Postado por SECEC-RJ em 29/jan/2026 -
A Biblioteca Parque Digital, que se consagrou como a primeira biblioteca pública totalmente gratuita em formato digital do estado do Rio de Janeiro, está de cara nova! A plataforma é uma realização da atual gestão da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro e agora oferece mais de 8 mil novos títulos, incluindo uma nova seção de audiolivros e recursos interativos que aproximam ainda mais a população fluminense do universo da leitura.
Lançada em 2022, o catálogo digital está em notável processo de expansão, passando de mil para 8 mil obras gratuitas disponíveis, contando também com sessão exclusiva de audiolivros, visando uma maior acessibilidade, reforçando o papel da SececRJ em facilitar a inclusão e o acesso ao conhecimento para todas as pessoas.
Além disso, o aplicativo garante uma experiência de leitura totalmente personalizada e acessível, com recursos como ajustes de fonte/espaçamento, sincronização, ferramentas de acessibilidade (Text-To-Speech, fontes para dislexia). Entre outras atualizações e funcionalidades, está o espaço de convivência, que permite a participação virtual do Clube do Livro da BPE, que todo mês seleciona uma obra para ser lida e debatida coletivamente entre os participantes em um dia do mês. A votação para a seleção do livro é realizada por meio de enquetes abertas ao público, disponível no @bibliotecaparqueestadual.
De clássicos a livros contemporâneos, a plataforma oferta empréstimo de e-books de todos os gêneros literários, confira a lista do top 5 das novidades mais bem avaliadas da expansão da Biblioteca Parque Digital:

Sinopse:
O centro da trama é ocupado por Luzia do Paraguaçu ― uma mulher que busca na coragem o caminho para ultrapassar as maiores injustiças. Órfão de mãe, Moisés encontra afeto em Luzia, estigmatizada entre a população por seus supostos poderes sobrenaturais. Para ganhar a vida, ela se torna a lavadeira do mosteiro da região e passa a experimentar uma vida de profundo sentido religioso, o que a faz educar Moisés com extrema rigidez.
Épico e lírico, com o poder de emocionar, encantar e indignar o leitor, Salvar o fogo nos mostra que os fantasmas do passado de uma família muitas vezes não se distinguem das sombras do próprio país. Com maestria, Itamar Vieira Junior mescla a trajetória íntima de seus personagens com traços da vida brasileira. Uma trama permeada de traumas do colonialismo, que permanecem vivos, como uma ferida que se mantém aberta.

Sinopse:
Trata-se de um mosaico afetuoso de experiências negras, um canto amoroso e dolorido. Na figura do personagem Fio Jasmim, Conceição discute com maestria as contradições e complexidades em torno da masculinidade de homens negros e os efeitos nas relações com as mulheres negras. O livro é um mergulho na poética da escrevivência e ao mesmo tempo um tributo ao amor sob uma ótica poucas vezes vista na literatura brasileira.

Sinopse:
Aos 71 anos, Raimundo decide aprender a ler e a escrever. Nascido e criado na roça, não foi à escola, pois cedo precisou ajudar o pai na lida diária. Mas há muito deixou a família e a vida no sertão para trás. Desse tempo, Raimundo guarda apenas a carta que recebeu de Cícero, há mais de cinquenta anos, quando o amor escondido entre os dois foi descoberto. Cícero partiu sem deixar pistas, a não ser aquela carta que Raimundo não sabe ler ― ao menos até agora.
Com uma narrativa sensível e magnética, o escritor cearense Stênio Gardel nos leva pelo passado de Raimundo, permeado de conflitos familiares e da dor do ocultamento de sua sexualidade, mas também das novas relações que estabeleceu depois de fugir de casa e cair na estrada, ressignificando seu destino mais de uma vez.

Sinopse:
Depois de quase dezoito meses no Instituto Militar Basgiath, Violet Sorrengail sabe que não há mais tempo para lições. Não há mais espaço para incertezas. Porque a guerra começou de verdade, e, com inimigos tão poderosos – tanto de fora das muralhas de Basgiath quanto dentro de suas fileiras –, é impossível saber em quem confiar.
Agora, Violet precisa viajar para além das enfraquecidas defesas de Aretia, a fim de buscar em terras desconhecidas aliados dispostos a lutar ao lado de Navarre. Essa jornada testará os limites de sua inteligência, bem como de sua sorte e de seu poder, mas Violet estará disposta a tudo o que for preciso para salvar o que mais ama: seus dragões, sua família, sua casa e ele .
Mesmo que isso signifique guardar um segredo grande o bastante para destruir tudo.
Eles precisam de um exército. Eles precisam de poder. Eles precisam de magia. E precisam de algo que só Violet pode encontrar: a verdade. Mas uma tempestade está se formando… e nem todos sobreviverão à sua fúria.

