Postado por SECEC-RJ em 18/abr/2022 -
Projetado para integrar cultura, educação e sustentabilidade em um só lugar, o programa Escolas Criativas chega a mais três cidades fluminenses neste ano: Cantagalo, Duas Barras e Petropólis. O conjunto de ações tem como principal objetivo contribuir para a criação de um ambiente escolar inovador e estimulante para professores e alunos. O projeto é desenvolvido pela produtora Quitanda Soluções Criativas, em parceria com a Enel Brasil e patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
Com investimento aproximado de R$ 2.9 milhões, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o programa busca atender escolas através da criação de novos ambientes de ensino, pesquisa e de criação artística, com a produção e difusão de conteúdos para o desenvolvimento de materiais didático-pedagógicos em diferentes plataformas e suportes.
“As iniciativas culturais da Quitanda, em parceria com a Enel, falam muito da democratização do acesso à cultura que temos promovido nos últimos dois anos. Realizar esta ação conjunta, entre poder público e setor privado, mostra o quanto o estado está fortalecido. Essa é a cara do Rio de Janeiro e da cultura fluminense”, ressaltou a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.

Cantagalo, Duas Barras e Petropólis juntam-se, agora, a Niterói e Rio de Janeiro, que já eram atendidas pelo programa. Ao todo, 25 escolas serão contempladas e vão receber as seguintes ações: realização de quatro cursos de audiovisual para estudantes, quatro cursos de fotografia para estudantes, dois cursos para professores e 50 exibições audiovisuais.
De acordo com o diretor de projetos do Escolas Criativas, Mardonio Barros, a ideia nasceu com a proposta de trabalhar os componentes da educação do século 21 no contexto escolar, funcionando como porta de entrada para um universo plural de diversidade e democratização cultural.
“A partir da criação de espaços para exibição de espetáculos e conteúdos audiovisuais, vamos adaptar as escolas atendidas para que os alunos e os professores recebam e promovam a produção cultural. Desta forma, queremos construir uma reflexão pedagógica na rede de como é importante incentivar a cultura, a arte e a inovação, implicando em novas perspectivas na formação desses jovens e na sua atuação ética e sustentável”, explicou Mardonio.

O Escolas Criativas soma-se ao Cine+ e ao LAB Cidades Criativas que, juntos, vão atender 13 cidades do Rio de Janeiro. O Cine+ consiste em democratizar a arte a partir da construção de cinco salas cinematográficas em municípios de até 250 mil habitantes. Já o LAB Cidades Criativas promove ações de intervenção urbana e ocupação cultural em praças públicas de cinco cidades fluminenses.
O programa Escolas Criativas é uma realização da Quitanda Soluções Criativas, do Instituto BR e da Cinco Elementos Produções com patrocínio da Enel e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, produção executiva da Marco Zero e apoio institucional das prefeituras de Cantagalo, Duas Barras, Petrópolis, Niterói e Rio de Janeiro.
Postado por SECEC-RJ em 15/abr/2022 -
Nesta sexta-feira (15) é comemorado o Dia Mundial do Desenhista. E no Rio de Janeiro, o Coletivo Muda, evidenciado no próprio nome de batismo, tem mudado a forma de enxergar o território urbano por meio do desenho. Através da apropriação do espaço público, as intervenções artísticas contemporâneas vêm dando uma nova cara às ruas e murais das cidades fluminenses.
Criado em 2010, o grupo é formado pelos designers Bruna Vieira e João Tolentino, e pelos arquitetos Diego Uribbe, Duke Capellão e Rodrigo Kalache, todos do Rio de Janeiro. Os artistas são conhecidos por trabalhar essencialmente com azulejos, realizando experimentações gráficas com estética geométrica e abstrata. Durante os 12 anos do Muda, mais de 500 intervenções já foram entregues.
No início deste ano, foi a vez da Biblioteca Parque Estadual (Centro) passar por uma transformação pelas mãos do Coletivo. Os artistas foram convidados para realizar o trabalho através do projeto de urbanismo tático Rua Walls, e entregaram a nova fachada do prédio com um mural de 800m² de intervenção.

