Postado por SECEC-RJ em 07/abr/2026 -
O artesanato cultural fluminense terá um espaço de destaque na 18ª edição da Rio Artes, a maior feira de artesanato da América Latina, que acontece no Centro do Rio entre os dias 8 e 12 de abril. A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECECRJ), por meio da Escola da Cultura RJ, estará presente no ExpoRio com um estande de 620 m² totalmente dedicado à valorização e ao fomento da categoria, reunindo experiências imersivas, conteúdo formativo e inovação aplicada ao fazer artesanal, além de palestras e atividades práticas para o público.
O espaço foi projetado para oferecer uma experiência completa a visitantes e artesãos e conta com um Salão de Exposição Cultural com cinco salas imersivas: Artesania, Rio Antigo, Revolução das Máquinas, Nuvem de Palavras e Imersão. Além disso, o estande abriga o Palco das Artes, um anfiteatro com capacidade para 50 pessoas, que receberá palestras, painéis e apresentações artísticas diariamente, das 11h às 20h.
De acordo com a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, o artesanato cultural fluminense ganha um destaque ainda maior com a iniciativa.
“A nossa participação reforça o diálogo e a escuta com o público fluminense. Estamos valorizando ainda mais o artesanato cultural este ano, promovendo a economia criativa e o saber artístico, além de incentivar a troca de experiências entre artistas e a gestão pública em um espaço inovador pensado para o artesão”, destaca.
Como parte das ações de democratização, o programa Passaporte Cultural RJ garantirá acesso gratuito a 1.000 vagas em caravanas, incluindo transporte e ingresso.
“Com o Passaporte Cultural, conseguimos ampliar a participação de artesãos e do público fluminense na Rio Artes, promovendo cada vez mais o acesso à troca de saberes e reforçando a prática do artesanato como identidade cultural do Rio de Janeiro“ , compartilha Cláudia Viana, Subsecretaria de Formação e Acesso a Equipamentos Culturais.
08/04 – Identidade e Patrimônio
Às 11h, o painel Artesanato como Patrimônio Cultural abre o evento com Kiko Brando, presidente do INEPAC. Na sequência, às 14h, Leon Araújo aborda saberes tradicionais e povos originários. O dia encerra com uma vivência sobre cultura popular, conduzida por Rodrigo Pontes.
09/04 – Sustentabilidade e Inovação
O dia começa com um painel do Sesc sobre sustentabilidade e a experiência de lojas colaborativas. À tarde, o Sebrae discute economia criativa e geração de renda, seguido por uma apresentação musical de Gabi Buarque, às 18h.
10/04 – Empreendedorismo
Focado na gestão do negócio, o Sebrae oferece palestras sobre precificação e custos às 11h. Às 14h, um workshop detalha o uso de redes sociais e inteligência artificial para artesãos, encerrando com um painel sobre formalização como MEI.
11/04 – Mercado e Difusão do Conhecimento
A equipe da SECEC-RJ apresenta mesas sobre políticas públicas de fomento e editais às 11h. O Senac participa com orientações sobre os primeiros passos para empreender e estratégias de lucro. Às 15h, ocorre o lançamento do livro A Cidade Artesanal, de Cocco Barçante, e, às 18h, a música fica por conta de Elisa Addor.
12/04 – Inclusão e Políticas Públicas
O último dia debate o artesanato inclusivo e a acessibilidade com Carina Alves, do Instituto Incluir. À tarde, o Sesc aborda a gestão socioemocional do empreendedor, e Angelina Gabrielle, da MultiRio, encerra os debates com um painel sobre políticas públicas de inclusão.
Evento: 18ª Rio Artes
Data: 8 a 12 de abril de 2026
Horário: quarta a sábado, das 10h às 20h; domingo, das 10h às 17h
Local: ExpoRio – Rua Beatriz Larragoiti Lucas, s/n, Cidade Nova – Rio de Janeiro
Ingressos: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia-entrada)
Classificação: 8 anos
Mais informações: feirarioartes.com.br
Postado por SECEC-RJ em 06/abr/2026 -
A Casa Brasil, apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, inaugura na próxima quinta-feira (9), duas novas exposições que marcam a consolidação de sua nova fase no cenário cultural do Rio de Janeiro. Com entrada gratuita, entram em cartaz a coletiva “Casa Fluminense” e a individual “Cada Cabeça é um Mundo”, da artista Melissa Oliveira.
As mostras reúnem 97 obras de 60 artistas de diferentes regiões do estado e dão continuidade à programação do espaço, que já recebeu mais de 80 mil visitantes em quatro meses com exposições anteriores.