Sinopse:
Princesas são sempre poderosas, né? Mas a Princesa Amora Maria Florentina de Florentia, não. Na verdade, ela é poderosa, mas seus novos poderes são tão desastrosos que sempre dá tudo errado, como criar criaturas que não param de chorar ou fazer um chifre de unicórnio brotar bem na testa. Com poderes tão estranhos e com a ameaça do retorno da terrível vilã do reino, ela ainda precisa se esconder e fingir que é a comum Florentina, porém os segredos ao redor dela não têm fim. Tudo parece melhorar quando a Escola Floripondios de Novos Poderes se inicia, e Amora pode finalmente aprender a controlar seus poderes. Mas como este é o diário da princesa mais desastrada de todas, você já deve imaginar: nada acabou como o planejado.

Para ter acesso à ferramenta, destinada apenas a moradores do estado do Rio de Janeiro, é necessário realizar o cadastro pelo site e confirmar por e-mail. A Biblioteca Parque Digital também pode ser acessada através de aplicativo para celular, que já se encontra disponível para Android e IOS nos links a seguir:
Link de cadastro: https://bibliotecaparquedigital.rj.gov.br/
Link aplicativo Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=es.odilo.parquedigitalrj&pcampaignid
Link aplicativo IOS: https://apps.apple.com/br/app/biblioteca-parque-digital-rj/id6755423869
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Postado por SECEC-RJ em 27/jan/2026 -
Pela primeira vez em sua história, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro abre suas portas para receber as Folias de Reis do Estado, celebrando uma das mais antigas e importantes manifestações da cultura popular brasileira. O evento acontece no dia 30 de janeiro, a partir das 9h.
O encontro promoverá a diversidade de ritmos e expressões dessa tradição centenária e marca, também, a certificação oficial das 200 Folias contempladas pelo Edital Folias de Reis RJ, que garantiu premiações de R$25 mil a cada grupo, totalizando um investimento de R$5 milhões apenas nesta edição.

“O encontro dentro do Theatro Municipal é um grande marco para a cultura popular, reconhecendo a Folia de Reis como patrimônio vivo do nosso estado. Estamos falando de uma tradição centenária que agora ocupa, com todo mérito, um dos maiores palcos culturais, não só do estado, mas do nosso país”, afirma a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
Entre os proponentes contemplados na quarta edição do edital, está Evandro Cassiano dos Santos, mestre do Grupo Jornada Sagrada Astrólogo do Oriente, da Cidade de Barra do Piraí, que já foi contemplado em duas edições anteriores.

