Postado por SECEC-RJ em 23/Sep/2019 - Sem Comentários

Compositor, jornalista, radialista, roteirista, teatrólogo, gráfico e cantor, além de ser engajado com as questões afro-brasileiras.
Não são poucos os adjetivos quando se trata de Rubem Confete. Atualmente com 83 anos, continua em atividade na Rádio Nacional, inaugurada no mesmo ano do seu nascimento.
Esse verdadeiro ‘griot’ do rádio, com tanta história para contar, será o próximo convidado do projeto Depoimentos para a Posteridade do MIS / Museu da Imagem e do Som – equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, que ocorrerá no dia 25 de setembro, a partir das 14h, na sede da Praça XV.
Na mesa de entrevistadores estarão Bira Presidente (músico e fundador do Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos); Luis Carlos Magalhães (advogado, professor e presidente do G.R.E.S. Portela); Marcos Gomes (jornalista e gerente da Rádio Nacional) e Ricardo Cravo Albin (jornalista, historiador, crítico e musicólogo brasileiro).
Vale lembrar que o auditório tem capacidade para 50 pessoas, por isso é bom chegar cedo para garantir o lugar. A entrada é franca.
Nascido em 7 de dezembro de 1936, Rubem Confete ainda jovem cursou arte gráfica, o que o permitiu estagiar na Imprensa Nacional e atuar na revista “Guanabara em Revista”, publicada na época pelo Museu da Imagem e do Som.
Como radialista manteve durante vários anos o programa “Rio de Toda Gente”, na Rádio Nacional AM, do Rio de Janeiro. Adepto às gafieiras, foi após uma dança, sobre um salão salpicado de confetes, que surgiu o apelido Confete.
Também foi passista da Estação Primeira da Mangueira e esteve no corpo de bailarinos da TV Excelsior.
Escreveu peças e se apresentou em grupos de samba. Já passou por rádios como Continental e Roquete-Pinto, além de se aprofundar nas raízes da cultura afro-brasileira.
Traz no currículo também uma longa atuação na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), além de ser um dos fundadores do Centro Cultural Pequena África e do Instituto de Pesquisa de Cultura Negra (IPCN).
Foi Presidente da Associação dos Barraqueiros do Terreirão do Samba, da qual foi um dos fundadores no ano de 1991, e também foi agraciado com a “Medalha Pedro Ernesto”, concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Mais recentemente, atuou no Conselho Gestor do Cais do Valongo, na empreitada que tornou a região Patrimônio Cultural da Humanidade (Unesco).
Também continuou compondo e tecendo seus comentários em programas da Rádio Nacional, além de continuar envolvido em temáticas sobre a cultura negra e afro-brasileira.
SOBRE OS DEPOIMENTOS PARA A POSTERIDADE
Em 1966, o MIS-RJ inaugurou o projeto Depoimentos para a Posteridade, inédito programa de história oral criado para preservar a memória de diversos setores da cultura nacional, tais como a música, a literatura, o cinema e as artes plásticas.
Atualmente, conta com um acervo de mais de mil depoimentos, com quatro mil horas de material, gravado em áudio e vídeo, de figuras notáveis como Nelson Rodrigues, Tarsila do Amaral, Fernanda Montenegro, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Nelson Motta, Ary Fontoura, Antonio Fagundes, Nicete Bruno, Zezé Motta, Neguinho da Beija-Flor, Zeca Pagodinho, Paulo César Pinheiro, Daniel Filho, Geraldo Azevedo, Dori Caymmi, Zé da Velha, Riachão, Antonio Cicero, Ronaldo Bastos, Paulo Barros, Roberto Menescal, Cesar Villela e Joyce Moreno, entre outros.
Vale lembrar que todas as gravações ficam à disposição do público, nas salas de consulta do MIS, 48 horas depois do término da entrevista.
SERVIÇO
Local: Museu da Imagem e do Som do RJ – Praça Luiz Souza Dantas, 01, Praça XV.
Tel: (21) 2332-9499
Data: 25 de setembro de 2019 (quarta-feira)
Horário: 14h
Entrada franca
Censura: Livre
@mis.rio
Postado por SECEC-RJ em 20/Sep/2019 - Sem Comentários
Uma das maiores feiras de arte do país, a ArtRio conta, nesta nona edição, com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Osklen, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O Secretário Ruan Lira participou, aliás, da cerimônia de abertura do evento, nessa quinta-feira (19/09), cortando a fita de inauguração.
A ArtRio, que prossegue até este domingo (22/09) na Marina da Glória, firmou-se como uma grande plataforma de arte, com atividades e projetos que acontecem ao longo de todo o ano, difundindo o conceito de arte no país, solidificando o mercado e estimulando o crescimento de um novo público.