“Celebramos este novo momento da Casa Brasil com uma grande ocupação da cultura do nosso estado, que é tão rica e potente. O apoio da Petrobras tem sido fundamental para abrir as portas para a arte fluminense, reforçando a valorização do nosso fazer cultural, nossa identidade e representa que o Rio de Janeiro ganha mais uma casa para a cultura fluminense”, destaca Danielle Barros, Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

A exposição coletiva “Casa Fluminense” apresenta múltiplos olhares sobre o estado do Rio, abordando temas como identidade, diversidade, turismo e tradições. Com curadoria de Aliã Guajajara Waimiri, Cadu, Jocelino Pessoa, Marcelo Campos e Tania Queiroz, a mostra reúne artistas de cidades como Rio de Janeiro, Niterói, Campos dos Goytacazes, Volta Redonda, Paraty, Maricá e Teresópolis.
Já “Cada Cabeça é um Mundo”, de Melissa Oliveira, o público tem acesso a uma série fotográfica sobre o cotidiano das barbearias em comunidades cariocas. Natural do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, a artista retrata profissionais que movimentam a economia criativa em territórios como Jacaré, Manguinhos e Chatuba.
Além das exposições, a programação inclui a ação “Conversas de Casa”, encontro que reúne participantes de cursos livres realizados em parceria com a Escola sem Sítio, promovendo troca de experiências e processos criativos.
“Casa Fluminense e Cada Cabeça é um Mundo dão continuidade ao momento de consolidação e expansão da nova fase da Casa Brasil, após a potência das primeiras exposições, que levaram mais de 80 mil visitantes ao nosso equipamento cultural. Com o patrocínio oficial da Petrobras, a Casa Brasil articula diferentes linguagens, públicos e perspectivas em torno de uma proposta conceitual consistente. Somos a casa da arte brasileira e também fluminense”, conta Tania Queiroz, diretora da Casa Brasil.
Vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Casa Brasil passa por um processo de reestruturação que inclui nova identidade e ampliação da programação. O projeto é realizado em parceria com a V ARTE e o Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras dentro do Programa Petrobras Cultural.

Localizada no Corredor Cultural do Centro do Rio, a Casa Brasil se consolida como um dos principais espaços de difusão da produção artística contemporânea no estado. Esse reposicionamento integra um projeto de reestruturação contemplado no edital Novos Eixos da Petrobras, na linha Ícones da Cultura Brasileira, dentro do Programa Petrobras Cultural.
As exposições ficam em cartaz até 8 de julho, com visitação de terça a domingo, das 10h às 17h.
Casa Fluminense e Cada Cabeça é um Mundo
De 9 de abril a 8 de julho de 2026
Terça a domingo, das 10h às 17h
Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro, Rio de Janeiro
Entrada gratuita
Classificação livre
Postado por SECEC-RJ em 01/abr/2026 -
Em parceria com a Ancine, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ) vai investir R$ 40 milhões no setor audiovisual neste ano. O fomento será realizado com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e do Fundo Estadual de Cultura.
A iniciativa foi estruturada por meio do Arranjo Regional — política do FSA que promove a desconcentração de recursos e investimentos a partir de cooperação entre o Governo Federal, estados e municípios.
“Nossa intenção é continuar fortalecendo a cadeia produtiva do audiovisual, como temos feito ao longo de toda a gestão, ampliando o acesso da população ao cinema e promovendo a descentralização dos recursos. Dessa forma, seguimos estimulando o desenvolvimento cultural e econômico em diferentes regiões do estado”, explica Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
O plano de ação elaborado pela SececRJ prevê investimentos integrados em três frentes: fomento à produção de longas-metragens, apoio à comercialização dessas obras e expansão da Rede Estadual de Cinemas RJ.
O FSA é operado pela Ancine e pelo Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual, com o objetivo de fortalecer a indústria audiovisual e ampliar o acesso da população ao cinema brasileiro.

Com crescimento expressivo nos últimos anos, o setor audiovisual fluminense vem se consolidando como um dos principais motores da economia criativa no estado. O avanço de 71% no número de empresas, segundo levantamento do Sebrae Rio, reflete não apenas o aquecimento da produção, mas também a expansão de oportunidades em toda a cadeia produtiva.
Distribuído por diferentes territórios — com destaque para a capital e municípios como Niterói, São Gonçalo e Duque de Caxias — o audiovisual amplia sua presença e capilaridade, gerando emprego, renda e desenvolvimento regional.
Para a Superintendente de Audiovisual da Sececrj, Taila Borges, o fortalecimento do setor é estratégico. “Essa é uma demanda que vai ao encontro do crescimento do audiovisual fluminense. O setor não impacta apenas o seu segmento, mas toda a cadeia da economia criativa”, destaca.