“Antes do apoio do Governo do Estado, eu fazia bingos e rifas beneficentes para garantir a folia. Hoje a sensação é diferente, conseguimos manter os instrumentos, as vestimentas e dar continuidade à festa com mais facilidade graças aos editais. E vale muito a pena ver a tradição de Folia de Reis sendo valorizada, principalmente em lugares como o Theatro Municipal, é uma emoção que eu nunca imaginei viver”, conta o mestre.
Investimento histórico e política contínua de valorização
O Edital Folias de Reis RJ chega, em 2026, à sua quarta edição consolidado como uma das principais políticas públicas de fomento à cultura popular no estado. Desde 2023, o Governo do Estado já investiu R$13,4 milhões na valorização das folias, beneficiando mais de 630 projetos.
Além disso, o valor individual das premiações foi ampliado ao longo das edições, passando de R$15 mil para R$25 mil, garantindo melhores condições para a realização das festividades e manutenção dos grupos.
Confira o crescimento ao longo dos anos:
Folia de Reis 2022/23: 106 Folias contempladas | 33 cidades | Investimento de R$ 1,59 milhão
Folia de Reis 2023/24: 147 Folias contempladas | 41 cidades | Investimento de R$ 2,20 milhões
Folia de Reis 2024/25: 182 Folias contempladas | 46 cidades | Investimento de R$ 4,625 milhões
Folia de Reis 2025/26: 200 Folias contempladas | 44 cidades | Investimento de R$ 5 milhões
Parceria interestadual
E a Folia e o folclore fluminense irão atravessar as fronteiras em 2026. A Estância Turística de Olímpia, no interior de São Paulo, anunciará o lançamento oficial da 62ª edição do Festival do Folclore (FEFOL), um dos mais antigos e importantes encontros de cultura popular do Brasil. Reconhecida por lei federal como Capital Nacional do Folclore, a cidade realiza, há mais de seis décadas, um festival que reúne grupos de todos os cantos do país, com cortejos, apresentações de palco e ações formativas que movimentam milhares de pessoas todos os anos.
O anúncio do FEFOL 2026, que terá o Rio de Janeiro como homenageado, será feito no dia 30 de janeiro, na capital fluminense, durante o 2º Encontro de Folias de Reis do Estado do Rio de Janeiro, e marca um passo importante de aproximação entre as políticas culturais dos dois estados.
Serviço
2º Encontro Estadual de Folias de Reis do Rio de Janeiro
Data: 30 de janeiro de 2026
Horário: a partir das 9h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Postado por SECEC-RJ em 27/jan/2026 -
Em ano em que o Rio de Janeiro ostenta o título de Capital Mundial do Livro, a cidade ganhará um presente que simboliza a importância do hábito da leitura. O artista Eduardo Kobra inicia, nesta semana, a pintura de um novo mural, na Biblioteca Parque Estadual (BPE), no Centro do Rio.
A ação está sendo viabilizada pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ) e integra a campanha “Literatura: do Rio ao RJ”. A entrega da obra está prevista para o dia 2 de fevereiro.
“Receber uma obra de um artista da dimensão do Kobra em um equipamento público tão simbólico como a Biblioteca Parque Estadual reforça o nosso compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a valorização do livro e da leitura. Neste ano em que o Rio é Capital Mundial do Livro, essa entrega representa a união entre arte urbana, educação e cidadania, aproximando ainda mais a população dos espaços culturais”, reforça Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

Com dimensões de 15 por 17 metros, o novo mural será inspirado na temática da leitura e ficará localizado na área interna da BPE, no espaço que dá acesso à parte anexa do prédio. Durante os dias de execução da obra, enquanto Kobra e sua equipe estiverem realizando a pintura, os andaimes permanecerão cobertos com telas de TNT, mantendo a surpresa até o momento da inauguração.
“O Rio é um Estado em que eu tive a honra de criar uma das obras mais marcantes da minha carreira, na zona portuária da capital. Recebi esse convite para criar esse mural no Centro com muito orgulho e muita responsabilidade. Pintar uma Biblioteca Parque Estadual é algo muito inspirador, e eu realmente quero criar algo que convide as pessoas que passam ali, seja de carro, seja vindos da mítica Central do Brasil até a gigantesca Presidente Vargas, enfim, que lembre essa gente de todos os cortes sociais que ter um livro na mão é sempre a melhor e mais importante viagem”, afirma o artista autodidata de 50 anos.

Sobre Eduardo Kobra
Com mais de 500 obras espalhadas pelos cinco continentes, Kobra é um dos artistas contemporâneos mais conhecidos do mundo. Nascido em 1975, na periferia de São Paulo, acumula mais de 30 anos de carreira e detém dois recordes mundiais por trabalhos de grande impacto e dimensões monumentais.
Seus murais destacam-se no cenário da street art e costumam trazer mensagens contundentes sobre temas importantes para a humanidade, como a paz mundial, a preservação do meio ambiente e a valorização de acontecimentos históricos e de seus personagens.
No Rio de Janeiro, o artista já realizou grandes obras, como o mural “Etnias – Todos Somos Um”, na Zona Portuária, criado em 2016 para os Jogos Olímpicos Rio 2016, que representa povos dos cinco continentes por meio de rostos de diferentes etnias; e a obra em homenagem à saudosa comunicadora Glória Maria, localizada no Parque Municipal Glória Maria, em Santa Teresa.
Postado por SECEC-RJ em 23/jan/2026 -
A Rádio MIS RJ apresenta mais uma edição do projeto de playlists “Vozes do Selo MIS”, que celebra a história da música brasileira a partir do acervo fonográfico da Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, equipamento vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ). O próximo episódio irá ao ar nos dias 24 e 25 de janeiro, às 9h30, 15h e 21h, trazendo o Vol. 2 do Selo “Elizeth Cardoso, Zimbo Trio e Jacob do Bandolim”, gravado em 1968.
“Este registro é um dos grandes marcos da música popular brasileira. Ao preservar e difundir o encontro histórico entre Elizeth Cardoso, o Zimbo Trio, Jacob do Bandolim e o conjunto Época de Ouro, a F.MIS reafirma seu compromisso com a memória musical do país e com a valorização de artistas que construíram a nossa identidade cultural”, destaca Cesar Miranda Ribeiro, presidente da F.MIS.

