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Teatro tradicional em Petrópolis será revitalizado por meio de patrocínio do Estado

Postado por SECEC-RJ em 16/Maio/2023 -

Fundado em 1955, o Teatro Santa Cecília, em Petrópolis, um dos mais antigos e importantes espaços culturais da cidade, receberá obras de revitalização a partir deste ano. A ação será patrocinada pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e terá investimento de R$ 1.5 milhão. Outros dois projetos também receberam benefício fiscal do governo e foram publicados em Diário Oficial nesta terça-feira (16): a Flu Music e o Festival Halleluya, ambos na capital.

“A revitalização do Teatro Santa Cecília tem como principal meta reposicionar Petrópolis no cenário nacional, adequando o espaço para receber espetáculos de todo Brasil, turnês de produções teatrais, companhias de dança e shows musicais profissionais. Será um polo de referência na Região Serrana do Rio, gerando impacto positivo na economia, aquecendo a produção artística local e beneficiando diversos setores”, destaca a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

O projeto, que está sendo realizado em parceria com a empresa de energia Enel, é dividido em três eixos centrais e é realizado pela Natureza Produções: a preservação das características arquitetônicas originais do espaço; a atualização técnica do teatro em sua estrutura cênica, a fim de prepará-lo para receber os mais variados espetáculos profissionais; e a melhoria na parte de acessibilidade, tornando o local mais seguro e confortável para todos os públicos.

O prédio que abriga o teatro é tombado pelo Conselho Municipal de Tombamento Histórico, Cultural e Artístico de Petrópolis e também é sede da Escola de Música Santa Cecília, a primeira do segmento na cidade. O espaço fica localizado entre o Centro Histórico e a famosa Rua Teresa, com um vasto comércio ao seu redor, inúmeros prédios residenciais e diferentes opções de transporte, favorecendo um fluxo constante de pessoas e com facilidade de deslocamento.

Festival Halleluya

A edição deste ano é gratuita e acontece neste final de semana, nos dias 20 e 21 de maio, no Terreirão do Samba – Centro. Entre as atrações confirmadas estão: Davidson Silva, Missionário Shalom, Cosme e Olívia Ferreira. O evento, realizado pela Comunidade Católica Shalom e patrocínio da empresa de café Três Corações, oferece uma experiência de fé por meio das artes, esportes e entretenimento em geral.

Flu Music

O projeto, que conta com patrocínio da empresa TIM, consiste na realização de dois shows musicais na sede do Fluminense Football Club, nos dias 11 e 21 de julho, com apresentações musicais de Maria Bethânia e Lan Lanh. No dia 6 de outubro, será realizado show de samba com Nilze Carvalho no espaço Fluminense, em Xerém.

Sobre a Lei de Incentivo à Cultura

Criado em 1992, o mecanismo funciona através da concessão de benefício fiscal para empresas contribuintes de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), garantindo a reversão da renúncia dos valores em investimento a projetos culturais e financiamento da arte fluminense.

O processo foi modernizado e amplificado a partir de 2020, quando a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) criou uma nova plataforma para atender os proponentes e as empresas patrocinadoras: o Sistema Desenvolve Cultura. A mudança agilizou e facilitou a dinâmica de relacionamento entre sociedade civil, empresas privadas e poder público, permitindo que o benefício fiscal chegasse a novos lugares.

As inscrições para quem deseja utilizar a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, exercício 2023, estão abertas. De forma prática e simplificada, os proponentes, tanto pessoa física quanto jurídica, residentes do estado do Rio de Janeiro, podem acessar o Sistema Desenvolve Cultura, cadastrar o seu projeto cultural e pleitear o patrocínio via renúncia fiscal. Para se inscrever, basta acessar a plataforma através do link http://cultura.rj.gov.br/desenvolve-cultura/inscricao/.

Cultura do Estado participa de seminário nacional de capacitação sobre a Lei Paulo Gustavo

Postado por SECEC-RJ em 15/Maio/2023 -

O decreto de regulamentação da Lei Paulo Gustavo (LPG), que representa o maior valor da história destinado ao setor cultural (R$ 3,8 bilhões), foi assinado na última semana, em Salvador – Bahia. E a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) enviou uma equipe para acompanhar a cerimônia de lançamento e participar do seminário nacional de capacitação de gestores.

“O nosso foco é promover a melhor entrega possível da lei e beneficiar os fazedores de cultura de todas as regiões. Fizemos isso com a Lei Aldir Blanc e não será diferente agora. Vamos trabalhar para democratizar, incluir e valorizar ainda mais a cultura fluminense”, destacou a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.