O Governo do Estado realizou nos últimos anos a construção de dois complexos exibidores em território fluminense através do programa “Cinema da Cidade” – fruto de convênio com o Governo Federal. As obras foram executadas pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e as unidades ficam localizadas nas cidades de Miracema e São Pedro da Aldeia. O investimento foi de cerca de R$ 10 milhões.
As duas unidades contam com duas salas de exibição, sendo uma 2D e outra 3D, atendendo aos critérios de acessibilidade, possibilitando o acesso a cadeirantes, pessoas com deficiências motoras e pessoas com obesidade. Os complexos exibidores também contam com bomboniere, bilheteria, sala de administração, vestiário, sanitários feminino e masculino e ambientes de livre circulação. Por meio do “Cinema da Cidade”, o Governo do Estado também está construindo equipamentos nas cidades de Cordeiro, São Fidélis, Bom Jardim e Mendes.
Além disso, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o projeto Cine+ foi responsável pela instalação de salas de exibição nas cidades de Maricá, Areal, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Itaocara e Paraty – todos municípios de até 250 mil habitantes.
Postado por SECEC-RJ em 30/mar/2026 -
O domingo de sol no Rio de Janeiro foi o cenário perfeito para a realização da primeira edição da Corrida MIS a MIS, que contou com quase 3 mil participantes e transformou a orla carioca em um grande circuito de cultura e esporte. Os corredores percorreram mais de 10 quilômetros, em uma travessia simbólica entre passado e futuro, começando em frente à histórica sede do MIS, na Praça XV, e seguindo por importantes cartões-postais da cidade, como a Marina da Glória, o Aterro do Flamengo e a Enseada de Botafogo, até a chegada à nova unidade, em Copacabana.
“O MIS Copacabana será o novo cartão-postal do Rio de Janeiro, de frente para a orla mais famosa do país. A Corrida MIS a MIS simboliza esse momento vivido pela cultura fluminense, com mais acesso, valorização da memória e investimentos em equipamentos culturais de excelência”, afirmou a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.
Mais do que uma prova esportiva, a Corrida MIS a MIS se configura como uma experiência cultural, transformando o percurso em uma narrativa sobre a história e a identidade do Rio de Janeiro. A primeira colocada da categoria feminina, a militar Élida Cordeiro, de 34 anos, que completou a prova em 44 minutos, contou que o trajeto auxiliou na performance.

“Hoje a expectativa era bater o meu desempenho pessoal, mas o percurso ajudou, com esse visual lindo, e isso fez com que a prova ficasse mais leve. Não imaginava que fosse chegar em primeiro, fui administrando e, no final, acreditei que era possível e consegui”, comemorou.
Na categoria masculina, o também militar João Olivio Chagas, de 37 anos, natural de São Pedro da Aldeia, completou a prova em 35 minutos e 35 segundos.

“É uma satisfação muito grande correr no Rio de Janeiro, ainda mais no meu caso, que vim do interior, sou da Região dos Lagos. Fico feliz em participar de um evento tão importante, que enaltece a cultura. O primeiro lugar é consequência de muito treino e trabalho. Acho que todos que completaram a prova, não importa o tempo, estão de parabéns”, ressaltou.
A corrida contou com apoio institucional da Prefeitura do Rio; parceria com a Marinha do Brasil – Corpo de Fuzileiros Navais, Socialtel e Coni; patrocínio da Light; realização da Fundação Museu da Imagem e do Som; organização da De Castilho Sports; além de incentivo das Secretarias de Estado de Esporte e Lazer e de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Postado por SECEC-RJ em 26/mar/2026 -
A Corrida MIS a MIS transforma o Rio de Janeiro em um grande circuito de cultura e esporte no próximo domingo, 29 de março. Com mais de 10 quilômetros de extensão, o trajeto propõe uma travessia simbólica entre passado e futuro, começando em frente à histórica sede do MIS, na Praça XV, e seguindo por importantes cartões-postais da cidade, como a Marina da Glória, o Aterro do Flamengo e a Enseada de Botafogo, até a chegada na nova unidade.
Com o tema “Memória em Movimento”, a corrida, gratuita e com expectativa de 3 mil participantes, convida o público a percorrer um caminho que une o centro histórico ao litoral, em um diálogo entre memória, identidade e transformação. Todas as vagas foram preenchidas rapidamente no dia de abertura das inscrições (16/3).
“O novo MIS Copacabana será o novo cartão-postal do Rio de Janeiro, de frente para a orla mais famosa do país. Para celebrar essa momento, a Corrida MIS a MIS vai conectar passado e futuro, simbolizando o novo momento vivido pela cultura fluminense, com mais acesso, valorização da memória e investimentos em equipamentos culturais de excelência”, afirma a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.