“Na Biblioteca Parque nós buscamos uma integração entre o objeto arquitetônico e os transeuntes. A Avenida Presidente Vargas é uma das mais movimentadas do Rio, e nós queríamos fazer uma intervenção que fale desse deslocamento. Por isso, criamos um painel cinético que se transforma à medida que o observador vai percorrendo pela arte”, explica o designer João Tolentino.
A ação, patrocinada pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, homenageou o centenário da Semana de 22, ocorrida na cidade de São Paulo entre os dias 11 e 18 de fevereiro daquele ano.
“A Biblioteca Parque Estadual é a casa da cultura do estado e já funciona plenamente com várias ações culturais em seus espaços. Ter a sua fachada revitalizada, marcando os 100 anos do Modernismo, reforça sua vocação cultural de ser um equipamento para todas as artes e acessível para todos”, conta Danielle Barros, Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.
História
De acordo com João Tolentino, o coletivo foi formado por acaso, a partir de um convite para realização de um trabalho em piso. Durante a investigação do material, o grupo teve a ideia de criar desenhos complexos a partir de módulos simples e não parou mais.

“Nos apaixonamos pelo processo e pelos resultados dos estudos, e resolvemos buscar uma forma de fazer esse tipo de experimento nas ruas e espaços públicos, como uma intervenção. Nosso trabalho é um feito de dez mãos, em que cada um participa do processo criativo e de execução. Nossa base estética e o trabalho em equipe nos permitem construir grandes coisas”, concluiu.
Serviço
O trabalho do Coletivo Muda pode ser acompanhado nas seguintes plataformas:
Site: www.coletivomuda.com.br
Instagram: @coletivomuda
Facebook: www.facebook.com/coletivoMUDA

Postado por SECEC-RJ em 13/abr/2022 -
Intervenção urbana e ocupação cultural em praças públicas. Este é o intuito do projeto LAB Cidades Criativas, que será desenvolvido em cinco municípios fluminenses. O programa vai levar investimento de R$ 900 mil para o interior do estado.
“Esta iniciativa reflete o propósito de democratizar o acesso à cultura que temos promovido nos últimos dois anos. Fortalecer a relação entre poder público e iniciativa privada é essencial para o desenvolvimento do estado. E poder descentralizar as ações, que historicamente privilegiaram a capital, mostra a força da nossa Lei Estadual de Incentivo à Cultura e como ela pode ser usada em benefício de todos os territórios do Rio de Janeiro”, ressalta a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
Desenvolvido pela produtora cearense Quitanda Soluções Criativas, em parceria com a Enel Brasil e patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o programa vai atender as cidades de São João da Barra, Macaé, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu e Rio Bonito.

