Postado por SECEC-RJ em 28/jun/2021 -

Um dos grupos mais afetados pela paralisação das atividades em virtude da pandemia, os músicos das rodas de samba terão apoio solidário de grandes nomes do segmento. A Live solidária “Nós Pelo Samba”, que acontece na próxima terça-feira (29), às 19h, será realizada no Centro Cultural João Nogueira – Imperator e terá transmissão pelas redes sociais da Casa e pelo canal da Fita Amarela no YouTube.
O evento, realizado pela Rede Carioca de Rodas de Samba, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, da FecomércioRJ, através do Sesc, RioSolidario, Detran, Ação e Cidadania, Mesa Brasil, CUFA e Antartica, terá a participação de nomes do samba como
Xande de Pilares, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Toninho Geraes, Marquinho Sathan e Wanderley Monteiro.
“Desde de março de 2020 as Rodas de Samba deixaram de ser realizadas e seus profissionais ficaram impedidos de levar o seu sustento para casa. Apoiamos vários segmentos culturais com atuação direta da Secretaria de Cultura e também com nossos editais. Abrir as portas do Imperator é mais um apoio do Governo do Estado para quem tanto alegrou nossas vidas”, disse Danielle Barros, Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
A live solidária vai ajudar mais de 600 profissionais da cadeia produtiva das Rodas de Samba tratando da segurança alimentar de músicos, técnicos, seguranças, garçons e expositores. Serão doadas cestas básicas, além de doações por QRCODE durante a transmissão. O projeto recebeu já uma importante contribuição da FecomércioRJ, através do Sesc, que doou três toneladas de hortifrutigranjeiros, como desdobramento do programa Mesa Brasil.
Live Solidária Nós Pelo Samba
Local – Centro Cultural João Nogueira – Imperator
Horário: 19h
Transmissão: YouTube Fita Amarela – https://youtube.com/c/Fitamarela
Redes sociais Imperator
Postado por SECEC-RJ em 24/jun/2021 -

O Governo do Rio de Janeiro aderiu à campanha Literatura Acessível Contra a Fome, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, a ONG RioSolidario e o Instituto Incluir. A iniciativa promove a troca de dois quilos de alimentos não perecíveis por uma publicação infantil. O lançamento da ação aconteceu nesta quinta-feira (24/06), no Palácio Guanabara, e contou com a presença da primeira-dama do Estado e presidente de honra do RioSolidario, Analine Castro, e da secretária Danielle Barros.
“É um grande prazer ter o RioSolidario como ponto de troca dessa campanha e destinar os alimentos para instituições parceiras, que precisam de apoio para manter seus projetos e ações de combate à fome. É preciso muita união e solidariedade para vencermos a pandemia e os desafios que momentos como esse apresentam, como a falta de comida para muitas famílias do nosso estado”, explicou a primeira-dama.
Viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, o projeto Coletânea Literatura Acessível tem como mote “uma criança com um livro na mão, e uma família com alimento no prato”. Destinadas ao público infanto-juvenil, as publicações trazem histórias sobre a vida de pessoas com deficiência, os obstáculos encontrados, processos de emancipação e transformação.
“Essa campanha é extremamente oportuna, porque atende a dois fortes anseios que temos. O primeiro é a necessidade de transformar, através da literatura, a relação que cada um tem com o outro, possibilitando uma maior empatia e entendimento das diferenças. O segundo é combater a fome, promovendo o desenvolvimento do nosso Estado do Rio, que tem tudo para ser um lugar mais justo, fraterno e acolhedor para todos”, disse a secretária de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, que garantiu apoio logístico para operacionalizar a campanha.