Mais do que uma prova esportiva, a Corrida MIS a MIS se configura como uma experiência cultural, transformando o percurso em uma narrativa sobre a história e a identidade do Rio de Janeiro.



“A Corrida MIS a MIS nasce inspirada em antigos projetos de Carnaval que levavam foliões da sede da Praça XV até a Lapa. Hoje, esse espírito ganha nova forma em um trajeto que liga a primeira sede ao MIS Copacabana, reafirmando a trajetória de uma instituição que, desde 1965, se dedica à preservação da cultura nacional”, destaca o presidente da Fundação MIS, Cesar Miranda Ribeiro.
Sobre o evento, Rodrigo Dantas Scorzelli, Secretário de Estado de Esporte e Lazer, ressalta que o esporte tem um papel fundamental na construção de uma sociedade mais ativa, saudável e conectada com a sua história.
“A Corrida MIS a MIS traduz exatamente esse espírito ao unir atividade física, cultura e ocupação dos espaços públicos, conectando dois pontos simbólicos da cidade. A Secretaria de Estado de Esporte e Lazer tem orgulho de apoiar iniciativas como essa, que incentivam a prática esportiva e valorizam a memória do Rio de Janeiro”, completa.
A corrida conta com apoio institucional da Prefeitura do Rio; parceria com a Marinha do Brasil – Corpo de Fuzileiros Navais, Socialtel e Coni; patrocínio da Light; realização da Fundação Museu da Imagem e do Som; organização da De Castilho Sports; além de incentivo das Secretarias de Estado de Esporte e Lazer e de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
“A Corrida MIS a MIS valoriza a história do Rio de Janeiro ao mesmo tempo em que promove bem-estar e ocupação dos espaços públicos. Estar presente em ações como essa reforça o compromisso da Light com o desenvolvimento social e cultural da cidade”, finaliza Giovanna Curty, superintendente de Comunicação e Sustentabilidade da Light.
Data: 29 de março
Horário: 6h
Largada: Praça Luiz Souza Dantas, Centro do Rio
Chegada: MIS Copacabana, Avenida Atlântica
Ingressos esgotados
Retirada dos kits
Quinta (26) e sexta (27), 10h às 17h
Sábado (28), 9h às 14h
Local: Biblioteca Parque Estadual
Avenida Presidente Vargas, 1261, Centro – RJ
Mais informações: www.corridamisamis.com.br
Postado por SECEC-RJ em 25/mar/2026 -
Com a aproximação da conclusão das obras e entrega da nova sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, em Copacabana, aguardada pela população há muitos anos, inicia-se um novo capítulo na trajetória desta instituição que, desde 1965, preserva e difunde a memória cultural brasileira. Trata-se de uma importante entrega à sociedade fluminense, que amplia o acesso público à cultura, à educação e à inovação.
A inauguração será acompanhada por uma série de atividades e eventos preparatórios, enquanto a museologia e a preservação do acervo continuarão plenamente asseguradas nas sedes históricas da Praça XV e da Lapa.
É importante destacar que todo o acervo original da Fundação MIS permanece preservado e cuidadosamente acondicionado nessas unidades, que seguem desempenhando papel fundamental na guarda, no tratamento e na pesquisa dos materiais que compõem um dos mais relevantes conjuntos documentais da cultura brasileira. A nova sede em Copacabana nasce com outra vocação: será um espaço voltado à tecnologia, a exposições temáticas, à experimentação museológica e à ampliação do diálogo com o grande público, fortalecendo também o potencial turístico e educativo da cidade do Rio de Janeiro.
Desde 2021, com o início desta gestão, nossa atuação concentra-se na proteção integral do acervo e na realização de mais de 800 ações voltadas à sociedade, fortalecendo o reconhecimento e o respeito pela instituição.
Logo na nossa chegada, foram promovidas reuniões com a liderança do Governo do Estado do Rio de Janeiro e com a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros que, com responsabilidade, restabeleceram a condução da obra e permitiram sua retomada. Esse esforço conjunto foi fundamental para que este projeto histórico avançasse de forma consistente.
Paralelamente, esta Presidência definiu diretrizes em conjunto com os servidores, em alinhamento com os órgãos governamentais e parceiros institucionais, consolidando uma gestão baseada na integração, na responsabilidade pública e na valorização técnica.