As intervenções incluem revitalização e ocupação de praças públicas; seleção de propostas artísticas e arquitetônicas; instalação de kits de mobiliário urbano; pinturas instalativas; premiação para artistas visuais e arquitetos selecionados; e bolsas para jovens artistas visuais ou estudantes de arquitetura.
Os espaços serão reestruturados a partir de técnicas de urbanismo tático — em que a população local é protagonista do processo de reapropriação do espaço urbano —, e Retrofit, um tipo de modernização espacial realizada no espaço sem retirar seus elementos originais históricos e arquitetônicos.
“O LAB Cidades Criativas trabalha com diversas linguagens artísticas, como as artes visuais e plásticas, grafite e mobiliário urbano. Tudo isso se conecta com o campo das artes em uma dinâmica criativa, proporcionando que a gente crie espaços mais generosos para as pessoas conviverem, compartilharem e se integrarem. Ocupar o espaço urbano é fundamental para a retomada das atividades”, explica o diretor de projetos do LAB Cidades Criativas, Mardonio Barros.
Os impactos das transformações promovem uma dinâmica social que valoriza as territorialidades, a inteligência coletiva e uma melhor qualidade de vida, segurança e bem-estar da comunidade e seu entorno.
O LAB Cidades Criativas é uma realização da Quitanda Soluções Criativas e do Instituto BR e correalização da Rua Walls com patrocínio da Enel e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, produção executiva da Cinco Elementos Produções, consultoria executiva da Marco Zero e apoio institucional das prefeituras dos cinco municípios fluminenses: São João da Barra, Macaé, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu e Rio Bonito.
Postado por SECEC-RJ em 08/abr/2022 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro inicia sua temporada no próximo dia 16 de abril com um concerto dedicado a Mozart. A abertura da temporada da Programação Artística de 2022 contará com a participação do maestro Felipe Prazeres à frente da Orquestra e do Coro do Theatro Municipal. Serão executadas a Sinfonia 25 em Sol menor, K 183, e na segunda parte, a Missa em Dó Maior, K317, também conhecida como “Missa da Coroação”.
Ainda no mês de abril, dia 28, dentro da “Série Vozes”, Carlos Moreno e a OSTM colocarão em foco a música brasileira em um programa dedicado ao “Indigenismo na Ópera”. Desta vez, o concerto apresenta trechos de “O Guarani” de Carlos Gomes e a ópera em um ato “Moema”, de Delgado de Carvalho.
“Após dois anos sem uma temporada completa, em consequência da pandemia, apresentaremos uma programação diversificada, buscando atender ao máximo os anseios do público da casa”, destaca o diretor artístico Eric Herrero. “Teremos três títulos operísticos de grande apelo, sendo dois deles encenados, além de outras três óperas em um ato de compositores brasileiros. O Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro mostrará uma obra original e outros dois importantes balés de repertório. Além disso, vários concertos ao longo do ano proporcionarão o reencontro do público com o Coro e Orquestra do Theatro”, conclui.

A temporada segue com realização institucional da Associação dos Amigos do Teatro Municipal do RJ, por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, e fortalecendo a programação, imprescindível a sua realização, os Patrocinadores Ouro, Petrobras e Instituto Cultural Vale.
No mês de maio o Ballet do TMRJ volta ao palco com o icônico “O Lago dos Cisnes” de Tchaikovsky, com remontagem e adaptação de Jorge Texera e direção geral de Hélio Bejani.
Em junho, mais uma ópera em concerto na “Série Vozes”: a “Carmen” de Bizet, com Orquestra e Coro do Municipal sob a regência de Javier Logioia. Em seguida, a Escola de Dança Maria Olenewa apresenta a remontagem do balé “O Corsário”. Nossa programação de 2022 conta com Patrocínio Ouro Instituto Cultural Vale e Petrobras.
“Estamos com a nossa linda casa de espetáculos pronta para receber o público! A programação deste ano foi pensada com muito cuidado, sabendo da expectativa da população em retornar ao TMRJ em 2022. Ao longo do segundo semestre, além de uma intensa comemoração em nosso aniversário, dia 14 de julho, também teremos ainda mais novidades, com produções inéditas e montagens de óperas completas”, afirma Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal.

Temporada Artística de 2022
Data: A partir de 16 de abril
Classificação: Livre
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Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
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Lei de Incentivo à Cultura
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal
Postado por SECEC-RJ em 08/abr/2022 -
O Estande RJ de Talentos, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), está confirmado na 14ª edição da feira Rio Artes Manuais. O contrato de locação do espaço foi assinado nesta semana, com a empresa Caçula. O prazo da convocatória para artesãos que queiram compor a programação do estande foi prorrogado até às 18h deste domingo (10/04).
A maior feira de artesanato da América Latina vai ter no Estande RJ de Talentos um local para promover o artesanato cultural fluminense. Através do processo de seleção na Plataforma Desenvolve Cultura, a Sececrj vai garantir 30 vagas gratuitas para expositores.
“Nossa intenção, ao abrir o nosso estande para a participação da população, é dividir este espaço com os artesãos fluminenses e garantir a promoção da sua arte. É fundamental que o proponente finalize sua inscrição e olhe no sistema se o projeto já foi enviado. É importante preencher todos os dados corretamente para que o cadastro seja validado”, destacou a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.