Nas obras, escritas pela psicóloga e empreendedora Carina Alves, presidente do Instituto Incluir, os protagonistas, fictícios, têm algum tipo de deficiência, e ensinam de forma lúdica a importância da inclusão. Os livros no formato e-book também podem ser acessados de forma gratuita pelo portal www.institutoincluir.com.br.
Postado por SECEC-RJ em 23/jun/2021 -

Personalidades brasileiras e americanas que lutaram durante a vida pelos direitos dos negros acabaram se reunido depois de mortos. Martin Luther King, Rosa Parks, Antonieta de Barros e a escrava Anastácia vão estar juntos num painel que está sendo composto pelo artista e grafiteiro Acme, no Porto Maravilha do Rio de Janeiro. A obra vai chamar a atenção para a busca pela igualdade racial, tão antiga e ao mesmo tempo extremamente atual, numa iniciativa do Consulado dos EUA na cidade, com o apoio do Núcleo de Ativação Urbana (NAU), da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.
Acme, um dos grafiteiros mais premiados do Rio, conta que se engajou no projeto por se identificar com a mensagem de igualdade racial e com a luta dos negros por seus direitos. Apesar de contar com cinco colaboradores, sua presença é fundamental debaixo de sol e subindo andaimes para a realização do projeto. O empenho vem também do desejo de fincar numa região também conhecida como Pequena África um chamamento à sociedade para essa reflexão através da arte.

“Essa não é uma luta só dos negros. É de todos. Temos que focar na mensagem muito mais do que no mensageiro”, afirma Acme.
O artista ressalta que o reverendo americano Luther King pregou a resistência pacífica, assim como as demais personalidades retratadas por ele no painel. O uso de cores fortes e contrastantes e imagens de protestos não significa apoio a nenhum ato de violência. Na sua composição, ganhou espaço também o negro George Floyd, assassinado em maio de 2020 por um policial em Minneapolis (EUA).
“São personalidades que se identificam com a luta do Martin Luther King, que pregava que o negro tinha que vencer através do talento, do argumento e não com a violência. A gente quer enaltecer essa mensagem de paz, que era também de Gandhi, Jesus Cristo, que é o enredo desse painel”, explica Acme.

O painel tem 360 metros quadrados e está ocupando uma das fachadas de um galpão na Avenida Professor Pereira Reis, no Santo Cristo. Na região de grande confluência de pessoas de todo o Grande Rio, quem passar poderá acessar a história da obra através de um QR code. Acme pretende gastar 250 latas de spray e 40 litros de tinta esmalte à base de água para compor o painel.
“O apoio institucional da SECEC para essa iniciativa nos orgulha muito porque infelizmente ainda temos que lutar contra o preconceito e a violência. A mensagem de igualdade de direitos tem que ressoar bastante e não havia lugar melhor para a instalação desse painel”, disse a secretária Danielle Barros.
Postado por Gabriel Saboia em 21/jun/2021 -
Vai ter carnaval em 2021! A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa divulgou hoje no Diário Oficial e no sistema Desenvolve Cultura o resultado final dos editais #CarnavalNasRedesRJ. Foram inscritos 120 projetos na premiação, dos quais 85 foram aprovados. Com isso, serão transferidos para as agremiações e entidades representativas R$ 3,8 milhões para apoiar a economia criativa do carnaval.
Os editais de carnaval são fruto de uma demanda mais do que reconhecida dos fazedores de cultura que atuam no setor. Por conta do cancelamento dos desfiles deste ano, toda uma cadeia produtiva foi prejudicada e nos sentimos no dever de ajudar a recuperar essa atividade que nos traz tantas alegrias como movimenta a economia do Estado do Rio. Assim também ajudamos a concretizar o carnaval de 2022, que marcará a retomada.
afirma a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
Os recursos que serão destinados às escolas de samba e às associações de blocos de rua são oriundos do Fundo Estadual de Cultura (FEC). Para assegurar que os profissionais que atuam na linha de frente do carnaval sejam beneficiados, as agremiações precisam utilizar pelo menos 25% deles no pagamento de pessoal.