A ArtRio se tornou, também, um veículo importante para a valorização da arte brasileira e para a concretização de negócios e descoberta de novos nomes do segmento artístico. “A conquista dessa posição é motivo de muito orgulho, pois essa é uma conquista de todos que trabalham na cadeia deste mercado. Quando comecei a desenvolver o projeto da ArtRio, há mais de 10 anos, esse era um grande sonho. Com tudo que realizamos até hoje e com todas as conquistas concretas que tivemos, incluindo o reconhecimento dos grandes nomes globais do segmento, posso afirmar que a ArtRio é a maior plataforma de valorização da arte brasileira. Assim como em anos anteriores, receberemos na feira grupos de colecionadores e curadores brasileiros e internacionais”, conta Brenda Valansi, presidente da ArtRio.

Parte integrante do calendário oficial de eventos da cidade do Rio de Janeiro, a ArtRio tem, nesta edição, a participação de 80 galerias, selecionadas pelos curadores do programas. A feira contará com dois setores gerais, PANORAMA e VISTA, além de quatro programas curados — SOLO, MIRA, PALAVRA e BRASIL CONTEMPORÂNEO. Haverá, igualmente, uma agenda com lançamentos de livros, encontros e debates com artistas, colecionadores, curadores e galeristas.
A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa também estará presente com um estande da EAV Parque Lage, o número 11 da esplanada, com a curadoria de Bernardo Mosqueira e Ulisses Carrilho. Lá será exibido um conjunto de múltiplos dos artistas Brígida Baltar, Cristiano Lenhardt, Iole de Freitas e Lucia Laguna.

No estande também haverá obras dos artistas Carlos Vergara, Dalton Paula, Ernesto Neto, Jaime Lauriano, Laura Lima, Lenora de Barros e Rafael Alonso. A verba arrecadada com as vendas das obras será revertida integralmente para o programa público de ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Isso possibilitará o financiamento de ciclos de debates, programas de bolsas, eventos na biblioteca, Jornadas de Outubro, entre outros programas. As obras foram gentilmente cedidas pelos artistas em benefício da EAV Parque Lage. Todos que adquirirem a coleção se tornam sócios do programa AMIGO EAV, na categoria Benfeitor Premium.
A Artrio 2019 tem apoio da Audi, Aliansce Sonae, Rio Galeão, Shopping Leblon, Stella Artois e Green People, além de apoio institucional da Estácio, Bombay Sapphire, Breton, Perrier-Jouet e RUA. O Belmond Copacabana Palace é o hotel oficial do evento. A realização é da BEX.
SERVIÇO ARTRIO 2019
Data: 19 a 22 de setembro (quinta-feira a domingo)
Venda de ingressos: www.artrio.com
Nos dias de evento, bilheteria no local
Ingressos: R$ 60 / R$ 30 por dia
Pacote família (dia) – R$ 120 (2 ingressos inteiros e 1 meia entrada)
Horários: quinta a sábado — 13h às 21h
Domingo – 13h às 20h
Local:Marina da Glória – Av. Infante Dom Henrique, S/N — Glória
Estacionamento no local, sujeito à lotação
Metrô: Estação Glória
Postado por SECEC-RJ em 19/Sep/2019 - Sem Comentários
Como atração do projeto “Cineclube Rio das Telas”, a Casa França-Brasil, centro cultural vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, exibirá, nesta sexta-feira, dia 20, às 17 horas, o filme “Vende-se Esta Moto”, do diretor Marcus Faustini.
O projeto cinematográfico foi desenvolvido pela Superintendência de Audiovisual da Secretaria, com o objetivo de expandir suas ações no âmbito do cineclubismo, onde funciona o espaço montado especialmente para a exibição de filmes e vídeos, a Sala Rio 40°.