O espaço será destinado para artesãos maiores de 18 anos ou entidades representativas (associações ou cooperativas). A convocatória vai priorizar profissionais que desenvolvam peças de artesanato dedicadas à promoção da cultura fluminense.
As inscrições para participar do Estande RJ de Talentos devem ser feitas através da plataforma Desenvolve Cultura, até às 18h deste domingo, no link: http://cultura.rj.gov.br/desenvolve-cultura/inscricao/. A feira Rio Artes Manuais acontece entre os dias 11 e 15 de maio, das 10h às 19h, no Centro de Convenções EXPOMAG (antigo SulAmérica), na Cidade Nova – Centro.
A edição deste ano trará cerca de 50 estandes, que levarão à feira uma grande diversidade de produtos, oferecendo ao público oficinas com técnicas variadas. Utilizando o tema “Conexões”, a feira vai abordar várias formas de comercialização de artesanato, ressaltando as vertentes relacionadas à capacitação e negócios.
O salão de exposições conta com uma área total de 5 mil metros quadrados, além de um salão nobre com mil metros quadrados, onde será realizada a entrada dos visitantes.
O Centro de Convenções EXPOMAG fica localizado na Avenida Paulo de Frontin, n° 1, Cidade Nova. Os ingressos podem ser adquiridos no site do evento: https://rioartesmanuais.com.br/.
Postado por SECEC-RJ em 06/abr/2022 -
No dia em que abre as portas para o público na exposição “Van Gogh e seus Contemporâneos”, a Casa França-Brasil, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, anuncia também a nova diretora do espaço, Tania Queiroz.
Doutora e mestre em Arte e Cultura Contemporânea pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Tania já atuou como coordenadora da Casa entre 2016 e 2017. Ela também foi coordenadora de ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, de 2007 a 2016.
“Meu objetivo é resgatar a vocação cultural da Casa e entregar à população um espaço voltado para as exposições, que valorize o patrimônio e a arte. Então, nada melhor do que já estrear com a exposição sobre Van Gogh. Vamos tentar, através do diálogo, manter um relacionamento estreito com os demais equipamentos culturais e o público, buscando garantir um serviço de excelência na Casa França-Brasil”, ressaltou Tania Queiroz.

A nova diretora também adquiriu experiência como mediadora no programa educativo do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro de 1999 a 2006, desenvolvendo programas de visitas múltiplas e mediadas para escolas e grupos diversos em exposições de artistas como Picasso, Cildo Meireles, Andy Warhol e Vik Muniz.
Nos últimos anos, integrou o Departamento Nacional do Sesc a partir de 2019, tendo participado do projeto Confluências em Tocantins e Distrito Federal. Coordenou o programa de Mediação Cultural para formação dos profissionais da instituição em todo o Brasil, tendo organizado as duas publicações do programa. Também participou das curadorias da exposição de Tina Velho, no Paço Imperial, em 2020, e da coletiva Verão, com Alexandre Sá e Carmen Riquelme, em 2021 e 2022.
A partir desta quarta-feira (6), o público poderá vivenciar uma experiência única. Com a sensação de “adentrar” as telas de Van Gogh, a mostra multimídia “Van Gogh e seus Contemporâneos – Exposição Imersiva” chega à Casa França-Brasil, no Centro do Rio de Janeiro, após ter estreado em Florença (Itália).
O mergulho sensorial na obra e na vida do pintor holandês, um dos principais nomes da arte do século 19, conduzirá o visitante a uma experiência digital com projeções em 360° e trilha sonora original. Com uma narrativa de 60 minutos, o conteúdo envolve o público a partir da trajetória humana e artística do pintor, além de promover um passeio pelas criações de outros grandes nomes que se relacionam com sua obra, como Cézanne, Gauguin, Toulouse-Lautrec, Soutine e Modigliani.
Na entrada da exposição, o público acessa um espaço onde estará reproduzido o quarto de Van Gogh, retratado em um de seus mais famosos quadros, “Quarto em Arles”. Os visitantes terão a oportunidade de aprofundar-se na história do artista em textos explicativos e uma linha do tempo da vida de Van Gogh. Dentro dos ambientes, o público irá imergir em imagens de grandes dimensões, formadas por múltiplos projetores através de um sistema que adapta as telas ao espaço expositivo e garante a sensação de estar dentro das telas do pintor, um dos mais famosos e queridos do mundo.