Na chamada #NãoDeixaOSambaMorrer, foram incluídas as escolas de samba. Entre as integrantes do Grupo Especial, oito vão receber R$ 150 mil cada para a realização da escolha do samba-enredo de forma virtual. As demais já tinham sido contempladas pela Lei Aldir Blanc com o mesmo valor. Foram também habilitados nove projetos de escolas vinculadas à Lierj, que receberão R$ 40 mil cada uma. Outras 55 agremiações ligadas à Liesb também tiveram suas propostas aprovadas e vão ser contempladas com R$ 20 mil cada uma.
Para concorrer, os blocos precisavam ser filiados a instituições representativas, que se inscreveram de acordo com o número de associados na chamada pública #BlocoNasRedesRJ. Foram habilitadas no total 13 entidades representativas, sendo que dessas 6 são da capital e 7 do interior, somando R$ 1,2 milhão para realizarem atividades carnavalescas virtuais.
Todos os habilitados receberão uma comunicação oficial da SECEC por e-mail, que lhes permitirá a abertura de conta para o recebimento dos recursos. O passo seguinte será a abertura de contas e em seguida deve ser feito o envio de documentos previstos nos anexos 5 e 6 dos editais, que devem ser inseridos no sistema Desenvolve Cultura. O prazo para a realização de todo procedimento é de 20 dias corridos a contar a partir desta terça-feira (22).
Postado por SECEC-RJ em 18/jun/2021 -

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa reuniu nesta sexta-feira (18) mais de 80 gestores municipais no Centro Cultural João Nogueira – Imperator, no Méier. O encontro serviu para a apresentação das políticas públicas voltadas para o setor que estão sendo implementadas pelo órgão e para a prestação de contas dos investimentos que estão sendo feitos pela secretaria. O evento contou com a participação da secretária Danielle Barros e foi agraciado com apresentações artísticas.
No encontro, os secretários de cultura de quase todos os municípios fluminenses puderam conhecer melhor como funciona o sistema estadual de fomento e a aplicação de recursos oriundos do Fundo Estadual de Cultura (FEC), habilitado pela atual gestão. A SECEC pretende patrocinar este ano projetos culturais, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, que somam mais de R$ 90 milhões. Além disso, nove editais, dois dos quais já lançados, vão destinar cerca de R$ 30 milhões para a atividade em 2021.
“Este é um encontro importantíssimo. É fundamental que os municípios entendam, participem e conheçam as políticas públicas que estão sendo planejadas pelo estado. Todos nós, que estamos na ponta, podemos replicar essa diretriz para que elas possam alcançar a todos os fazedores de cultura do estado”, declarou Manoel Vieira, Secretário Municipal de Cultura de Saquarema.
O Secretário Municipal de Cultura de Japeri, Jorge Braga, também elogiou a realização do encontro. “Em Japeri estamos em parceria com a Cultura do Estado para a recuperação do Casarão Historio da Estação de Japeri, nosso patrimônio. Estamos debatendo sua revitalização e ocupação cultural. Essa integração em conjunto vai garantir também a formação de público para as ações culturais”, disse.

“A democratização dos recursos da Cultura só é possível com a participação dos municípios e nós estamos fazendo todo esse esforço de dialogar com todos eles, ampliar a participação das cidades nos projetos, usando editais mais democráticos, em respeito à Lei 7.035. Também levando eventos da nossa Lei de Incentivo para os municípios e por isso essa parceria é fundamental e pretendemos realizar outros encontros como este”, afirmou a secretária Danielle Barros.
Durante o evento, houve a apresentação da cantora Flávia Saolli, que cantou repertório que imortalizou o cantor João Nogueira. Nascida e criada no subúrbio carioca, ela é portelense de coração e vem se destacando com uma das revelações do samba.
Os participantes também puderam assistir à exibição do curta metragem “Camilla Amado”. Após a fala da secretária e do subsecretário de Planejamento e Gestão, Vitor Corrêa, os convidados foram brindados com outra apresentação musical, desta vez da Camerata de Violões Arealense, mostrando a riqueza cultura do Interior, e que foi contemplada no edital da SECEC “Cultura Presente nas Redes”.