Esse espaço dentro da Casa França-Brasil foi criado em homenagem a uma fase estrutural da produção cinematográfica brasileira, o chamado Cinema Novo, e batizado com o título de um filme do cineasta Nelson Pereira dos Santos, também como forma de celebração ao grande mestre das telas.
Através da parceria firmada com diretores e produtores do audiovisual e com as escolas e cursos de cinema, incluindo a Escola Darcy Ribeiro, é na sala Rio 40° que os realizadores do projeto vão fazer a exibição de filmes.
Haverá debates após as projeções, como contrapartida natural pela difusão da cultura do audiovisual, de forma a incentivar paralelamente a formação de público e a experiência estética do cinema.
Os filmes nacionais serão apresentados sempre às sextas-feiras, no horário das 17h, nesta ordem:
Dia 20/09
Filme:“Vende-se Esta Moto”
Direção: Marcus Faustini
Classificação: 12 anos
Dia 25/10
Filme:“Bandeira de Retalhos”
Direção: Sérgio Ricardo
Classificação: livre
Dia 29/11
Filme: “A Batalha do Passinho”
Direção: Emílio Domingos
Classificação: 10 anos
Dia 13/12
Filme: “Deixa na Régua”
Direção: Emílio Domingos
Classificação: 14 anos
Postado por SECEC-RJ em 17/Sep/2019 - Sem Comentários
A Escola de Música Villa-Lobos, um espaço da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa / Funarj, abre inscrições para a Oficina de Cordas Friccionadas na Música Popular Brasileira, com a violinista Renata Neves.
Público-alvo: Instrumentistas de cordas friccionadas (violino, rabeca, viola e violoncelo) com conhecimentos básicos do instrumento.
São 12 aulas aos sábados, de 10h30 às 12h
28 de setembro de 2019
5 ;12; 19 e 26 de outubro de 2019
2; 9; 16; 23 e 30 de novembro de 2019
7 e 14 de dezembro de 2019
Carga horária: 18 horas (12 aulas de 1h30)
R$ 180/mês
R$ 140/mês – alunos da EMVL
As inscrições são feitas diretamente na Escola de Música Villa-Lobos (Rua Ramalho Ortigão, 9, Centro, Rio de Janeiro/RJ).
Informações: (21) 2332 6382, 2253 3029 ou 9 8846 7032 (WhatsApp).
Através da oralidade, memória e criatividade serão trabalhados elementos de ritmo, harmonia e interpretação de melodias nos instrumentos de cordas friccionadas (violino, viola, violoncelo e rabeca) dentro do repertório da musica popular brasileira.
Os alunos terão contato com algumas técnicas de arco e serão iniciados à leitura de cifras no instrumento como ferramentas
para seu desenvolvimento musical.
O curso é voltado para instrumentistas de cordas friccionadas (violino, rabeca, viola e violoncelo) que queiram adquirir uma linguagem rítmica da música brasileira.
Pretende estimular a criatividade e autenticidade do aluno através da oralidade a da improvisação, além de ensinar a leitura de cifras no instrumento e as matizes rítmicas do baião, choro, samba, entre outros gêneros brasileiros, possibilitando o aluno a construir um acompanhamento no seu instrumento.
Os temas estudados serão divididos em Ritmo; Harmonia; Melodia e Interpretação; Acompanhamento; e Improvisação, sobre um repertório de choro, baião, e samba.
Violinista e compositora carioca, Renata Neves é formada em Jazz e Improvisação no Centre de Musique Didier Lockwood na França, integrante do quarteto de cordas cais, do grupo Forró de Pontuada, e educadora musical, Renata Neves encontrou no violino um caminho para se expressar com liberdade. Fugindo do ambiente acadêmico da UFRJ onde fazia bacharelado em violino, entra para Itiberê Orquestra Família no ano 2000, ampliando assim seus horizontes sonoros.
Grava como participação especial em álbuns de diferentes artistas, com destaque para Hermeto Pascoal, André Marques, Chicas, Philippe Baden Powell, Liliane Herrero, entre outros, e trabalha em diversas peças de teatro como para Capitães de Areia com direção musical de Nana Vasconcellos, e Uirapuru com a cia de Mysterios e Novidades. Amante de filosofia, estuda nas horas vagas simbologia, mitologia, e história da arte. Mãe de um adolescente de 16 anos, aprende continuamente sobre as tendências da atualidade.
Postado por SECEC-RJ em 12/Sep/2019 - Sem Comentários
A SECEC, em parceria com o DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) e ONG Rio Solidário, inaugurou, nessa terça-feira (10/09), em Nova Friburgo, com a presença do secretário estadual de Cultura e Economia Criativa, Ruan Lira, e do superintendente do Leitura e Conhecimento, Pedro Geromilich, uma Sala de Leitura – que integra o “Programa Juntos pela Leitura”.
Dentre os vários títulos, autores clássicos como Machado de Assis, além de autores contemporâneos, como o escritor Otávio Jr, que ficou conhecido por abrir a primeira biblioteca dos Complexos do Alemão e da Penha. A sala fica nas dependências do DEGASE, em Nova Friburgo, também inaugurado na terça-feira pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, com capacidade para 50 internos.