A exposição reforça a vitalidade da Casa França-Brasil, equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, no cenário cultural. “A Casa França-Brasil compõe um importante corredor cultural da capital e ter em suas galerias uma exposição do tamanho de Van Gogh celebra a retomada da cultura em um espaço bicentenário, com programação especial para o público. É a Lei Estadual de Incentivo à Cultura promovendo a arte para todos os públicos”, destaca a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
A exposição também oferta um programa educativo com atividades destinadas a escolas e grupos de visitantes durante toda a temporada, além da formação de professores.
Período: 6 de abril a 5 de junho de 2022
Dias: de terça a domingo, das 10h às 18h
Endereço: Casa França-Brasil – Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro, Rio de Janeiro
Ingressos: Terças e quartas: entrada gratuita. Quinta a domingo, R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia) e gratuidades previstas em lei
Mais informações: vangoghrio.com
Instagram @vangoghrio
Ingressos e gratuidades: eventim.com.br/vangogh
Postado por SECEC-RJ em 01/abr/2022 -
Com a retomada das atividades culturais, o Estado tem ampliado o investimento no setor de audiovisual. E para democratizar ainda mais a sétima arte em território fluminense, o projeto Cine+ vai promover a construção de novas salas de exibição multifuncionais em cinco municípios do Rio de Janeiro. O investimento será de R$ 3,6 milhões.
Desenvolvido pela produtora cearense Quitanda Soluções Criativas, em parceria com a Enel Brasil e patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o programa vai atender cinco municípios do Rio de Janeiro de até 250 mil habitantes, sendo eles: Itaocara, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Cabo Frio e Paraty.
“Esta iniciativa reflete o propósito de democratizar o acesso à cultura que temos promovido nos últimos dois anos. Fortalecer a relação entre poder público e iniciativa privada é essencial para o desenvolvimento do estado, e o Cine+ mostra isso”, ressalta a Secretária de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.

As salas terão programação voltada para filmes autorais brasileiros ligados principalmente aos direitos humanos e à educação. Elas poderão ser usadas como espaços multiuso, atendendo a comunidade em ações formativas e sendo um local para receber apresentações das mais diversas linguagens artísticas.
De acordo com o diretor de projetos do Cine+, Mardonio Barros, a criação do programa foi trabalhada a partir da observação das demandas e as tendências das políticas públicas, investindo no que é necessário para que os territórios se desenvolvam.
“Em geral, os projetos que desenvolvemos estão muito conectados com demandas concretas da sociedade. Temos buscado atuar bastante no interior e periferias, que são espaços desprestigiados historicamente. A partir do fomento do campo de produção cultural, com a criação destes espaços, o Cine+ passa a atuar como uma plataforma de política pública para o setor audiovisual”, explica.