Gravado ao vivo em 19 de fevereiro de 1968, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, o espetáculo reuniu Elizeth Cardoso, o Zimbo Trio, Jacob do Bandolim e o conjunto Época de Ouro, sob produção de Hermínio Bello de Carvalho, em uma apresentação realizada em benefício do Museu da Imagem e do Som. A comoção da plateia, que atravessou um temporal para lotar o teatro e ovacionar o elenco com cerca de 15 minutos de aplausos de pé, transformou aquele recital em um marco cultural. Entre 1969 e 1970, o disco lançado pelo MIS vendeu mais de 150 mil cópias, consolidando-se como um dos LPs mais emblemáticos do Selo.
O episódio apresenta as faixas que integram o Vol. 2, comentadas e contextualizadas pelos apresentadores, revelando a força artística e simbólica desse encontro histórico. Entre elas, destacam-se interpretações que se tornaram referência na música brasileira, como “Noites Cariocas”, de Jacob do Bandolim; “Feitiço da Vila”, de Noel Rosa e Vadico; “Meiga Presença”, de Paulo Valdez e Otávio de Morais; “Chão de Estrelas”, de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa; “Chega de Saudade”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes; “Mundo Melhor”, de Pixinguinha e Vinicius de Moraes; “Serenata do Adeus”, de Vinicius de Moraes; “Carolina”, de Chico Buarque; e “Até Amanhã”, de Noel Rosa.

A audição se encerra com a emocionante interpretação de “Está Chegando a Hora”, momento em que a plateia, antes da entrada de Jacob do Bandolim, assume espontaneamente o refrão, criando uma atmosfera de comunhão afetiva que se tornou um dos trechos mais lembrados e celebrados do recital.
Mais do que um disco, o Vol. 2 de “Elizeth Cardoso, Zimbo Trio e Jacob do Bandolim” é um documento sonoro fundamental da música brasileira, preservado e valorizado pelo trabalho contínuo da F.MIS na salvaguarda, catalogação e difusão de seu acervo fonográfico. A nova edição do Vozes do Selo MIS convida o público a reviver esse encontro histórico, que permanece vivo como referência de excelência artística e emoção musical.
A playlist “Vozes do Selo MIS” será exibida nos dias 24 e 25 de janeiro, às 9h30, 15h e 21h, na Rádio MIS RJ.
Quer conhecer mais sobre as ações da F.MIS e suas coleções? Agende uma visita ao Centro de Pesquisa, Memória e Documentação Ricardo Cravo Albin pelo e-mail saladepesquisa@mis.rj.gov.br.
Postado por SECEC-RJ em 22/jan/2026 -
A Casa Brasil, apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, realiza neste sábado (24) uma programação especial voltada para crianças e seus responsáveis. A atividade faz parte do Mês das Férias, do Programa Público do espaço cultural, que acontece aos sábados. O projeto da artista Hevelin Costa – participante da exposição coletiva “Casa Brasil, a exposição” com a obra “Mãe Cansada” – tem como objetivo oferecer atividades para as crianças, enquanto os responsáveis aproveitam a programação gratuita ou simplesmente descansam.
A terceira ação será neste sábado (24), às 15h, com Oficina com o programa educativo – Batalha do Passinho (para as crianças) e massagem e alongamento (para as responsáveis). Qualquer responsável acompanhado de uma criança (faixa etária de 4 a 10 anos) pode participar. As senhas serão distribuídas 30 minutos antes de cada atividade.