De acordo com o secretário de Cultura e Economia Criativa, Ruan Lira, “o plano é inaugurar uma sala de leitura em cada uma das 23 unidades do DEGASE no Estado do Rio de Janeiro. Já foram inauguradas cinco unidades: no Rio Solidário, Centro de Socioeducação DEGASE Nova Friburgo, além de três centros de Socioeducação do DEGASE na Ilha do Governador. A SECEC está aceitando doações de livros, que serão repassados aos acervos das minibibliotecas do DEGASE. As entregas das obras podem ser feitas nas Bibliotecas Parque: Estadual ( av. Presidente Vargas, 1261, Centro), Manguinhos ( Av. Dom Helder Câmara, 1184, Benfica), e Rocinha ( Estrada da Gávea, 454, Rocinha).”

Sobre o Programa Juntos pela Leitura:
O projeto da Superintendência de Leitura e Conhecimento engloba ações como a Libertação de Livros, com doações de livros num local pré-determinado, paralelamente à contação de histórias e performances. Nestes seis meses, a Libertação aconteceu em lugares como a Central do Brasil, Praia de Copacabana, Quinta da Boa Vista, Praia de Ipanema, Manguinhos, Coelho Neto, Anchieta e Cidade de Deus. Além disso, em parceria com a sociedade civil e o Governo, a SECEC inaugurou espaços de leitura, que têm administração de terceiros. O compromisso da Secretaria, no caso, é a doação de um acervo mínimo, de 100 a 200 livros, e a orientação para ações de incentivo à leitura.
Postado por SECEC-RJ em 12/Sep/2019 - Sem Comentários
O espetáculo ‘Coppélia’ retorna aos palcos da casa dia 28 de setembro. A obra, com música composta por Léo Delibes, terá sua ‘rentrée’ em grande estilo. Um dos poucos ballets na linha cômico-sentimental, ‘Coppélia’, que estreou em 1870, na Ópera de Paris, continua cativando o público com sua história baseada no conto “Der Sandmann” – O Homem de Areia – de E.T.A. Hoffman.
Em três belos atos, conta a atração súbita de Franz, noivo de Swanilda, uma bela jovem de uma aldeia da Cracóvia, por outra moça que é vista frequentemente na varanda da casa do Dr. Coppelius, um extravagante artesão de brinquedos, com fama de bruxo.