Durante os dias do seminário nacional, a equipe da Sececrj repassou os pontos da lei, discutiu o plano de ação e participou de diversas mesas temáticas que foram disponibilizadas na programação. 

“Nossa equipe já está sendo capacitada para executar todos os processos dentro dos prazos e entregar à população uma política pública que vai deixar um legado para a cultura fluminense. Por isso, trouxemos representantes de setores chaves da nossa secretaria, que vão dividir esse conhecimento com os demais servidores e capacitar a nossa atuação”, ressaltou a subsecretária de Planejamento de Gestão, Rosemary Costa. 

Também participaram da cerimônia de lançamento e do seminário nacional os seguintes servidores da Sececrj: o superintendente de Audiovisual, Raphael Moreira, a presidente da Comissão de Editais, Diana De Rose, o assessor de Relações Intermunicipais, Adenilson Honorato, e o assessor de Prestação de Contas, Ayrton Ramos. 

Dados do Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é a quarta unidade federativa com mais recursos reservados pela LPG. Ao todo, o Governo do Estado receberá R$ 139 milhões para operacionalizar e os 92 municípios fluminenses, R$ 132,1 milhões. O Rio fica atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Bahia. 

Sobre a verba destinada aos municípios, as cidades do Rio de Janeiro (R$ 48,2 milhões), São Gonçalo (R$ 7,8 milhões), Duque de Caxias (R$ 6,6 milhões), Nova Iguaçu (R$ 5,9 milhões) e Niterói (R$ 3,8 milhões) são as cinco primeiras no ranking. 

Para conseguir contemplar o maior número de fazedores de cultura com o repasse, o Estado já iniciou o processo de escuta com os municípios. Nesta terça-feira (16), começaram as reuniões com secretários municipais e dirigentes de cultura de diferentes cidades do interior.

“Viemos aqui para discutir com a secretária Danielle Barros questões relativas aos editais, buscando entender quais serão os focos dos municípios e do estado. Desta forma, e também ouvindo a sociedade civil, vamos poder organizar como a verba deve ser destinada de forma que contemple diferentes segmentos”, explicou a secretária Municipal de Cultura de Petrópolis e presidente do Fórum Estadual de Secretários e Dirigentes de Cultura do Rio de Janeiro, Diana Iliescu.

Sobre a LPG

Do valor a ser disponibilizado, R$ 2 bilhões serão destinados aos estados e R$ 1,8 bilhão aos municípios. Para acessar os recursos, os entes federados – estados, municípios e Distrito Federal – deverão utilizar o sistema da Plataforma TransfereGov a partir do dia 12 de maio e terão 60 dias, contados desde esta data, para registrarem os planos de ação, que serão analisados pelo Ministério da Cultura (MinC). Os valores serão liberados após a aprovação de cada proposta.

Deste montante, cerca de R$ 2,7 bilhões irão para o setor audiovisual, já que na proposta original da elaboração da Lei foi previsto que os recursos seriam provenientes do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Os beneficiários poderão investir em produções audiovisuais; apoio a reformas, restauros, manutenção e funcionamento de salas de cinema e cinemas itinerantes; capacitação, formação e qualificação no audiovisual; apoio a cineclubes, à realização de festivais e mostras de produções audiovisuais; memória, preservação e digitalização de obras ou acervos audiovisuais; pesquisas; suporte às microempresas e às pequenas empresas do setor audiovisual para vídeos por demanda; licenciamento de produções audiovisuais; exibição em redes de televisão públicas; e distribuição de produções audiovisuais.

Já o valor de R$ 1,065 bilhão, que na proposta original na elaboração da Lei tinha como fonte de recursos o Fundo Nacional de Cultura (FNC), é destinado aos demais setores e áreas culturais e artísticas, como desenvolvimento de atividades de economia criativa e de economia solidária; apoio a outras formas de financiamento, a agentes culturais, a iniciativas, a cursos ou produções ou a manifestações culturais; e desenvolvimento de espaços artísticos e culturais, de microempreendedores individuais, de microempresas e de pequenas empresas culturais, de cooperativas, de instituições e de organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social determinadas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Um dos objetivos mais importantes da Lei Paulo Gustavo é garantir formas de inclusão e democratização do acesso aos investimentos destinados pelo Ministério da Cultura para o setor cultural. Por isso, os projetos deverão oferecer condições de acessibilidade às pessoas com deficiência, medidas de democratização, desconcentração, descentralização e regionalização do investimento cultural, e a implementação de ações afirmativas, com mecanismos que estimulem a participação de mulheres, pessoas negras e indígenas, comunidades tradicionais, de terreiros e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência e outros grupos minorizados.