Todas as salas promoverão pelo menos 1440 sessões de cinema por ano e, para além das exibições, o programa promoverá uma capacitação técnica e artística para 100 jovens, sendo 20 por cidade, que serão formados em Exibição Cinematográfica Independente. O Secretário de Cultura de Paraty, José Sérgio Barros, destacou os impactos positivos que serão gerados na cidade.
“De acordo com o último censo, Paraty tem em torno de 50 mil habitantes. Em 2018, revitalizamos um cinema desativado e conseguimos atender, até antes da pandemia, 50 mil espectadores. Com isso, percebemos a carência no setor audiovisual e o potencial de formação de público e plateia da cidade. O Cine+ vem nessa perspectiva de ampliar o acesso, somando-se à capacitação dos jovens, qualificação do setor e incentivo à economia criativa”, conta.
O Cine + é uma realização da Quitanda Soluções Criativas, do Instituto BR e da Marco Zero com patrocínio da Enel e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, produção executiva da Cinco Elementos Produções e o apoio institucional das prefeituras de Itaocara, Casimiro de Abreu, Cabo Frio, Guapimirim e Paraty.
Através do projeto Cinema da Cidade, o Governo do Estado também está construindo seis complexos audiovisuais em Cordeiro, Miracema, São Fidélis, São Pedro da Aldeia, Bom Jardim e Mendes, com valor total de R$25 milhões. O programa vai levar salas de cinema a municípios de pequeno e médio porte (entre 20 mil e 100 mil habitantes) que não contam com o serviço.
O Cinema da Cidade é destinado à ampliação, diversificação e descentralização do mercado de salas de exibição cinematográficas no Brasil. Envolve um conjunto de mecanismos e ações diversificadas destinadas à melhoria do ambiente de negócios e da oferta de capital para os empreendedores do mercado audiovisual.
Postado por SECEC-RJ em 31/mar/2022 -
Histórica casa de cultura do Rio de Janeiro, o Theatro Municipal abriu as portas, nesta quinta-feira (31), para receber a palestra “Análise técnica das obras do TMRJ: Um novo olhar”. A realização contou com parceria da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). Durante a abertura do evento, as três partes envolvidas assinaram um termo de cooperação técnica para execução de futuras atividades.
“Quando a gente consegue reunir tantas instituições importantes, isso é sinal de que estamos no caminho certo para produzir coisas boas para a população. Temos feito um esforço gigantesco para que o Theatro seja, cada vez mais, um espaço de democratização do acesso à cultura. Espero que a gente possa ter, a partir deste termo, muitas outras iniciativas que beneficiem a arte, a cultura e o povo”, declarou a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, ao início do evento.

Após a assinatura do termo, o público de cerca de 80 pessoas teve acesso a uma das obras do acervo da casa e pôde presenciar uma análise detalhada da peça, realizada pelo corpo docente do IFRJ. Com apoio do laboratório móvel da instituição, o estudo físico-químico detalhou a distribuição dos pigmentos da pintura de Eliseu Visconti, artista ítalo-brasileiro e detentor de uma das obras que compõem o acervo de mais de 70 mil produções artísticas preservadas do TMRJ.
“É importante reforçar a importância do desenvolvimento do trabalho conjunto, entre as instituições públicas envolvidas, para a preservação de nossa história e bens culturais. Está sendo um imenso prazer poder mostrar um pouco do extenso acervo que temos aqui”, ressaltou a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.

A imagem do quadro de Eliseu Visconti foi ampliada e projetada no telão, para análise dos palestrantes e do público. A Unidade Móvel do Laboratório de Instrumentação e Simulação Computacional (Liscomp) do campus Paracambi – IFRJ realizou o estudo físico-químico da obra.
“Este projeto nasceu na construção de uma pesquisa de professores dentro de um dos nossos laboratórios, até que aos poucos o trabalho foi avançando e, hoje, temos o laboratório móvel como uma referência dentro do território nacional. Trazer este equipamento para o Theatro é a consolidação do alinhamento entre a cultura e a educação, com o fortalecimento da área de pesquisa aplicada”, avaliou o Reitor do IFRJ, Rafael Almada.