Uma curiosidade sobre ‘Coppélia’ é que foi o primeiro grande balé clássico a incluir danças folclóricas, como mazurcas, polcas e czardas, dando mais realismo à obra, ambientada na Polônia. Sua atmosfera fantástica introduziu no mundo do ballet os autômatos e bonecas, que depois se tornaram personagens comuns em outras obras, como o fantoche que dá título ao famoso ballet Petrushka, de 1911.
Com mise-en-scène de Dalal Achcar, a montagem terá coreografia do cubano Enrique Martinez, criada em 1968 para o American Ballet Theater e encenada pelas maiores companhias do mundo desde então. O Ballet do Theatro Municipal, dirigido por Cecília Kerche, se apresentará com a Orquestra Sinfônica do TM, regida pelo maestro Tobias Volkmann.
Swanilda: Claudia Mota e Renata Tubarão
Franz: Cícero Gomes, Filipe Moreira e Alef Albert
Cenários e figurinos: José Varona
Serviço:
Datas e horários:
Estreia dia 28/09 às 17h00
Récitas:
29/09, 05/10 e 06/10 – 17h00
01/10, 02/10 e 04/10 às 19h00
Preços dos ingressos:
Frisas e camarotes – R$ 600
Plateia /Balcão Nobre: R$ 100
Balcão Superior Central: R$ 70
Balcão Superior Lateral: R$ 40
Galeria Central: R$ 40
Galeria Lateral: R$ 20
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
Lotação – 2.226 lugares
Duração total – 2h30
Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com
Patrocínio Ouro Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquete Pinto e Ingresso Rápido
Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial de Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal
O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
Postado por SECEC-RJ em 11/Sep/2019 - Sem Comentários
Com enorme potencial para negócios criativos, a Região dos Lagos vem se destacando não somente pelo turismo, que atrai milhares de pessoas o ano inteiro. O binômio sol e mar responde por boa parte deste movimento, e soma-se ao ecoturismo de montanha, com Casimiro de Abreu e Silva Jardim, para fazer da região a rota fluminense mais procurada. Mas há muito mais.
É assim que a Caravana RJ Criativo desembarca em Cabo Frio nos dias 24, 25 e 26 de setembro, com oficinas gratuitas mão na massa, para capacitar empreendedores e acelerar os negócios criativos da Costa do Sol. São 24 horas de conteúdo, ajudando pequenos e médios empreendedores a gerar renda a partir da inovação.
A Caravana acontece na Sociedade Musical Santa Helena (Rua 13 de Novembro, 282, Centro). As inscrições são limitadas e as oficinas gratuitas, podendo o participante escolher em quais participar. Devem ser feitas pelo site www.riocriativo.com
A economia criativa no Estado do Rio abrange 22 setores, indo do turismo à gastronomia, da moda ao design, do artesanato à música. É a que mais cresce no Estado, impulsionada pelo capital intelectual, e motiva o programa RJ Criativo.

Dentro do Governo do Estado do Rio de Janeiro, é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Suas ações de incubação e educação no ciclo 2018/2019 são operadas pelo Templo.CC, com patrocínio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Oi.
Esse programa tem como missão dar suporte a empreendedores e transformar cultura e criatividade em fios condutores de desenvolvimento socioeconômico sustentável por meio do empreendedorismo, inovação e colaboração.
As atividades oferecidas pelo RJ Criativo atuam na formação, na expansão de networking e difusão dos produtos e serviços gerados por empreendedores. Em Cabo Frio, município que tem o maior PIB da região, o mar inspira a forte gastronomia e traz a reboque o maior polo produtor de moda praia do país, com exportação para centros internacionais. Junta-se à Araruama, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Iguaba Grande, Rio das Ostras, São Pedro d’Aldeia e Saquarema na busca do desenvolvimento, baseando-se, principalmente, nas qualidades dos seus recursos naturais, na sua cultura histórica e na criatividade.
Na Caravana, profissionais de primeira linha são convidados a ministrar oficinas imersivas de muita prática, trabalhando os principais potenciais da região com os empreendedores locais. Serão três dias de muita mão na massa, com temas que vão desde a captação de recursos e inovação em modelo de negócios até gestão de redes, branding e financiamento coletivo.
Serviço:
Caravana “Aceleração de negócios criativos na Região dos Lagos”
Local: Sociedade Musical Santa Helena
Rua 13 de Novembro, 282 – Centro, Cabo Frio
Data: 24, 25 e 26 de setembro(de terça a quinta-feira)
Horários: oficinas de 9h às 13h e de 14 às 18h
Inscrições: gratuitas (100 por oficina) =>
http://riocriativo.com/agenda
Postado por SECEC-RJ em 11/Sep/2019 - Sem Comentários
A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro – FUNARJ – é uma autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, do Governo do Rio de Janeiro, responsável pela promoção da cultura e pela gestão direta de uma série de museus, teatros e centros culturais, pertencentes à Secretaria.
Dentre eles, o Teatro João Caetano, a Casa de Cultura Laura Alvim, o Teatro Glaucio Gill, o Teatro Armando Gonzaga, o Teatro Arthur Azevedo, o Museu do Ingá e a Escola de Música Villa-Lobos. Confira a programação semanal:
Até 27 de outubro | Sexta e sábado, às 19h30. Domingo, às 14h