Acesse o site com as informações da Lei Paulo Gustavo no link: https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/lei-paulo-gustavo

Paixão pelo circo é passada de mãe para filha há quatro gerações na família Murari-Martinelli

Postado por SECEC-RJ em 14/Maio/2023 -

Uma tradição passada de mãe para filha ao longo dos anos e que agora já está chegando à quarta geração de artistas. Essa é a relação da família Murari-Martinelli com a “Mãe de todas as artes”: o Circo. A história começou com Rosa Murari há cerca de 70 anos e, atualmente, o legado segue com a pequena Emily Martinelli, de 10 anos, que já está dando os seus primeiros saltos e encantando o público com a trupe do Unicirco.

A paixão pela arte circense, em todas as suas formas, teve início com Rosa, que se apaixonou pelo palhaço Antônio Fonseca e seguiu estrada com o grupo de artistas que passava pela sua cidade, em uma época que o circo-teatro e o picadeiro eram muito tradicionais. Mas foi na geração seguinte, com Ester Martinelli, fruto dessa relação, que a linhagem de trapezistas na família teve início.

Rosa Murari e Antonio Fonseca à direita

“Fiz de tudo um pouco nos picadeiros. Criei meus filhos no ambiente circense desde muito cedo, assim como meus pais me criaram. Atualmente, já me aposentei, e não participo mais dos espetáculos, por conta da idade, mas me orgulha muito poder ver meus filhos e netos seguindo o legado”, conta Ester, 71 anos. 

Emily e Ester Martinelli

Agora, a tradição segue com Patricia, 40 anos, Gustavo, 18, e Emily Martinelli, 10, filha e netos de Ester, respectivamente. A terceira e quarta geração já atuam juntas nos números de acrobacia do Unicirco. 

“Meus filhos foram criados no palco e, após anos de treino, o mais velho é um artista profissional, e a pequena está seguindo os mesmos passos. É o modo de vida da família. Eles sempre gostaram, principalmente a Emily. Eu e ela frequentemente nos apresentamos juntas nos espetáculos”, explica Patricia, que é casada com Tibério Cezar Caetano, 50 anos, também trapezista da trupe.

Patricia e Emily atuando juntas no Unicirco

Os membros da família executam atualmente o número “Tecido Áereo”, no espetáculo “Em Busca da Alma do Circo”, no Unicirco. Durante os dias de semana, Patricia e Tibério dão aulas gratuitas no projeto social realizado pela própria companhia em que trabalham.

O Unicirco promove aulas de circo social em Santa Cruz, Rio de Janeiro, e em Duque de Caxias. O núcleo profissionalizante, para quem deseja seguir carreira na área, tem aulas na Quinta da Boa Vista – RJ, na sede do projeto, onde também acontecem os espetáculos. Para informações sobre como participar, basta entrar em contato através do instagram @institutoCulturalUnicirco ou pelo site www.unicirco.org.br.

O Projeto Unicirco Arte Educação & Comunidade conta com patrocínio da Petrobras e do Governo do Estado, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei de Incentivo à Cultura.

Cultura do Estado investiu R$ 42 milhões via Lei de Incentivo no primeiro quadrimestre  

Postado por SECEC-RJ em 12/Maio/2023 -

Entre janeiro e maio deste ano, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) já patrocinou 34 projetos através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, somando mais de R$ 42 milhões de investimento. Até o momento, 33 cidades foram impactadas positivamente, gerando emprego, renda e fomentando a cena artística local.

“Nossa gestão é pautada na democratização da cultura, na diversidade de projetos incentivados e no alcance ao maior número de cidades do interior do estado. Temos trabalhado para garantir uma política cultural cada vez mais inclusiva, chegando até a ponta e atendendo todas as formas de arte”, ressalta a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Nestes primeiros meses, o Governo já investiu em projetos de 15 linguagens culturais diferentes, sendo elas: música e dança (10), folclore e ecologia (6), acervo e patrimônio histórico (5), teatro e circo (5), artes plásticas (4), cinema, vídeo e fotografia (2), literatura (1) e gastronomia (1). O calendário contou com uma programação diversa até o momento, como o evento de tecnologia e inovação Rio2C, o espetáculo de dança Focus e o Carnaval 2023.

Conheça a Lei de Incentivo à Cultura

Criado em 1992, o mecanismo funciona através da concessão de benefício fiscal para empresas contribuintes de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), garantindo a reversão da renúncia dos valores em investimento a projetos culturais e financiamento da arte fluminense.