A CASA BRASIL, centro cultural do Governo do Estado do Rio de Janeiro, vive uma nova fase após sua reestruturação realizada em parceria com a V ARTE e viabilizada pelo Ministério da Cultura e pelo Governo Federal, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio oficial da Petrobras. Contemplada pelo edital Novos Eixos – Ícones da Cultura Brasileira, a iniciativa concorreu com mais de 8 mil propostas e foi uma das contempladas no Programa Petrobras Cultural e reafirma a missão do equipamento de valorizar a produção artística nacional, ampliar o acesso e colocar a brasilidade no centro de sua atuação.
Atualmente está em cartaz a mostra Casa Brasil – A Exposição reúne obras de 57 artistas, de todas as regiões do país, escolhidos por meio de convocatória pública, e conta com diferentes aspectos da arte brasileira presentes nos territórios.
O artista Arthur Chaves realiza a primeira individual da CASA BRASIL, apresentando a instalação inédita “Tarde do Fauno”. Seu trabalho envolve ocupações feitas com materiais têxteis, em que produz superfícies e volumes, que se relacionam com o território ao redor, memórias pessoais e a História da Arte.

Sábado, 24/01, 15h
Para crianças: Oficina com o programa educativo – Batalha do Passinho
Para os responsáveis: Massagem e alongamento, enquanto os filhos estão na atividade.
Sábado, 31/01, 15h
Para crianças: Oficina com programa educativa + brinquedo na varanda
Para os responsáveis: Karaokê, enquanto os filhos estão na atividade.
Postado por SECEC-RJ em 19/jan/2026 -
O evento Hola Rio marca o início da nova turnê internacional de artistas fluminenses que, novamente, cruzam fronteiras através do edital de internacionalização promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ). A primeira grande atração confirmada em 2026 é Ney Matogrosso, que fará um show inédito em Santiago, amanhã, dia 20 de janeiro, em sua primeira apresentação na cidade em mais de 50 anos de carreira.
O festival faz parte do pacote de ações do edital de internacionalização, criado com o objetivo de levar a cultura fluminense para diversos países ao redor do mundo. A política pública teve início em 2023, quando a SececRJ levou artistas do Rio até a Espanha.
“O edital reforça o nosso compromisso de abrir caminhos para que a arte e a cultura do Rio de Janeiro ganhem cada vez mais projeção internacional. Com esse investimento, ampliamos nossa rede de impacto e fortalecemos os laços com nossos coirmãos da América do Sul. A aplicação realizada este ano por meio do edital de internacionalização supera R$ 4,6 milhões e garante uma rica possibilidade de intercâmbio cultural para centenas de artistas fluminenses”, destaca Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
Nesta edição, a iniciativa contempla mais de 160 artistas, reunidos em 35 grupos, que representam a diversidade cultural do estado. Além do Chile, Argentina e Uruguai também receberão artistas brasileiros, com apresentações que transitam entre música, dança, teatro, moda, gastronomia e artes visuais.

O show de Ney Matogrosso acontece no dia 20 de janeiro, às 21h (horário local), no Teatro Caupolican, em Santiago, e faz parte do tradicional Festival Internacional Teatro a Mil.
O Hola Rio é um projeto de internacionalização da cultura fluminense estruturado em três eixos. O primeiro é a articulação de acordos e cooperação internacional entre governos, instituições, festivais e centros culturais. O segundo é a mobilidade artística, que promove a participação de artistas em apresentações, exposições, ações formativas e eventos culturais no exterior. O terceiro eixo é o Festival Hola Rio, que celebra o programa por meio da apresentação de artistas fluminenses em palcos internacionais.
A primeira edição do Hola Rio foi realizada em Madri (Espanha), em 2023. Em 2024, o projeto percorreu seis cidades colombianas. A terceira edição acontece entre o fim de 2025 e o início de 2026, em cidades da Argentina, Chile e Uruguai.
O Hola Rio é apresentado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro e tem produção executiva da Cinco Elementos. Quitanda Soluções Criativas e Ibero Culturas são os parceiros institucionais.
Postado por SECEC-RJ em 16/jan/2026 -
O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ) promovem, no dia 28 deste mês, mais uma edição do Programa (re)CONEXÕES, com realização presencial a partir das 10h, no Museu de Favela (MUF), em Ipanema.
O evento é aberto a profissionais de museus, pontos de memória, representantes da sociedade civil, coletivos culturais, estudantes, agentes públicos e demais interessados no tema. As inscrições podem ser realizadas gratuitamente no local, no dia do evento, ou antecipadamente pelo site do Fórum Nacional de Museus. Após preencher os dados no formulário, a pessoa interessada deverá escolher a região e edição do evento (re)CONEXÕES da qual deseja participar.
Considerando a relevância estratégica do encontro para o fortalecimento das políticas públicas de museus, as discussões estarão organizadas em três Grupos de Trabalho: GT 1 – Reestruturação do Sistema Brasileiro de Museus (SBM); GT 2 – Implantação do Sistema de Participação Social do Ibram (SPAS); e GT 3 – Normatização do Fórum Nacional de Museus (FNM).
“Este espaço constitui-se como um ponto de encontro, diálogo e construção coletiva, reunindo profissionais de museus, estudantes, gestores, pesquisadores e representantes de instituições museológicas de todo o Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de refletir e contribuir para o fortalecimento das políticas públicas do campo museal”, explica a Superintendente de Museus da SececRJ, Lucienne Figueiredo.