Presente ao evento estava o assessor da Secretaria de Cultura e Turismo de Cantagalo Vinicius Stael, que apresentou seu stand-up no palco do Imperator, outro premiado pelo “Cultura Presente nas Redes”. O evento foi encerrado ao som da bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.
Postado por SECEC-RJ em 18/jun/2021 -

O Governo do Estado vai patrocinar dois projetos culturais no Vasco da Gama. Via Lei de Incentivo à Cultura, serão destinados R$ 3 milhões para a realização de oficinas para jovens em situação de vulnerabilidade social e para a reformulação e reforma da Sala de Troféus. O anúncio foi feito pela Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, durante visita ao clube, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio.
Um dos projetos incentivados é o “Gigante Memória – Espaço Experiência”, que prevê a reformulação da Sala de Troféus. O equipamento vai se transformar em espaço cultural de cunho museológico e com recursos tecnológicos avançados. O local vai contar com estrutura expositiva multimídia e interativa com diversos ambientes que vão contar a História do Vasco da Gama e suas modalidades esportivas. O objetivo é possibilitar o acesso do público a todo o acervo cultural do clube e ampliar o conteúdo exposto, na sede de São Januário. O projeto inclui a instalação de recursos tecnológicos para o público vivenciar a História dos mais de 100 anos do clube através de projeções, textos, imagens, memorabilia e fotos.
O segundo projeto é de qualificação para moradores da Barreira do Vasco e bairros vizinhos. O “Ciclo de oficinas culturais | Vasco da Gama”, realizará um programa de oficinas culturais na sede do clube, com foco no audiovisual, música e dança. Serão implantados quatro containers, que atenderão as atividades da seguinte forma: dois contarão com mesas e cadeiras com computadores para oficinas de audiovisual; dois terão finalidade multiuso e isolamento termoacústico: contarão com paredes espelhadas e mobiliário desmontável, que servirão para oficinas de dança e música. Também será construído um anfiteatro para apresentação dos alunos e para dias de oficinas em espaço aberto.
O público-alvo são jovens de 12 a 24 anos, estando em sua maioria em situação de vulnerabilidade social, além de mulheres a partir de 18 anos para uma capacitação em arte, tecnologia e empoderamento digital com o total de 280 alunos atendidos em todo projeto. Toda a ação foi contemplada com R$ 1.498.399,00. Os dois projetos são realizados pelo Instituto Para o Desenvolvimento do Esporte e Cultura (IDEC), com patrocínio da TIM.
“O Vasco tem uma rica história que é admirada não só no Estado do Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, por onde tem seus torcedores espalhados. Esses projetos ampliarão o acesso à cultura e à educação de toda essa região da Leopoldina, que precisa de mais opções de cultura, lazer e de formação profissional”, afirmou a secretária Danielle Barros.
Postado por SECEC-RJ em 16/jun/2021 -

– Como o senhor definiria a função do spalla numa orquestra?
– Apesar de ser mais conhecido pela atuação na orquestra sinfônica, o spalla está presente também nas orquestras filarmônicas e até de câmara. Sua função é bastante nobre, pois é um violinista que precisa ter o melhor preparo possível para executar os solos. Quer queira ou não, ele fica mais exposto por isso. Mas, na minha trajetória, aprendi que uma das reponsabilidades de um spalla é de atuar como um interlocutor entre o maestro e a orquestra. Spalla em italiano quer dizer ombro e não é à toa. Nossa função é mesmo de apoio, de intermediário, recebendo a confiança do maestro. Ele serve como um ponto de equilíbrio e harmonia numa relação que nem sempre é tranquila. Há situações que acabam extrapolando e o spalla, junto a outras lideranças da orquestra, ajudam a equilibrar todo o processo.
– Como foi sua passagem de violinista comum para spalla?
– Foi uma passagem bastante natural porque acredito que tenho uma vocação para a liderança por me cobrar muito. Procuro compreender o limite do grupo e encontrar o que cada um pode dar de melhor. Eu sempre me dedico a encontrar soluções harmoniosas no trabalho também. Foi assim que me tornei Spalla da Orquestra da UFF em 1994 e depois continuei. Apesar de só ter ingressado efetivamente como spalla no Municipal em 2002, já a partir em 1998 participei de algumas apresentações nessa função esporadicamente. Ingressei por concurso na casa, mas logo recebi o convite para assumir a função.
– Quais são suas referências no mundo da música?
– Uma das minhas maiores realizações foi ter tocado sob a Regência do Rostropovitch [Mstislav Rostropovitch, violoncelista e maestro russo, nascido em 1927 e morto em 2007] no Municipal em 2002. Ele foi um mestre e uma referência para mim e para uma legião de músicos atuam com a música clássica. No Brasil, ele regeu a orquestra para a apresentação do balé “Romeu e Julieta”. Foi a realização de um sonho e apesar do peso que tinha, me deixou bem à vontade e deixou uma carta de recomendação com elogios à minha participação. Ele tinha uma energia incrível regendo. Outra referência é o Leon Spierer [violinista alemão]. Ele foi spalla da Filarmônica de Berlim durante 30 anos, parte dos quais ao lado do maestro Karajan [Herbert von Karajan, maestro austríaco nascido em 1908 e morto em 1989], outra referência para mim. Esses nomes são importantes de serem lembrados porque foram pessoas que ajudaram a popularizar e divulgar a música clássica. Foram grandes artistas e grandes gestores.