De 04 a 13 de outubro | Sexta e sábado, às 20h. Domingo, às 19h

5 e 6 de outubro | Sábado e domingo, às 16h

De 4 a 13 de outubro | Sexta e sábado, às 20h. Domingo, às 19h

De 10 de setembro a 2 de outubro | Terça e quarta, às 19h

De 8 a 30 de outubro | Terça e quarta, às 19h

4 de outubro | Sexta, às 20h

6 de outubro | Domingo, às 11h

Até 30 de dezembro | Terça a sábado, das 12h às 17h

A exposição Paisagem do território do Estado do Rio de Janeiro apresenta aproximadamente 100 obras dos acervos do Museu do Ingá, do Museu Antônio Parreiras e da Casa da Marquesa de Santos que exploram a paisagem em suas diferentes abordagens. A mostra tem curadoria colaborativa entre as três instituições.
Até 30 de abril de 2020 | Terça a sábado, das 12h às 17h

Espaço inclusivo de experimentação sensorial, onde se busca romper com a comunicação unicamente visual das exposições e proporcionar novas possibilidades de interação entre o público e o museu. Para isso, toda a programação foi pensada a partir da perspectiva da acessibilidade.
A sala Experiências do Olhar reforça a trajetória de exposições multissensoriais do Museu do Ingá. Organize um grupo para uma visitação especial e entre em contato conosco.
Postado por SECEC-RJ em 10/Sep/2019 - Sem Comentários
A sala “Experiências do Olhar”, do Museu do Ingá, em Niterói, equipamento da SECEC, é um dos três projetos brasileiros selecionados na categoria 1 (projetos concluídos ou em fase de execução), dentre os 28 inscritos, para a disputa do “10º Prêmio Ibermuseus de Educação”.
Inaugurada em maio deste ano, a Sala Experiências do Olhar foi classificada em primeiro lugar na categoria 1 nacional e irá concorrer com 64 projetos educativos de 14 países. O Ibermuseus é o principal programa de cooperação para os museus da Ibero-América, que tem por objetivo promover o fortalecimento das mais de nove mil museus existentes na região.