No âmbito estadual, esta será a segunda edição do evento. A primeira foi realizada no Museu de Arte do Rio (MAR), em maio de 2024, ocasião em que mais de 120 participantes se reuniram, em um espaço de promoção de debates em torno do Plano Nacional Setorial.
A edição 2025 do programa (re)CONEXÕES percorre todos os estados do país e dá continuidade ao processo participativo de escuta e construção coletiva de diretrizes para o setor museal. Esta etapa busca consolidar propostas para três iniciativas estruturantes do Ibram: a reestruturação do Sistema Brasileiro de Museus (SBM); a implantação do Sistema de Participação Social do Ibram (SPAS); e a normatização do Fórum Nacional de Museus (FNM).
As ações estão alinhadas ao Plano Nacional Setorial de Museus 2025-2035, aprovado em novembro de 2024 no 8º Fórum Nacional de Museus, em Fortaleza. A proposta é garantir um setor museal mais democrático, colaborativo, sustentável e representativo de toda a diversidade cultural brasileira.
Para a presidenta do Ibram, Fernanda Castro, “o (re)CONEXÕES é um instrumento fundamental de diálogo com a sociedade, que fortalece os mecanismos de participação social nas políticas públicas para museus e amplia a representatividade na formulação das decisões estratégicas do setor”.
Consulta pública e diálogo com o setor museal sobre participação social e políticas públicas
Data: 28/01
Horário: 10h às 18h
Local: Museu de Favela (MUF), localizado na Rua Alberto Campos, nº 12, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ
Inscrição gratuita: https://forum.museus.gov.br/inscricao-individual
Postado por SECEC-RJ em 15/jan/2026 -
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do RJ lança, no próximo sábado (17/01), o CEP da Cultura, programa que amplia o acesso de iniciativas socioculturais a imóveis públicos por meio da ocupação cultural. A estreia da política pública será marcada pela inauguração da nova sede do projeto “No Palco da Vida”, em Bonsucesso.
Após deixar o bairro de Olaria, o projeto passa a ocupar um espaço mais amplo e confortável, cedido pela SececRJ, onde dará continuidade às suas atividades socioculturais junto à comunidade. O novo programa tem impacto direto na democratização do acesso à cultura.
“O CEP da Cultura é uma política pública que dá novo significado aos imóveis do Estado, transformando espaços antes ociosos em centros vivos de criação, cidadania e inclusão social. Estamos ampliando o acesso à cultura, fortalecendo iniciativas locais e garantindo que esses equipamentos públicos cumpram sua função social, chegando gratuitamente a quem mais precisa”, declara o governador Cláudio Castro.
A ação é realizada com base no Marco Regulatório de Fomento do Governo Federal, instituído pela Lei Federal n.º 14.903/2024, que prevê artigo específico para a ocupação cultural de imóveis públicos. O dispositivo desburocratiza a cessão gratuita desses espaços, desde que haja contrapartida social, ou seja, a prestação de serviços à comunidade. A parceria entre a SececRJ e o projeto “No Palco da Vida” será a primeira em todo o Brasil a utilizar esse mecanismo de fomento.
“Poder dar esse primeiro passo com o projeto No Palco da Vida, mostra o nosso compromisso com iniciativas que promovem inclusão e transformação dentro dos territórios. Essa é a missão do Governo do Estado: democratizar e tornar a cultura mais acessível para todos”, ressalta Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
A nova sede amplia a capacidade estrutural do projeto de um para três andares, com mais salas de atendimento, localização mais acessível e inserção em uma região que antes não contava com um equipamento cultural gratuito de grande porte. Todas as atividades deverão ser desenvolvidas em consonância com as diretrizes e estratégias do Plano Estadual de Cultura, referendadas como prioritárias na 5ª Conferência Estadual de Cultura. O contrato terá validade de cinco anos, com possibilidade de renovação por igual período.