– Neste momento de pandemia, a programação do Municipal está sendo transmitida online. Como foi sua experiência de gravar nessas condições?
– Estamos seguindo o padrão de segurança da Fiocruz. Há controle de temperatura na entrada, álcool em gel, máscara e ao chegarmos, desinfectamos os cases dos instrumentos. Obviamente há um desconforto, mas é necessário. Como os nossos concertos são somente cordas, o distanciamento social já é suficiente. Havendo sopros, teremos que usar as proteções de acrílico. Ensaiamos duas vezes antes e a gravação transcorreu muito bem. Estamos felizes, por outro lado, porque as gravações estão deixando registrada a qualidade artística dos servidores do Municipal. Enquanto outras casas gravam CDs, DVDs e estão até nas plataformas de streaming, aqui as gravações são raras. Creio que antes só havia uma gravação da orquestra feita na década de 1970. Torço para que não acabem, mesmo depois da pandemia. [Assista ao concerto no link].
Postado por SECEC-RJ em 14/jun/2021 -

A Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, formada só por meninas, fará sua estreia nesta quarta-feira (16), às 19h, no palco do Imperator – Centro Cultural João Nogueira -, no Méier, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Serão 52 instrumentistas crianças e jovens, oriundas de escolas da rede pública, celebrando a Música Popular Brasileira. O projeto é do Instituto Brasileiro de Música e Educação e a regência é da maestrina Priscila Bomfim. A apresentação contará com a participação especial de Elba Ramalho e do Coro Laboratório Juvenil do Rio de Janeiro, composto por 30 meninas.
A apresentação também poderá ser vista pela internet, através do canal www.youtube.com/orquestranasescolas e também pelo canal https://www.youtube.com/user/imperatorccjn.
Com o batismo da nova orquestra formada por meninas, com o nome da primeira maestrina do país, Chiquinha Gonzaga, a orquestra homenageia e situa na momento atual a mulher que estava à frente do seu tempo e que usou sua música como instrumento de voz, liberdade e oportunidade. Sua estreia simboliza a luta feminina e incentiva a reflexão sobre questões de equidade de gênero.
Patrocinada pela Uber, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e apoio institucional da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, a OSJC Chiquinha Gonzaga foi criada com o intuito de ampliar as estratégias de equidade de gênero dentro do universo da música de orquestra e valorizar as instrumentistas da rede pública de ensino. Além disso, a intenção é incentivar a representatividade feminina nos mais diversos naipes de orquestra, especialmente naqueles predominantemente relacionados ao universo masculino.
“A OSJ Chiquinha Gonzaga nasceu com o objetivo de mostrar a importância da representatividade da mulher em diversas áreas, inclusive da área musical. Essa orquestra tem meninas ainda tão jovens, mas sedentas pelo conhecimento e aprendizado. Vamos mostrar a todos a sua capacidade musical e artística, por isso é um privilégio muito grande trabalhar com esse grupo”, afirma Priscila Bomfim, maestrina convidada da OSJ Chiquinha Gonzaga.
A Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga é uma ação especial do IBME, que desde 2017 promove música e educação para jovens estudantes das mais diversas regiões do Rio de Janeiro. Jovens que fazem parte da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca, que compõem variadas formações musicais, orquestras sinfônicas, cameratas, coros, etc. Formações que se apresentam em salas de concerto de grande visibilidade, onde já dividiram o palco com muitos convidados especiais, artistas de grande prestígio no Brasil e no exterior, como os intercâmbios internacionais na Espanha e nos Estados Unidos.
A apresentação obedece a todos os cuidados necessários para garantir a segurança das crianças e jovens integrantes da Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, bem como de seus familiares e equipe do projeto Orquestra nas Escolas.
O nome da OSJC Chiquinha Gonzaga é uma homenagem à pianista, compositora e maestrina que, por sua atuação corajosa e de excelência, representou um marco na música brasileira. Primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, Chiquinha Gonzaga sofreu todo tipo de preconceito, mas transformou a sua música como instrumento de voz, liberdade e oportunidade.
Com a OSJC Chiquinha Gonzaga, as musicistas e alunas encontram mais um canal de identificação e oportunidade para alçarem grandes voos na música e fora dela.
Estreia Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga
Participações: Elba Ramalho e Coro Laboratório Juvenil do Rio de Janeiro
Regente convidada: Priscilla Bomfim
Data: 16 de junho de 2021 | 4ªfeira | Horário: 19h
Transmissão ao vivo do Imperator – Centro Cultural João Nogueira | on line gratuita
Local: YouTube: https://www.youtube.com/orquestranasescolas
Classificação: livre
1. Mulher Rendeira (Desconhecido) | Arranjo: Anderson Alves
2. Odeon (Ernesto Nazareth) / Gaúcho Corta-jaca (Chiquinha Gonzaga) | Arranjos: Anderson Alves
3. Lua Branca (Chiquinha Gonzaga) | Arranjo: Evandro Rodriguese | Participação especial Coro Laboratório Juvenil do rio de Janeiro
4. Que Nem Jiló, (Luiz Gonzaga) | Arranjo: Aline Falcão | Participação especial: Elba Ramalho
5. De Volta Pro Meu Aconchego (Dominguinhos / Nando Cordel) | Piano: Moana Martins | Participação especial: Elba Ramalho
6. Xote das Meninas (Luiz Gonzaga) | Arranjo: Anderson Alves | Participação especial: Elba Ramalho
7. Ô Abre Alas (Chiquinha Gonzaga) | Arranjo: Anderson Alves
Postado por SECEC-RJ em 11/jun/2021 -