Como desdobramento dessa atuação, além do apoio museológico, idealizamos a corrida entre a sede original na Praça XV e a nova sede do MIS Copacabana, reafirmando simbolicamente a continuidade institucional. O evento, marcado para 29 de março de 2026, contou com amplo apoio governamental e forte adesão do público: todas as inscrições foram preenchidas em menos de três minutos, estabelecendo, segundo a organização, um recorde de procura.
Este momento também convida à reflexão sobre nossas origens. Em 3 de setembro de 1965, o então governador Carlos Lacerda inaugurou o primeiro Museu da Imagem e do Som do Brasil e, possivelmente, um dos primeiros do mundo dedicados especificamente à preservação de registros sonoros e audiovisuais. O projeto contou com a colaboração de seu primeiro diretor, o italiano Maurício Quadrio, que iniciou a mobilização da sociedade para a construção de um museu participativo, baseado na memória viva de seus protagonistas.
A primeira sede foi instalada na edificação que havia abrigado, em 1922, o Pavilhão do Distrito Federal durante as comemorações do centenário da Independência do Brasil, na região da Praça XV, área histórica do centro do Rio de Janeiro. A partir desse marco inicial, o MIS consolidou-se como instituição fundamental para a cultura brasileira.
Ao longo do tempo, o museu contou com a contribuição de importantes dirigentes e colaboradores. Entre eles, destaca-se Ricardo Cravo Albin, primeiro diretor executivo da instituição, responsável pela criação de uma de suas iniciativas mais marcantes: os Depoimentos para a Posteridade. Também merece destaque a participação de colecionadores e personalidades que confiaram seus acervos ao museu, como Henrique Foréis Domingues, o Almirante, considerado a maior patente do rádio brasileiro.
Desde então, o MIS tornou-se protagonista da vida cultural carioca e brasileira. A instituição esteve presente em momentos decisivos da cultura nacional, apoiando movimentos musicais como o samba, a bossa nova e o choro, participando de festivais de música e cinema, realizando exposições e promovendo importantes resgates históricos.
Entre seus maiores legados está o programa Depoimentos para a Posteridade, iniciado em 1966. Por meio dessa iniciativa, grandes nomes da cultura, do esporte e da vida pública brasileira registraram suas histórias em gravações extensas e detalhadas. Hoje, o acervo reúne mais de mil depoentes, constituindo uma fonte de pesquisa de valor inestimável.
Ouvir a voz de personalidades como Pixinguinha, Clarice Lispector, Pelé, Donga e João da Baiana, entre tantos outros, proporciona aos pesquisadores contato direto com a narrativa de quem viveu e construiu a história cultural do país. Esses depoimentos, muitas vezes com várias horas de duração, alimentam pesquisas acadêmicas, documentários, filmes, livros e dissertações desenvolvidos a partir do trabalho realizado pelo Centro de Pesquisa Ricardo Cravo Albin, em nossa sede da Lapa.
A Fundação MIS continuará cumprindo sua missão de promover cultura, educação e memória. A chegada da nova sede em Copacabana representa o ponto culminante de uma trajetória que reafirma o museu como instituição plural, democrática e aberta a todos. Mais do que uma nova edificação, trata-se de um espaço de encontro entre tradição e inovação, onde o passado é preservado, o presente é interpretado e o futuro é construído com base no acesso público ao conhecimento.
Nos últimos anos, a instituição também ampliou seu protagonismo em iniciativas tecnológicas e de difusão cultural. A Fundação MIS foi pioneira no estado do Rio de Janeiro na operação de uma rádio digital contínua baseada em acervo institucional, transmitindo 24 horas por dia músicas e conteúdos culturais produzidos pela própria equipe.
Também foi criado o banco de dados on-line do museu, permitindo que pesquisadores e interessados, em qualquer parte do mundo, tenham acesso ao conhecimento sobre o acervo da instituição, que já se aproxima de um milhão de itens catalogados.
Diversas exposições recentes incorporaram o uso responsável da inteligência artificial. Entre elas, destacam-se as mostras dedicadas a Assis Chateaubriand, o Chatô, e a Carnaval: uma paixão carioca. O museu também desenvolveu protocolo interno para o uso regulatório da inteligência artificial em ambiente museológico, contribuindo para o debate contemporâneo sobre tecnologia e patrimônio.
Nesse contexto, foi criado o projeto MIA, Memória de Inteligência Artificial, atualmente em fase experimental. A iniciativa realiza a transcrição automatizada dos Depoimentos para a Posteridade. Antes, pesquisadores precisavam ouvir horas de gravação para localizar trechos específicos. Com o novo sistema, será possível acessar textos transcritos e cruzar informações entre depoimentos, ampliando significativamente as possibilidades de pesquisa em um universo superior a mil registros históricos. Trata-se de uma tecnologia desenvolvida pelos próprios servidores da instituição e sem custo para a sociedade.