O processo foi modernizado e amplificado a partir de 2020, quando a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) criou uma nova plataforma para atender os proponentes e as empresas patrocinadoras: o Sistema Desenvolve Cultura. A mudança agilizou e facilitou a dinâmica de relacionamento entre sociedade civil, empresas privadas e poder público, permitindo que o benefício fiscal chegasse a novos lugares.

As inscrições para quem deseja utilizar a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, exercício 2023, estão abertas. De forma prática e simplificada, os proponentes, tanto pessoa física quanto jurídica, residentes do estado do Rio de Janeiro, podem acessar o Sistema Desenvolve Cultura, cadastrar o seu projeto cultural e pleitear o patrocínio via renúncia fiscal. Para se inscrever, basta acessar a plataforma através do link http://cultura.rj.gov.br/desenvolve-cultura/inscricao/.

Cidades atendidas neste ano

Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Cabo Frio, Niterói, Rio das Ostras, Campos dos Goytacazes, Macaé, Quissamã, Nova Iguaçu, Petrópolis, Volta Redonda, Barra do Piraí, Barra Mansa, Itatiaia, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença, Areal, Comendador Levy Gasparian, Engenheiro de Paulo Frontin, Mendes, Miguel Pereira, Maricá, Tanguá, Armação de Búzios, Paraty, São Gonçalo e Angra dos Reis.

Valor total dos projetos: R$ 42.256.913,00
Ticket médio por projeto: R$ 1.242.850,00

Rita Lee, ícone do rock brasileiro, deixa a sua marca no MIS

Postado por SECEC-RJ em 10/Maio/2023 -

O Museu da Imagem e do Som (MIS), equipamento do Governo do Estado, disponibiliza aos fãs da rainha do rock brasileiro, Rita Lee, o acervo com 393 itens entre partituras, audiovisual, biblioteca, iconografia e
textos da obra da cantora, fundamental para a cultura brasileira.

Aos 75 anos de idade, Rita Lee se despediu do palco da vida, onde reinou por 60 anos como umas das maiores artistas do Brasil, conquistando milhões de fãs, de todas as idades. O MIS guarda parte desse legado e será porta-voz para que pesquisadores e apreciadores da estrela do Rock mantenham viva, por meio do seu legado, a história da artista.

A notícia sobre a partida de Rita Lee, foi confirmada na manhã desta última terça-feira (9) em suas redes sociais e de seu marido, Roberto de Carvalho. O governador Cláudio Castro lamentou a morte da cantora, que fica, agora, eternizada na história cultural brasileira.

“Rita Lee, a rainha do rock brasileiro, era sinônimo de talento. Não há dúvidas de que suas múltiplas atribuições e dons fizeram dela uma das mulheres mais influentes e icônicas do Brasil. Não há como pensar na música brasileira sem a sua irreverência, ironia, carisma e voz potente. Símbolo de uma geração, ela foi uma mulher além do seu tempo e suas músicas foram a trilha sonora da vida de muitos de nós”, declarou Cláudio Castro.

Para os apreciadores da obra de Rita Lee, o museu disponibiliza o acervo online por meio do Centro de Pesquisa. O acesso é via agendamento através do e-mail saladepesquisa@mis.rj.gov.br

Primeira edição do “Mais Encontros” traz Adriana Arydes e Padre Fábio de Melo ao palco do Imperator

Postado por SECEC-RJ em 08/Maio/2023 -

O Centro Cultural João Nogueira – Imperator, no Méier, será a casa da música gospel no Rio de Janeiro durante os próximos meses. Nesta quarta-feira (10/05), acontece a primeira edição do evento Mais Encontros e, para estrear em grande estilo, a cantora Adriana Arydes recebe no palco o Padre Fábio de Melo para um show inédito. Os ingressos serão vendidos a preços populares (R$ 5 inteira e R$ 2,50 meia-entrada), a partir desta terça-feira (9/05), às 13 horas, na bilheteria do Imperator, e às 16h, no site www.funarj.eleventickets.com.

O projeto é realizado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Fundação de Artes do Estado (Funarj) em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Sececrj), e foi idealizado com o intuito de complementar a programação do “Fim de Tarde”, tradicional evento que acontecia apenas no Teatro João Caetano – Centro, e, neste mês, aterrissou no Centro Cultural João Nogueira.

“O Imperator é referência cultural na Zona Norte do Rio e uma casa vocacionada a receber grandes eventos. Neste mês, tivemos a estreia do Fim de Tarde, com a grande apresentação do artista Criolo. E, agora, vamos dar sequência ao calendário recheado de surpresas com a primeira edição do Mais Encontros”, destacou a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros. 