Para ampliar o acesso da população de baixa renda a equipamentos culturais, o Governo do Estado do Rio de Janeiro lança, neste sábado (12/06), no Museu do Amanhã, o programa Passaporte Cultural RJ. A iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa vai garantir o ingresso gratuito a museus, casas de espetáculos, cinemas, exposições, entre outros. O encontro marca o patrocínio do governo para o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio (MAR) com recursos da Lei de Incentivo à Cultura.
– Queremos universalizar as atrações culturais e torná-las acessíveis para todos, principalmente para os que mais precisam. Com o passaporte, os beneficiados terão acesso a projetos culturais apoiados pela Lei Estadual de Incentivo e pelo Fundo Estadual de Cultura (FEC), além de atividades realizadas com parceiras da Secretaria de Cultura. A meta é investir na formação de plateia e na retomada cultural – explicou o governador Cláudio Castro.
O programa Passaporte Cultural RJ vai beneficiar cidadãos com mais de 18 anos, com renda per capita de até meio salário mínimo ou familiar total de até três salários. O critério segue as normas do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Os beneficiados receberão um caderno em formato de passaporte. No documento, as páginas serão carimbadas a cada apresentação ou atividade realizada. O programa conta com apoio do Detran, que vai fornecer transporte para os estudantes aos equipamentos culturais.
O Passaporte Cultural RJ também será distribuído para instituições como escolas públicas estaduais ou municipais, entidades beneficentes de assistência social, associações de moradores, organizações culturais comunitárias, universidades públicas ou privadas e secretarias estaduais e municipais. Em parceria com o Detran, também será disponibilizado semanalmente transporte para que alunos da rede pública possam visitar os equipamentos culturais. O cadastramento para o Passaporte estará disponível no site da secretaria no mês de julho.
– A cultura é um direito de todos e temos trabalhado em todo o estado pela democratização do acesso. A partir da criação do Passaporte Cultural RJ, pessoas que nunca foram assistir a um espetáculo poderão desfrutar desse bem e se enriquecer culturalmente – afirmou a secretária de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
O lançamento do Passaporte Cultural RJ no Museu do Amanhã marca o patrocínio do Governo do Estado ao equipamento cultural. Via Lei de Incentivo à Cultura, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa vai financiar o plano anual do museu em 2021 com R$ 1,1 milhão, com possibilidade investimento de até R$ 2,8 milhões. O projeto engloba a manutenção do equipamento cultural, assim como atividades relacionadas ao programa de acessibilidade e educativo do Museu. As empresas patrocinadoras são Lojas Americanas, Hyundai e a Granado com uso da renúncia fiscal.
Após o ato, o governador e a Secretária Danielle Barros irão até o Museu de Arte do Rio. No espaço, será realizado o projeto “Mar de Música”, festival de música formando públicos através da experiência de fruição musical em diálogo com as outras linguagens artísticas propostas pelo Museu, no valor de R$ 845 mil, com patrocínio da Souza Cruz.
Postado por SECEC-RJ em 09/jun/2021 -

