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Secretário fala sobre suas metas e promete desburocratizar os processos

O Secretário, Ruan Lira, se mostrou muito entusiasmado mediante os seus 100 dias de atuação, em fala na Rio2C, maior evento de tecnologia e inovação da América Latina. Ruan falou a respeito das suas estratégias para movimentar a economia criativa do nosso Estado. E, mais uma vez, mencionou a importância do esforço em prol da […]


O Secretário, Ruan Lira, se mostrou muito entusiasmado mediante os seus 100 dias de atuação, em fala na Rio2C, maior evento de tecnologia e inovação da América Latina. Ruan falou a respeito das suas estratégias para movimentar a economia criativa do nosso Estado. E, mais uma vez, mencionou a importância do esforço em prol da quebra do estigma de que cultura é uma “atividade supérflua”.

O Secretário enfatizou que a cultura deve ser tratada como vetor de desenvolvimento social e econômico e que essa potência ainda é muito mal explorada. “A Cultura deve ser a principal pasta do nosso Estado, pois, sem cultura, a educação é falha; sem cultura, a saúde não é priorizada pelo individuo; através da cultura, aumentamos a segurança, indivíduos se tornam mais conscientes e motivados. A cultura é um mecanismo social de desenvolvimento”, disse o Secretário.

Ruan também mencionou seus planos de atuação, todos visando fomentar a Economia Criativa. Contou sobre o projeto LAB.RJ, que prevê levar pontos de incubação para cidades de todo o estado e que busca fomentar as possibilidades de empreendedorismo que cada região oferece, sempre respeitando e valorizando suas particularidades. “A ideia é realmente descentralizar, diminuindo o êxodo rural que é tão presente em nossa realidade”, comentou Ruan sobre o projeto desenvolvido entre a SECEC-RJ e a incubadora Rio Criativo. Ele aproveitou a Rio2C para dizer que anunciará, em breve, as duas primeiras cidades que irão receber uma unidade de apoio ao empreendedor.

O Secretário destacou como conquista dos 100 primeiros dias de sua administração, a modernização da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, que oferece uma contrapartida de 100% de fomento para as empresas participantes, quando antes eram oferecidos 80%. “Precisamos buscar parceiros, facilitar. A Cultura Criativa é uma potência, podemos a cada R$1 investido, receber como retorno R$7, segundo os mais conservadores; os mais otimistas citam R$17 em retorno fiscal.”, disse Ruan. O Secretário, também, citou o Fundo Estadual de Cultura, proveniente de doações de empresas contribuintes do ICMS, que tem como objetivo maior, contemplar produtores com menor visibilidade, compondo um processo mais democrático e aberto.

Outra novidade anunciada por Ruan Lira foi o Rio Office Film Commission. A reabertura do escritório, depois de oito anos inativo, é uma maneira de integrar a cadeia produtora audiovisual à Economia Criativa. “A ideia é facilitar o canal, desburocratizar, através da redução do tempo. Um processo que antes levava de 30 a 40 dias, agora prevê uma viabilização bem menor. Só essa pequena mudança fez grandes empresas do audiovisual se interessarem por nossas locações, por todo o estado”, disse o Secretário, concluindo: “Nossas portas estão abertas, queremos ser provocados, queremos novas ideias. É uma gestão diferente, nossas ações são conjuntas”.

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