Movido pelo compromisso de ajudar outros a realizarem seus sonhos, Wal Schneider fundou em 2007 o projeto “No Palco da Vida”, que começou como uma oficina para jovens do Complexo do Alemão e funcionou de forma itinerante em quintais e armazéns antes de se estabelecer, em 2011, como a primeira Escola de Artes da Região da Leopoldina, em Olaria. Ao longo de 16 anos, a iniciativa já atendeu mais de 6 mil alunos, integrando teatro, dança e literatura em um centro cultural que abriga uma biblioteca de 10 mil livros de arte e já recebeu visitas de ícones como Zezé Motta e Fernanda Torres.

Natural de Tabuleiro do Norte, no Ceará, Wal Schneider (José Valdemir da Silva Gomes) iniciou sua trajetória aos 17 anos ao partir para o Rio de Janeiro em um caminhão de melão com apenas R$ 25, dois livros e o sonho de ser ator. Após enfrentar severas privações, trabalhando como lavador de pratos e faxineiro enquanto se formava na CAL – Casa das Artes de Laranjeiras, ele consolidou uma carreira com passagens marcantes pela TV Globo (em obras como “Páginas da Vida”) e produções da Netflix. Além de sua atuação nos palcos e telas, Wal destaca-se como um ávido pesquisador e mantém o “Museu de Memória do Teatro”, um acervo com mais de 40 mil itens raros que preservam a história das artes cênicas brasileira e mundial desde o século XVIII, que fará parte da nova sede do projeto. Pelo relevante impacto social e sua história de superação, Wal Schneider foi laureado com honrarias como o título de Carioca Nota 10 da Revista Veja e o Prêmio João Canuto de Direitos Humanos.
“Essa mudança oportuniza não só os moradores do Complexo do Alemão, que já atendíamos no antigo endereço, como também a comunidade da Maré. É um sonho inaugurar essa nova sede por meio de uma parceria fundamental com a Secretaria de Cultura do Estado, que vai garantir a oportunidade de transformação social em uma região periférica que precisava de um equipamento cultural de referência”, afirma Wal Schneider.

Data: 17/01
Horário: 16h
Endereço: Rua Guilherme Maxwell, nº 542 – Bonsucesso
Postado por SECEC-RJ em 08/jan/2026 -
A Estância Turística do município de Olímpia (SP) realiza, todos os anos, no mês de agosto, o Festival de Folclore de Olímpia (FEFOL), que terá na edição de 2026 o estado do Rio de Janeiro como homenageado. Para compor a programação, a Prefeitura de Olímpia abriu convocatória para selecionar grupos folclóricos e artistas que irão representar o estado fluminense nessa grande celebração da cultura popular. Os interessados em participar do evento têm até o dia 15 de janeiro para realizar as inscrições, conforme regulamento disponível no site oficial da Prefeitura de Olímpia.
Reconhecido como um dos maiores encontros dedicados ao folclore no Brasil, o FEFOL reúne anualmente centenas de artistas. Em 2025, a 61ª edição do festival atraiu mais de 160 mil pessoas ao longo de nove dias de programação. O evento tem como objetivo preservar e valorizar a cultura brasileira, reunindo grupos folclóricos e parafolclóricos de todas as regiões do país, que apresentam sua riqueza, costumes e tradições por meio da música, da dança, do artesanato e da culinária.
A secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros, destaca a importância do festival para o fortalecimento da cultura popular brasileira:
“O Festival do Folclore de Olímpia é um espaço de reconhecimento e valorização dos saberes tradicionais, que contribui para manter viva a memória cultural do país e fortalecer a identidade de povos e comunidades de todas as regiões do Brasil. É uma iniciativa que dialoga diretamente com a política de valorização da cultura popular que defendemos no Rio de Janeiro e em todo o Brasil. Queremos levar a representação da cultura fluminense para esse palco tão potente”, afirma a secretária.