A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa tornou pública nesta quarta-feira (09) a lista das entidades habilitadas e inabilitadas que se inscreveram no edital #CarnavalNasRedesRJ, criado pelo Governo do Estado para socorrer ligas, escolas de samba e profissionais do setor. O resultado preliminar dos 120 projetos inscritos foi divulgado no Diário Oficial, no site da Secretaria e no sistema Desenvolve Cultura.
“O cancelamento dos desfiles foi uma lástima, mas algo necessário para evitarmos um agravamento da pandemia. Blocos e escolas de samba fizeram sua parte e agora temos a responsabilidade de ajudá-los a manterem atividades virtuais, que os foliões vão amar, e assim já contribuir com os preparativos do carnaval do ano que vem. Estamos realizando o processo com total transparência e participação democrática dos grupos envolvidos na atividade carnavalesca, tão vital para a cultura e a economia do estado”.
Afirmou a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
O Sistema Desenvolve Cultura recebeu 120 inscrições, que foram avaliadas pela Comissão Técnica Permanente de Elaboração de Editais e Análise de Projetos Culturais do Fundo Estadual de Cultura. Os proponentes que não tiveram seus projetos aprovados têm prazo até a próxima segunda-feira (14), às 18h, para recorrer.
O detalhamento das razões de inabilitação das escolas de samba e entidades representativas de blocos pode ser acessado através do sistema, na página Proposta. O proponente que fizer a contestação precisa utilizar o mesmo endereço apresentado na inscrição da proposta, com login e senha já cadastrados no sistema. A SECEC esclarece que não serão aceitos documentos encaminhados através de e-mail e/ou protocolados na sede do órgão.
A chamada pública #CanarnalNasRedesRJ destinou R$ 4,3 milhões para financiar apresentações com transmissão pela internet, com o objetivo de fomentar essa atividade cultural, estimular a cadeia produtiva do setor e gerar renda para profissionais da área. Como forma de gerar renda, é necessário que os projetos beneficiados destinem pelo menos 25% da verba para o pagamento dos profissionais do setor.
Na chamada #NãoDeixaOSambaMorrer, as escolas de samba do Grupo Especial, vinculadas à Liesa, terão direito a R$ 150 mil cada uma e podem, a partir do pagamento, realizar a escolha dos sambas-enredo e outros eventos virtuais. As agremiações filiadas à Lierj podem ser premiadas com R$ 40 mil, enquanto a verba para as escolas filiadas a outras ligas, incluindo escolas mirins, é de R$ 20 mil para cada uma.
No edital #BlocoNasRedesRJ, a chamada pública atende a entidades que representem agremiações. No caso de dez ou mais agremiações a premiação é de R$ 100 mil. O valor para quem reúne entre cinco e nove blocos é de R$ 50 mil. Já as entidades com até quatro blocos têm direito a R$ 25 mil pelo edital. Pelas regras de distribuição das vagas do edital, 60% dos prêmios vão para organizações do Interior e 40% para a capital.