A Fundação MIS é, portanto, um verdadeiro celeiro de conhecimento. Com a entrega da edificação do MIS Copacabana, as sedes da Praça XV e da Lapa serão ainda mais fortalecidas em sua função acadêmica e de preservação.
Está prevista, inclusive, a futura reforma da sede da Lapa e a integração plena do espaço da antiga Escola Maria Olenewa, ampliando as áreas destinadas à guarda de acervos e possibilitando novas parcerias acadêmicas. A instituição já mantém acordos de cooperação com universidades e vislumbra a ampliação de cursos e projetos nas áreas de história, museologia e outras disciplinas relacionadas à memória cultural.
Assim, pesquisadores, estudantes, produtores culturais e todos aqueles que buscam informações confiáveis sobre a história de nossos compositores, cantores e personalidades da cultura brasileira encontram na Fundação MIS uma fonte fundamental.
A nova sede do MIS Copacabana consolida, portanto, um projeto de Estado que valoriza a cultura como elemento estratégico de desenvolvimento, identidade e cidadania, reafirmando o compromisso com as futuras gerações. Mais do que a entrega de uma edificação, erguida em pilares, ferro e concreto, este espaço se completa com a essência da cultura brasileira, construída ao longo de quase 61 anos de atuação da Fundação MIS. É essa trajetória que agora habita o novo equipamento, levando consigo o espírito cultural de nossos grandes compositores, intérpretes e personalidades, homens e mulheres que confiaram à instituição a preservação de seus legados, hoje devolvidos à sociedade em forma de memória viva e acessível.

Postado por SECEC-RJ em 23/mar/2026 -
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ), deu o pontapé inicial na execução da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab) em 2026. Foi lançado, nesta segunda-feira (23/03), o edital Fluxos Fluminenses, com investimento de R$ 22,5 milhões e 225 vagas distribuídas entre linguagens artísticas como dança, teatro, música, artes visuais, museus e patrimônio cultural. As inscrições ficam abertas até as 18h do dia 13 de abril, através da plataforma Desenvolve Cultura.
“O investimento em cultura reflete no desenvolvimento, geração de renda e valorização da identidade do nosso povo. Com a execução da Política Nacional Aldir Blanc, o Estado do Rio reafirma o compromisso de levar oportunidades para todas as regiões, fortalecendo quem produz cultura na ponta”, destacou o governador Cláudio Castro.
Ao longo do ano, ainda serão publicados outros oito editais através da política nacional de fomento, que conta com recursos descentralizados do Governo Federal, somando aporte total de mais de R$ 63 milhões. As chamadas públicas vão contemplar mestres e mestras da cultura popular, movimento Funk, Pontos e Pontões de Cultura, economia criativa, entre outros segmentos.
“Estamos dando início à execução do nosso segundo ciclo da Pnab de forma democrática e acessível, com um edital que oferece mais de 200 vagas para as mais diversas linguagens artísticas. O nosso primeiro ciclo, em 2025, foi um sucesso, com mais de R$ 100 milhões de fomento para a cultura fluminense através de editais e reforma de importantes equipamentos culturais, como o Theatro Municipal e a Casa Brasil. Este ano, vamos seguir trabalhando pela descentralização dos recursos e pela ampliação do acesso”, garantiu a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.
O edital Fluxos Fluminenses 2026 é realizado pelo Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc.
A chamada pública é distribuída entre cinco categorias: Dança, Teatro, Música, Artes Visuais e Museus e Patrimônio Cultural. Com o objetivo de descentralizar o fomento e fortalecer a cultura em todo o estado, os recursos para a capital são limitados a 40%, garantindo que a maior parte das vagas atenda às demais regiões fluminenses, além de assegurar cotas para pessoas negras, indígenas e com deficiência.
Todas as categorias são divididas de maneira igual, com 45 vagas de R$ 100 mil cada, totalizando R$ 4,5 milhões.
Período: 9h de 24/03 às 18h de 13/04
E-mail de contato: fluxosrj@cultura.rj.gov.br
Inscrições: https://desenvolvecultura.rj.gov.br/desenvolve-cultura/inscricao/
Postado por SECEC-RJ em 11/mar/2026 -
O primeiro encontro de 2026 do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura reuniu, em São Miguel das Missões (RS), representantes de mais de 20 estados brasileiros para debater pautas estratégicas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de cultura no país, em diálogo direto com o Ministério da Cultura.
O encontro reafirmou o papel do Fórum como espaço permanente de articulação entre gestores estaduais e de construção coletiva das políticas culturais brasileiras, fortalecendo a cooperação federativa entre União, estados e municípios.