Intercalando com as apresentações do projeto “Fim de Tarde”, o “Mais Encontros” vai garantir que a agenda às quartas-feiras no Imperator esteja sempre cheia. Toda semana, um artista vai subir ao palco do maior centro de artes da Zona Norte do Rio, proporcionando uma programação com grande diversidade de ritmos e gêneros musicais. 

“O Mais Encontros é um projeto que busca unir vozes potentes e nomes de referência da cultura gospel. A Fundação de Artes do RJ apoia esta e toda iniciativa que estimula a cultura, união e liberdade nas mais variadas formas de artes”, completou Jackson Emerick, presidente da Funarj.

Sobre o show e os artistas

A apresentação promete trazer grandes sucessos para o público, como “A Chave do Coração” e “Humano Amor de Deus”, além dos mais recentes lançamentos, como “As Três Respostas”, de Adriana Arydes, e “Esse sou eu”, de Padre Fábio de Melo.

Dona de uma voz inconfundível e um carisma singular, Adriana Arydes é uma das maiores cantoras de música católica do país. Possui mais de 20 anos de estrada, com dez CDs lançados e dois DVDs gravados. Já Fábio de Melo retorna aos palcos com o espetáculo “Este sou eu” para falar de amor, fé, esperança, amizade e paz. Ao todo, o artista já vendeu mais de 3 milhões de cópias de CDs, além de 3,5 milhões de livros.

Sobre o Mais Encontros

O projeto nasceu com o propósito de atender a demanda da população da Zona Norte do Rio, grande consumidora da música popular. A curadoria é realizada por Andrea Maier e Caio Pável, dois profissionais com vasta experiência em diversos projetos curatoriais de música gospel.

Andrea Maier é diretora da Rádio 93FM desde 2001 e já realizou curadoria de eventos como a “Marcha para Jesus”, “Som Gospel” e “Louvorzão”, que, em sua última edição, contou com mais de 30 shows de artistas gospel e a presença de milhares de pessoas.

Já Caio Pável atuou na direção e curadoria de eventos como “Jornada Mundial da Juventude” e “Cristo é o Show”, já tendo atuado com artistas como Padre Marcelo Rossi, Rosa de Saron e Banda Dominus, além de artistas de outros gêneros musicais, como 14 Bis, Elba Ramalho e Alceu Valença.

SERVIÇO – VENDAS DE INGRESSOS

Dia da semana: Terça-feira, 09/05/2023
Início das vendas de forma presencial no CCJN: 13h
Endereço: Rua Dias da Cruz, nº 170, Méier  
Início das vendas de forma on-line: 16h
www.funarj.eleventickets.com
Limite de dois ingressos por pessoa (CPF)  

Músico Ivan Lins doa acervo para o MIS RJ

Postado por SECEC-RJ em 02/Maio/2023 -

O presidente do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, Cesar Miranda Ribeiro, recebeu o músico Ivan Lins, no dia 28/4, para a assinatura oficial do Termo de Doação do seu acervo, na sede Lapa, às 15h. Autor de sucessos inesquecíveis, compositor com músicas gravadas por talentos consagrados como Elis Regina, Gal Costa e Simone, é mais um nome importante que reconhece a responsabilidade e a missão do MIS RJ na salvaguarda da Cultura Brasileira.

“A doação do Ivan Lins foi recebida por nós com muita satisfação, pois estamos falando de um acervo relevante e representativo da identidade musical brasileira, que o MIS RJ tem orgulho de salvaguardar. Será mais uma rica Coleção para ser compartilhada com a sociedade, democratizando o acesso à informação para cariocas, fluminenses e todos os pesquisadores brasileiros”, afirmou Cesar Miranda Ribeiro.

A tarde estava nublada mas o clima era solar e alegre durante a cerimônia. O músico Ivan Lins contou histórias e lembrou de “causos” pitorescos, “música é uma coisa muito intensa, e eu vivi intensamente, participei de coisas do arco-da-velha”. Sobre a importância de doar o seu acervo para o MIS, afirmou, “É uma honra e um dever, o que me pertence, pertence também ao meu povo. Poder vir aqui e ouvir mais detalhadamente sobre a minha história. E esse é o primeiro lote, tem muito mais ainda”. Ao final, emocionado com a homenagem do presidente Cesar, disse “Um espaço sabidamente respeitado para o estado e o país, que tem um trabalho super respeitado. Eu me sinto muito honrado de estar num ambiente acima de qualquer suspeita, que vai guardar tudo com muito carinho”. Um dos itens doados, o disco “Daquilo que eu sei”, foi autografado com os dizeres, “Ao MIS (Museu da Imagem e do Som) com minha admiração e respeito. Com apreço e estima, Ivan Lins, 28 de abril de 2023”.