O prêmio Ibermuseus é destinado ao reconhecimento e promoção de projetos educacionais em museus de língua portuguesa e espanhola. Visa, também, incentivar o papel dos museus como agentes de transformação social e sua contribuição para o desenvolvimento sociocultural e econômico das comunidades onde estão inseridos. Todos os projetos serão integrados ao Banco Ibermuseus de Boas Práticas.
O primeiro lugar terá direito a US$ 15 mil, com resultado previsto para o dia 31 de dezembro de 2019. O segundo lugar ganhará US$ 7 mil e, o terceiro, US$ 3 mil. Os cinco vencedores da Categoria II (novos projetos) receberão US$ 10 mil, cada. No total, serão distribuídos US$ 75 mil para oito vencedores.
A sala “Experiências do Olhar”, um programa contínuo de experimentação multissensorial do Museu do Ingá, foi concebida para atender a todos os públicos, sendo dirigida principalmente às pessoas com perda parcial e total de visão – estima-se que o Brasil possui 6,5 milhões de pessoas com algum grau de deficiência visual, sendo cegas aproximadamente 10% .
O objetivo do programa é ampliar o acesso ao acervo desta instituição, que possui mais de nove mil obras. Para além de democratizar o acesso, a sala é um convite aos visitantes a experimentar as variadas formas de interação com a obra.
A tela escolhida para abrir a mostra foi “Visão Carioca”, painel de oito metros de comprimento criado pelo pintor Cícero Dias, em 1965. Para compor a ambientação sensorial, o Programa Educativo do Museu do Ingá convidou o projeto SESC+ Infância/Niterói, que reuniu 20 crianças e pediu a elas que registrassem os sons, cheiros e toques que a tela provocava em cada uma delas.
O projeto também contou com a parceira de engenheiros do Coppe UFRJ, que se juntaram à iniciativa da Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Funarj, desenvolvendo, através da tecnologia assistiva, estímulos sonoros e olfativos como sons de pássaros, riachos, cheiros de café, flores e terra molhada que traduzem a pintura de uma paisagem carioca.
Para conhecer – e torcer – pela sala, o Museu do Ingá está aberto
de terça a sábado, das 12h às 17h. Visitas mediadas (com os olhos vendados) precisam de agendamento, feito pelo telefone 2717-2893 ou pelo e-mail museudoingaeducativo@gmail.com
Postado por SECEC-RJ em 10/Sep/2019 - Sem Comentários
Para debater a política pública e disseminar atividades culturais em todo o Estado do Rio de Janeiro, nessa segunda-feira (02), tomaram posse, os novos eleitos do Conselho Estadual de Política Cultural, para o pleito 2019-2020. O evento aconteceu na Biblioteca Parque Estadual, no Rio de Janeiro. O conselho é composto por 16 membros titulares e seus respectivos suplentes, indicados pela Secretaria de Estado de Cultura e 16 membros titulares e seus respectivos suplentes, representantes da sociedade civil.
Dos 16 representantes da sociedade civil, 10 são membros das regiões do Estado, eleitos nas Conferências Regionais de Cultura e, 06 membros, eleitos por votação virtual representantes dos segmentos culturais, sendo eles: artes cênicas, artes visuais, audiovisual, música, literatura e cultura popular.
Os conselheiros regionais irão representar as seguintes cidades: Metropolitana I/Capital: Rio de Janeiro; Metropolitana II/Baixada Fluminense: Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Magé, Mesquita Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São João de Meriti e Seropédica; Metropolitana III/Leste Fluminense: Itaboraí, Maricá, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo e Tanguá; Região Noroeste Fluminense: Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São José de Ubá e Varre Sai; Região Norte Fluminense: Campos dos Goytacazes, Carapebus, Cardoso Moreira, Conceição de Macabu, Macaé, Quissamã, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra; Região Serrana: Bom Jardim, Cantagalo, Cachoeiras de Macacu, Carmo, Cordeiro, Duas Barras, Guapimirim, Macuco, Nova Friburgo, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Teresópolis e Trajano de Moraes; Região das Baixadas Litorâneas: Araruama, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Iguaba Grande, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia, Saquarema e Silva Jardim; Região Médio Paraíba: Barra do Pirai, Barra Mansa, Itatiaia, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença e Volta Redonda; Região Centro-Sul: Areal, Comendador Levy Gasparian, Engenheiro Paulo de Frontin, Mendes, Miguel Pereira, Paraíba do Sul, Paty do Alferes, Sapucaia e Três Rios e Vassouras; Região Costa Verde: Angra dos Reis, Mangaratiba, Itaguaí e Paraty.