De acordo com Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura, o encontro também simboliza a importância do diálogo entre os entes federativos para garantir continuidade e avanço das políticas culturais no Brasil.
“O Fórum é um espaço fundamental de escuta, articulação e construção coletiva. Reunir os estados para discutir políticas culturais, desafios e oportunidades fortalece o setor e amplia nossa capacidade de garantir que a cultura chegue a todos os territórios do país”, destacou.
Durante a reunião, o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, também ressaltou o papel do Fórum como espaço estratégico de construção de políticas culturais no país.
“Entendemos que o Fórum é fundamental para posicionar a cultura como uma política estratégica para o país. É nesse espaço de diálogo que conseguimos construir convergências e trabalhar de forma conjunta pelo fortalecimento da cultura brasileira. Acima de tudo, estamos falando do partido da cultura, que é o compromisso comum de todos nós com o desenvolvimento do Brasil”, afirmou.

Entre os temas debatidos esteve o Ano Brasil–China, iniciativa que representa uma oportunidade estratégica para ampliar a presença da cultura brasileira no cenário internacional.
Durante o encontro, os estados apontaram desafios relacionados ao curto prazo para a organização das delegações e aos custos logísticos das viagens. O Ministério da Cultura se comprometeu a aprimorar a comunicação com os estados sobre o calendário de eventos e a identificar, com maior antecedência, os interessados em participar das agendas internacionais.
Outro ponto discutido foi o adiamento da Teia Nacional dos Pontos de Cultura e os impactos logísticos para estados que já haviam iniciado a organização de suas delegações, incluindo a compra de passagens e planejamento das viagens.
O Ministério da Cultura se colocou à disposição para dialogar com os estados e apoiar aqueles que já haviam realizado despesas relacionadas à participação no evento.
A Política Nacional Aldir Blanc também esteve na pauta do encontro. O Ministério informou sobre a conclusão dos pagamentos do segundo ciclo da política e apresentou atualizações sobre a execução do primeiro ciclo, especialmente em relação aos entes federados que ainda não atingiram a meta de execução de 60% dos recursos.
Durante o encontro, o Fórum propôs o dia 30 de setembro como nova data de aferição para os estados, mantendo o diálogo com o Ministério para a definição do calendário de acompanhamento da política.
Outro avanço importante discutido foi a atuação da Comissão Intergestores Tripartite do Sistema Nacional de Cultura, instituída pelo Decreto nº 12.719/2025 do Ministério da Cultura.
A instância funciona como espaço de pactuação entre União, estados e municípios para organizar a implementação do Sistema Nacional de Cultura, acompanhar a execução de recursos e garantir a continuidade das diretrizes do Plano Nacional de Cultura como política de Estado.
Durante o encontro, o Fórum realizou a eleição dos representantes regionais dos estados para compor a Comissão.
Foram eleitos:
• Região Norte: Paulo Higo (Rondônia), com Alex Ferreira como suplente
• Região Nordeste: Mary Land (Rio Grande do Norte), com Valadares Filho (Sergipe) como suplente
• Centro-Oeste: Eduardo (Mato Grosso do Sul), com Jan Moura (Mato Grosso) como suplente
• Sudeste: Fabrício Noronha (Espírito Santo), com Danielle Barros (Rio de Janeiro) como suplente
• Sul: Luciana Figueiredo (Paraná), com Eduardo Loureiro (Rio Grande do Sul) como suplente
O encontro também contou com a participação do Itaú Cultural, que apresentou a importância da coleta de dados e da construção de indicadores culturais pelos estados para fortalecer a elaboração, o monitoramento e a avaliação das políticas públicas do setor.
Como encaminhamento, foi discutida a proposta de realização de oficinas voltadas aos gestores estaduais de cultura para aprofundar o debate sobre indicadores e produção de dados.
Na sequência, o Ministério da Cultura apresentou novidades sobre editais e sobre a plataforma CultBR, que reunirá informações de monitoramento, gerenciamento de editais e coleta de dados, com o objetivo de fortalecer a gestão das políticas culturais no país.

Postado por SECEC-RJ em 09/mar/2026 -
A Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro apresenta a exposição “Carnaval: Uma Paixão Carioca”, uma mostra que convida o público a olhar para o carnaval não apenas como festa, mas como parte essencial da identidade cultural do Rio de Janeiro. A exposição ficará aberta de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, na sede da F.MIS, na Lapa. A entrada é gratuita.
“O carnaval é um dos maiores patrimônios simbólicos do Rio de Janeiro. Na exposição, queremos provocar a curiosidade do público e reafirmar o papel da F.MIS como guardiã das memórias que constroem a nossa identidade cultural. Essa mostra fala de afeto, de trabalho, de música e, sobretudo, de gente”, destaca Cesar Miranda Ribeiro, presidente da Fundação.