Ivan Lins veio acompanhado do seu filho, João Lins. A convite do presidente Cesar, o curador do MIS Copacabana, Hugo Sukman, também participou do evento. Estiveram presentes a equipe de comunicação do Governo do Estado, a jornalista Sandra Proença, o repórter fotográfico, Ernesto Carriço e o videomaker, Gui Maia.

A coordenação do trabalho referente ao acervo doado ficou a cargo da diretora técnica operacional, Ana Carolina Maciel Vieira. Foram onze caixas com diferentes itens: 55 fitas de rolo, fitas cassete, LPs, CDs, DVDs, fitas de vídeo em VHS, em Betacam e ainda fotografias em papel, registros em formato digital, partituras e documentos textuais. O acervo passou pela fase denominada de arrolamento, quando as caixas são abertas e o conteúdo é listado, separado por tipos de suportes e setores técnicos do Museu, para a seleção e avaliação, totalizando 517 itens.

MIS RJ eterniza a história de Myrian Dauelsberg, a grande dama da cultura brasileira

Postado por SECEC-RJ em 02/Maio/2023 -

O Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro eterniza, nesta quinta-feira (4/5), a história de Myrian Dauelsberg, a grande empresária de arte clássica brasileira. Fundadora e presidente da Dellarte, responsável por trazer aos palcos brasileiros inúmeras atrações internacionais como Luciano Pavarotti, José Carreras, Plácido Domingo, Balé Bolshoi, Maurice Bejart, Yuja Wang, Filarmônica de Nova York, Balé Kirov, e muitos outros. A maior gestora das cenas musicais do Rio de Janeiro, conta a sua trajetória como pianista e mestra reconhecida mundialmente.

Para o presidente do MIS, Cesar Miranda Ribeiro, “O Depoimento para a Posteridade com Myrian Dauelsberg é fundamental e especial para a nossa instituição, como rica fonte de pesquisa da música clássica do Brasil, pela sua persistência e convicção em proporcionar para milhões de admiradores do balé, ópera e jazz, espetáculos de primeiríssima qualidade. Temos muito o que agradecer a Myrian Dauelsberg, pelos anos dedicados com muita paixão à cultura do nosso país”, afirma.

Filha da excepcional violinista Mariuccia Iacovino, Myrian Dauelsberg nasceu ouvindo música clássica, cresceu cercada por importantes artistas brasileiros e estrangeiros. Estudou com o pianista Arnaldo Estrella e aperfeiçoou-se na Europa, no Conservatoire National de Paris com Vlado Perlemutére. É Doutora em Musicologia pela Sorbonne de Paris. Participou de inúmeras turnês na Europa e Estados Unidos com o Duo Dauelsberg (piano e violoncelo). Foi diretora da Sala Cecília Meireles, chefe de gabinete do Ministro da Educação Cultura e Desportos, Eduardo Portella, e à frente da Dellarte, desde 1982, é uma incansável empresária, há quarenta anos promovendo turnês, festivais, séries e espetáculos que são sucesso de público e crítica no Brasil e exterior.

O legado que construiu vai além da produção cultural, fundou o Instituto Dell’Arte para reforçar o compromisso social da empresa, que sempre investiu no terceiro setor. Apoia à Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino, do maestro Jony William, sediada em Campos dos Goytacazes; à Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, promovendo o encontro de seus jovens músicos com grandes estrelas internacionais; a Cia BEMO (Ballet Escola Maria Olenewa) do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e festivais de arte e cultura, como os Festivais de Inverno de Petrópolis e Friburgo e Meu Primeiro Festival. Myrian Dauelsberg preside a Sociedade Artística Villa-Lobos, símbolo de continuação e persistência em prol da música clássica na região serrana, fundada em 1970 por Lourdes Tornaghi, e o casal de musicistas Arnaldo Estrella e Mariuccia Iacovino.

Myrian Dauelsberg terá ao seu lado, como convidados entrevistadores, Miguel Proença (Pianista de música erudita), e Ronaldo Miranda (Compositor e professor da Escola de Comunicações e Artes da USP), e remotamente de São Paulo, Roberto Tibiriçá (Maestro). A gravação do Depoimento para a Posteridade será realizada na residência da pianista, com duas câmeras, para melhorar a qualidade documental do material a ser pesquisado, possibilitando mais opções para as futuras gerações. A mediação será conduzida pela jornalista do MIS RJ, Márcia Benazzi, sem a presença do público.

Sobre a série Depoimentos para a Posteridade:

Em 1966, o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, inaugurou o projeto Depoimentos para a Posteridade, inédito programa de história oral criado por Ricardo Cravo Albin para preservar a memória de diversos setores da cultura nacional, tais como a música, o teatro, a literatura, o cinema e as artes plásticas. Atualmente conta com um acervo de mais de mil depoimentos de figuras notáveis, como Guiomar Novaes, Helza Camêu, Magdalena Tagliaferro, Maria Lúcia Godoy, Maria D’Apparecida, Diva Pieranti, Miguel Proença, Paulo Fortes, Francisco Mignone, Cláudio Santoro, Guerra Peixe, Isaac Karabtchevsky, Hildegard Angel, Hamilton de Holanda, Luciana Rabello, Leonardo Bruno Ferreira, Carlos Alberto Serpa e muitos outros. Lembramos que a gravação fica à disposição do público, nas salas de consultas do MIS, 72 horas depois do término dos depoimentos. O MIS RJ é um equipamento vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECEC RJ).

SERVIÇO

Local: Residência da Depoente Myrian Dauelsberg
Data: 4 de maio de 2023 (quinta-feira)
Horário: 15h às 17h, gravação sem a presença do público.
Contatos MIS RJ: gerenciadeproducao@mis.rj.gov.br & comunicacao@mis.rj.gov.br

Dia da Baixada Fluminense: Cultura do Estado investiu cerca de R$ 39 milhões na região nos últimos anos

Postado por SECEC-RJ em 28/abr/2023 -

Comemorado neste domingo (30/04), o Dia da Baixada Fluminense celebra a região marcada por suas extensas planícies, forte integração entre os municípios e diversidade cultural. Nesta última esfera, as cidades que a compõem têm recebido grande incentivo da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) nos últimos anos. Desde 2020, mais de 1200 projetos culturais foram patrocinados, através de fomento direto e indireto, somando investimento de quase R$ 39 milhões.

“A nossa Baixada é rica em valores culturais, belezas naturais, potencial econômico e criativo. Sou natural de Duque de Caxias e conheço cada cantinho dessa região. Por isso, sei como é importante o poder público estar presente, valorizando as pessoas e criando oportunidades para estimular o desenvolvimento através do fomento à arte e à cultura. Temos seguido um caminho de descentralização dos recursos na gestão do governador Claudio Castro e os investimentos na Baixada mostram exatamente isso”, afirma a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros. 

Composta pelos municípios de Duque de Caxias, Belford Roxo, Itaguaí, Japeri, Magé, Guapimirim, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São João de Meriti e Seropédica, a Baixada Fluminense tem cerca de 3.9 milhões de habitantes, segundo pesquisa do IBGE em 2021. E em um universo tão plural, diversas expressões artísticas, como a Folia de Reis e o Jongo, marcam presença.  

Através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC), cerca de R$ 16 milhões foram investidos em 25 projetos culturais, como o Ateliê Escola de Artesanato, em Duque de Caxias, e as Oficinas de Capacitação Audiovisual Onda Verde, em Nova Iguaçu. O fomento indireto funciona por meio da concessão de benefício fiscal para empresas contribuintes de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), garantindo a reversão da renúncia dos valores em investimento a projetos culturais e financiamento da arte fluminense.

Projeto Onda Verde capacita pessoas em Nova Iguaçu / Foto: Divulgação

Além de projetos que acontecem na Baixada Fluminense, produtores culturais e empresas oriundas da região também fazem parte da cadeia produtiva atendida pela Lei de Incentivo à Cultura. Dono da Motivo Produções, com sede em Magé, Rodrigo Lobo idealizou o festival literário Energia para Ler, que teve início em 2021, com patrocínio da Sececrj, e é sucesso desde então. Mais de 300 empregos já foram gerados pela iniciativa, que vai chegar à terceira edição neste ano.

“O projeto tem uma importância cultural muito grande e é resultado do olhar do Estado com os 92 municípios que o integram. Ele transporta a produção cultural do interior para o próprio interior. Estas ações, que historicamente estavam concentradas na capital, agora têm o deslocamento geográfico e, assim, fazem uma entrega de um valor cultural substancial, ao mesmo tempo que legitimam as ações artísticas dessas localidades”, ressalta Rodrigo Lobo.

Rodrigo Lobo, idealizador do projeto Energia para Ler

Já através dos editais da Sececrj, por meio de fomento direto, 1183 projetos foram patrocinados, somando investimento de mais de R$ 23 milhões. Muitas chamadas públicas fizeram parte do cronograma, como o Retomada Cultural, Passaporte Cultural, Fomenta Festival, Cultura Presente nas Redes, Folias de Reis e Povos Tradicionais, com premiações variando entre R$ 2.5 mil e R$ 150 mil.