Grande parte do público presente foi composto por estudantes da área de Museologia. Como é o caso de Marcela Queiroz, 23 anos, que assistiu a palestra acompanhada de alguns amigos da faculdade.
“Poder participar do evento foi muito importante para minha formação acadêmica. É uma oportunidade de sair do campo teórico e poder enxergar de perto a parte prática. E nada melhor do que acompanhar tudo isso dentro de um lugar tão bonito e histórico como o Theatro”, afirmou.
O laboratório conta com diferentes instrumentos portáteis de análise, entre eles o mapeamento elementar, que permite fazer uma imagem de como os pigmentos estão distribuídos na obra, sendo este o único instrumento da América Latina. Atualmente, o laboratório conta com suporte financeiro do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) e Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (FAPERJ).
Diferentes instituições no Brasil, como os Museu Nacional do Rio de Janeiro (MNBA), Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) e Instituto de Criminalística Carlos Eboli da Polícia do Rio de Janeiro, já demandaram as análises de obras para o laboratório móvel do IFRJ.
Postado por SECEC-RJ em 28/mar/2022 -
O aniversário de Campos dos Goytacazes e as discussões acerca das supostas datas que marcariam a fundação da cidade exaltam a importância da memória para o cidadão campista. Seja no dia 6 de agosto de 1652, que data a construção da primeira capela em louvor ao Santíssimo Salvador; no 1º de janeiro de 1653, com a instalação da primeira Vila de São Salvador; em 29 de maio de 1677, data da instalação de uma segunda Vila pelo Visconde de D’Asseca; ou até mesmo em 28 de março de 1835, o que fica marcado, acima de tudo, é a memória social que está em disputa e que destaca, em cada data, uma singularidade que a coloca como marco regional.
E é essa memória social – os traços do passado que permanecem vivos na vida social dos grupos, que segundo Pierre Nora nos fazem agir e constituem, eles próprios, formas de ação. Como é exemplificada na exposição “Povoado, Vila e Cidade”, inaugurada em 24 de março de 2022 no foyer do Palácio Nilo Peçanha, sede da Câmara Municipal de Campos, que ilustra um pouco da história do município desde a fundação da Capitania de São Thomé em 8 de dezembro de 1532.
No fim de tudo, a data em si acaba por se tornar apenas uma questão formal dentro de um espaço que discute e amplifica a história e a construção da identidade do cidadão campista. A exposição, promovida em uma parceria entre a Câmara de Vereadores, a Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), o Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes (IHGCG) e a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campos (CDL), por meio de um trabalho feito pela Escola Municipal de Gestão do Legislativo (Emugle) e o Museu Histórico de Campos dos Goytacazes (MHCG), reforça uma dúvida comum em vários municípios: Afinal, o que determina a existência de uma cidade?
É importante destacar que este artigo não visa esclarecer esse questionamento, mas sim demonstrar a importância da pesquisa histórica para analisar as mais diversas ações do homem no tempo e como elas constroem símbolos que se perpetuam no conhecimento geral e como esses símbolos se relacionam com a memória da sociedade.
Marc Bloch, em seu livro “Apologia da História ou o Ofício do Historiador”, busca esclarecer que a pesquisa histórica vai muito além da simples catalogação de documentos e verificação das datas. A história é feita pelo ser humano, pelas suas ações e como ele se relaciona com o tempo. O positivismo por anos enclausurou a história no campo dos marcos e reprodutores do documento. Mais importante que a simples leitura do documento são as perguntas que podemos realizar ao mesmo. Pois os textos ou os documentos arqueológicos, mesmo os aparentemente mais claros e mais complacentes, não falam senão quando sabemos interrogá-los (…) Em outros termos, toda investigação histórica supõe, desde seus primeiros passos, que a busca tenha uma direção (…) (BLOCH, Marc. p. 79).
Por anos, as comunidades foram excluídas dos debates referentes à sua história, sendo vistas como receptoras dos dados levantados pelos pesquisadores. E é exatamente por isso que a atual historiografia, especialmente a ligada à preservação do Patrimônio Cultural e à memória, busca reparar tal processo. Para a correta qualificação do bem cultural em estudo devem ser levados em conta aspectos políticos, socioeconômicos, técnicos e artísticos que, direta ou indiretamente, possam estar relacionados com a sua concepção, construção ou existência. Ouvir a sociedade, durante o processo de patrimonialização de um bem cultural, é fundamental não só para embasar as justificativas de tombamento ou registro como também garantir sua efetiva preservação.
A comunidade é a verdadeira responsável e guardiã de seus valores culturais. Não se pode pensar em proteção de bens culturais, se não no interesse da própria comunidade, a qual compete decidir sobre sua destinação no exercício pleno de sua autonomia e cidadania. (Patrimônio cultural: educação para o patrimônio cultural. p. 39).
Tal atividade de escuta pode ser observada na exposição “Povoado, Vila e Cidade”, anteriormente citada, sendo a mesma um exemplo de divulgação científica em conjunto com a participação popular na construção de um marco civil para os munícipes. A proposta de uma votação para uma possível escolha de data de aniversário da cidade, após a divulgação das pesquisas realizadas, traz para a comunidade o protagonismo como detentores da memória da Cidade de Campos dos Goytacazes.