A mostra parte do vasto acervo da F.MIS para revelar como o carnaval atravessa a vida do carioca, despertando sentimentos de alegria, paixão e pertencimento. A exposição propõe um olhar sensível sobre os muitos carnavais que coexistem na cidade e no estado, valorizando não apenas os desfiles consagrados, mas também os anônimos que fazem a festa acontecer, foliões, trabalhadores e personagens que sustentam o espetáculo ano após ano.

Entre os núcleos da exposição, o público encontra espaços dedicados aos Trabalhadores da Festa, evidenciando quem atua nos bastidores do carnaval; às Vozes do Carnaval, responsáveis pela musicalidade da celebração; e aos Blocos Carnavalescos, expressão viva da ocupação das ruas e da diversidade de formas de brincar o carnaval carioca. Fotografias, depoimentos, partituras, músicas e outros itens do acervo da Fundação ajudam a construir uma narrativa que revela o carnaval como um processo contínuo de criação, trabalho e expectativa.
Entre os destaques da mostra estão objetos históricos que ajudam a contar a trajetória da festa, como um apito que pertenceu ao cantor e compositor Herivelto Martins, um pandeiro representativo das baterias das escolas de samba, uma bandeirola com o brasão da Estação Primeira de Mangueira, uma fantasia da G.R.E.S. Império da Tijuca e uma indumentária pertencente à cantora Elizeth Cardoso, confeccionada em tule, miçangas, lantejoulas e plumas, parte de uma fantasia de destaque da G.R.E.S. Unidos de Lucas.
Uma das atrações da exposição é protagonizada pela inteligência artificial Orion Nova, caracterizada como Rei Momo, símbolo da festa. A tecnologia interage com o público, apresentando curiosidades e informações sobre o carnaval do Estado do Rio de Janeiro e ampliando a experiência cultural dos visitantes.

A mostra também apresenta uma proposta inovadora ao permitir a entrada de animais de estimação, tornando o espaço pet-friendly. A iniciativa busca ampliar o acesso ao museu e reforçar a ideia de uma experiência cultural mais inclusiva, acolhedora e conectada ao cotidiano da cidade, conceito que dialoga diretamente com o espírito do carnaval, marcado pela diversidade e pela convivência nos espaços públicos.
Como reconhecimento à relevância cultural da iniciativa, o Instituto de Pesquisa e Consultoria de Estudos Avançados e Tecnológicos (IPCEAT) concedeu à exposição o Selo de Eficiência Sustentável em Economia Criativa, destacando sua contribuição para a preservação da memória cultural, o estímulo à economia criativa e a valorização do patrimônio histórico e artístico brasileiro.
“Carnaval: Uma Paixão Carioca” surge como um convite à memória e à emoção, revelando o amor de quem vive a festa em suas múltiplas formas, dos blocos de rua às escolas de samba, dos carnavais do interior às grandes celebrações urbanas, reafirmando o compromisso da F.MIS com a preservação e difusão da cultura fluminense.
Exposição: Carnaval: Uma Paixão Carioca
Local: F.MIS, Sede Lapa, Rua Visconde de Maranguape, 15
Data: Em cartaz por tempo indeterminado
Horário: De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Entrada gratuita
Contato F.MIS: ascom@mis.rj.gov.br
Postado por SECEC-RJ em 09/mar/2026 -
Foi divulgada na última quinta-feira (12/3) a lista final dos trabalhos aprovados para o Encontro do ICOM Brasil 2026. E a Fundação MIS está entre as instituições selecionadas para apresentação no evento, que será realizado em Recife (PE).
O trabalho aprovado, intitulado “Narrativas Iconográficas na Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, Memórias e Histórias da “Quase Família”, é de autoria da servidora Natasha Ferrão e representa a contribuição da instituição para o debate contemporâneo no campo museal. A pesquisa será apresentada durante a 6ª edição do Encontro do ICOM Brasil, que ocorrerá de 26 a 28 de abril de 2026.
Com o tema central “Museus, Memórias e Direitos em um Mundo Dividido”, o encontro tem como objetivo promover um espaço de diálogo e troca de experiências entre profissionais e instituições, estimulando reflexões e debates sobre questões atuais e relevantes para o setor museológico.
A aprovação deste trabalho representa um importante reconhecimento nacional por parte do International Council of Museums (ICOM) e reafirma o papel da Fundação MIS na produção e na difusão de conhecimento, colocando a experiência institucional a serviço da sociedade.
O MIS RJ é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ).