado. Tudo para facilitar a vida e a consulta do nosso público.

O que falta para as outras sete coleções serem integradas no Banco de Dados?

– Algumas estão ainda em tratamento, outras foram adquiridas recentemente. A do Paulo Tapajós, por exemplo, foi iniciado no dia 23 o seu processo de arrolamento. É bem volumosa, com diversos suportes. A do José Wilker, composta majoritariamente por livros, é a mais recente coleção, está em comodato com o MIS, e já está disponível para consulta no SISGAM (Sistema de Gerenciamento de Acervos Museológico), que é a plataforma de gestão e registro de acervos dos Museus do Estado do Rio de Janeiro, vinculados à REDE WEB DE MUSEUS. Depois integrará o Banco de Dados do MIS, que está em processo de reformulação. É uma dinâmica normal dos museus.

Como é o critério de classificação das peças?

– Como todo museu, o MIS tem seu Plano Museológico que vai nortear suas ações, inclusive para as doações. Esse plano vai nortear a averiguação do que está sendo oferecido e do que o MIS vai buscar. Então, não é de forma aleatória que avaliamos. Com a doação, começa o tratamento do bem cultural musealizado. Cada item vai passar por triagem, seleção, documentação, arrolamento e catalogação. Enfim, um trabalho muito técnico para que as peças sejam organizadas e disponibilizadas para o público. Pode ocorrer de recebermos peças que fogem do plano e nesses casos indicamos um destino mais apropriado. Mas não são decisões pontuais, porque é fundamental manter a integridade da coleção para se preservar o pensamento e a formação cultural e intelectual daquele que a construiu.

Anteriormente o setor se chamava Banco de Dados e mudou para Setor de Documentação. Foi uma mera formalidade ou alterou a finalidade dele?

– A atual gestão tomou uma sábia decisão. De fato, há um lado formal, pois Banco de Dados dá uma ideia de TI, o que não é o caso, mas ao mesmo tempo o setor ganhou uma dinâmica nova com maior ênfase no trabalho de pesquisa. Estamos subsidiando mais os projetos da Casa. A Comunicação está trabalhando muito com conteúdos para as redes sociais, que procuramos fornecer. Também com a Gerência de Produção temos uma interação maior, além da Gerência de Acervo, que sempre foi constante. Toda informação produzida pelo MIS  é embasada. Estamos produzindo muito para a Radio MIS RJ, uma criação da atual gestão do jornalista Cesar Miranda Ribeiro, e com as lives. Fazemos parcerias com outras instituições, produção de documentário e de exposição, por exemplo. Há um foco maior, de forma geral, na realização das pesquisas com o objetivo de divulgar melhor o acervo. Houve uma valorização da produção interna de conhecimento pelo próprio MIS. Assim, cumprimos melhor nossa missão pedagógica de formação cultural da sociedade.

Qual é o retorno que estão tendo desse trabalho?

– O retorno é maravilhoso e surpreendente. Tivemos, por exemplo, a ideia de fazer uma postagem sobre a cantora Linda Batista, que dá nome a uma de nossas coleções, com mais de 2 mil itens. Acabou gerando a atenção dos fã-clubes das cantoras da época de ouro do rádio. Então o fã clube da Marlene compartilhou e marcou o da Linda Batista. Nisso, já surgiu a ideia de uma realizar uma live reunindo os fãs clubes das cantoras do rádio. Tem tudo a ver com o acervo do MIS, que salvaguarda a coleção da Rádio Nacional. Uma das coisas mais fascinantes foi a criação da Rádio MIS, que caiu como uma luva porque temos um acervo que mostra a história da radiodifusão no Brasil. Temos mais de oito mil programas de rádio, incluindo o roteiro, a sonora, as fotografias e até as cartas dos ouvintes. O Edgar de Alencar, um crítico musical, disse no dia do lançamento dos dois primeiros discos com o selo MIS – um de Noel Rosa e outro de Carmen Miranda – no final de 1965 o seguinte: “O MIS não pode ser um sarcófago de múmias, mas um museu que pretende ser dinâmico na proclamação dos valores de ontem e de hoje”. A rádio realiza esse preceito. Através dela, tivemos contato com um senhor, o professor Rosaldo Queiroz que, após ouvir os episódios sobre o Lamartine Babo,  inaugurador do programa “Frequência MIS”, entrou em contato com o Museu e doou o LP “O Carnaval de Lamartine”, que pertencera a seu pai, e possui dedicatória de Lamartine para o radialista Heber de Bôscoli. Os dois junto à atriz Yara Salles  protagonizaram o “Trem da Alegria”, um dos programas mais duradouros da história do rádio. A doação está registrada em depoimento do professor ao Pedro Dias, responsável pelo setor sonoro da instituição. Aliás, Pedro e Aline Soares (responsável pelos setores Educativo e Institucional) apresentam o “Frequência MIS”, onde eu apareço no último episódio revelando os dados e destaques do homenageado no acervo do MIS. Está sendo muito enriquecedor participar subsidiando esse projeto. Estamos preparando mais novidades.

SECEC vai patrocinar evento com apresentações e debates sobre música

Postado por SECEC-RJ em 29/jun/2021 -

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa aprovou o patrocínio, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a um evento que promete movimentar a cena da música do Estado do Rio de Janeiro. É o “Sounds & Talks”, do LabSonica do Oi Futuro, em parceria com uma rede de palcos cariocas. Os encontros vão durar seis meses para promover talentos e provocar debates sobre as tendências do setor.


O “Sounds & Talks” conta com o patrocínio da SECEC e da Oi. Serão seis encontros realizados ao longo de seis meses, com música ao vivo, palestras e dinâmicas de potencialização do trabalho de artistas do Estado do Rio. Os eventos serão gratuitos e realizados no Lab Oi Futuro, um laboratório de experimentação sonora e musical, e nos espaços da rede Palcos do Rio (Audio Rebel, Olho da Rua, Dumont Arte Bar, Solar de Botafogo e outros). Tudo será gravado e editado para uso nas mídias digitais, com previsão de realização entre agosto e setembro de 2021, obedecendo aos critérios de distanciamento social. O valor do patrocínio é de R$ 66 mil, com destinação de R$ 13.200 para o FEC.


Outro evento que será patrocinado pela Oi e a SECEC será o OI Kabum! ! LAB – Laboratórios de Cultura Digital. Esse projeto vai trabalhar com diversas linguagens em formato híbrido voltado para jovens de baixa renda. O resultado serão 440 horas de atividades de criação artística. Essa iniciativa vai receber R$ 300 mil, sendo que outros R$ 60 mil são contrapartida para o FEC.

A Secretaria também aprovou o patrocínio para a 2ª Bienal de Arte Digital 2021 – Condições de Existência. Trata-se de uma websérie e uma exposição internacional de arte digital com intercâmbios internacionais entre diversos artistas e instituições com foco em arte, ciência e tecnologia no Centro Cultural OI Futuro e no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) a partir de 01/09/2021, com 60 dias de ações para o público gratuitamente. Este evento receberá R$ 450 mil, o que resultará em mais R$ 83 mil para o FEC.

“Através do estímulo à inovação e à criatividade, estamos cumprindo nosso papel de fomentar a atividade cultural e estimular a cadeia produtiva da Cultura. Nosso estado tem toda a vocação para ser o maior polo da Economia Criativa no Brasil”, afirmou a secretária Danielle Barros.