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BLOCH, Marc. Apologia da história, ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
ESCOCARD, Graziela. Quando Campos dos Goytacazes nasceu? Um breve percurso por sua história. Disponível em: Quando Campos dos Goytacazes nasceu? Um breve percurso por sua história… – Terceira Via Terceira Via (jornalterceiravia.com.br). Acesso em 28 de março. 2022.
LEITE, Pereira Pedro. O Paradoxo da memória e o impasse do projeto antropológico. Disponível em: https://globalherit.hypotheses.org/1448. Acesso em 28 de março. 2022.
MACHADO, Rhuana. Mostra “Povoado, Vila e Cidade” está em cartaz na Câmara de Campos. Disponível em: Mostra “Povoado, Vila e Cidade” está em cartaz na… | Na Balança NF (nabalancanf.com.br). Acesso em 28 de março. 2022.
SOUZA, Sergio Linhares Miguel (org). CARVALHO, Evandro Luiz de (org). Patrimônio cultural: educação para o patrimônio cultural/Instituto Estadual do Patrimônio Cultural. Rio de Janeiro, 2014.

Postado por SECEC-RJ em 26/mar/2022 -
O grafite é uma expressão cultural que está no cotidiano da população fluminense – seja em telas, muros ou construções. E para celebrar o Dia Mundial do Grafite, a Biblioteca Parque Estadual (BPE) recebe, neste domingo (27/03), a partir das 14h, um evento gratuito e aberto ao público. A comemoração reunirá exposição artística, shows de rap, feira de arte urbana e pinturas ao vivo (live paint).
O evento está sendo organizado através de uma rede de parceiros e conta com realização do Museu do Graffiti, Escola Carioca de Graffiti e Associação Região de Oficina Nacional de Grafite (Rongo-RJ), além de apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj).
“O grafite é uma expressão cultural urbana que dá voz à população, sendo muito tradicional no nosso estado. Para incentivar estes artistas, lançamos no último ano um edital inédito, premiando 48 produções urbanas em território fluminense. Então, poder celebrar este dia, durante evento na nossa BPE, é a certeza que seguimos atentos às demandas e de portas abertas para os profissionais que representam esta arte”, ressalta a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.

Inicialmente ligado à cultura do hip hop, os desenhos e ilustrações do grafite também são uma forma de expressão pessoal e abordam diversos temas, como cidadania e respeito, sendo uma importante ferramenta de inclusão social.
“Para nós, artistas, o grafite tem a missão de transformar vidas, tanto para quem cria, quanto pela ressignificação dos espaços onde são apresentados. Por trás da criatividade e vontade de colorir a cidade, os grafiteiros carregam o dever de discutir problemas sociais em forma de arte”, explica Fael Tujaviu, grafiteiro e fundador do Museu do Graffiti e Escola Carioca de Graffiti.

Além das atividades presenciais, os organizadores estão realizando uma mobilização virtual, através da divulgação de pinturas de grafite nas redes sociais, identificando as publicações com a tag #WorldGraffitiDayBr. Artistas do Brasil e do mundo estão convidados para participar da celebração.
O Dia Mundial do Grafite é comemorado mundialmente em 27 de março. Surgiu como uma homenagem a um dos principais precursores da arte urbana no Brasil, o artista plástico etíope, naturalizado brasileiro, Alex Vallauri, que faleceu em 27 de março de 1987. Alex espalhou seus grafites pela cidade de São Paulo e, mais tarde, em Nova York.
O artista fez várias exposições e, em uma delas, em 1985, apresentou uma instalação na XVII Bienal Internacional de São Paulo, em homenagem ao rapper e artista urbano Nino Rap, da banda Nocalte, primeira banda de Rap indicada ao Grammy Latino.
Ao longo do dia, a partir das 14h, a BPE contará com as seguintes atividades:
Data: 27 de março
Horário: 14h
Local: Biblioteca Parque Estadual
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1261, Centro – RJ