A empresária e promotora de eventos, Patrícia Veiga, assumiu como titular da Região Norte Fluminense. Patrícia é moradora do Sana, distrito de Macaé e atua como fomentadora da cultura na região há mais de 30 anos. Para ela, o Conselho é um importante espaço de voz para todo Estado, que com a participação de diversos segmentos e todas as regiões, possibilita descentralizar a cultura, ampliando o acesso ao setor.
“Quero trabalhar para fazer valer os 60% de investimento na cultura para o interior do Estado. Temos que aproveitar esse novo momento para fomentar atividades culturais em todas as cidades. São muitos projetos que precisam ser fomentados”, destacou Patrícia. A suplente da Região Norte Fluminense é Ana Paula Siciliano, da cidade de Campos dos Goytacazes.
Representantes Sociedade Civil:
Patrícia Figueiredo da Veiga – Titular – Norte Fluminense
Ana Paula Siciliano – Suplente – Norte Fluminense
Maria Luzia Borges Amaral Ramos – Titular – Noroeste Fluminense
Henrique do Couto Gomes – Suplente – Noroeste Fluminense
Renata Martins Oliveira – Titular – Região Serrana
Maria Catarina Fellows Fontes – Suplente – Região Serrana
José Facury Heluy – Titular – Baixada Litorânea
Márcio César do Nascimento – Suplente – Baixada Litorânea
Everaldo Rocha dos Santos – Titular – Metropolina III/Leste Fluminense
Stephany Santos Leal – Suplente – Metropolina III/Leste Fluminense
Robson Jhonny Rocha da Silva – Titular – Metropolina II/Baixada Fluminense
Isaías Simões Quintanilha dos Santos – Suplente – Metropolitana II/Baixada Fluminense
Gisele Maia Cardoso de Carvalho – Titular – Centro Sul Fluminense
José Almeida Rodrigues – Suplente – Centro Sul Fluminense
Marinez Teodoro Fernandes – Titular – Médio Paraíba
Raphael de Souza Cruz – Suplente – Médio Paraíba
Miriam Bondim Satyro – Titular – Costa Verde
Andrei Lara Soares – Suplente – Costa Verde
Christiane de Souza Maia Aguiar Koschniteki – Titular – Metropolina I/Capital
Kawany Pedroza Lopes Tomé – Suplente – Metropolina I/Capital
Fernanda Pires Borriello – Titular – Artes Cênicas
Álvaro Jorge Coutinho Ferreira – Suplente – Artes Cênicas
Davy Alexandrisky – Titular – Artes Visuais
Fabiane Araújo Silva Freire – Suplente – Artes Visuais
Fernando Carlos de Sousa – Titular – Audiovisual
Sandra Helena Gonzaga Pedroso – Suplente – Audiovisual
Gerson Marins de Carvalho Júnior – Titular – Música
Maria Luiza Corker Cardoso Nobre de Almeida – Suplente – Música
Representantes do Poder Público:
Fernando Marendaz Junior – Titular – SECEC
Alana Teixeira Ferrigno – Suplente – SECEC
Franklin Jorge Santos – Titular – SECEC
Thiago Gagliasso Onofre Ferreira – Suplente – SECEC
Vinicius Reis Azevedo – Titular – SECEC
Tatiana D’Angelo Fontoura Mesquita – Suplente SECEC
Felipe Barroso Perpetuo – Titular – SECEC
Igor Amorim Renha – Suplente – SECEC
Pedro Gerolimich de Abreu – Titular – SECEC
Bruno Carvalho Brasil Xavier – Suplente – SECEC
Diogo Ferreira de Oliveira – Titular – SECEC
Cassio José Gomes de Ornelas – Suplente – SECEC
Jeane Hespanhol Mozer – Titular – SECEC
Luiz Fernando Giorgis Lima Mirco – Suplente – SECEC
Diogo de Oliveira Barroso – Titular – SECEC
Sergio Jose Machado Leal – Suplente – SECEC
Marluce de Moraes Braz – Titular – SECEC
João Henrique Costa Jacintho – Suplente – SECEC
Claudio Prado de Mello – Titular – SECEC
Jorge Douglas Alves Fasolato -Suplente – SECEC
Lucienne Figueiredo dos Santos – Titular – SECEC
Ronaldo Guardia Guimarães – Suplente – SECEC
Zeca Barros – Titular – Representante Acadêmico
Danielle Farias Martins e Araujo Jorge – Suplente – SECEC
Alexandre Knoploch – Titular – ALERJ
Renata Buzak – Suplente – ALERJ
Carlos Macedo – Titular – ALERJ
Pablo Sprei – Suplente – ALERJ
Ricardo Cravo Albin – Titular – Instituto de Relevância Cultural
Rodrigo Castro – Suplente – SECEC
Jairo Souza Santos Junior – Titular – Poder Público Municipal
Diogo Pinho – Suplente – SECEC
O Conselho Estadual de Política Cultural do Rio de Janeiro (CEPC-RJ) faz parte da Sistema Estadual de Cultura, instituído através da lei nº 7035, de 7 de julho de 2015. É um órgão paritário e deliberativo, responsável por planejar e fiscalizar as políticas culturais fluminenses.