Outros dois editais vão contemplar novos proponentes nos próximos meses: o Arraiá Cultural RJ 2 – com 115 vagas e premiação total de R$ 7.25 milhões -, e o Literatura Resiste RJ – com 78 vagas e investimento de R$ 5.5 milhões. A expectativa é de aumento no valor total de incentivo à Baixada Fluminense a partir da seleção de novos projetos nestas duas chamadas públicas.

Integração com o interior

A Sececrj também tem um setor voltado para o fortalecimento da relação intermunicipal, com sede na Baixada Fluminense, que é a Subsecretaria de Integração Cultural. Os produtores de cultura da região, e também de outras cidades do interior, podem procurar o espaço e receber informações de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

Endereço: Rua Guarani, número  882. Piabetá – Magé. Dentro da Faetec ao lado do Colégio Estadual Baltazar
E-mail: subic@cultura.rj.gov.br
WhatsApp: 21 97134-5039

Dia da Baixada Fluminense – História

Criada pela Lei Estadual 3.822 em maio de 2002, a data é uma homenagem à primeira ferrovia do Brasil, ligando a Estação Mauá até Magé. A estrada de ferro construída por Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, foi inaugurada em 30 de abril de 1854. A partir dela, vieram os avanços na região por meio da melhora na produção agrícola e do escoamento da produção de ouro vinda de Minas Gerais para o porto carioca.

Serviço

Informações sobre o Arraiá Cultural 2: http://cultura.rj.gov.br/arraia-cultural-rj-2/
Informações sobre o Literatura Resiste: http://cultura.rj.gov.br/literatura-resiste-rj/

Conselho Estadual de Políticas Culturais toma posse

Postado por SECEC-RJ em 27/abr/2023 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ) abriu as portas para receber os novos representantes do Conselho Estadual de Políticas Culturais (CEPC), que tem mandato válido pelo biênio 2023-2024. A cerimônia de posse aconteceu na manhã desta quinta-feira (27/04) e contou com a participação da secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

“Nada mais emblemático do que realizar essa cerimônia no espaço de cultura mais importante do estado. Estamos vivenciando um momento em que o conselho tem se fortalecido dentro da gestão, e estamos trilhando essa caminhada juntos a favor da cultura, na base do diálogo e da escuta. Este é o norte da gestão Claudio Castro e da cultura, por isso termos um conselho ativo e participativo é fundamental para o fortalecimento do nosso segmento”, afirmou Danielle Barros.

O CEPC é um órgão deliberativo, parte integrante do Sistema Estadual de Cultura, e vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia do Rio de Janeiro (Sececrj). Tem como principal função deliberar sobre as políticas públicas na área da cultura, trabalhando em conjunto com a Sececrj. Para a presidente da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Veronica Lima, o fortalecimento do conselho é uma importante ferramenta dentro da gestão democrática.

“Nós acreditamos que a cultura tem um papel transformador e estratégico para combater a desigualdade social. Para além disso, temos que colocar a cultura na primeira prateleira de importância das políticas públicas no Brasil. Junto com a secretária Danielle, temos caminhado para fortalecer a cultura no estado”, destacou Veronica.

O mandato do conselho é de dois anos e o sistema funciona por composição partidária, formado por 16 membros da sociedade civil e 16 representantes do poder público, com garantia de revezamento na presidência entre as partes. Cada representante também conta com seu respectivo suplente, em caso de necessidade.

“Nós somos trabalhadores da cultura e estamos ocupando esse lugar porque temos o propósito de edificar a classe artística e batalhar para seguir melhorando as condições para toda a cadeia produtiva. Só podemos fazer isso através da construção do diálogo e da luta por direitos para o nosso setor. Queremos construir essa ponte juntos”, ressaltou Renata Bezerril, conselheira eleita representante da sociedade civil – Região Centro Sul.

Todos os conselheiros eleitos receberam um certificado ao final do evento. A solenidade contou com a presença da presidente do Theatro Municipal, Clara Paulino, e do presidente da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj), Jackson Emerick.

O que é o CEPC

O Conselho Estadual de Política Cultural do Rio de Janeiro faz parte do Sistema Estadual de Cultura, instituído através da lei nº 7035, de 7 de julho de 2015. É um órgão paritário e deliberativo, responsável por planejar e fiscalizar as políticas culturais fluminenses.

O sistema funciona por composição paritária e revezamento na presidência entre as partes. Desta forma, privilegia-se o equilíbrio na deliberação de políticas públicas e igualdade nas votações.

A eleição do novo presidente e vice-presidente será realizada na próxima quinta-feira, às 15h, de forma on-line.