Neste ano, o festival será realizado de 1º a 9 de agosto. Diante do grande interesse manifestado por grupos de todo o país e com o objetivo de garantir transparência e ampliar as oportunidades de participação, a seleção dos participantes será feita por meio de processo público de inscrição.
O 62º Festival do Folclore de Olímpia promete, mais uma vez, ser um grande palco de celebração da diversidade cultural brasileira e os grupos interessados em fazer parte do evento devem acessar o regulamento completo e realizar a inscrição pelo site oficial da Prefeitura da Estância Turística de Olímpia.
Serviço
Evento: Festival do Folclore de Olímpia
Data do evento: 01 a 09 de agosto
Link de Inscrição: https://www.olimpia.sp.gov.br/portal/secretarias-paginas/288/inscricoes-dos-grupos—62-fefol/
Regulamento: https://www.olimpia.sp.gov.br/arquivos/regulamento_inscriCOes_-_62_fefol_01031449.pdf

Postado por SECEC-RJ em 07/jan/2026 -
A CASA BRASIL, apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras, vai realizar uma programação diferenciada para as crianças e seus responsáveis nos sábados de janeiro, o mês das férias, dentro do Programa Público do espaço cultural. O projeto da artista Hevelin Costa – participante da exposição coletiva “Casa Brasil, a exposição” com a obra “Mãe Cansada” – tem como objetivo oferecer atividades para as crianças, enquanto os responsáveis aproveitam a programação gratuita ou simplesmente descansam. Qualquer responsável acompanhado de uma criança (faixa etária de 4 a 10 anos) pode participar. A primeira ação será nesta sábado (10), às 15h (veja a programação completa abaixo). As senhas serão distribuídas 30 minutos antes de cada atividade.
“O trabalho da Hevelin nos mobilizou no contexto da primeira exposição da Casa, com foco em brasilidade, pois não há como pensar na construção desse país sem o papel das mães. No contexto de um centro cultural, trata-se de pensar o lugar das mulheres, trabalhadoras das artes e das culturas que são mães ou já avós, como eu. É sempre uma dupla ou tripla jornada”, comenta Tania Queiroz, diretora da CASA BRASIL.
A artista aborda a questão do cansaço com o projeto “Mãe Cansada”, 2022, expressa por meio de uma camiseta vestida por ela com o título do projeto. Embora simples, a frase aborda a sobrecarga de trabalho experienciada pelas mulheres que são responsabilizadas quase exclusivamente pelo cuidado compulsório dos seus filhos.
“Penso que os espaços dos museus podem proporcionar algo para além do local de ocupar os filhos, porque em volta de uma criança a vida sempre acontece. A minha proposta rompe com o cuidado voltado exclusivamente para os filhos, possibilitando que adultos responsáveis saiam momentaneamente da vida massiva e encontrem um devir de relaxamento e brincadeira. É um gesto simples, mas carregado de camadas simbólicas e políticas”, declara a artista que tem um filho de oito anos.

A CASA BRASIL, centro cultural do Governo do Estado do Rio de Janeiro, vive uma nova fase após sua reestruturação realizada em parceria com a V ARTE e viabilizada pelo Ministério da Cultura e pelo Governo Federal, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio oficial da Petrobras. Contemplada pelo edital Novos Eixos – Ícones da Cultura Brasileira, a iniciativa concorreu com mais de 8 mil propostas e foi uma das contempladas no Programa Petrobras Cultural e reafirma a missão do equipamento de valorizar a produção artística nacional, ampliar o acesso e colocar a brasilidade no centro de sua atuação.
“Estamos desenvolvendo um trabalho de brasilidade no espaço cultural, com valorização dos artistas e atraindo o público de uma forma geral. E atrações como essa, que vai trazer a família para o equipamento, traduzem bem o novo momento da CASA BRASIL”, afirma Jocelino Pessoa, diretor da V ARTE.
Com curadoria de Aliã Guajajara, Cadu, Marcelo Campos, Jocelino Pessoa e Tania Queiroz, exposição “Casa Brasil, a exposição” apresenta trabalhos de 57 artistas de todas as regiões do país. A mostra representa uma pluralidade artística que marca a nova fase de um dos mais tradicionais equipamentos culturais do Corredor Cultural do Centro. No total, são 259 obras que representam os diversos estilos e riquezas da cultura nacional, selecionadas por meio de convocatória pública.
O artista Arthur Chaves realiza a primeira individual da CASA BRASIL, apresentando a instalação inédita “Tarde do Fauno”. Seu trabalho envolve ocupações feitas com materiais têxteis, em que produz superfícies e volumes, que se relacionam com o território ao redor, memórias pessoais e a História da Arte. A partir da máquina de costura, tecidos e roupas, Arthur apresenta novas maneiras de pensar a pintura, o desenho e a escultura, criando pontes com o teatro e outras artes da cena, uma vez que o público é convidado a dialogar com suas personagens e paisagens.
Para ficar por dentro da programação cultural do Rio de Janeiro, acompanhe o site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.